Corumbá

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Município de Corumbá
"A capital da Muamba"
Bandeira de Corumbá.png
Bandeira
Aniversário 21 de setembro
Fundação 21 de setembro de 1778
Gentílico corumbaianos
Apelidos Porta da Bolívia
Prefeito(a) Agnaldp Timóteo
Localização
Localização de Corumbá
Estado link={{{3}}} Mato Grosso do Sul
Mesorregião Brejos Sul-Mato-Grossenses
Microrregião Brejo Total
Municípios limítrofes Porto Murtinho, Bahia Negra, Aquidauana, Miranda, Sonora, Coxim, Rio Verde de Mato Grosso, Puerto Quijarro, Puerto Suárez, Poconé, Barão de Melgaço, Itiquira, Ladário
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Muito grande ou inóspita, quase toda um brejão conhecido como Pantanal km²
População 100.000 que não sabem se são cariocas, baianos, paraguaios, bolivianos ou árabes hab.
Idioma Não disponível
Densidade Normalmente umas 5 por rodinha de tereré, sendo assim poucas pessoas por /km², excluindo durante o Carnaval, quando sai gente de tudo quanto é buraco e se amontoa com os turistas na Frei Mariano e Avenida. hab./km²
Clima De manhã: Cinquenta graus à sombra. De noite: Fica friozinho uns 45º.

Cquote1.png ...Passei a infância em Puerto Suaréz / Puerto Quijaro, transando muamba, driblando a alfândega... Cquote2.png
Banda Sempre Livre sobre fronteira corumbaense
Cquote1.png Tá com calorzinho, sr. 01?? Cquote2.png
Capitão Nascimento em Corumbá
Cquote1.png Com certeza, eu não mandaria minha mãe pra esse inferno Cquote2.png
Diabo sobre Corumbá
Cquote1.png Como é bom estar em casa Cquote2.png
Diabo sobre Corumbá
Cquote1.png Um abraço para os amigos da TV... Peraí, Corumbá não tem emissora da Bandeirantes, nego!!! Cquote2.png
Silvio Luiz sobre Corumbá
Cquote1.png Yo gusto mucho de nuestra cidade! Cquote2.png
Boliviano sobre Corumbá
Cquote1.png Calor faz em Cuiabá, em Corumbá FRITA! Cquote2.png
Corumbaense discutindo com Cuiabano
Cquote1.png Será? Cquote2.png
Cuiabano duvidando do corumbaense
Cquote1.png Não desejo isso aos judeus Cquote2.png
Hitler sobre os judeus

Corumbá (mais conhecida como Cidade Branca, por causa da terra branca advinda do calcário) é uma cidade localizada numa região que já foi mijada pelo mar, chamado Complexo do Pantanal. Seus habitantes às vezes têm dúvidas se Corumbá devia ficar na Bolívia, Oriente Médio ou no Rio de Janeiro. Até hoje eles ainda estão escolhendo o que são e de que nacionalidade são (dizem que a cidade fica em Mato Grosso do Sul, mas não se sabe). Na cidade vivem cerca de 100 mil pessoas, sendo assim uma das maiores cidades da Bolívia, e recebe muita gente de fora da cidade, principalmente ladarianos por serem uma favela brasileira nas imediações e os cariocas devido a presença da marinha na cidade. Também é marcante a presença de pessoas originárias do Oriente Médio.

História

A alfândega da fronteira entre Corumbá e Bolívia, uma espécie de purgatório para policiais federais.

A sua história começa a mais ou menos 2 mil anos quando a primeira leva de cariocas comandados por Dercy Gonçalves aportou ali. Gostaram tanto daquele brejo de calor infernal que levaram consigo todos seus parentes juntos. Mas mal sabiam eles que a região já tinha alguns bolivianos trazidos por Evo Morales que queria dominar a região pra confiscar o pântano dali. Logo depois chegam os árabes liderados por Osama bin Laden, e assim uma grande guerra começou, a chamada Guerra do Paraguai na qual os cariocas saíram vitoriosos por terem ao seu lado o funk carioca.

Em 1986, a cidade ganha uma acesso para ser lembrada, sendo construída a BR-262. Essa estrada abriu a cabeça da cidade para o mundo, tornando-a o principal polo mundial de escoamento de muamba. O resultado dessa rodovia foi uma invasão de corumbaenses e seus produtos falsificados e drogas ilícitas em Campo Grande e daí pro resto do Brasil e depois para o resto do mundo. Outros lugares em que os corumbaenses invadiram em peso são Cuiabá, Brasília e o Rio de Janeiro.

Clima

Em relação a temperatura, Corumbá possui níveis interessantes. Durante o dia, você consegue fritar um ovo no asfalto sem esforço algum. E a noite faz muito calor também, não sendo possível fritar um ovo no asfalto, mas sendo possível defumá-lo ou grelhá-lo. Sendo a única cidade do Brasil onde você atinge 60°C na sombra durante o inverno. Ironicamente, mesmo situado num enorme brejo, chuva em Corumbá é rara porque a umidade relativa do ar já é tão alta que não há como ficar molhado mais do que aquilo para produzir chuva, o que torna o tempo um enorme mormaço.

O clima de Corumbá, diferente do habitual, é composto por cinco estações, definidas dessas formas:

  • Verão - Clima agradável, chegando a 40°C na sombra. Ideal para aquelas pessoas que desejam ter câncer de pele.
  • Outono - Para quem gosta de navegar pelas avenidas com seu carro equipado com equipamentos náuticos, o mês de março é ótimo! E também é muito quente.
  • Inverno - Clima menos quente que o verão, as médias ficam em torno de 39,9°C, extremamente seco, onde provavelmente você irá passar mal, além do seu nariz sangrar.
  • Primavera - Aos poucos fica mais quente com a proximidade do verão, pelo menos, chove um pouco, para que as pessoas não morram tão cedo.
  • Calamidade - Frio em Corumbá.

Bairros

Casa corumbaense muito suspeita na beira da fronteira. Tem várias dessas ao longo do Rio Paraguai.
  • Ladário - Dizem que é uma cidade, mas não foi comprovada pela ciência ainda porque ninguém consegue achar ela, mas está por ali, pode procurar. Pode também chamar de "Uma espinha dentro de Corumbá".
  • Puerto Quijarro - Nome do bairro boliviano da cidade, de onde vem toda a muamba da cidade.
  • Borrowiski - Conhecido como o Bairro Proibido. Quer saber mais procure que você acha, mas não me pergunte que eu não sei de nada.
  • Peixeirada - Os habitantes deste bairro são em sua maioria pescadores, mas dizem as más línguas que na verdade, o nome deriva da utilização de peixeiras por parte dos moradores para estrebuchar qualquer corpo estranho que transite nas ruas de lajota e escadinhas do perímetro do bairro em questão.

Economia

Apreensão da Polícia Federal de enormes tabletes de paçoca advindos da Bolívia.

Só duas coisas sustentam a economia corumbaense, a primeira é o dinheiro dos turistas trouxas que fazem questão de visitar o Pantanal para serem picados por todas espécies tropicais possíveis de mosquitos, e a segunda são as muambas da Bolívia.

Qualquer outro tipo de comércio não existe, gás por exemplo não é necessário, se o povo pode fritar tudo no asfalto emf rente à sua casa. Motéis também não existem, se todos podem achar um terreno baldio cheio de mato para transar.

População

Fatos.png
Conheça os fatos sobre Corumbá


Com uma grande população de 150.000 habitantes, não importa quão boa é a qualidade das calçadas que existem na cidade, não importa o fluxo de carros nas ruas. Uma coisa que corumbaense não faz é andar na calçada. Não interessa se ele vai morrer ou não, o meio da rua também é para pedestres segundo os costumes corumbaenses. E se um carro buzina porque quase o atropelou, ele reclama e grita: "COOOOMPROOOOOU CARTEEEEEEIRA ÉÉÉÉ?"

Cultura

Corumbá não possui costumes locais típicos, sendo apenas uma mistura do que os cariocas fazem juntos aos hábitos semi-eremitas dos bolivianos. Para tentarem imitar os brasileiros, os corumbaenses são assolados pelo famoso complexo de vira-latas, no qual são famosos por dar valor só para quem vem de fora e nunca fazer elogios para quem faz a cidade progredir.

Idioma

A cidade possui um idioma próprio, o denominado corumbaês, abaixo um pequeno dicionário com as principais palavras e sua respectiva tradução para o português, caso possua alguma, pois há palavras sem tradução:

  • Aaaaala (exprime saudação ou surpresa)
  • Aveeee
  • Baixou (foi)
  • Buenas (saudação, o mesmo que "olá")
  • Canaxxtra (caixa)
  • Champilha (tampinha de garrafa)
  • Coisinha (quando não se sabe o nome de algo)
  • Crendospai (creio em Deus Pai)
  • Dexx, doxx, trexx ou qualquer palavra em que se possa chiar o "s" (dez, dois, três)
  • Dixxque
  • Duro (exprime intensidade, muito, forte, rápido)
  • Expiiiaa
  • Foló
  • Guri, guria (menino, menina)
  • Nhaum (não)
  • Oitimeia (oito e meia)
  • Puuuuuuuuuuta
  • Sáminina (essa menina)
  • Será! Ou será? (quando se duvida de alguém ou alguma informação)
  • Sora, ou pssora: (professora, ei professora)
  • Snuki (sinuca)
  • Uaai
  • Vôôtí ou vôte (exprime saudação ou surpresa)
  • Afê maria;
  • Agora de que, gente!
  • Aaaaaaaaaaaala, gurí!
  • Aaaaaaaaaaaala vootííí
  • Ala pinta!
  • Baixou o hospital (foi ao hospital)
  • Choveu duro (choveu muito)
  • Correr duro (correr rápido)
  • Do lado de lá da ponte
  • Eaaahh? (hã?)
  • Eu estou na casa "di" comadre
  • Hû-hûûûûuuum
  • Hum-hum
  • Falô foló!
  • Kero vê que não!
  • Lua sim
  • Me dá uma canastra de cerveja
  • Má-dê-quêêê?!
  • Mas quá!
  • Quantoxx que custa?
  • Que horaxx que são?
  • Quer enfiar Corumbá dentro de Ladário, é?
  • Quero vê que não!
  • Sá mãe (sua mãe)
  • Será! ... Tô falanu!
  • Seu larido;
  • Tá demaxx de Sor (quando faz muito calor)

Lazer

O modo que o Brasil começa. Um boteco, um cachorro vira-lata, um isopor provavelmente com cervejinhas baratas.

A principal fonte de lazer dos corumbaenses é valorizar e idolatrar Cuiabá ou o Rio de Janeiro, achando o máximo na vida morar lá, e voltar para Corumbá só nos fins de semanas. Mas para aqueles que estão presos em Corumbá, as melhores opções de lazer são:

  • Ser atacado por aquelas baratas gigantes.
  • Tomar um refrigerante chamado Mate Chimarrão (água de camalote).
  • Morrer de calor no verão e morrer de calor no inverno.
  • Não ter grandes coisas pra fazer.
  • Ir comprar na Bolívia um monte de muambas.
  • Ver os bolivianos "rapando" os supermercados.
  • Pescar no Rio Paraguai.
  • Andar no Trem da Morte.
  • Caçar aranhas caranguejeiras nas noites quentes (ou seja, todas).
  • Falar mal da vida alheia.
  • Contar piadinha infame de boliviano e paraguaio.
  • Tomar sorvete de bocaiúva (famoso coquinho que é chiclete de cuiabano).
  • Contar mentiras de pescador (como aquela que o peixe era tão grande que fez o rio ficar cheio de curvas, na briga dele pra escapar do anzol...).
  • Reclamar do calor.
  • Tomar banho de rio e pegar uma micose...
  • Ir no Shopping da cidade (que ainda não existe)
  • Passear de carro com o som alto pra chamar a atenção
  • Ir namorar e fofocar na academia
  • Fazer compras no único Supermercado da cidade, mas só porque lá tem um ar condicionado para a felicidade da população.
  • Andar de caiaque no rio Paraguai
  • Comprar bebida na Bolívia
  • Comprar perfume na Bolívia

Turismo

Em Corumbá até o Pantanal tem formato de cu.

A vida turística de Corumbá está associada a pesca no Rio Paraguai. Existe um evento ali que recebe vários artistas bizarros de todo o continente: o Festival América do Sul. Esse evento é o que faz a cidade deixar de ser esquecida pelo mundo, sendo lembrada até no quinto dos infernos.

Pode-se também subir num morro que tem o Cristo empalhado como estátua para ver o quanto ela está isolada e esquecida. A cidade é tão quente que pode-se tomar banho no rio para se refrescar, pelo menos durante a madrugada, quando a fervura da água abaixa. Também é comum as pessoas saírem de madrugada para fazer cooper (talvez para ficar com o cu perfeito).

Os principais pontos turísticos de Corumbá são:

  • Rodoviária - Onde os bolivianos se entulham e é possível comprar todo tipo exótico de chicletes, balinhas e salgadinhos;
  • Aeroporto - Chama a atenção de todos por sua capacidade de receber um avião tão pequeno e claustrofóbico que até o tuiuiu (ave símbolo da cidade) é maior. Pelo menos tem serviço de bordo, mas não tem cerveja o que deixa muitos passageiros revoltados.
  • Cristo Rei - A prova cabal de que os cariocas invadiram Corumbá. Fica no morro dos Cruzeiros Reais. E os viciados por lá se reúnem para roubar os turistas otários. Dizem que esse cristo só está dormindo e pode se levantar a qualquer momento.
  • Centro de Convenções - Local aonde é discutida alguma coisa mas não se sabe o quê. Nunca convence ninguém de ir lá ver o que está rolando, quase sempre coisas de boiolas e petistas de plantão.
  • Feira atrás do cemitério - Local onde você pode comer o famoso pastel do Chaves e tomar o refrigerante símbolo da cidade branca.
  • Avenida General Rondon - Conhecida como Bobódromo, porque ficam os bobos olhando os carros que vem e vão. Como Corumbá não tem nada melhor, todo mundo vai pra avenida. Os médicos dizem que é ardência no rabo, pois todo corumbaense sempre vai na avenida pra ver o movimento, principalmente aos domingos, quando a leva de gangueiros é maior.