Cubismo

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Camadas-de-tinta.jpg Este artigo é relacionado às artes.

Arte é cultura. É viadagem também.

Cubismo é um famoso movimento artístico incansavelmente explorado nas aulas maçantes de Artes do Ensino Fundamental e Médio, com o qual todo mundo que passou da quarta série (o que não inclui o Olavo de Carvalho) já deve ter entrado em contato pelo menos uma vez na vida. O cubismo é caracterizado por obras que resumem-se em um aglomerado de polígonos e formas geométricas escabrosas, que em conjunto formam imagens de criaturas deformadas e grotescas capazes de trazer à tona os seus mais terríveis medos. Apesar de todo o terror presente nas obras, há quem consiga ver alguma beleza depravada nas pinturas e esculturas, o que acabou consagrando-o como um dos mais importantes movimentos artísticos do século 20, por incrível que pareça.

Introdução[editar]

O aterrador Pinóquio, segundo a doentia mente de um artista cubista. Sua infância nunca mais será a mesma.

O cubismo é um movimento do início do século XX, sendo que o primeiro questionamento que um aluno faz a si mesmo quando se depara com o cubismo pela primeira vez é: "Por que caralhos esses quadros são tão feios e mal desenhados?". Afinal de contas, a primeira palavra que na maioria das vezes associa-se ao termo "Arte" é "beleza", e ninguém em sã consciência, a menos que esteja sob o forte efeito de cola de sapateiro, consegue ver beleza num amontoado de cones, quadrados e cilindros espalhados numa tela.

Uma característica muito comum do cubismo é que ninguém consegue entender o que se passa na tela (nem mesmo os próprios artistas). Além dos quadros parecerem ter sido desenhados por pirralhos do jardim de infância, as combinações de cores utilizadas são sempre as mais sem-graças possíveis, com várias texturas e ondulações espalhadas pela tela, que mais parecem respingos de tinta transformados em borrões para tentar disfarçar alguma cagada cometida durante a pintura do quadro. Alguns pintores conseguem extrapolar o limite da esquisitice, criando quadros que usam umas 200 variações da mesma cor para representar quase todos os objetos desenhados na tela, criando uma paisagem sem originalidade que arde nos olhos.

Os seres humanos das pinturas cubistas são um tanto quanto peculiares. Como uma das ideias do cubismo é representar tudo bidimensionalmente, muitas das figuras humanas acabam ficando com cara de giárdia. Dessa forma, observar uma obra cubista de perto não é recomendado caso você tenham algum problema cardíaco, já que dado o forte impacto que a mesma é capaz de exercer sobre o seu psicológico, as chances de você se assustar ou ter os mais tenebrosos pesadelos de noite são muito grandes.

História[editar]

Cinco carrancas demoníacas: a ponte entre a inabilidade em desenhar e a representação artística de monstruosidades, considerada na maioria das vezes o pontapé inicial do cubismo.

Em geral considera-se que cubismo tal como o conhecemos surgiu por meio das pinturas de Pablo Picasso, um tiozinho peculiar apaixonado pelo perverso. Entretanto, historicamente falando, a base para o surgimento do cubismo começou ainda com Paul Cézanne, um esquisitão francês com cara de líder do cartel colombiano. Cézanne, devido a sua expressão marrenta e seu bigode de criminoso do Velho Oeste, passou a vida toda sendo zoado pelas pessoas, que faziam piadinhas constantes acerca de sua estética defeituosa.

Puto da cara, Cézanne ingressou no mundo das Artes e passou a pintar quadros cheios de contornos mal feitos e borrões coloridos, repletos de figuras quadriculadas e retangulares. Esse estilo único criado por ele tinha um objetivo claro: provar que o feio e o esquisito (como o próprio Cézanne) muitas vezes pode ser superior aquilo que a grande maioria acha bonito. Por algum motivo, muitos desocupados se identificaram com a obra de Cézanne, o que acabou transformando-o numa espécie de entidade do panteão artístico.

A obra de Cézanne acabou por influenciar diversos outros indivíduos sem rumo na vida e sem capacidade para criar formas realistas e minimamente decentes, que perceberam que se até pinturas como as de Cézanne conseguiam fazer sucesso no meio artístico, eles também poderiam se tornar grandes artistas. Isso não deixa de ser verdade, já que até bosta enlatada é considerada arte por muitos retardados.

Um desses idiotas que se ligaram à obra de Cézanne foi o já mencionado Pablo Picasso. Picasso, embora isso não seja relatado pelos seus biógrafos, desde pequeno era um grande fã de Geometry Dash e do obscuro, e como nunca trabalhou ao longo de toda sua existência, passou a maior parte de seu tempo em busca de algo com o que pudesse ganhar dinheiro sem precisar fazer qualquer esforço físico, já que em sua visão, apenas trogloditas precisavam de seus músculos para ganhar a vida.

Foi a obra de Cézanne que o levou a ingressar no mundo das artes, matando dois coelhos com uma cajadada só: além de poder criar quadros sem precisar ter qualquer habilidade com desenho e pintura, ele ainda poderia representar seus fetiches mais bizarros em suas obras. Dessa forma, com seu quadro Les Demoiselles d'Avignon, Picasso deu origem ao cubismo, provando que até mesmo pessoas sem qualquer talento ou noção tridimensional poderiam se tornar grandes artistas.

Cubismo cézanniano (1907-1909)[editar]

O cubismo cézanniano, também conhecido pelos gringos como proto-cubismo, foi historicamente a porcaria que iniciou com a moda de encher a tela com formas geométricas disformes. Essa etapa do cubismo se iniciou com o quadro de Picasso que você teve o desprazer de visualizar na seção anterior.

Nessa fase as pinturas cubistas consistiam em representar formas geométricas em pequenos aglomerados espalhados pela tela, cheias de cores monótonas e broxantes, que juntas ajudavam a criar paisagens em um estilo único: completamente cagado, completamente feio e completamente incompreensível.

Nessa mesma época, além de Picasso, outra importante figura sem habilidade artística, Georges Braque, também acabou ganhando seu próprio fã clube de puxa-sacos que insistiam em considerar o cubismo como uma forma de arte. Uma importante pintura de Braque nessa época foi a obra Casas em L'Estaque, que nada mais é do que um amontoado de prismas e cubos amarelos tortos uns sobre os outros, que supostamente deveriam ser casas. Nessa mesma obra, também há uma pilha de retângulos marrons interligados no canto esquerdo do quadro, que deveria ser uma árvore (ou algo próximo disso).

Apesar do cubismo cézanniano ter dado o ar da desgraça entre 1907 (1906 em algumas literaturas nada seguras) e 1908, é considerado que a fase de desenvolvimento inicial dessa joça foi de 1907 a 1911. Isso deve-se o fato de que apenas em 1911 os críticos decidiram criar vergonha na cara e finalmente debater acerca das origens dessa porcaria. Com discussões acaloradas durante pesadas sessões de Mario Kart, os críticos chegaram a conclusão de que Picasso foi o criador do movimento, ao passo que a falta de importância de Braque foi debatida apenas algum tempo depois, fazendo dele uma espécie de Luigi do cubismo.

Ainda em 1911 teria acontecido a primeira exposição cubista relevante da história, reunindo nomes de ilustres desconhecidos que nunca são citados nas aulas de artes, como Jean Metzinger e Albert Gleizes, entre outros caras aleatórios que você provavelmente nunca ouviu falar. Essa primeira exposição foi um completo fracasso, já que não tinha nenhuma obra de Picasso nem de Braque, os únicos dois nomes com alguma relevância para fazer as pessoas deixarem o aconchegante conforto de sua casa para se dirigirem até uma galeria chata cheia de quadros que ninguém conseguia entender.

Para justificar o fiasco da exposição, os organizadores do evento passaram a adotar pseudônimos e escrever para colunas de jornal e revistas voltadas para a arte, alegando que a exposição apresentou um novo método de representação e trouxe uma nova visão acerca do cubismo, o que obviamente não passava de conversa fiada. Alguns organizadores, mais ousados, ainda chegavam a criar textos problematizadores no Tumblr, alegando que ninguém deu um foda para a exposição porque no meio artístico só existiam baba-ovos de Picasso e Braque (mesmo eles mesmo sendo baba-ovos de Picasso e Braque).

Cubismo analítico (1909-1912)[editar]

Monstro de Silent Hill sobre a tela, típica obra cubista do período.

Por volta de 1909, o cubismo passou a tomar a forma aberrante tal como o conhecemos. O cubismo analítico era caracterizado principalmente por representações de monstros distorcidos e humanoides medonhos, levando o observador a uma profunda sensação de terror. Não havia qualquer compromisso com a beleza, pelo contrário, as obras eram irreconhecíveis propositalmente, com o único objetivo de impôr medo no coração das pessoas. Como parte dessa manobra perversa, as obras do cubismo analítico eram o suprassumo da monotonia, usando as mesmas santas cores sempre: cinza, bege e marrom.

Nesse período, existiram dois grupos de cubistas: os cubistas apoiados por Kahnweiler, e os cubistas do Salão. O primeiro grupo era formado por artistas paus-mandados que pintavam quadros unicamente para atender aos luxos e caprichos de Daniel-Henry Kahnweiler, um renomado desocupado que tinha fetiche por colecionar quadros horrorosos e pendurá-los em cima de sua lareira. A verdade é que Kahnweiler era um antissocial de marca maior, e costumava encher sua casa com pinturas cubistas já para manter as pessoas afastadas, principalmente crianças. Entre os artistas desse grupo estavam Pablo Picasso, Georges Braque e Juan Gris, que não davam a mínima para o que Kahnweiler fazia com os quadros pintados, já que só estavam interessados em ganhar dinheiro às custas de algum otário disposto a pagar por suas obras monstruosas.

O segundo grupo era formado exclusivamente por paga-paus de Picasso e Braque, que supostamente teriam compreendido o dantesco e alucinado estilo cubista. Esses outros, diferentemente dos dois em questão, simplesmente não tinham onde cair mortos e muito menos alguém que os financiasse. Dessa forma, chupinhando na cara dura os estilos artísticos de Picasso e Braque (com algumas leves alterações para parecerem originais), esses cubistas figurantes recorreram ao método clássico de extorsão de grana de hipsters pseudo-intelectuais: exposições de arte.

Guernica, umas das mais macabras obras oriundas da perversa mente de Picasso. Um quadro repleto de demônios, furries e criaturas deformadas, onde é possível vislumbrar as mais bizarras depravações que a imaginação humana é capaz de criar.

Como foi dito anteriormente, em 1911 a primeira exposição foi um completo fracasso, já que ninguém entendia que diabos era o cubismo. Com o tempo esses artistas passaram a ser melhor recepcionados, já que o cubismo se transformou numa espécie de modinha da época, e mesmo ninguém entendendo direito porcaria nenhuma do que significava, diversas pessoas metidas a cult passaram a aderir ao movimento. Esse segundo grupo ficou conhecido como "Cubistas do Salão" porque suas exposições eram realizadas com frequência no Salão dos Independentes, uma das espeluncas mais baratas e precárias da França, onde gente que não tinha um cachorro para dar um chute podia tentar a sorte e expôr seus trabalhos para tentar decolar na carreira artística.

Apesar de esses artistas terem tentado pegar carona nas inovações de Picasso e Braque, oficialmente foram eles quem infelizmente apresentaram o cubismo ao mundo. Ainda assim, isso não mudou seu papel coadjuvante no mundo artístico, já que Picasso e Braque é quem continuam sendo os dois nomes principais quando se fala em cubismo, e esses artistas do Salão até hoje jazem nas sombras, e terão sorte caso algum professor de artes algum dia faça uma simples menção rápida ao seu nome em alguma aula por aí.

Mesmo no meio artístico, inicialmente o cubismo foi minado pela crítica especializada, que alegava que a beleza natural humana tinha sido reduzida a uma pilha de polígonos mal desenhados com cores estúpidas. Essas primeiras exposições também foram mais um favor do que qualquer outra coisa para Picasso e Braque, pois eram esses artistas secundários que eram obrigados a ouvir todos os tipos de xingamento existentes no repertório de palavrões da época, o que lhes poupou do estresse e das crises existenciais.

Cubismo sintético (1912-1914)[editar]

Em dado momento, os artistas cubistas se deram conta de que poucas pessoas conseguiam entender o que eles queriam passar com seus quadros esteticamente perturbadores, e chegaram a conclusão de que se talvez mais pessoas entendessem suas obras, mais pessoas jogariam dinheiro fora para comprá-las. Dessa forma surgiu o cubismo sintético, que tinha como principal meta fazer com que até mesmo os normies pudessem entender o que se passava nas telas das pinturas.

Retângulos aleatórios em um fundo branco, de Georges Braque. Uma das ideias principais do cubismo sintético era representar imagens que pudessem ser entendidas pelo observador, objetivo esse que fracassou miseravelmente.

A principal característica dessa etapa do cubismo foi a utilização de colagem nos quadros, que muitas vezes se misturavam à pintura ou ao desenho para representar objetos cotidianos da maneira mais lisérgica possível. Aqui abandonou-se aquela estética focada em cores góticas e mortas, e passou-se a utilizar cores mais vivas, o que não acrescentou melhora alguma na obra cubista, pois tudo na tela continuava confuso e anormal. Como os artistas cubistas tinham tempo livre de sobra, ficavam horas e mais horas atrás de jornais velhos e revistas ultrapassadas da Playboy para recortar e colar randomicamente sobre a tela. Alguns ainda colavam papelão que catavam do lixo, casca de árvore putrefata e pedaços de papel-higiênico em suas obras, mas o resultado era sempre a mesma droga.

Os principais objetos que costumavam ser vítimas desse novo devaneio artístico eram os instrumentos musicais, que apesar da proposta do movimento, continuavam irreconhecíveis aos olhos comuns. Era obrigatório que todo artista do cubismo sintético representasse no mínimo um violino desfigurado em toda sua vida, do contrário ele seria tratado como poser pelos outros artistas que compartilhavam do mesmo gosto excêntrico.

Apesar da na visão de muitos essa nova forma de cubismo ter apresentado alguma melhora em relação ao cubismo analítico, a verdade é que o cubismo sintético conseguiu ser ainda mais estúpido. Isso porque ao menos o cubismo analítico conseguia assustar as pessoas, já o cubismo sintético é tão inexpressivo que faria a atuação da Paris Hilton no filme A Casa de Cera parecer a coisa mais emocionante da história das Artes. Além disso, quem pagaria um dinheirão para ver colagens genéricas e vagabundas num quadro quando se podia comprar fanzines, que eram muito mais divertidas, por um preço mais acessível? Por fim, as obras de cubismo sintético exigiam um maior trabalho de conservação, já que além da ação do tempo, elas também estavam sujeitas ao ataque de traças e cupins, o que era algo tremendamente preocupante, já que ainda não existia o SBP naquela época.

Cubismo cristalino (1914-1921)[editar]

Durante essa fase do cubismo passaram a ser comuns representações artísticas de alienígenas e pessoas com malformação congênita.

A partir do ano de 1914, o cubismo já começou a ficar batido, e naquela altura ninguém mais aturava tantos retângulo e quadrados espalhados pelas pinturas, nem mesmo os próprios artistas. Dessa forma, houve uma nova revolução artística na história do movimento, e a nova tendência passou a ser triângulos, losangos e semiesferas. Esse período foi caracterizado pela criação de quadros tremendamente psicodélicos, com humanoides aterradores fragmentados em vários pedaços e cores que remetiam a música trance. Esse novo estilo alucinante ficou conhecido como "cubismo cristalino" ("crystal cubism" para os gringos), e uma nova moda que ninguém conseguia entender foi cuspida lançada no meio artístico.

Uma boa parte das pinturas cubistas realizadas nesse período foram criadas por artistas financiados por Leôncio Rosabrega, um conhecido colecionador francês que vivia chapado com drogas pesadas. Leôncio era um influente traficante comerciante de obras de arte, e os clientes para os quais vendia no Mercado Livre, assim como ele, adoravam dar um tapa na pantera. Dessa maneira, ele procurava um estilo que se adequasse a sua visão de mundo quando estava batizado com a erva, pois seria aquele o motor para o seu negócio. Isso acabou levando os artistas com os quais tinha contrato a desenvolverem essa nova versão hedionda do cubismo.

Um dos outros fatores que influenciaram no desenvolvimento do cubismo cristalino foi a Primeira Guerra Mundial. Como estava todo mundo se borrando de medo de acabar sendo pego no fogo-cruzado, as pessoas não tinham mais cabeça para comparecer as exposições artísticas, pois ficavam a maior parte do tempo trancafiadas em casa rezando o terço ou escondidas no banheiro.

Como resultado disso, os artistas, que já eram desocupados por natureza, acabaram ficando mais desocupados ainda, pois não adiantava nada expôr quadros se não tinha ninguém para ver. Como não tinham mais nada para fazer, eles passavam o tempo em casa inventando novas e horripilantes formas de arte. Em virtude nisso, os artistas desenvolveram esse novo tipo de cubismo, que fugia ainda mais da casinha que os anteriores, no qual os autores procuravam representar uma realidade distorcida, uma realidade onde eles continuavam a faturar uma grana em cima de trouxas que pagavam para ir em suas exposições e na qual continuavam sendo aclamados por seus quadros terríveis, por mais podres que esses pudessem ser.

Cubismo posteriormente[editar]

De maneira geral, o cubismo já tinha dado o que tinha que dar, antes mesmo do surgimento do escabroso cubismo cristalino, e tudo o que veio de 1914 em diante foi mais do mesmo, até porque, não existiam muitos caminhos para inovação num movimento que consiste em distribuir polígonos coloridos randomicamente numa tela. É um fato incontestável que as inovações do cubismo no meio artístico só ocorreram enquanto ainda existiam figuras geométricas disponíveis nos livros de matemática.

Apesar de ter chego ao fim, ainda hoje o cubismo é mantido vivo por diversas obras presentes na cultura popular.

Após a Primeira Guerra Mundial, o cubismo se tornou completamente inútil e, para o movimento não cair no esquecimento de vez, houve diversas tentativas de mantê-lo como tema central para o movimento artístico. As exposições de arte sobre o cubismo passaram a oferecer sanduíches de presunto e cachaça para as pessoas que tiveram a burrice coragem de gastar seu dinheiro com tamanha perda de tempo. Passaram-se também a distribuir brindes e prêmios para aquelas pessoas ousadas e destemidas, que conseguiam ficar até o final das exposições sem cair no mais profundo sono.

Apesar de todas as tentativas frustradas de manter o cubismo no auge, o movimento foi perdendo cada vez mais espaço ao longo dos anos, sobretudo depois do ano de 1920, quando surgiu o surrealismo, que conseguia ser ainda mais confuso e de compreensão ainda mais difícil que o cubismo. Como os apreciadores da arte sempre adoraram coisas que nem mesmo eles são capazes de entender, o surrealismo e algumas vertentes sem importância do abstracionismo foram ganhando força e, o cubismo foi ficando para escanteio, continuando a ser apreciado apenas na França, onde o contingente de gente sem o que fazer na época era maior.

Depois do ano de 1925, ninguém mais dava um foda para o cubismo, e foi a partir desse momento que ele passou a ser reduzido apenas a mais um conceito teórico para você estudar para as provas de arte (e provavelmente se dar mal, já que até hoje ninguém ainda consegue entender que bulhufas o cubismo foi). Atualmente os únicos que ainda tem alguma admiração pelo cubismo são os artistas, os nerds e os hipsters, que supostamente seriam os únicos que entendem essa porcaria (embora seja quase certo que o último grupo apenas finge entender).

Abstracionismo e cubismo[editar]

Tetris, em toda a complexidade que vai desde a nuance de suas cores até a profundidade da mensagem que visa transmitir ao jogador, é o maior representante do cubismo abstrato ainda presente na atualidade.

Como se o cubismo por si só já não fosse nonsense o suficiente, durante a ascensão do movimento houveram inúmeros pseudo-artistas que decidiram criar obras cubistas abstratas. Se o cubismo por si só já indicava uma falta de talento inerente, o cubismo abstrato era o suprassumo da inabilidade em toda a esfera artística. Isso porque para você criar um quadro cubista abstrato, você não precisava nem sequer conhecer uma ampla variedade de formas geométricas, bastava apenas saber desenhar retângulos coloridos e jogá-los numa tela de pintura. O pior de tudo é que ainda assim, esse show de falta de originalidade ainda seria considerado arte.

O cubismo abstrato era infinitamente pior que o cubismo tradicional, pois apesar de as imagens desse último serem bugadas, pelo menos ainda dava pra reconhecer um ou outro elemento do quadro (mesmo que não fizesse nenhum sentido). Já o cubismo abstrato, além de tosco, nada mais era do que o reflexo da preguiça dos artistas, uma vez que não havia nenhuma preocupação nem mesmo em escolher cores que fossem mais ou menos apresentáveis, ou sequer mascarar a falta de criatividade das obras.

Ninguém sabe ao certo como alguns artistas chegaram a conclusão de que criar retângulos e losangos coloridos e colocá-los em fileiras um ao lado do outro poderia ser considerado uma legítima manifestação artística. Provavelmente, essa mescla entre cubismo e abstracionismo surgiu durante uma aula de geometria, onde as pessoas em geral são obrigadas a desenhar figuras geométricas aleatórias para logo em seguida fazer o cálculo de suas respectivas áreas, na maioria das vezes, se questionando qual a finalidade daquilo.

Esse casamento entre a geometria e a ausência de nexo foi o que deu origem ao cubismo abstrato, cuja ideia acabou sendo comprada por alguns artistas reprovados em Exatas, que finalmente viram nas aulas de matemática do Ensino Fundamental alguma utilidade para a sua própria vida.

Section d'Or[editar]

Artistas do Section D'Or, em uma de suas típicas reuniões de fim de semana, debatendo a subjetividade implícita da obra cubista.

Desde os primórdios, toda grande modinha cedo ou tarde acaba originando algum grupo com nome idiota de retardados devotos a mesma (vide beliebers, twilighters e potterheads). E com o cubismo não podia ser diferente. Foi assim que surgiu o Section D'Or, também conhecido como Grupo de Puteaux, que nada mais era do que um coletivo de artistas rejeitados que viviam em busca de seus 5 minutos de fama, todos ligados ao cubismo e ao infame orfismo (uma espécie de cubismo 2.0, só que duplamente mais colorido e infinitamente mais tosco).

A ideia de formar o grupo teria surgido durante uma partida de canastra em um boteco situado numa periferia francesa, no qual reuniam-se pessoas com esperanças frustradas e sonhos destruídos de todas as partes da França. Em meio a uma conversa desanimada sobre o quão bosta sua carreira estava, alguns artistas que só estavam ali para afogar as mágoas decidiram finalmente fazer algo de útil, e assim formaram o grupo. Como todos os membros do grupo eram uns pé-rapados, em geral reuniam-se na garagem de Marcel Duchamp e no porão de Albert Gleizes.

Após a realização de consecutivas rifas e bingos beneficentes, o grupo finalmente consegue organizar sua primeira exposição, que embora tenha sido pior que a bilheteria de Pluto Nash, conseguiu levar o cubismo a conhecimento do público. Apesar dos altos e baixos (mais baixos do que altos), posteriormente o grupo conseguiu chamar a atenção do já mencionado Leôncio Rosabrega, que tocado pelo fracasso das exposições cubistas do Section d'Or, decidiu, obviamente por pura pena, apoiá-los (mesmo não pondo fé que algum dia aqueles zé-ninguéns fossem reconhecidos como artistas).

Interpretações[editar]

Sempre com rostos medonhos e fundos sombrios, as criaturas presentes na pintura cubista eram a legítima manifestação de toda a raiva e ira que os artistas sentiam da própria espécie.

O cubismo, de maneira geral, é algo de difícil entendimento (ainda mais se você for um noob que acha que arte é só rabiscar um caderno de desenho ou pintar livrinhos para colorir). Se já é quase impossível compreender até mesmo os desenhos presentes nas obras, que dirá entender qualquer que seja o significado oculto por detrás das amedrontadoras e assombrosas obras relacionadas ao cubismo.

Várias interpretações do cubismo relacionam a arte com a filosofia, o que torna o que já era chato, em algo infinitamente mais maçante e mais enfadonho. Como é inerente aos artistas não ter mais o que fazer da vida, é natural que muitos pintores também fossem apreciadores de filosofia, e costumavam expressar suas ideologias pessoais por meio de desenhos mal feitos e sem qualquer capricho.

A primeira interpretação que pode-se fazer do cubismo é que seu objetivo, como num todo, era de impactar negativamente o observador. Dessas forma, o cubismo, enquanto movimento artístico, nada mais era do que o reflexo do ódio que os pintores sentiam da humanidade. Boa parte dos pintores cubistas sofriam bullying na infância, já que não passavam de CDF's daqueles que faziam questão de lembrar a professora de corrigir o dever de casa do dia anterior. Devido a isso esses nerds eram alvos constantes de valentões, que sempre deixavam de fazer a lição, seja porque estavam ocupados demais sendo alienados pela programação da Rede Globo, seja porque tinham o cérebro de um troglodita que os impossibilitava de entender o que deveria ser feito.

As constantes surras, pagações de lanche e cabeças enfiadas no vaso sanitário acabaram traumatizando tais artistas, que com o passar do tempo foram se revoltando contra a sociedade, e isso sempre acabava se refletindo no momento da criação de um quadro cubista. Monstruosidades, aberrações da natureza, criaturas das profundezas, anomalias infernais e etc, todos esses elementos presentes na obra cubista nada mais são do que a personificação do rancor que jazia no subconsciente desses artistas. Esse rancor tomava a forma de criaturas malignas capazes de fazer mal a outros seres humanos, pois no fundo, esses artistas desejavam que as pessoas fossem brutalmente assassinadas, fatiadas em vários pedaços e lançadas aos quatro ventos.

Outras interpretações também remetem a noção do tempo e simultaneidade. O fato de os humanoides cubistas serem representados com uma cara achatada, onde os dois lados do rosto se fundem bidimensionalmente formando figuras demoníacas, são uma alusão direta ao fato de que as pessoas são essencialmente podres e não valem o prato que comem. Pessoas comuns sendo representadas como monstros asquerosos serve para ressaltar toda a filhadaputice da raça humana, que na visão desses artistas, merecia arder nas mais profundas fossas do Inferno, ou ser obrigada a assistir eternamente a programação de domingo e as propagandas do Juicer Philips Walita em loop.

Escultura cubista[editar]

Sob a vigia da sogra, um exemplo de escultura cubista.

Visando elevar o terror a um novo nível, surge a escultura cubista, paralelamente a pintura, sendo apresentada ao mundo sobretudo pelas mãos de grandes figuras do meio artístico, tais como Alexander Archipenko, um famoso escultor que conseguiu a proeza de ser ainda mais desconhecido e secundário que os artistas mais desconhecidos e secundários que viviam nas sombras de Picasso e Braque.

De maneira geral, as esculturas cubistas eram representadas do ponto de vista não-euclidiano, obtendo-se assim imagens de mutantes desfigurados tremendamente amedrontadores, com corpos esféricos, hiperbólicos e curvos. A escultura cubista tornou-se muito popular entre pais frouxos, que devido a sua incapacidade de dar boa educação aos seus filhos, as utilizavam para aterrorizar e disciplinar os fedelhos.

Podemos encarar a escultura cubista como uma tentativa falha de chupinhar, ao mesmo tempo, tanto o estilo de pintura desenvolvido por Braque e Picasso, como o estilo de escultura da Antiga Grécia e Antigo Egito. Dessa forma, dava-se vida a um emaranhado confuso de curvas e relevos que tomavam a forma de entidades demoníacas. Por conta disso, a escultura cubista acabou sendo ainda mais eficiente que a pintura cubista em termos de induzir ataques cardíacos em cagões.

Entre os escultores cubistas, podemos citar importantes anônimos como Alexander Archipenko e Joseph Csaky. Archipenko era conhecido por não ter vida social, e durante anos se isolou dentro de sua casa, vendendo esculturas pela Internet e vivendo apenas na base de miojo e China in Box. Como resultado disso, ele quase não via outros seres humanos além de sua própria esposa, e sempre que tentava representar uma pessoa, acabava criando figuras de bonecos de Olinda magrelos e com rosto bugado (isso quando tinham um rosto), já que não tinha muito conhecimento de como era a fisionomia humana. Já Csaky, por sua vez, tinha grande habilidade em representar seres humanos como um grande amontoado de triângulos e retângulos com face psicótica, um estilo artístico que posteriormente teria servido como principal inspiração para a criação dos hollow de Bleach.

Arquitetura cubista[editar]

Uma complexa estrutura cubista, construída provavelmente por algum portador de mal de Alzheimer. Atualmente essa beleza rara está inabitada, já que ninguém ainda conseguiu descobrir como se deslocar dentro da casa sem possuir gene de lagartixa.

Uma antiga lenda urbana disserta acerca da suposta existência da arquitetura cubista. Apesar da ausência de fontes confiáveis, há quem jure de pés juntos que construções arquitetônicas em estilo cubista realmente existiram. Infelizmente nenhuma testemunha que teria entrado em contato com a mítica arquitetura cubista foi localizada para contar história. Algumas teorias da conspiração afirmam que as poucas pessoas que presenciaram de perto uma construção cubista foram abduzidas por alienígenas ou sequestradas pelos Illuminati.

Entretanto, alguns documentos secretos foram vazados na Internet pelo renomado profeta francês Nostradamus, detalhando como seriam tais projetos arquitetônicos. A mais importante característica da arquitetura cubista é a encheção de linguiça presente em seus detalhes. Uma construção cubista deve obrigatoriamente ser adornada por uma série de relevos geométricos completamente irrelevantes só para fazer volume na construção e passar a imagem de "única". Mas na realidade, tudo não passa de um agrupamento de detalhes inúteis com finalidade puramente estética, o que no final das contas não vai fazer diferença nenhuma para gente comum e sem-graça, que só pensa mesmo em ter um teto para assistir o Chapolin Colorado e a vídeos caseiros do Youtube longe da chuva.

Na República Tcheca, o presidente Human Smoke financiou na época, como parte de um projeto do governo que visava incentivar a cultura e arte locais, a construção de uma grande quantidade de projetos cubistas. Entretanto, as construções cubistas tchecas eram basicamente a mesma porcaria que qualquer outra construção do país, com um ou outro retângulo em alto-relevo a mais, o que acabou resultando em um fiasco completo, já que os únicos desocupados que sabiam diferenciar uma obra arquitetônica cubista da casa de algum zé-ruela qualquer eram os arquitetos.

Além das construções tchecas, um outro famoso representante do cubismo na arquitetura foi a La Maison Cubiste, uma moderna instalação cubista cujas formas, segundo um mito antigo, originavam um grande emaranhado hipnótico capaz de induzir qualquer um que a fitasse de perto a um ataque epiléptico. Isso porque o estilo arquitetônico da La Maison Cubiste agia sobre o organismo humano de maneira a afetar diretamente o sistema nervoso. O amontoado de retângulos, losangos, triângulos e quadrados que revestiam desde a parte superior da lareira até a o fundo do vaso sanitário confundiam a mente de quem a observasse, causando um verdadeiro caos cerebral e levando as pessoas a um estado de transe, seguido por perda de consciência e posteriormente convulsão.

Cubismo em outros campos[editar]

As influências cubistas estenderam-se para diversas outras áreas.

A literatura cubista é um verdadeiro marco histórico das Artes, pois conseguiu elevar a ausência de sentido e coesão a um novo patamar. O que já era confuso foi transformado em algo de compreensão praticamente nula. A principal característica desse estilo literário, que se manifestou principalmente no campo da poesia (quadruplicando o nível de chatice), era distribuir um monte de palavras aleatórias em folhas de papel, de forma a construir figuras geométricas com letras. Ou seja, palavras aleatórias formando figuras geométricas aleatórias, sem qualquer preocupação com o sentido, o que elitizava ainda mais a poesia, já que o leitor comum da época, ignorante e alienado como de costume, não entendia bulhufas do que as poesias tentavam passar. Um famoso escritor cubista foi o mentecapto Guillaume Apollinaire, um doido varrido excêntrico que teria sido um dos mentores dessa incompreensível manifestação literária.

Outros fatores caracterizavam a poesia cubista além da estética de como os poemas ininteligíveis eram disposto no papel. O primeiro é óbvio, é a ausência completa da lógica racional. Os poemas cubistas aparentavam ter sido escritos sob o forte efeito do álcool, e pareciam muito mais com uma conversa de bêbado do que com uma poesia propriamente dita (o que os diferenciava dos poemas surrealistas, os quais pareciam ter sido escritos por gente sob efeito de LSD). Esse tipo de narrativa remetia diretamente a outra característica do poema cubista, a graça, uma vez que qualquer um que os lia, mesmo não entendendo porra nenhuma, não conseguia evitar de rir tamanha a tosquice com a qual eles eram escritos.

Por fim, a descrição de vários elementos presentes na cena, visando causar o efeito de sobreposição de imagens na cabeça do leitor, às vezes também era transportada para a poesia cubista. Era muito comum uma corrida de hipismo, por exemplo, em menos de 10 versos, descrever o jóquei, o público, o narrador esportivo, o comentarista, o juíz, a tia da limpeza, o cavalo, os obstáculos da pista, as nuvens do céu, as formigas, as pedras do chão e até aquela tia glutona que teve que correr às pressas para o banheiro devido a um cachorro-quente com salsicha fora da validade que tinha ingerido durante a corrida.

Além da poesia, o cubismo também influenciou diversos outros elementos que ainda hoje podem ser observados no dia-a-dia, como o lego e o odioso cubo mágico. O 8-bit, típico de videogames dos tempos em que tua avó era virgem, é estritamente cubista, já que é constituído por um grande coletivo de quadrados sobrepostos uns sobre os outros. Alguns passatempos matemáticos ultra-nerds distribuídos em antigas revistas da Coquetel, tais como o irritante Logic Pix (incapaz de ser solucionado por normies ou outros seres de intelecto subdesenvolvido), são claramente cubistas, tanto pela estética do jogo, como pela alta capacidade de confundir a cabeça das pessoas.

Alguns artistas cubistas[editar]

Pablo Picasso[editar]

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O Velho Guitarrista, uma das obras de Picasso antes do cubismo, da época em que seus quadros ainda não resumiam-se em um show de horrores.

Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso foi o espanhol fundador do cubismo tal como ele é ensinado nas escolas públicas, o que faz dele o desocupado-mor do movimento. Algumas versões acerca do surgimento do cubismo afirmam que depois de assistir a uma tourada, na qual os toureiros ficaram completamente desfigurados devido as constantes chifradas de um touro não-castrado, Picasso, que era secretamente um grande apreciador do profano, teria ficado fascinado por tamanho banho de sangue. Em sua visão, havia alguma espécie de beleza oculta naqueles rostos deformados esparramados pelo chão, e decidiu assim transformar aquilo em obra de arte, culminando na criação do cubismo.

Georges Braque[editar]

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Georges Braque é o eterno Luigi do cubismo, com seu nome vindo sempre em segundo lugar, mesmo que historicamente falando, ele tenha sido um dos criadores do cubismo ao lado de Picasso. Braque era francês, e iniciou sua carreira como decorador de interiores em cidadezinhas francesas não existentes no mapa. Entretanto, Braque não teria decolado muito em seu emprego, pois sua visão acerca da decoração era um pouco diferente do que o habitual. Para Braque, os móveis de uma casa só se tornavam verdadeiramente belos quando estavam em estilhaços, e sempre que era contratado por alguém, costumava quebrar tudo e amontoá-los em diversos cantos da casa. Entretanto, as pessoas não encaravam muito bem aquela visão a frente de seu tempo, já que elas queriam móveis inteiros e não aos pedaços. Por acharem que Braque era um viciado no cigarrinho do capeta, em geral elas não o pagavam, e ele vivia afundado em dívidas. Posteriormente Braque ingressou na carreira artística, pois o único lugar onde a ideia de fragmentar objetos e paisagens poderia ser aceita era no mundo das Artes, que em geral encara qualquer porcaria como algo belo.

Juan Gris[editar]

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Pague o aluguel, clássica obra cubista de Juan Gris.

Juan Gris foi um doido varrido espanhol que por algum motivo, se convenceu de que era artista. Seu nome aparece vez ou outra em textos relacionados ao cubismo, mas quem passou a vida toda dependendo única e exclusivamente do conhecimento de Artes repassado pelo ensino público sequer sabe da existência dessa figura. Dentre os cubistas, os trabalhos de Gris destacavam-se, pois conseguiam ser mais horrorosos do que em geral se espera para o movimento. Como Gris era apaixonado pela banda Kiss e por aberrações de circo, suas obras cubistas resumiam-se em representações artísticas de instrumentos musicais despedaçados e pessoas com graves deformações genéticas.

Albert Gleizes[editar]

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Albert Gleizes foi mais um dos vagabundos franceses que ingressaram no mundo das Artes por não ter mais nada o que fazer da vida. As obras cubistas de Gleizes destacam-se por reunir as maiores quantidades de losangos e triângulos já presenciados na história da Arte, que não bugavam apenas os humanoides presentes na cena, mas também toda a paisagem retratada nos quadros, criando imagens verdadeiramente abstratas e irreconhecíveis, que nem mesmo ele sabia explicar. Gleizes iniciou sua carreira em um ateliê, onde ganhava a vida desenhando figuras geométricas para alunos preguiçosos de matemática. De tanto fazer o trabalho sujo para pivetinhos que não queriam estudar, Gleizes acabou desenvolvendo um raro distúrbio psicológico, no qual não conseguia mais parar de desenhar formas matemáticas. Decidiu tornar-se artista ao ver no cubismo uma ótima oportunidade para alimentar seu vício e ainda assim faturar uma grana preta em cima de trouxas que pagavam por imagens que eles não conseguiam compreender.

Jean Metzinger[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Jean Metzinger

Jean Metzinger ficou conhecido como o artista cubista que mais se preocupava em retratar figuras de mulheres nuas em suas obras, o que fez dele o maior tarado do movimento. Metzinger foi um virjão que passou a adolescência toda sem nunca arranjar uma namorada, portanto, seus hormônios viviam à flor da pele. Posteriormente, com a chegada da milenar Playboy no mercado, Metzinger abraçou o onanismo. Como esbanjava toda a grana do mês em revistas pornográficas, nunca sobrava muito dinheiro para as contas, e como resultado disso ele devia até para o cachorro. Como ser artista era moda na época, Metzinger cogitou várias vezes ingressar na carreira artística para faturar uma grana com venda de quadros, mas como só sabia desenhar figuras femininas sem roupa, sempre descartava essa possibilidade, já que putaria nudismo escrachado era um tabu na época. Foi então que ele tomou conhecimento do cubismo, o único movimento artístico em que ele podia desenhar mulheres peladas sem ser questionado, afinal de contas, ninguém conseguia identificar porra nenhuma mesmo. Posteriormente Metzinger aprendeu a desenhar outras formas, mas a pornografia nunca deixou de ser o seu xodó.

Ver também[editar]