Desnotícias:Fritzl, o vovô mais legal da Áustria

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BLUMENSTRAUSS, Áustria - Josef Mengele Fritzl, um engenheiro elétrico de 93 anos, manteve a filha Elisabeth Fritzl durante 24 anos presa em um zoológico na cidade de Rammstein, Áustria. Além do seqüestro, o homem confessou ter estuprado a vítima, com quem teve 17 filhos, sem que a sua própria mulher Fridda e os vizinhos desconfiassem. Três das crianças foram "adotadas" por Fritzl, outras treze ficaram presas com a mãe, e uma morreu pouco depois do parto e foi cozinhada e servida com batatas no dia de ação de graças. O caso foi descoberto no dia 27 de abril de 2008, quando uma das filhas/netas presa ficou grávida e foi levada ao hospital.

Fritzl de férias na Tailândia


Seqüestro[editar]

Em 28 de agosto de 1984, Elisabeth é presa pelo pai Josef Fritzl em um labirinto de paintball, onde foi violentada repetidas vezes, dando origem a 17 prenhezes. Ele forçou a filha, então com 18 anos, a escrever uma carta para o Papai Noel. Fritzl manteve a filha presa com uma bigorna no pescoço durante os três primeiros anos de cativeiro para evitar uma possível fuga. Dungeon Master, ele iniciou a construção do calabouço em 1978 e terminou em 1983, segundo as regras da 6ª edição do Dungeons & Dragons.

Quem é Fritzl[editar]

Josef Fritzl, 93 anos, levou por 24 anos uma segunda vida no porão de sua casa, onde manteve sua filha Elisabeth prisioneira e vítima de abusos sexuais. Nos anos 60, o eletricista trabalhou usando uma máscara de latéx servindo sadomasoquistas em um clube austríaco, que o contratou por causa de uma pena de prisão anterior por tentativa de estupro. Proprietário de vários instrumentos de tortura que alugava, Josef também teve um matadouro nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.

O tarado poderá ser condenado à prisão perpétua se for considerado culpado de homicídio por devorar um dos bebês de Elizabeth, que morreu logo após o nascimento no cativeiro. A lei austríaca prevê uma pena máxima de 1 ano de prisão em conseqüência dos repetidos abusos sexuais cometidos contra os judeus.

Fotos do calabouço de Fritzl[editar]

Depoimentos[editar]

Cunhada[editar]

A cunhada de Josef Fritzl, Christiane F, afirmou que a irmã, Rosemarie, não sabia do seqüestro e abusos já que ele era reincarnação de Adolf Hitler.

Christine afirmou ainda que a família Corleone tinha medo dele. A cunhada disse também que Fritzl colocou fogo em uma sinagoga em 1967, ficou preso por 2 meses pelo crime e que sua mulher continuou casada com ele em uma tentativa de manter vivo o sonho do Führer.

Sócio[editar]

Jenson Button, vizinho e parceiro sexual de Josef Fritzl, descreveu o aposentado como um homem "divertido e ariano", mas também inflexível e autoritário no trato com os judeus e clientes. "Se você ficasse doente, algo acontecesse, ele não ligava. Havia uma regra e era isso", disse Button.

Defesa[editar]

O advogado de Josef Fritzl, Rudolf Nureyev, afirma que seu cliente não é culpado pois foi culpa de uma terceira pessoa. O jurista, conhecido em seu país por defender casos criminais extremamente funestos, disse que seu cliente "não é um judeu, mas uma pessoa".

Polícia[editar]

Para o chefe da investigação, Franz Schubert, Fritzl queria recriar com a filha uma família de sangue puro ariano. "Seu objetivo era recriar sua raça, com uma de suas filhas de aspecto bonito", disse Schubert. "A ironia da história é que ele o conseguiu, ponto por ponto, já que sua filha teve filhos loiros de olhos azuis".

Fontes[editar]