Deslivros:Análise de uma batida de carro de uma história fictícia

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Cquote1.png Cuidado com a vovó! Cquote2.png
Motorista antes de bater o carro
Cquote1.png Isso foi um spoiler? Cquote2.png
Você sobre suposto spoiler
Cquote1.png Leia para descobrir Cquote2.png
Eu sobre citação acima

O deslivro Análise de uma batida de carro de uma história fictícia, como o título já sugere, é uma análise de uma história clássica que repercute pela Internet, e nós, digo... eu e mais alguém, iremos tentar solucionar o caso com a ajuda de detetives acrianos, e o resultado disso você verá a seguir.

A história[editar]

A história começa assim:

Uma garota estava em um puteiro na porta de casa com a mãe. As duas estavam esperando os amigos dela chegarem para buscá-la (a filha, não a mãe) e dali seguirem para um sex club uma festa. Estavam batendo punheta um papo, quando os amigos dela chegaram. Quando chegam, o carro estava lotado, sobrando apenas um espaço, no qual ela sentaria. Os amigos da garota estavam visivelmente bêbados, falando palavras de baixo calão e conversando sobre putaria e drogas; isso assustou a mãe da guria retardada, e com medo do que poderia acontecer com sua filha, disse a ela:
Cquote1.png Filha, vá pra puta que pariu com Deus. Cquote2.png
Em resposta ao que a mãe tinha dito, ela falou em tom de brincadeira e deboche:
Cquote1.png Só se Deus for no porta malas, porque aqui tá lotado! Cquote2.png

Após a despedida, eles (a menina e os outros rapazes) partiram em direção à festa. A mãe, aflita, se recolheu e foi para dentro de casa. Enquanto isso, eles viajavam em alta velocidade, com música alta, desrespeitando até umas leis de trânsito que ainda não existem, e fumando uns baseados. Foi então que o sinal fechou e outros carros também os fecharam. Por estarem em alta velocidade, acabaram batendo o carro.

Horas depois, foi noticiado que o carro foi pipocado quase por inteiro, os passageiros morreram e o único lugar que não havia sido danificado foi, incrivelmente, o porta malas, onde a menina teria dito que Deus teria que ir. Essa brincadeira resultou em apenas poucas coisas, familiares, amigos abatidos, menos pessoas na terra e o IML trabalhando ainda mais. Mas, será que realmente o motivo da repentinas mortes dos jovens fora a piada da jovem?

Análise[editar]

foi aí onde o carro foi parar


20 de maio de 2007, 2 dias antes da batida do carro.

Marcos estava correndo desesperadamente, em uma fuga após assaltar 3 bancos e levar consigo um total de R$ 1.000.000. A polícia corria atrás dele, e as viaturas praticamente voavam, como se o ladrão fosse destruir o mundo. Enquanto corria, Marcos tentava achar um jeito de fuga; para sorte do ladrão (e o azar da polícia), Marcos assaltou uma mulher, entrou no carro da vítima e pisou fundo no acelerador. Horas mais tarde, continuava a perseguição, até que Marcos finalmente consegue despistar as viaturas, estaciona e foge. Mas os policiais logo encontraram o veículo, e achando que o ladrão usaria o carro de novo, sabotaram os freios. Ou seja, arrancaram os freios do carro, impossibilitando a frenagem.

  • Pode ser que você ainda não entendeu o real motivo para o carro ter batido. Se não entendeu, prossiga:

21 de maio de 2007, um dia para a batida do carro.

Amélia estava sem carro, e o pior, também estava atrasada para buscar os filhos. Fátima, ao ouvir isso, falou que podia emprestar o dela, e ainda disse que poderiam devolver deixando na frente de sua casa. Agradecida, Amélia pegou o carro da mulher e foi buscar o carro dela; porém, esse era mais fudido diferente do que ela esperava, por isso estacionou o carro na calçada. Porém, quando estava estacionando, foi surpreendida por um assaltante, levando um tiro na cabeça e morrendo, enquanto o assaltante levava o carro.

  • Agora nós temos uma última história que provavelmente vai encaixar tudo na sua cabeça.

22 de março de 2007, dia da batida de carro.

Uns caras estavam saindo de casa. Um deles, filho da dona da casa, pediu pra mãe o carro emprestado. Ela disse que ele poderia, se o carro tivesse sido devolvido um dia, e caso tivesse sido, estaria na frente da casa. E lá ele estava. Os rapazes entraram no carro e foram para um bar, beberam, fumaram e conversaram. Algumas horas depois, uma garota havia ligado para eles, pedindo carona para uma festa. Ora, coincidência ou não, eles também iriam; disseram que estavam num bar, ela perguntou o nome do bar. Ao saber o nome do bar, ela descobriu que era na rua de sua casa. Já que era perto, eles aceitaram e foram buscá-la. Chegaram lá, pegaram a garota, foram embora, e horas depois ouve-se a notícia de que o carro teria batido e todos dentro dele morreram.

Conclusão[editar]

Agora você entendeu a história (ou não): todas as histórias contavam sobre um mesmo carro. O carro roubado pelo o ladrão e sabotado pelos tiras, era o mesmo que Amélia pediu emprestado, que era o mesmo carro que Fátima teria dado aos seus filhos e amigos, o mesmo que uns garotos arruaceiros teriam dado carona a uma guria, e o mesmo que por fim teria batido e matado todos os passageiros.

A história original[editar]

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