Darkthrone

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Passarinho.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Night creature.JPG Darkthrone surgiu das trevas!!

Vamos mergulhar o mundo nas trevas!!

Puro osso.gif


Cquote1.png Você quis dizer: Mayhem? Cquote2.png
Google sobre Darkthrone
Cquote1.png Você quis dizer: Burzum? Cquote2.png
Google sobre Darkthrone
Cquote1.png Experimente também: Isengard Cquote2.png
Sugestão do Google para Darkthrone
Cquote1.png Pop e comercial. Cquote2.png
Slayer sobre Darkthrone
Cquote1.png Eles ainda estão vivos, né? Filhos da puta... Cquote2.png
Euronymous sobre Darkthrone
Cquote1.png Mas que porra é essa? Cquote2.png
Você após ouvir Darkthrone
Cquote1.png Mas que porra é essa? Cquote2.png
Sua mãe sobre vendo seus álbuns do Darkthrone
Cquote1.png Esses eu não mato Cquote2.png
Varginho sobre Darkthrone

Da esquerda para direita, Gylve Nagell (Fenriz) e Ted Arvid Skjellum (Nocturno Culto). Essa foto foi tirada após uma briga entre o casal, por isso essas expressões de quem comeu e não gostou.

Darkthrone é uma banda norueguesa de black metal, mais conhecido como forró do freezer chamado Noruega. Foi a percursora do movimento da capirotagem norueguesa, junto com Burzum e Mayhem, cujos integrantes curtiam queimar igrejas e pichar pentagramas invertidos no banheiro da escola. Seus dois integrantes são Gylve Nagell e Ted Arvid Skjellum, respectivamente Fenriz e Nocturno Culto. Ninguém sabe o porquê desses nomes, nem eles mesmo. No black metal, é comum os "músicos" e arrotadores de mortadela adquirirem nomes estranhos sem sentido ou qualquer baboseira em latim, tipo Infernus, do Gorgoroth, Abbath, do Immortal, Dead, do Mayhem (que está realmente dead), etc. A banda tem uma discografia enorme, mas todos os discos são iguais, algo elogiável na cena. Começaram tocando death metal, mas viram no black metal uma maneira de expressar todo seu ódio, sua baitolagem e o amor por Satanás, atacando diretamente um universo da Marvel chamado cristianismo. Seus primeiros três discos de black metal, Um Blazer do Norte, Funeral da Lua e Fome por Transsexuais são ditos como a Sujíssima Trindade, outro ataque à Santíssima Trindade do cristianismo, o pai (Iron Maiden), o filho (Blind Guardian) e o espírito santo (Dio). Fenriz é conhecido por não seguir o mainstream do metal, ou seja, é um hipster. Ele também não gosta de se apresentar ao vivo porque é feio e gordo.

A Morte Preta[editar]

Esse era o nome da banda antes de Darkthrone. Morte Preta. Parece algo muito forçado, não? Pois saiba, caro descíclope, que no black metal isso é louvável. A banda era formada por três pessoas na época: Gylve Nagell, Ivar Enger e Anders Risberget, e a única coisa que tinham em comum era os nomes impronunciáveis. Tocavam death metal, ou seja, urravam como se parissem um leviatã e tocavam guitarra com os pés, e não importava se soava podre, pois metaleiro se contenta com qualquer merda, desde que tenha guitarra no meio, e uma das características das bandas de metal extremo na época era soar podre, quase tão podre quanto banheiro de rodoviária. Gravaram uma demo (era de se esperar) em 1987, chamada Trash Core, ou Cor do Lixo em português. O saco de lixo é preto. Outra demo, entitulada Black is Beautiful, em português O Preto é Bonito, não só evidenciava que eles curtiam black metal e essas coisas do demônio como também curtiam uma suruba inter-racial de vez em quando. Foram taxados como posers na cena, pois bandas trve kvlt ov satanæ acabavam logo na primeira demo porque seus membros ou cometeram suicídio ou mataram um aos outros. Como eles eram fodidos e não tinham grana nem pra comprar pão pra vó no café da manhã, lançaram as fitas sem nenhuma gravadora mesmo, apenas com o auxílio de Satanás que inclusive estava de férias na Noruega por não aguentar o calor infernal (literalmente!) do submundo. Conseguiram gravar um disco, muito tempo depois, intitulado Só Sai, João, de death metal, e foi o único da carreira da banda, já no nome Darkthrone.

Fenriz feliz.

Já como Darkthrone[editar]

Decidiram mudar o nome para Darkthrone, e assim ficou. Do inglês, Trono Negro. Uma onda gótico-emo assolava a Europa, transformando homens em bichinhas que vestiam preto e gritavam por aí o quanto a vida era uma merda e que ninguém gostava deles. Entrou na banda um tal Dag Nilsen (também de nome impronunciável) que ninguém sabe quem é, nem ele mesmo. Só se sabia que ele tocava baixo, mas nunca foi creditado por isso.

As principais influências da banda são: Slayer, Cryptic Slaughter, Celtic Frost, Deep Purple (por incrível que pareça), Nihilist e mais uma porrada de banda de thrash e death que só ele conhecia. Todos faziam apologia ao tinhoso e rituais macabros com bodes e criancinhas perdidas na floresta.

Ted concentrando toda a mortadela em seu estômago para arrotar.

Anders saiu da banda, e aí veio um palhaço chamado Ted Arvid Skjellum, de pseudônimo Nocturno Culto, que arrotava mortadela e cortava os pulsos em seu quarto. Agora, a banda seria levada a sério. Gylve começou a estudar a bíblia satânica de Anton LaVey, começou a praticar BDSM junto com seu novo amigo Ted e criou uma conta no Tumblr. A partir de então, os dois tocaram punheta a banda sozinhos. Lançaram uma nova demo em 1988, para renovar seus pactos com o mochila de criança. Esse ficou tão agradecido pela oferenda que entrou na mente dos produtores da Peaceville, que fizeram o Darkthrone assinar um contrato.

Em meados da década de 90, onde estava na moda os livrinhos do Hansi Kürsch, como O Senhor dos Anéis, O Hobbit e Dungeons and Dragons, Gylve e Ted começaram a escrever um trabalho de escola baseado nessas histórias, muito populares entre os nerds europeus. Pararam, então, de tacar fogo em igrejinha do interior da Noruega e sacrificar gatinhos e decidiram gravar o citado disco Só Sai, João. Depois de um tempo, o Darkthrone começou a usar a maquiagem da mãe corpse paint e usar nomes escrotos para os integrantes. O Gylve vira Fenriz, que em latim significa Lixo, e Ted vira Nocturno Culto, em homenagem às missas que ia todo domingo à tarde com sua mãe. O Ivanzinho, que andava esquecido, virou Zephyrous, e isso ninguém sabe o que significa. Não reclamaram, pois o nome parecia tr00 demais para agradar Satanás. Quanto mais ridículo tenebroso fosse, mais ele ia gostar de comer seu cu tê-lo como seu discípulo.

Sai então o álbum Um Blazer no Norte, agora de black metal, tido pelos fãs dementes como um dos maiores discos do gênero. Começa, a partir daí, uma nova era de muita diversão e zoeira para o Darkthrone, tudo regado à satanismo e sodomização de travestis.

Fenriz em um dia qualquer

Discografia[editar]

Discos

  • Só Sai, João (1991)
  • Um Blazer do Norte (1992)
  • Funeral da Lua (1993)
  • Fome por Transsexuais (1994)
  • Pança do Faustão (1995) - nota: esse álbum foi inteiramente dedicado ao Faustão
  • Morte Total (1996)
  • Senhor das Cabras (1996) - nota: foi gravado em 1990, mas devido à vontade de queimar igrejas e sacrificar gatinhos, acabou atrasando o lançamento
  • Haxixe e Fitness (1999)
  • Oscar Wilde (2001)
  • Tem Trem (2003)
  • Sonic (2004)
  • O Cu Está Vivo (2006)
  • F.O.D.E (2007) - nota: sigla para Faço oral, deepthroat e engulo
  • Tronos Negros e Bandeiras Negras (2008) - nota: todas as músicas desse disco possuem Negro no nome, uma referência às surubas inter-raciais que Fenriz tanto adora
  • Circulam os Vagões(2010) - nota: nome tirado de um livro infantil que o pequeno Gylve leu na escola)
  • A resistência underground (2013) - nota: hinos hipsters contra o mainstream e bandinhas como Cradle of Filth que traíam o movimento
  • Arctic Monkeys (2016)

Fitas Demo

  • A Cor do Lixo (Morte Preta)
  • O Preto é Bonito (Morte Preta)
  • Nova Dimensão
  • Cocaína
  • Thundercats

Ver Também[editar]