Desentrevistas:André Matos

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Este artigo é parte do Desentrevistas, a sua coleção de fofocas informações sobre as pessoas famosas.

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A Desciclopédia possui um artigo sobre André Matos


André alegrinho com a visita da nossa equipe.

Hoje iremos desentrevistar André Chatos, ex-vocalista e tecladista do grupo Angra, ex-vocalista e tecladista do grupo Shaman, ex-vocalista e tecladista do grupo Viper, ex-Avantasia, ex-Virgo, ex-tratovarius, ex-dependente químico de hélio, ex-Iron Maiden, ex-Blind Guardian, ex-Bruce Dickinson, ex-gay, ex-Helloween e atual vocalista do Symphonia. Sua carreira foi marcada por uma série de músicas famosas, bandas famosas e sua saída dessas bandas. Estima-se que se você tem uma banda, há 28% de chance de André Chatos ter sido parte dela em algum momento.

André, primeiro eu gostaria de dizer que é uma honra te ter aqui.[editar]

Obrigado, mas se eu precisasse de alguém do meu lado escrevendo coisas óbvias, eu contrataria o Beethoven.

Então vamos direto aos pontos importantes. Primeiramente, como você começou sua carreira na música?[editar]

Bem, eu comecei me inspirando em pessoas mais experientes porém ligeiramente menos talentosas que eu, como o Steve Harris e o Mozart. Depois de algum tempo estudando música eu resolvi misturar os estilos desses dois compositores, e foi assim que eu inventei o metal.

Houve algum momento em que você pensou em desistir da carreira? Quais foram as dificuldades encontradas durante sua vida?[editar]

Eu nunca pensei em desistir, mas admito que relutei em começar uma carreira solo. Eu não achava que conseguiria honrar o nome "André Chatos". Hoje em dia, quando penso nesse período, não acredito que uma vez eu pude duvidar de mim mesmo. Se eu não fosse muito inteligente, diria que fui burro.

Quando Bruce Dickinson saiu temporariamente do Iron Maiden, você se candidatou à posição de vocalista da banda. Porém, ficou em terceiro lugar. Como você explica esse fracasso?[editar]

Ah, sim, teria sido uma honra substituir Bruce Dickinson, uma das únicas pessoas no mundo quase tão geniais quanto eu. Eu teria conseguido, mas o Steve Harris insistiu com o resto da banda que sem um vocal masculino o Iron Maiden perderia personalidade. No fim das contas concordaram com ele, e não teve jeito.

Sua carreira careceu de pontos baixos, pelo menos até o álbum Mentalize. A que você atribui esse sucesso?[editar]

"A que você acha que você atribui esse sucesso"? É isso que você tem a me perguntar? Honestamente, eu já vi calculadoras mais criativas que você. Atribuo esse sucesso a mim, à minha voz e ao quão foda eu sou. Aliás, que história é essa de "até o álbum Mentalize? Minha carreira é que nem a carreira do Bruce Dickinson: não teve pontos baixos.

Bom, você tem que admitir que o debut do Symphonia deixou muito a desejar.[editar]

Ah, sim, aquele álbum é uma droga.

E ele não é um ponto baixo em sua carreira?[editar]

Espere um minuto, eu não gravei aquele álbum. Um demônio me possuiu e, usando meu corpo, escreveu 55 minutos de música ruim. Meu deus, foi uma sensação horrível.

Você acha essa explicação plausível?[editar]

Bem, você vai ter de concordar que é mais plausível que eu escrever música ruim. Você ficaria impressionado se soubesse quanta gente ainda acha que o Bruce Dickinson foi o responsável pelo álbum Tattooed Millionaire...

Um outro traço marcante de sua carreira foi sua freqüente saída de bandas promissoras. Por quê?[editar]

Muitas pessoas me consideram um chato por causa desse tipo de atitude. Mas me corrija se eu estiver errado, e não me corrija porque eu sei que não estou, essas mesmas pessoas nunca tiveram a sensação de serem puxadas para trás por gente menos talentosa que elas.

Então você pretende seguir com a prática?[editar]

E que outra opção eu tenho? O único músico brasileiro quase tão bom quanto eu é o Rafael Bittencourt, mas ele insiste em compor músicas. Assim não dá.

E então sairá do Symfonia?[editar]

Quem é Symfonia mesmo? NÃO ME DÁ DICA. NÃO ME DÁ DICA. Ah, sim! Me lembro! Toquei com eles ontem à noite! Vou sair do Symphonia quando terminar de gravar o segundo álbum. Que vai ser muito bom.

Infelizmente, agora você também está em carreira solo. Como fará dessa vez para sair da banda?[editar]

Primeiro vou demitir o Luís Mariutti e o irmão dele. Depois vou mudar meu nome para Druce Bickinson e transferir os direitos da banda André Chatos para o Eloy Casagrande. Depois eu entrarei em carreira solo com meu novo nome, e então vou contratar os irmãos Mariutti de novo. Porra, eu sou um gênio.

Plano interessante. Estamos chegando ao fim do horário reservado à entrevista, então eu gostaria de perguntar: que dicas você daria para vocalistas que estão começando a carreira e querem ter sucesso semelhante ao seu?[editar]

Primeiro, não tentem ser tão bons quanto eu. Você pode achar que essa é óbvia, mas você não tem noção de quantas pessoas têm isso como objetivo. Apesar disso, se você quiser imitar a minha voz, respire uns 500 ml de hélio e dê o grito mais agudo que você conseguir. Não vai funcionar, mas o resultado será hilário.

Há alguma consideração que você gostaria de fazer antes de terminarmos a entrevista? Quais são seus planos para o futuro?[editar]

Primeiramente, obrigado por me conceder essa oportunidade. Participar dessa entrevista não foi tão bom quanto conversar com um espelho, mas admiro sua dedicação em tentar me entender. É claro que você não conseguiria, eu mesmo me surpreendo às vezes. Se tem dois lugares que são interessantes de se visitar hoje em dia eles são o espaço entre as minhas duas orelhas e o espaço entre as duas pernas do Bruce Dickinson. Meus planos para o futuro envolvem uma tentativa de assassinar o Rafael Bittencourt e um lugar no projeto solo do Bruce Dickinson.

Você pretende se candidatar à posição de tecladista?[editar]

Não, pretendo me candidatar à posição de dançarina.