Depoimento de um evangélico ex-metaleiro sobre bandas de rock

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E se se sentiu ofendido, VÁ A MERDA, PORRA!!!
Roberto, o cara que escreveu esse depoimento.

Olá a todos! Meu nome é Roberto, tenho 19. Sou obreiro da Universal há dois anos, e eis aqui meu testemunho.

O inicio[editar]

Quando eu tinha 15 anos, entrei no ensino médio. Na época eu era um seguidor do Reverendo Moon, então era muito tímido, recatado, e não sabia nada da vida. Foi quando conheci um cara, o Luciano. No início, achei que ele fosse um cara estranho, com pinta de homossexual, pois o cabelo dele parecia um poodle. Ele usava bandanas, glitter no rosto e, por vezes, batom. Evitei ele, pois o Reverendo Moon condena a homossexualidade. Mas quando finalmente fui forçado a conversar com ele, por causa de um trabalho de história em que ele foi sorteado como minha dupla, vi que ele era um cara realmente legal.

O Reverendo Moon, pastor que Roberto seguia antes de se tornar um adorador do capeta.

Descobri que ele não era homossexual, apenas fazia parte de uma tribo chamada de Hard Rockeiros, que se vestiam assim, de forma andrógena. Quando fui na casa dele pela primeira vez, vi que ele era órfão de pai, e vivia com a mãe, que era fã de uma banda chamada Bon Jovi, e era ela quem havia mostrado os caminhos do tal Hard Rock para ele. Por toda a casa haviam pôsteres de bandas como Poison, Cinderella, Europe, Scorpions, Ratt e, a predileta de Luciano, Mötley Crüe.

O momento em que o capeta se apossou da minha alma[editar]

Ele botou uma música para tocar, dum tal de Van Halen, uma música chamada Hot for Teacher (para os que não fizeram DescicloEngrich como eu, "Tesão pela Professora"). A música era contagiante, muito rápida e empolgante. A letra falava sobre um garoto que fazia sexo com a professora. Luciano disse que ia tomar um banho para tirar a maquiagem da cara, e mandou eu aprontar tudo pro trabalho de história. Mal ele saiu do quarto, a mãe dele veio falar comigo. Ela era muito bonita, loira, 35 anos (mas ainda inteira) e com seios beeem grandes. Usava um top e um mini-shorts. Ela me disse o seguinte:

Pamela, a tentação de Roberto.

Cquote1.svg Roberto, sabia que eu sou professora? Que nem a da música. Aliás, sabia que você é um sujeito bem bonito? A maioria dos amigos do Luciano são tão feios... Dessa vez eu dei sorte... Cquote2.svg
Pamela sobre sexo com Roberto

Mal disse isso, eu senti algo nas minhas partes baixas. Era a mão dela vindo por dentro do meu calção. Ela começou a me masturbar e eu logo ejaculei. Ela começou a me beijar, não deu meio minuto e Luciano saiu do banho completamente nu. Ele disse que "é hora de iniciar mais um nos caminhos do Hard Rock". Dito isso, ele fez com que eu o sodomizasse, enquanto sua mãe me beijava e lambia. Fiz sexo com os dois ao mesmo tempo, embora em momento nenhum eles tivessem se tocado ou acariciado. Pareciam manter uma distância de mãe e filho.

Luciano, o filho do capeta sem salvação.

Nessa hora minha alma foi tocada por Satã, e eu fui iniciado nos caminhos do Hard Rock. Os rituais consistiam em orgias bissexuais com loiras peitudas, cheiramento de cocaína (a droga sagrada dos hard rockeiros) e a adoração ao diabo ao som de bandas como as já citadas “Cinderella” e “Ratt”.

Pastor Valmar, o respnsável por livrar a alma de Luciano do inferno.

A salvação[editar]

Certa vez, quando eu já tinha 17 anos, eu, Luciano e a mãe dele estávamos no caminho para o aeroporto (pois íamos a Los Angeles ver um show do Motley Crue) quando passamos por uma praça e havia um pastor pregando nela. Era o Pastor Valmar. Luciano mandou sua mãe parar para, nas palavras dele, “dar um cacete naquele pastorzinho de m(*) e provar o poder de Satã sobre Deus”. Ela topou. Descemos do carro. Eu peguei uma corrente de aço. Luciano pegou um soco inglês de ferro com pontas. Já sua mãe pegou uma Magnum 7 (a arma sagrada dos hard rockeiros, destinada apenas aos mais experientes). Achamos que seria fácil espancar aquele cara. Ledo engano. Não conseguimos no aproximar dele. As balas pararam no ar. A força de Deus nos paralisou. Ali mesmo, ele exorcizou a mim e à mãe de Luciano. Luciano, de tão possuído pelo Capiroto que estava, fugiu. Nunca mais eu o vi. O Pastor Valmar converteu a mim e a Pâmela (que é o nome da mãe de meu ex-amigo) para a Igreja das Revelações no mesmo momento.

Onaicul, o filho de Roberto e Pamela que será o inverso de Luciano (Ou não).

Ah, e por sinal, seis meses depois, no sorteio de casais, eu fui sorteado para casar com Pâmela. Foi a melhor coisa que já me aconteceu. Estou muito feliz e já temos um filho vindo. O nome? Será Onaicul, pois ele será o inverso do que Luciano foi.

Essas bandas são do capeta, irmão!!![editar]

Ratt: Ratt é o inglês para rato. Como todos sabem, ratos são animais imundos, que habitam o subterrâneo e os esgotos. No panteão do Hard Rock, são os responsáveis pelo pecado do masoquismo.

Hannoi Rocks: O nome significa algo como “Hanói Apavora”. Hanói é a capital do Vietnã, um país comunista e ateu. São os avatares do comunismo.

Bon Jovi: Cantam músicas como “Wanted Dead or Alive” (Procurado Vivo ou Morto – apologia ao crime) ou “You Give Love a Bad Name” (Você dá ao Amor um Nome Ruim – claro repúdio ao amor cristão). Além disso, na sua música “It’s my Life”, eles cantam “I ain’t gonna live forever” (Eu não vou viver para sempre), o que é satânico, pois Cristo nos ensina que todos os cristãos viverão para sempre nos reinos dos céus. Representam o crime e o anticristianismo.

Van Halen: Banda extremamente satânica. Além da já citada “Hot for Teacher”, eles têm uma música intitulada “Runnin’ with the Devil”, ou seja, “Correndo com o Diabo”. São a personificação da adulação do Capeta.

Scorpions: Escorpiões são, assim como os bodes, animais de Satã, seres maligno responsáveis pela morte de milhares ao redor do mundo. Suas músicas como “Rock you Like a Hurricane” (Te Detono como um Furacão) são uma menção ao sofrimento, pecado que eles representam.

Cinderella: Além de serem homens com uma banda com nome de mulher, eles cantam a música “Nobody’s Fool” (Tolo de Ninguém). Representantes do ateísmo, uma das formas mais fortes de satanismo.

Europe: Talvez a menos satânica dessa lista, mas ainda assim pertencente a esse estilo satânico. Um dos responsáveis por levar jovens para o satanismo, pois são os mais populares entre os não hard rockeiros por causa da sua música “The Final Countdown” (Contagem final – O fim do mundo, representam seitas, como as Testemunhas de Jeová, que se preparam para lutar contra nosso Senhor no dia do Juízo Final). Representam a blasfêmia e a conversão satânica.

Poison: A começar pelo nome, ainda exalam o sexo fora do casamento em suas músicas e dizem que se travestir é bom com suas vestimentas. Representam a homossexualismo e o transexualismo.

Motley Crue: A banda mais satânica do planeta, mais que Venom, Iron Maiden ou Beatles. Se travestem, se drogam e se consideram superiores ao próprio Diabo. Veja alguns exemplos de músicas:

Saints of Los Angeles: Todos sabem que santos são invenções demoníacas da Igreja Católica. Pois bem, aqui eles se dizem os santos de Los Angeles.
Helter Skelter: Cover da música satânica e racista da também satânica banda The Beatles. Música que inspirou Charles Manson.
Dr. Feelgood: Música que exala o pecado da heroína.
Smoking in the Boys’ Room: Pior que a anterior. Exala o pecado do tabaco, a cábula de aulas e a desobediência às regras.
Shout at the Devil: Aqui eles renegam o diabo. Isso pode parecer algo bom à primeira vista, mas nesse caso é algo pior, pois eles se colocam acima do próprio capiroto.

Além disso, o baixista se chama Nikki Sixx, o sobrenome sendo uma referência a Six, que é Seis (6) em inglês, que todos sabem que é o número da Besta.­

Ver também[editar]