Desnotícias:Criadores de Death Note morrem de ataque cardíaco

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Este artigo é parte do Desnotícias, a sua fonte de ignorância 24 horas por dia.

OSAKA, Japão -


Ontem, dia 8 de Janeiro de 2011, as 3 horas da manhã do meio dia em ponto, o hospital Daiki Eukero anunciou a morte dos Mangakás Takeshi Obata e Tsugumi Ohba, famosos por criarem a série Death Note entre outras séries de mangas de sucesso. Segundo o médico particular de Obata, Dr. Enphia Afaka, o jovem escravo mangaká da editora Shounen Jump, Obata morreu de ataque cardíaco após chegar no hospital e pedir que divulgassem o nome de um marginal na televisão. Cquote1.png Foi muito repentino, não conseguimos salvá-lo Cquote2.png. Logo, o Dr. revela que Tsugumi estava em sua casa, uma mansão em Hollywood, quando sofreu também o ataque cardíaco. Os jovens fãs de suas séries, conhecidos também como otakus, ainda estão em estado de choque, causando um enorme caos em todo o Japão.

Segundo a esposa de Ohba, seu marido estava terminando de escrever um one-shot especial do mangá Death Note que seria publicado na edição especial de aniversário da Weekly Jump no final deste mês.

A inesquecível imagem do psicopata Light Yagami

Fomos então até a casa dos Tsugumi, e pedimos para que a filha do famoso escritor nos lesse o roteiro da última história de Death Note, para que todos os fãs sintam orgulho de seu ídolo até mesmo depois de sua morte. Foi tudo uma grande surpresa, como esperado, Tsugumi pensou em cada detalhe de cada mistério para surpreender, e parou bem na parte em que Light Yagami revive e obtém a posse do famoso Caderno da Morte novamente. Em um pequeno esboço, Tsugumi representou o protagonista escrevendo "coisas" no seu diário caderno, aparentando ser o nome de duas pessoas. Assim, mesmo depois de sua morte, o autor ainda nos deixou mistérios... que nomes será que o vilão teria escrito? Uma memória emocionante... que ficará para sempre guardada na memória de todos os fãs.


Fontes[editar]