Deslivros:As últimas 24 horas de Hitler

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Adolf Führer Nazi Hitler, personagem principal do livro. Percebam o esforço do mesmo para sorrir.

Prefácio[editar]

Essa história é de autoria de seu , residente de Cajueiras em algum lugar no cu do Brasil. Ele desconhece os fatos sobre a Segunda Burrice Mundial e/ou dos anos anteriores ao seu nascimento. Essa história é apenas um conto tirado da cuca fértil de seu Zé.

Como Hitler estava dormindo 24 horas antes de morrer, resumimos essa estória para apenas umas 20 horas ou menos, então vamos esperar o Führer acordar para começarmos...

Capítulo I - Casamento[editar]

Hitler segundo as modinhas do presente.

O dia era 29 de abril de 1945, às 5:43 da tarde (horário de Berlim). Hitler acaba de acordar de mais uma de suas sonecas depois do almoço. Na data, Hitler havia se refugiado numa caverna que carinhosamente tinha dado o nome de Führerbunker, acompanhado com sua amante, concubina e musa: Eva Braun. Ele se dirige ao banheiro e vê no espelho o terror ao vivo: ele mesmo. Hitler já era feio por natureza, agora aos 105 anos de idade parecia mais um morto-vivo, repleto de rugas, manchas, pele e saco caídos, então ninguém merecia vê-lo mesmo.

Desde que as tropas alemães tinham virado pó, Hitler já sabia o seu destino, que era o destino de alguém que morreria apedrejado e humilhado em praça pública. Contudo, diferente de Mussolini, que realmente foi açoitado à frente do Vaticano e ainda com o total apoio do papa, Hitler era inteligente: não deixaria que tocassem no seu presunto, pois já tinha intenções suicidas desde o momento em que tinha iniciado a guerra toda. Apesar de não saber o que exatamente estava fazendo quando iniciou essa merda, Hitler tinha em mente que seria o dono do mundo caso ganhasse a guerra. Mas nunca lhe passou pela cabeça o que aconteceria caso fosse o perdedor.

Uma maravilhosa sopa de ???, o menu da noite.

Às 6:01 da tarde, Hitler comunica aos seus cozinheiros que quer uma refeição. A essa altura, Hitler já não conseguia gritar com ninguém, de tão rouco que estava. Mais tarde vem a comida, que mais parecia uma gororoba, e foi entregue ao crítico. Com uma cara de bunda, Hitler começa a saborear sua refeição principal: arroz com feijão e uma batata do tamanho de um ovo. Há quem diga que Hitler nem mesmo gostava de comer feijão, devido a sua cor, que parecia a mesma dos negros, mas também pelo fato de que o feijão dava caganeira. Mesmo assim, no dia ele comeu o feijão com gosto, e até lambeu o pote de cachorro que fora providenciado para botar a lavagem.

Agora, já com o bucho cheio, Hitler foi ler um livro, chamado "História Humana". Para ele esses livros de história eram uma comédia, pois sempre contavam a mesma coisa. Contavam mentiras sobre a Europa ser do mal para o Novo Mundo (já que tudo foi sabotado), além de contos cômicos como o pensamento do índio ser igual a de um peixe (o que pode ser possível). Em seus discursos, Hitler parecia ser culto; contudo, historiadores diziam o contrário, já que o führer nunca gostou de ler, e quando lia, tudo para ele era motivo de uma gargalhada bem grande e gostosa.

Retrato falado do casório de Hitler.

Pelas 9 da noite, Hitler decidiu casar-se com Eva, sua parceira sexual, mesmo que fosse por menos de 24 horas. Ambos estavam tão amancebados e empolgados que a cerimônia durou apenas alguns segundos de preparação, até porque mal podiam esperar para a noite de núpcias. O que mais demorou foi a vinda do padre. Hitler dizia que ele era um macaco; não por parecer fisicamente com um, ou porque a batina era preta, mas por agir como um primata mesmo. Durante a cerimônia que ocorreu por volta das 10 da noite, os convidados não conseguiam segurar a risada. As palavras do padre mongoloide e a cara de psicopata de Hitler eram o grande motivo da euforia. Com certeza, era inevitável não conseguir escutar os gemidos dos mais íntimos comparsas de Hitler, já que estavam num cubículo do tamanho de um coco.

A festa finalmente começava e essa era a última vez que Hitler ficava bebum. 18 horas antes de Hitler ir finalmente para a cova, ele se mija na frente de todos. Isso despertou nele uma fúria imensurável, porque a única coisa que dava pra ouvir eram os risos. Ao chegar no banheiro, de tão chapado não conseguia pensar no micão que tinha pago, e já passava da meia-noite, então foi dormir. Já na cama, se sentia derrotado; não por ter a bexiga frouxa, mas também por não conseguir dar uns pegas em sua mais nova esposa (que já não era tão nova assim, diga-se de passagem). Não pensou duas vezes e já se considerou uma vítima da menopausa monobola. Até porque ele só tinha um testículo, tadinho.

Capítulo II - Pensamento[editar]

Hitler fingindo ler um jornal. Todavia há quem diga que Hitler era analfabeto e até mesmo cego.

Faltando apenas 10 horas para o fim definitivo, Hitler acorda às 7 horas da manhã para uma reunião com os últimos lunáticos de seus aliados. Nessa reunião, Hitler desabafou o vazio que sentia (talvez por causa do café que ele ainda não tinha tomado), das perdas e do fracasso. Pela primeira vez, o führer admitiu que tudo estava perdido, e o que restava era apenas um café. O último assunto da conversa foi a respeito de quem seria o escolhido por Hitler para cuidar do futuro da Alemanha (ou seja, o próximo lesado que descascaria esse abacaxi), ainda que esse futuro já não tenha sido decidido fora da Alemanha.

Ao se sentar na mesa com sua esposa Eva, Hitler vê o café a sua espera. O primeiro gole era tão amargo que nem parecia um café. Segundo os pensamentos de Hitler, o café parecia uma lavagem de porco: parecia que queriam matá-lo com aquele drink da morte. Para comer, tinha que meter goela abaixo um pedaço podre de jaca.

Eram 10:11 quando Hitler retira-se da mesa para os seus aposentos para deitar-se mais uma vez. Amargava novamente por conta da derrota e da raiva que sentia de matar os traidores alemães. A essa altura Hitler já parecia um neandertal; tinha perdido completamente a sua sanidade mental, não tinha noção de mais nada, palavras doces para ele eram insultos do mais baixo nível. O que restava a ele era pensar no seu passado, na trajetória que o trouxe até esse fatídico dia. E foi o que ele fez...

Capítulo III - Passado[editar]

Hitler, segundo seu pai.

A infância de Hitler foi um tanto trágica e perturbada. Ele tinha um pai alcoólatra e cachaceiro, sua mãe era louca por limpeza se enfiando na casa dos outros para limpar até a ultima gota de excrementos da família mais pobre da cidade, e ele era um moleque viciado em Mein Kraft. Segundo seus próprios pais, Hitler era visto como o satã em pessoa. Já que não podia ir à escola, Hitler ocupava-se ajudando a mãe e os irmãos em tarefas de casa. Já fora de casa para tirar o lixo, o pai de Hitler gritava da porta: "LIXO TEM QUE FICAR FORA DE CASA". Ele nunca entendeu o porquê de seu pai falar isso. Mal sabia ele que o lixo era o próprio Hitler...

A mãe de Hitler, Klara Hitler, adorava fazer sexo com o seu marido todos os sábados. Não é à toa que ela teve que parir seis bichos em um pequeno período de tempo. Para disfarçar a foda, os 7 monstrinhos passavam todo o final de semana na casa da avó, numa chácara abandonada da Áustria. No início Hitler odiava ficar lá, até porque só tinha mato e a velha nem mesmo fazia comida boa. Algumas semanas depois de muitas idas e rebeldia por parte de Adolfinho, o mesmo passa mais um entediante dia na fazenda da família, mas desta vez foi diferente. Pela primeira vez na história, Hitler se apaixona, e foi amor à primeira vista, segundo ele mesmo.

Pintura de Lígia sensualizando para Hitler.

O nome dela era Lígia, uma vaca leiteira, de porte grande e que sentia grande fome à noite. A partir daí, Adolfinho começou a gostar de passar os dias com Lígia, passando até mais tempo com ela do que com os pais. Nesse momento Hitler começou a dispersar uma viadagem por pintura, e seus primeiros quadros foram rabiscos das paisagens que via na fazenda, inclusive de Lígia.

O tempo foi passando, e numa bela manhã de sol, Hitler viu Lígia trair ele com Roberto, o burrinho da fazenda. Ao vivo. Adolfinho já não aguentou mais ficar lá nem por um momento. Voltando para a cidade, Hitler tinha que ouvir novamente seu pai a falar abobrinhas, pois apesar de não ter nenhum tostão no bolso, o velho se achava o rei da Cocada Preta, a última bolacha do pacote, o dono da verdade. Seus filhos, já exalando o fedor da puberdade, começaram a ir para a escola, inclusive Hitler que era o mais fedorento e desocupado da casa.

Percebe-se que desde criança, Hitler era vesgo e mal-encarado.

Por volta dos 8 anos de idade, Hitler era igual a um fantasma na escola: ninguém sabia quem era, não viam e nem ouviam. Nem mesmo os professores sabiam dele, o que fez ele ser o pior aluno da escola, exceto na aula de artes. Hitler era prodígio nas artes da gayzice: sua mãe o encorajava muito, e por outro lado, seu pai, sujeito homi que era, já sabia que seu filho gostava da fruta, então começou a corrigi-lo de forma severa e brusca, com a velha e clássica Avaiana de Pau nas costas.

A madeirada constante não adiantou muito, pois Hitler já tinha melhorado em suas obras, e agora começava a ficar mais mas ruas (como uma puta) do que em casa (com certeza tentando fugir da cara de bêbado aterrorizante de seu pai). Hitler pintava casas e prédios comerciais, o que o fez dedicar-se a ponto de tentar entrar numa escola clássica para ser um artista, a modinha da época. Hitler também se lembra da primeira vez que foi ao escritório de seu pai, e assim como todos os pais da época, o velho de Hitler queria que o filho seguisse os caminhos dele, mesmo que o caminho acabasse num emprego que mal dava pra se sustentar. Como ambos eram frescurentos e não deixavam o braço a torcer, o clima entre os dois ficou cada vez mais tenso. O pai de Hitler cogitou mandá-lo para um internato, mas voltou atrás e mandou-lhe para uma escola mais voltada para a numerologia e lógica, duas coisas que Hitler nunca usou.

Viena era símbolo de cidade rica e moderna. Nesta imagem está a prefeita, diante da prefeitura da cidade. Foto de 1907, colorida.

Em 2 de janeiro de 1903, para a felicidade de Adolfinho, o pai passara mal e falecera na manhã seguinte. Ele parou os estudos imediatamente e pegou um ônibus para Viena. Com um pouco de esperteza, Hitler conseguiu enganar o cobrador do ônibus com um vale-refeição. Na época ele já defendia ideologias dignas de ditadores, mas ao chegar em Viena, suas abordagens sobre a política alemã e pensamentos complexos sobre a imigração de estrangeiros do leste europeu ficaram ainda mais fortes. No início do século XX, Viena era um poço de gente sem noção. A cidade era formada por ignorantes, racistas, pessoas irritantes e gays enrustidos. Vendo essa oitava maravilha do mundo, Hitler apoiou ainda mais as ideologias de Viena.

Nos últimos anos de sua juventude, Hitler se lembra do maior fracasso de sua vida, que foi ter sido rejeitado da Universidade de Belas-Artes de Viena, e não só uma vez, mas duas vezes seguidas. A mãe de Hitler morre em 1907, e sem emprego, ele vira um sem-teto à deriva dos pobretas e loucos da cidade. A cada momento em que ficava nessa cidade, Hitler se via de mãos atadas por ser um fracasso para sua família e para si mesmo. É por isso que ele começou a odiar Viena e virou um emo.

Capitulo IV - Morte[editar]

Dona Morte comemorando a maior conquista de sua vida.
Ninguém sabe, mas Chorão é o nome póstumo de Hitler.

Hitler passara um tempão pensando na sua vidinha de quinta. Recusou-se a almoçar, voltando a agir como um muleque de oito anos. Eram 3:04 (faltando 1:23 horas) quando Eva o chama para conversar. Ela enfrentou Hitler de frente, cara a cara, literalmente a um centímetro de distância de seu rosto. Sendo franca e mandona, mandou Hitler se calar, e disse a ele que apesar de ser um idiota, fracassado, imundo, pobre e frouxo sexualmente, ele era o líder da Deutschland, o líder que apesar de meter todos em uma guerra e ainda perdê-la, não se abalaria com a derrota.

Nesse momento Hitler se emociona, chora igual um recém-nascido enquanto Eva ainda falava sobre ele. Já não a escutava, pois estava surdo (e rouco) de tanto gritar com os outros. E também já não via, porque de tanto chorar as pitangas, suas lágrimas embaçavam os próprios olhos, além de também não conseguir pensar mais, pois estava com a doença de Benjamin Button.

A conversa durou horas. Parecia que Hitler finalmente tinha entendido as quase infinitas palavras de sua esposa. Ele começou a achar o que todos pensavam dele, que era um burro e que ele nunca tinha que ter nascido (o que seria legal). Mas na verdade, Eva só queria que Hitler fosse para a puta que o pariu e que apodrecesse em algum holocausto.

Após alguns minutos de reflexão por parte de ambos, Hitler decidiu a hora de ir, a hora de sumir, a hora do rush e de acabar com tudo. Exatamente às 4:40 da tarde, Hitler retira lentamente um empoeirado revólver M1911 do fundo de sua cama, e imediatamente direcionando-a ao lado de sua cabeça, Eva acompanha Hitler e tira de sua bolsa uma cápsula de cianeto (composto químico que faz a pessoa morrer por não ter buraco suficiente para soltar tanto dejeto que o mesmo produz). Numa troca de olhares de 3 minutos e alguns milésimos, Hitler e Eva se matam, acabando assim essa história.

Não adianta querer outro final. Livros biográficos sempre acabam com um jato de sangue.