Cybil Bennett

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Cybil Bennett (Brahma, 11 de Onzembro de 1955) é a melhor e única policial de Brahma, uma pequena cidade interiorana quase do tamanho de Nova Iorque que é vizinha de Silent Hill e vive infestada de bêbados e punks. Perita em artes marciais, Cybil usava suas habilidades ninjísticas para apagar os arruaceiros armados com gargalos de garrafas de vidro, e adorava fazer isso, mas como tudo que é bom uma hora acaba, certo dia, Cybil recebeu ordens para investigar a pacata cidade de Silent Hill, pois já fazia mais de 300 dias que o delegado de lá não enviava os carregamentos de White Claudia para os peritos da delegacia de Brahma cheirarem fiscalizarem.

História[editar]

Mentor espiritual de Bennett.

Filha de Adriane Galisteu, Cybil sempre sofreu por não saber quem é o seu verdadeiro pai. Para tentar resolver este dilema, quando entrou na adolescência, Cybil procurou a produção do Programa do Ratinho, e pediu um teste de DNA, mas até hoje, mais de 18 anos após o pedido, o culpado pelo seu nascimento não foi identificado, pois ainda há mais de 300 suspeitos na fila esperando para ceder material para a análise. Percebendo que dificilmente conseguiria descobrir nesta vida quem foi o corno que tinha o troco certo e lhe botou no mundo, Cybil matriculou-se na escolinha do Maguila para aprender a se defender dos "coleguinhas" que lhe zoavam todos os dias. Após receber algumas aulas de artes marciais, que a mantiveram longe das drogas, pois um jóvi qui patica ispóiti num tem tempo pas dorga, Cybil tornou-se um elemento de alta periculosidade, uma verdadeira tomboy, capaz de feitos incríveis. Dizem as más línguas que, antes de testar as habilidades de sua aluna, Maguila era uma das pessoas mais eloquentes do Brasil.

Agora com os músculos do braço mais pesados do que a totalidade do corpo de seus amiguinhos de colégio, Cybil começou a ser respeitada. Todo mundo, até os valentões, lhe cumprimentavam, e de vez em quando até lhe pagavam um lanche. Uma lenda urbana que corre nos colégios de Brahma até os dias de hoje diz que, certa vez, um bully gordão de dois metros e meio recusou-se a cumprimentar Cybil. Desde aquele dia, ele apresenta-se como um nerd magrinho de 53 centímetros, contando com as próteses estranhas que ele implantou para substituir as pernas, e pede com voz fina para ser chamado de "Mariazinha".

Percebendo que poderia aproveitar-se desse respeito adquirido em sua profissão, Cybil resolveu tornar-se policial. Entrar na corporação foi fácil, pois ninguém queria fiscalizar as ruas de Brahma, já que aquela cidade era conhecida pela sua violência e pelos pescoços cortados com gargalos de garrafas quebradas. Não se intimidando com este belo histórico da cidade, Cybil começou as suas patrulhas, e logo no primeiro dia, botou sete punks na conta do papa, usando o seu RoundHouse Kick. No segundo dia, para conter uma manifestação violenta de bêbados que exigiam a extinção dos impostos sobre o Velho Barreiro, Cybil tacou uma granada e matou 300. Depois a granada explodiu e matou mais de 8000. Este ato heroico de Cybil lhe rendeu uma medalha de honra ao mérito, e ela entrou nos anais da história como a primeira policial que teve cu para encarar a população enfurecida. No final do expediente do terceiro dia, Cybil ganhou outra medalha, dessa vez a de policial que ficou viva por mais de 72 horas.

Depois de alguns meses cumprimentando os meliantes com o seu cacetete, Cybil recebeu uma ordem especial do delegado. Ela deveria investigar a cidade de Silent Hill, pois os policiais de lá não entravam em contato há mais de 24 horas, e considerando que eles adoravam ficar pentelhando, ligando 3 vezes por minuto, aquilo estava muito estranho. Já meio enjoada de sua rotina, Cybil aceitou sem retrucar muito, montou em sua Harley Davidson e dirigiu-se para a sua morte o seu destino.

Pós-Caos[editar]

Bennett, após matar, torturar e sodomizar (nessa ordem) alguns arruaceiros de sua cidade natal, Brahma.

Entrando em Silent Hill, Bennett achou estranho que estivesse nevando, já que era verão. Além disso, ela estranhou que não houvessem velhos fofocando na calçada e crianças jogando bola no meio da rua, atividades comuns em qualquer cidade do interior. Como aquilo não estava lhe cheirando muito bem, Bennett dirigiu-se imediatamente à delegacia, mas quando chegou lá, ela foi atacada pelo clone do Ronaldinho Gaúcho, e teve que usar uma técnica de Taekwondo para defender-se. Após matar esta criatura horrenda, Bennett percebeu que algo definitivamente estava errado, e começou a investigar as quebradas, achando que quem estava por trás de tudo aquilo era o PCC. Mas para sua infelicidade, as coisas não eram tão simples. Enquanto investigava um beco escuro e chutava a bunda de alguns pterodáctilos que insistiam em incomodá-la, Bennett encontrou o corpo de um homem, que aparentemente estava drogado. Mesmo não jogando de cheiradores, Bennett resolveu salvá-lo, pois ele era a primeira pessoa que ela encontrava, e podia lhe dar algumas informações sobre aquela cidade. Mas ele não podia, pois quando acordou, ele relatou que era apenas um turista com péssimo gosto para viagens, e que se chamava Harry Mason. O sujeito queria procurar pela filha Cheryl Mason, que resolvera brincar de pique-esconde na cidade macabra, mas Bennett não queria deixá-lo ir, afinal, se até ela com as suas habilidades marciais estava tendo dificuldades para matar os monstros da cidade, imagine então um escritor fracassado raquítico que nunca teve treinamento. Mas como ele estava determinado a não ficar parado, Bennett lhe deu uma Beretta, que não prestava para muita coisa, mas poderia salvar a vida do sujeito em algumas ocasiões. Depois disso, Bennett resolveu pedir reforços, ninguém sabe para onde, já que ela era a única policial viva de Brahma.

Bennett e sua irmã gêmea, Cameron Diaz, visitando Silent Hill nas férias.

Enquanto procurava por pelo menos um telefone que não estivesse mudo, Bennett foi desafiada por centenas de monstros sanguinários e famintos, que não tiveram muita chance com a policial, que para matar todos, apenas precisou usar o conceito de estratégia que aprendera em um curso de verão no BOPE. Enfim, após uma árdua busca que resultou em porra nenhuma, a única coisa de interessante que Bennett conseguiu foi a visão de Cheryl Mason indo para o lago, não andando, até porque a estrada estava bloqueada, mas sim flutuando no ar graças a um ninjutsu. Após ver isso, e concluir que estava completamente doida, Bennett foi procurar por Harry Mason para relatar o acontecido, e o encontrou na loja de antiguidades de Dahlia Gillespie. Depois de muito mimimi e troca de telefones, Harry foi investigar uma passagem que encontrou na parede, mais ou menos no mesmo estilo que Henry Townshend encontrou em seu banheiro. Enquanto isso, Bennett ficou apenas esperando, e garantindo que nenhum filhote de cramunhão surpreenderia Harry. Passadas algumas horas, percebendo que Harry não voltava, Bennett entrou no buraco, e não encontrou nem vestígio de Harry, pois ele tinha usado uma mágica aprendida com o Mr. M. Sozinha novamente, Bennett começou a perambular por aí, procurando por alguma saída daquela cidade maluca.

Fãs de Bennett querendo um autógrafo.

Depois de muito procurar e de muitos monstros matar (rima não intencional), Bennett finalmente encontrou uma maneira de atravessar a cidade, que consistia em seguir pelos esgotos. Após alguns confrontos com vermes insolentes e monstros com línguas mais afiadas do que a da sua sogra navalhas, Bennett conseguiu concluir a sua travessia, chegando na praia de Silent Hill. Bebendo gratuitamente uma água de coco nos quiosques abandonados, Bennett conseguiu raciocinar melhor, e, em um momento à lá Capitão Óbvio, ela concluiu que, se quisesse fugir de Silent Hill, deveria arrumar um meio de transporte. Como as estradas estavam completamente quebradas, pois haviam sido construídas por engenheiros portugueses, o único meio de transporte viaável era o marítimo, mais precisamente um barco. Assim Bennett foi para o porto, crente de que finalmente conseguiria escapar daquela cidade sinistra.

Após uma rápida corrida para o porto, em que teve que matar mais monstros (só pra variar), Bennett encontrou o barco de um pescador de ilusões. Não era grande coisa, estava caindo aos pedaços, mas serviria aos seus propósitos de fuga. O único problema é que Bennett não conseguiu desancorar, por ser loira não conseguir compreender o complexo sistema do transporte. Depois de algumas tentativas frustradas, Bennett, irritada, estava pronta para meter chumbo no barco e acabar com a sua última chance de fuga, quando, de repente, apareceu Harry Mason, que ainda não tinha encontrado a filha. Tentando achar uma solução, os dois ficaram jogando conversa fora por alguns minutos, até que eles receberam a visita nada agradável de Dahlia Gillespie, que disse novamente que a cidade estava sendo engolida pelas trevas, e que se os dois quisessem escapar, deveriam investigar o farol e o parque de diversões. Para economizar tempo, que é dinheiro (e, nesse caso em particular, o redutor das chances de sobrevivência), Cybil e Harry resolveram se separar. Enquanto Harry, que era covarde, foi para o farol, que era o lugar mais tranquilo, Cybil foi para o parque de diversões do cramunhão, que sem dúvidas era o lugar mais perigoso de Silent Hill.

Seguindo pelos esgotos novamente, pois a estrada principal estava bloqueada (assim como todas as outras), Bennett chegou no parque, e começou as investigações. Fora um brinquedo que movia-se sem estar conectado a energia, ela não encontrou nada de anormal. Mas... Quando foi investigar o fundão do parque, ela foi atacada por alguém (ou algo), que prontamente entrou em seu corpo (não no sentido da putaria), e a possuiu (novamente, não no sentido da putaria). Com a coisa dentro do seu corpo (insisto, não no sentido da putaria), Bennett não conseguia mais controlar os próprios movimentos, e tornou-se apenas uma marionete, assim como as Puppet Nurses e os Puppet Doctors.

Quando Harry Mason chegou no parque, e encontrou Bennett, ele logo foi querendo abraçá-la, e chorar em seu ombro por não ter encontrado a filha no farol. Porém, aquela que estava no parque não podia mais ser considerada a Cybil Bennett de outrora. Sendo controlada por um verme insolente e com os poderes aumentados em mais de 300 vezes, Bennett agora era um chefão, não dos mais difíceis, mas sem dúvidas dos mais chatos. Agora, Harry tinha duas opções: Ele podia libertar os seus instintos sádicos e matar Bennett com vários tiros de garrucha ou salvá-la, jogando nela o antídoto que tinha pêgo na privada do Alchemilla Hospital. A decisão de Harry depende de quem está perdendo tempo jogando, mas como eu quero continuar enchendo linguiça neste artigo, pois ainda faltam 10 minutos para acabar meu turno no trabalho, vou considerar que Harry a salvou.

Depois de ser salva por Harry, Bennett finalmente deixou seu ceticismo de lado, e passou a acreditar que as assombrações estavam tomando conta de Silent Hill, e que o inferno existia. Tendo passado pessoalmente pela experiência de antiga possessão do mal, Bennett não duvidava de mais nada, e começou a acreditar até em gaúcho macho, nerd gostosa e em editor na Desciclopédia que ainda valoriza o humor, e não apenas a frescura beleza. Enfim, agora sabendo o que estava enfrentando, Bennett estava pronta para botar um ponto final naquilo.

Separando-se de Harry mais uma vez, pois precisava investigar lugares sinistros onde um florzinha jamais teria a coragem de entrar, Bennett começou a encontrar pistas bem interessantes sobre o que deveria fazer para resolver o enigma de Silent Hill. Após algumas horas de muita procura, Bennett finalmente concluiu que deveria investigar o Alchemilla Hospital, afinal, se os únicos dois sobreviventes da cidade trabalhavam lá (Michael Kaufmann e Lisa Garland), certamente alguma coisa tinha naquele muquifo. Indo para lá, Bennett, apenas com a cara, a coragem e uma pistola mortal, investigou cada corredor da construção, até que encontrou uma salinha onde Dahlia Gillespie estava oferecendo a própria filha, Alessa Gillespie, em sacrifício, para reviver o seu mestre, Samael. Vendo aquilo, mesmo sabendo que poderia morrer, Bennett teve cu para peitar Dahlia, e tentou parar o ritual, mas acabou sendo jogada longe pelos poderes psíquicos da velha. Depois disso, Bennett fica desmaiada por algum tempo, e Harry, que tinha acabado de chegar na localidade, teve que se virar para enfrentar, sozinho, o cramunhão revivido. Depois de exorcizar o cão utilizando em sua carabina a munição benzida pelo Padre Quevedo, Harry ajuda Bennett, e, os dois, juntamente com o bebê que Alessa/Cheryl deu para Harry antes de morrer, fogem daquele lugar macabro. Depois disso, os três vão para sabe-se lá onde, e vivem felizes para sempre, ou não.

Comparações com Jill Valentine[editar]

Bennett Valentine
Estava em uma missão da corporação, que consistia em investigar Silent Hill. Após enfrentar alguns monstros, viu-se presa na referida cidade, e percebeu que, para escapar, teria que resolver todos os enigmas do lugar Estava em uma missão da corporação, que consistia em investigar as colinas de Raccon City. Após enfrentar alguns monstros, viu-se presa na mansão que ficava no topo das referidas colinas, e percebeu que, para escapar, teria que resolver todos os enigmas do lugar
Tomboy de nascimento, é a policial mais macho da corporação. Tão macho que usa cabelo curto, para parecer-se com um homem de verdade. Não tem medo de enfrentar monstros, aberrações e coisas do tipo Tomboy de nascimento, é a policial mais macho da corporação. Tão macho que usa cabelo curto, para parecer-se com um homem de verdade. Não tem medo de enfrentar monstros, aberrações e coisas do tipo
Possui um companheiro bundão, chamado Harry Mason, que apesar de ser bem sem graça, é quem resolve a maioria dos enigmas (se não todos) Possui um companheiro bundão, chamado Chris Redfield, que apesar de ser bem sem graça, é quem resolve a maioria dos enigmas (se não todos)
Deu sua pistola de estimação para Harry Mason. Sem ela, ele não sobreviveria, pois em Silent Hill, a faca é uma droga Deu sua pistola de estimação para Chris Redfield. Sem ela, ele não sobreviveria, pois em Resident Evil 1, a faca é uma droga
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