Concerto

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Música sutra.jpg Faça uma escala de Ré maior, por favor...

Este artigo é relacionado à Teoria Musical. Caso você não saiba do que se trata um D#m5-/7, vá para um concerto. Mas não esqueça que o Sol é sustenido.


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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Concerto.

Cquote1.png Já fiz vários... é o meu trabalho Cquote2.png
Mecânico sobre Concerto

Cquote1.png O meu também! Cquote2.png
Compositor sobre frase acima

Cquote1.png Idem Cquote2.png
Spalla sobre frase acima

Cquote1.png Também faço alguns, sempre com excelentes gravações e críticas Cquote2.png
Maestro sobre frases acima

Cquote1.png Faz porra nenhuma, caralho... Cquote2.png
Alborghetti sobre Maestro acima


Instrumentos típicos usados em Concertos

Concerto, na Música Erudita, significa geralmente uma música que é feita com um instrumento solo, ou seja, um instrumento que aparece mais do que ou outros. Acompanhado de outros escravos músicos, o solista deve demonstrar toda a sua habilidade e técnica executando certos trechos da música em questão (apesar da nada mais ele estar fazendo do que ler a partitura). Mas as vezes um certo Maestro do Mal pode querer foder com o solista (no bom sentido), e consegue fazer isso muito bem, ordenando algo que os estudiosos chamam de Cadenza.

Características[editar]

Um concerto normalmente é dividido em 3 partes, assim como ocorre nos consertos não-musicais. Você contrata o "especialista" (um encanador, digamos). Depois de realizar a primeira inspeção, ele vai lhe fazer um orçamento. Depois de achar absurdo o preço final, você pega o talão de cheques e parcela em 42 vezes, coloca para sacar no dia do seu pagamento e ainda faz questão de cruzar... Terminada o pagamento, o caloteiro trabalhador volta e recebe feliz da vida os talões papeis, dizendo que irá começar "já" o trabalho. Marca um horário pra "semana que vem"e diz que está tudo certo. Esta é a segunda parte, marcado pelas longas esperas e cansativos telefonemas que sempre caem na caixa postal. Depois de muita luta, o indivíduo volta, com a corda no pescoço, e faz o trabalho meio de qualquer jeito... Retira algumas peças boas e coloca outras ruins, e (claro) lhe diz que precisará de um adiantamento para trocar as peças velhas. Você paga, irritado, e o encanador some durante mais um tempo. Mais ligações, mais esperas... Quando ele dá sinais de vida, você, já de saco cheio, ordena imediatamente que "comece" o "fim" do concerto (ou terceira parte). Assim, fazendo vista grossa, você observa o especialista "concertar" sua pia vazando, e no fim, você o cumprimenta, agradecendo o trabalho, e dizendo a si mesmo: "Graças à Deus acabou!"

Forma[editar]

Como já foi dito, um concerto se divide em 3 partes movimentos:


  • Primeiro Movimento: Apresentação do tema, rápido e virtuoso. Costuma ser o movimento de maior empolgação do solista, pois fora o único que ele estudou direito. Existe muito som por parte da orquestra, e depois de uma longa abertura, começa o solo do instrumento, mas é logo abafado novamente pela orquestra, e termina com um longo fechamento...
  • Segundo Movimento: O "descanso" do solista, costuma ser um movimento exxxxxxtrmemamente lento. Se, para o solista já é uma pausa, imagine para a coadjuvante orquestra... Se mantém em um ritmo constante, retilíneo e uniforme. Assim se desenvolve o segundo movimento, que é o melhor momento para comprar um pão de queijo na lanchonete do teatro.
  • Terceiro Movimento: É o famoso grand finale do concerto. Tem um andamento vivo, alegre e rápido. À primeira ouvida, parece um divertimento, no qual o solista parece estar dando a volta por cima, ou seja, tirando sarro do maestro. É um movimento confuso e que frequentemente saí do tempo, destruindo a música e aumentando ainda mais a ira que toda orquestra tem sobre o seu solista (que na verdade, não passa de inveja)




Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Concerto no Mundo do Contra:

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