Gjirokastër

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A Cidade-museu de Gjirokastra (complicado esse nome) é uma cidadezinha sem importância em algum lugar desconhecido na Albânia. É capital do distrito de Gjirokastra (que criatividade essa repetição de nomes). Diferente de grande parte dos patrimônios mundiais, esse lugar tem pessoas, mesmo que não muita. A UNESCO só considera isso um patrimônio mundial porque é uma das raríssimas ciades otomanas que não foi depredada, arrasada, destruída, vandalizada, etc.

Barracos de uma favela em Gjirokastra.

Também, as catástrofes não tem nenhum interesse em atacar esse local, pois se elas destruíssem Gjirokastra, a mídia pouco se importaria e os que destruidores não apareceriam na TV. O patrimônio se localiza no meio de várias montanhas, o que mostra a idiotice de quem construiu isso. Pois qualquer coisinha e as pedras em cima da montanha desabam e acabam de vez com a cidade.

Construção[editar]

Gjirokastra também é considerada a base grega na Albânia, aonde os soldados gregos se preparam para atacar e dominar a região albina. Desde que os homens sabiam escrever, o local era habitado. Há provas disso em pedaços de pedra com desenhos parecidos com um de uma criança sem coordenação motora alguma. Mas cidade mesmo, só daqui a muitos séculos. Como a região normalmente era atacada e destruída, não se podia viver em qualquer lugar.

No local aonde está Gjiro... , havia um castelo. Claro que qualquer tiro de canhão acabava com ele, mas na época o tráfico de armas era fraco na Albânia, e os castelos eram seguros. Então, as pessoas da região ordenaram a construção de uma pequena vila dentro do castelo. Mas os pedreiros não ouviram direito, e entenderam perto do castelo, aonde qualquer gangue podia fazer qualquer besteira. Fora do castelo não dava para viver, portanto a cidade recem-construída foi abandonada.

História restante[editar]

Depois de um tempo, o Império Otomano chegou na região. Os otomanos aproveitaram que a cidade estava de pé (sem moradores, não houve uma batalha para dominá-la) e fizeram uma reforma para que ela se tornasse uma cidade otomana. Construíram umas mesquitas e haréns para o governador, com muitas mulheres. Os turcos se acostumaram e ficaram lá. Não importa o quanto de batalhas eles perdessem, a cidade continuava otomana. E ela conseguiu se manter de pé.

A hipótese mais realista é que Alá protegeu Gjirokastra para perpetuar seu projeto de eliminação dos infiéis. Depois que finalmente os otomanos largaram o osso, os gregos ficaram com a cidade. Isso fazia parte do plano de dominar a Albânia, pois dentro dela a Grécia podia mandar espiões e sabotadores. Hoje a cidade praticamente pertence à Grécia, mas para não chamar muita atenção, oficialmente ela continua na Albânia.

Veja Também[editar]

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