Desentrevistas:Deborah Blando

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Este artigo é parte do Desentrevistas, a sua coleção de fofocas informações sobre as pessoas famosas.

Debbie devidamente emperiquitada para a nossa equipe.

Pois bem, amigos descíclopes, estamos mais uma vez na cola de suas subcelebridades favoritas, buscando a verdade real, verdadeira e verídica, doa a quem doer, custe o que custar. Desta vez, buscamos uma estrela cadente ítalo-brasileira da música internacional.

Para podermos falar com Deborah Blando, fomos até Florianópolis, “pegamo as esquerda”, “seguimo reto toda vida, toda vida” e “pegamo as direita” até acharmos a clínica de reabilitação onde está internada. Calma, pessoal! Ao que sabemos, ela não está virando uma nova Amy. É só para se tratar de uma crisezinha aguda de depressão e outros problemas ligados ao transtorno bipolar – coisinha leve.

Você ainda era uma criancinha quando sua família se mudou da Itália para o Brasil. Por que seus pais tomaram essa decisão?[editar]

Eu nem queria falar sobre isso, mas vá lá. O ramo paterno da minha família é da Sicília, onde eu nasci. Meu pai era ligado à classe dominante de lá e, um dia, reclamou com o chefe dele que estava ganhando pouco e não estava se sentindo contente na profissão. Aí, o chefe dele se revoltou e não deixou que papai pedisse demissão. Ele foi embora à revelia, fugiu e levou a mim e minha mãe aqui para Floripa.

O jeito “manezinho” de ser de sua terra adotiva já atrapalhou quando você começou a ganhar o mundo?[editar]

Até que nem. Mas uma vez, quando estive em San Francisco, mandei pra minha mãe um cartão postal da Golden Gate e escrevi no verso: Cquote1.png Mamãe, essa é aquela pontezinha metida a besta que fizeram pra tentar imitar a Ponte Hercílio Luz. Cquote2.png

Você tem uma irmã que é casada com um cara que foi da “geração de prata” do vôlei brasileiro. Vocês têm se visto, os três, ultimamente?[editar]

Sim, e volta e meia a Annalisa me tem contado umas inconfidências da união dos dois.

Dê um exemplo.[editar]

Uma vez ela me falou assim: Cquote1.png Olha, Debbie, o Renan podia ser de prata na quadra, mas no quarto ele é sempre ouro! Cquote2.png [Risos.]

E teve uma época em que seu cunhado ouvia seguidamente os seus discos, não é verdade?[editar]

É. Isso até provocou uma ciumeira na minha irmã. Uma vez ela até esbravejou com o Renan: Cquote1.png Chega! Não aguento mais isso! Até parece que você tá querendo me trocar pela Deborah! Daqui a pouco vai acabar tendo um caso com ela! Cquote2.png

E isso aconteceu mesmo?[editar]

Prefiro não comentar…

De vez em quando, todo artista recorre às regravações para se manter nas paradas. Você já regravou músicas de Lobão, Tim Maia, Raul Seixas, entre outros. Mas vamos nos concentrar no Lobão. Como foi que ele permitiu que você gravasse uma versão em inglês para Décadence Avec Élégance?[editar]

Olha, foi difícil, mas compensou. Eu fui até a casa dele e mostrei a letra da minha versão. Aí o Lobão pirou: Cquote1.png Pô, Debbie, você endoidou? A minha versão fala de um pé na bunda e você me vem falar de morte, de inferno, de juízo final? Pô, não vai rolar! Cquote2.png Mas, com meu jeitinho, resolvi a parada. Varei a noite, mas consegui a liberação.

Teve muitos fãs do Lobão que ficaram indignados.[editar]

É, mas quando viram o meu clipe, de biquíni e com um traje bem sexy, nem deram muita bola pra letra.

Essa versão, no fim das contas, rendeu…[editar]

É, rendeu. Tanto é que eu soube que uma rede de FMs fez uma vinheta inspirada nessa música. Tá aqui no meu MP3.


Tem louco pra tudo…[editar]

O QUE DISSE? VAMOS ACABAR COM A DESENTREVISTA AGORA! [Quase atira o tocador de MP3 no Desentrevistador.]

Calma, calma, Debbie! Bem, você já participou de um disco de uma banda germano-espanhola…[editar]

É, foi com o pessoal do B-Tribe. Eles são incríveis, têm um astral legal. Quando lançaram o disco em que participei, fizemos uma festa na casa de um deles que foi demais!

Agora deu pra saber porque o Lobão liberou Decadence tão facil
Deborah Mostrando todo seu talentol


E não houve nenhum excesso nessa festa?[editar]

Bem, da minha parte quase tive que fazer uma reparação no períneo.

Até já figurou em novela…[editar]

É. Foi em Corpo Dourado. Eu fiz o show que rolou antes do resultado do concurso “Garota Bumbum Dourado”. Só cantei, mas eu gostaria de ter atuado lá.

É mesmo?[editar]

Sim, senhor! Eu queria atuar lá. Com o “corpitcho” que eu tinha naquela época, eu teria ganho aquele concurso!

E quanto ao seu namoro com Derrick Green, o vocal do Sepultura?[editar]

Bem, as pessoas comentam que é um grande contraste, não apenas por causa da cor da pele, mas pelos estilos musicais de nós dois. Mas às vezes tem uma coisa que incomoda.

E qual é?[editar]

Você sabe que ele canta com uma voz cavernosa. Até aí, tudo bem. O chato é quando a gente tá na cama e ele goza daquele jeito!

Para fechar esta Desentrevista, fale-nos quais são os seus projetos para o futuro?[editar]

Olha, assim que eu sair daqui, já vou preparar outros projetos. Tenho novos discos em mente e só digo uma coisa: você vai ouvir falar muito de mim no futuro!

[Murmurando.] Socorro!…[editar]

O QUÊ? O QUE FOI QUE VOCÊ FALOU? CAI FORA! CAI FORA! SOME DAQUI! VAI DEBOCHAR DA SUA MÃE!

[Deborah joga tudo o que está ao seu alcance na direção de nossos Desrepórteres, que fogem alucinados da rehab, “pegam as direita”, “seguem reto toda vida, toda vida”, “pegam as esquerda” e se mandam de Floripa.]