Colinas Produtoras do Prosecco de Conegliano e Valdobbiadene

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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A UNESCO monitora este artigo.


Colinas Produtoras do Prosecco de Conegliano e Valdobbiadene é o nome não muito criativo dado para umas colinas onde se produz um vinho nem tão chique assim chamado Prosecco. Virou patrimônio mundial em 2019 por nenhum motivo em especial, colinas iguais a estas existem ao monte ao longo do Mediterrâneo, mas a UNESCO tem essa certa mania de transformar umas coisas desnecessárias em patrimônio mundial, então quem sou eu para discutir? Mas se há algo nessas colinas que possa ser considerado notório e único para a inscrição na UNESCO, sem dúvidas é a paisagem resultante da interação entre e ser humano ao longo de vários séculos, o que torna a região um símbolo do correto uso de pesticidas, que aliás é o ingrediente secreto que garante o azedume tão característico do belo vinho Prosecco.

O vinho Prosecco[editar]

Prosecco (do italiano: Processado) é uma água tônica de azeitona que pode vir nas variantes tanto espumante como frisante. A bebida é processada (daí o nome) a partir de uma uva especial chamada glera, que na verdade é uma uva como qualquer outra uva, só que coberta por incessantes camadas de pesticidas e agrotóxicos, além de ser regada por chuva ácida típica da Europa, resultando numa fruta com gosto azedo e um forte sabor de algo apodrecido, mas adultos gostam de coisas azedas, então a uva é considerada charmosa, e fica melhor ainda quando seu suco é extraído através do pisoteio exercido por pés descalços repletos de Staphylococcus, uma bactéria essencial para a flora intestinal do povo europeu, que trabalha muito e precisa de algum atestado médico durante o ano, porque caganeira não mata.

Este método de produção foi patenteado e não pode ser reproduzido em outro lugar da Europa, por isso são as únicas uvas do mundo que são apodrecidas dentro de barris de aço, e não de madeira. O resultado de tanta foleiragem é que isso gera um vinho de baixo custo que pode ser vendido até em latinhas e essa boa acessibilidade é o que torna o vinho tão famoso (ou não).

Vilas de Valdobbiadene e Conegliano[editar]

A bela paisagem de Valdobbiadene, muito similar ao rabo gordo da sua mãe, aquela puta cheia de estrias.

Os vilarejos de Valdobbiadene e Conegliano são as duas únicas cidades do mundo autorizadas a fabricar o tal vinho Prosecco (apesar de que as colinas vinícolas incluem também os vilarejos de Vidor, Miane, Farra di Soligo, Pieve di Soligo, Follina, Cison di Valmarino, Refrontolo, San Pietro di Feletto, Revine Lago, Tarzo e Vittorio Veneto, Susegana e San Vendemiano... mas a UNESCO fingiu que essas vilas não existem e decidiu mencionar apenas Valdobbiadene e Conegliano, sendo que Valdobbiadene é a principal cidade e Conegliano foi escolhida aleatoriamente dentre as outras já mencionadas.

Valdobbiadene é a principal produtora desse vinho, é lá que estão os famosos elevadores de uva do Veneto e onde estão as vinícolas que se dizem ter o formato de um tabuleiro de damas mas que na verdade tem formato de arrozais chineses, só que no lugar de arroz são uvas. Ali só há três profissões possíveis: Plantador de uva, amassador de uva e fiscal de precipícios.

A cidade de Conegliano está ali na nomeação só fazendo número mesmo, não há colinas de uva ali e se bobear as pessoas da cidade nem sabe o que diabos é Prosecco, mas como é uma cidade que estacionou no século X e visitá-la faz você achar que voltou no tempo, algo retratado pelo gênio da comédia Martin Lawrence naquela obra de arte da cinematografia chamada Loucuras na Idade Média, então a UNESCO decidiu incluir essa pitoresca cidade na nomeação do patrimônio mundial.