Chrysler

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Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Sucata poluidora? Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Chrysler
Cquote1.svg Você quis dizer: Crise? Cquote1.svg
Google sobre Chrysler
Cquote1.svg Já dirigi. Fiz com o carro o que faço de melhor na vida... Fundiu o motor aos 50 mil quilômetros Cquote2.svg
Alexandre Frota sobre Chrysler.
Cquote1.svg Porra, que sorte, o meu nem durou quinze mil quilômetros antes da transmissão morrer Cquote2.svg
Outro dono de um Chrysler sobre o Chrysler de Alexandre Frota

Chrysler é a fabricante de automóveis mais tipicamente americana de todas os tempos: Seus carros são famosos por terem os designs mais belos e os motores mais potentes, mas como são extremamente americanos, detêm a manutenção mais cara e o maior consumo de combustível do mundo, além de virem com metralhadoras nas portas e assarem torta de maçã no capô e um timer para quebrar imediatamente e de forma irreparável no momento em que o carro chega ao centésimo milésimo quilômetro rodado, apesar de que existem casos do timer ativando aos 50 mil, e até aos 10 mil km.

Breve história[editar]

Chrysler anunciando que, caso acabe falindo de novo, vai passar a vender limão.

Após quase um século à sombra de suas irmãs Ford e GM, a caçula Chrysler finalmente tornou-se conhecida fora dos Estados Unidos graças ao seu maior feito: ir à falência durante a crise de 2008, aquela marolinha.

Uma década após ter sido adquirida pela Daimler-Benz pelo singelo valor de US$ 33.333.333.333,33, numa licitação sob os cuidados de Paulo Maluf, a Chrysler foi comprada pela Fiat por US$ 0,00001. A discrepância nos valores trouxe à tona suspeitas de que teria havido superfaturamento (siiim, foi a discrepância, não o licitador...) na transação com a Daimler-Benz, mas as investigações foram inconclusivas e arquivadas por falta de provas.

Produção[editar]

Na compra de um 300C, o feliz otário proprietário ganha uma edição do Carma sutra, o Kama sutra no carro.

A empresa é especializada em sedãs de luxo cuja manutenção custa os olhos da cara, assim como o do cu em picapes, SUVs e mais picapes, especialmente projetadas para consumir de 12 a 15 gal/mi (galões por milha, até a unidade é americana pra caralho), o que dá, convertendo em L/km, uns números bem feios.

O mercado americano ficou tão saturado desses tipos que passou a escoar sua produção para o ralo os mercados emergentes, no entanto, não obteve sucesso: no Brasil, graças à tecnologia 100% cearense, há uma clara preferência por carroças 1.0 flex que podem ser movidas a jegue, caso falte gasolina, fazendo até 25 km/kg de capim. A Índia retornou todos os modelos porque as buzinas quebraram e carro indiano que não buzina é uma afronta, contudo, a população não tinha dinheiro pra pagar o conserto, inclusive os que se pareciam com o elenco de Caminho das Índias. Por fim, o Vietnã, com suas infinitas motos, desmoralizou legal a remessa de carros que foram importados, repetindo o feito de 1969.

Está em produção uma espécie de híbrido do Chrysler 300C com o Fiat 147 para ser vendido nos mercados emergentes. Era pra se chamar Fiat 447 (300+147), mas aí arredondaram pra cima e virou Cinquecento (500 em italiano). Segundo fontes confiáveis, o novo automóvel combinaria o design, a segurança, o tamanho e o motor do Fiat 147 com o consumo de combustível e o preço do Chrysler 300. O forno de assar torta de maçã do capô ainda seria trocado por um de pizza, mas isso é pura especulazione...

Situação financeira[editar]

A situação financeira, graças a crise criada pelo governo cagado do Bush retardado, foi de mal a pior, sendo que mesmo que se juntasse o PIB da Croácia com os da República das Bananas, do Reino da Cocada Preta e dos Estados Unidos do Sul, não se seria possível garantir a saúde da empresa. Talvez se colocasse o PIB da Somalilândia houvesse uma esperança... Enfim, o fato é que os investidores estão tentando desesperadamente se livrar dos papéis da empresa na intenção de que algum imbecil entre com uma bufunfa e compre a canoa furada.

Relação com as outras marcas do grupo Chrysler[editar]

A marca já compartilhou plataformas e motores com Dodge, Plymouth e as outras marcas de seu grupo, porém a única coisa que a moribunda marca compartilha atualmente é a baixa qualidade dos seus carros, o que faz com que os carros sejam considerados como itens descartáveis.

Galeria[editar]