Colíder

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Colíder é uma grande roça da qual chamam de cidade, localizada oficialmente lá na Terra do Nunca.

História[editar]

Vista aérea da fazenda.

Local habitado originalmente pelos índios quiabos, que atualmente estão em Juara depois que foram expulsos por vaqueiros que aparentemente não tinham nenhuma esposa para comer, para ter que dedicar seu tempo a ficar andando pelo meio do nada expulsando índios.

Essas terras só foram substancialmente ocupadas apenas em 1970 através de incentivos fiscais do governo com o objetivo de mandar famílias inúteis e imprestáveis lá para a Terra do Nunca, onde o governo poderia se lixar para o que acontece ou deixa de acontecer.

Inicialmente havia um rancho, um curral, um dormitório, um armazém e um boteco. Atualmente existe um rancho, um curral, um dormitório, um armazém e um boteco.

Em 1979 foi elevado a município graças ao grande crescimento da aldeia. Na falta de um nome melhor, deram Colíder, esse nome tosco sem significado que vem de Colonizadora Líder, o nome da empreiteira que mandou um bando de sulistas falidos para aquela região.

Geografia[editar]

Colíder deveria estar localizado na floresta amazônica, mas alguém tirou isso de lá e colocou uns pastos cheios de bois e cupinzeiros no lugar...

Economia[editar]

A pecuária de subexistência em minifúndios é a realidade da economia de Colíder. Cidade humilde é uma maneira educada de chamar Colíder mais pobre que eremita no Cazaquistão.

Há ainda o hábito de furar os olhos de empresas "inocentes" do exterior (Paraná e São Paulo) que estão trabalhando seriamente na construção de construção de coisas úteis, como usinas.

Cultura[editar]

Vá a qualquer estabelecimento que tem música ao vivo e tente (apenas tente) conversar com as pessoas que estão sentadas junto de você à mesa. O volume daquilo que se diz música é tão alto que você não consegue ouvir sequer seus próprios pensamentos, quem dirá as pessoas a seu lado. Se quiser conversar, é obrigado a falar aos berros. É um mau gosto generalizado, um desrespeito ao cliente, ou seja, uma falta de bom senso que, ao que tudo indica, parece não incomodar a sociedade local.

Esse modo de ser e de agir parece estar cristalizado também no 'eficiente' atendimento desses estabelecimentos que se definem como 'bares' (todos iguais: mesas de plástico na calçada, bebidas, lanches, petiscos... ir a qualquer um é conhecer todos). Ao ocupar alguma mesa desses estabelecimentos, as gentis pessoas que se dizem garçons literalmente jogam o cardápio na sua mesa e passam reto até que você, aos berros e gesticulando parecendo alguém se afogando, chame o 'serviço' da casa. O mais triste é que esse é o modo de atender em todos os bares da cidade. Deve ter havido algum tipo de treinamento geral para esses profissionais em EAE - Excelência no Atendimento Equestre, para oferecerem um atendimento tão 'primoroso'.

Transportes[editar]

Em Colíder você pode praticar rally a qualquer hora em qualquer rua ou avenida da cidade. Seja no centro ou em qualquer bairro, queira ou não queira. Todos estão sujeitos a esta modalidade caso possuam algum veículo automotivo.

Lazer[editar]

Basicamente:

  • Ir para a praça central ficar vendo a grama amarela e mal tratada.
  • Ir para a praça central ver as pessoas.
  • Ir para a praça central ser visto pelas pessoas.
  • Ir para a praça central beber pinga.
  • Ficar domingo na Avenida principal bebendo pinga.
  • Trabalhar de madeireiro fora da cidade.