Cidade Negra (Black Metal)

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Cidade Negra, black metal for stupid black people

Cquote1.svg Essa banda é chiliquenta! Cquote2.svg
Paulo Bonfá sobre Cidade Negra


A banda Cidade Negra foi formada no Brasil, em 1924. O nome da banda é uma homenagem à Cidade Negra, cidade polonesa fundada por Joachim S. Duvall. As músicas da Cidade Negra refletem o racismo ódio vivido pelos cidadãos brasileiros na década de 50, auge do populismo de Nogueira. Várias vezes repudiados pela mídia, os integrantes da banda usam forte maquiagem para cobrir as cicatrizes de suas faces torturadas.

a banda em 1999


História da banda[editar]

Há alguns anos atrás, um playboyzinho de Sumaré estudante universitário chamado Medeiros reuniu-se com 3 bichinhas amigos e contou-lhes sua vontade de formar uma banda de black metal. Seus amigos, fortes entusiastas da música emo sacra, acharam a ideia de Medeiros louvável, e assim, começaram a ensair em prostíbulos garagens alugadas todos os sábados. O primeiro show da Cidade Negra deu-se em 15 de abril. Os integrantes urravam como bichonas animais morimbundos. Algumas pessoas presentes ao show, quando perguntadas sobre o que viram aquela noite, costumam dizer "um espetáculo de luxúria e dor. Praticamente um paradoxo dos tempos vindouros". Após esta 1ª apresentação, a banda começou a ganhar renome na cama da tua mãe no cenário underground paulistano.

Temática Lírica[editar]

As letras da Cidade Negra falam sobre a filosofia pré-cambriana brasileira, e exortam a humildade dos deuses beberrões. O primeiro álbum da banda, Merda por vir, contém músicas polêmicas como "Tua mãe, minha cadela", "Meu ódio por ti se manifesta com meu pé (em tuas fuças)", "Jesus contigo, Boi Manhoso na minha mesa" e o grande hit da banda, "Sossô... solta a rédea do meu cavalo".

Fanatismo[editar]

fãs entusiastas da Cidade Negra

Alguns fãs mais entusiastas da banda começaram a caracterizar-se com fronhas brancas na cabeça e a queimar cruzes, como forma de protesto anti-religioso

alguns fãs da Cidade Negra durante um protesto anti-religião

, sob influência direta das letras da banda.

Medeiros, quando perguntado sobre tal comportamento, diz apoiar totalmente a queima de cruzes e o enforcamento de negros uso de fronhas brancas na cabeça.







Integrantes[editar]

Medeiros (voz e baixo)

Alisson Silva (guitarra e gritos)

Manoel "Maneco" Guimarães (bateria)

Luís Dulci (ex-baixista, assassinado por um feirante negro em 2003)