Desnotícias:Por pouco, Paola Bracho não vai visitar o Capeta!

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Paola Bracho, quando ainda atuava em A Usurpadora e pegava todos os caras que fpodia.

ALGUMA CIDADE AÍ, MéxiCU - Um atentado aconteceu nas terras da América Central, mais precisamente pelas bandas do MéxiCU entre a fronteira do mesmo com os Estados Unidos. Paola Bracho, mundialmente (ou pelo menos brasileiramente) conhecida por ser a vilã mais piranha da novela re-re-re-re-re-reprisada da SBT A Usurpadora, sofreu um ataque à sua saúde quando a sua empregada resolveu matá-la por envenenamento.

Se fosse somente Paola Bracho a vítima, a coisa não seria tão problemática, afinal, ninguém esquece da mal-caráter que ela foi com a sua irmã, Paolina Martins.

Seria Carlos Daniel Bracho o motivo de tentativa de assassinato de Paola pela empregada?

Mas a empregada resolveu fazer mal não somente à vilã noveleira, mas também ao seu filho Carlinhos (já que o mesmo é realmente um mala-sem-alça), a mãe de Paola que na novela já tinha morrido e mais uma outra amiga de trabalho (provavelmente a Lalinha).

Ninguém sabe ao certo o porquê da empregada tentar o assassíneo de sua vilã patroa, mas suspeita-se que o motivo principal seja Carlos Daniel Bracho, por quem a mulher rendia uma paixão arrebatadora e não era correspondida (afinal, todo mundo sabe que aquele cara é gay só tem olhos para Paola (e para a Paolina, quando a irmã não está). Outra suspeita também é de que a empregada queria herdar a fortuna dos Bracho e a empresa de porcelanato da Cerâmica Bracho.

Tinha que ser Argentina. Só por isso, ela já tinha que ser condenada à Forca.

O envenenamento se deu pelo consumo diário de amônia, um substância altamente tóxica usada para tingir os cabelos e composto principal da urina das aves. Isso já vinha acontecendo desde Abril e somente agora (em Agosto de 2010) que a família resolveu procurar um médico para saber o porquê dos vômitos, mal estar e a vontade enorme de matar que Paola sentia. Apesar de ter sido examinada por um Ginecologista (sabe-se lá porquê), o médico confirmou uma alta taxa de amônia na vagina no corpo de Paola, o que a fez entrar com um processo contra a empregada, já que foi a única que não passou mal.

Se Paola tivesse morrido, até que a coisa não seria tão complicada, já que ela iria provavelmente para o Inferno, beberia com o Capeta, faria uma verdadeira revolução no local e tornaria o "Fogo Eterno" um lugar bem mais agradável (e com bem mais "fogo", se é que você me entende).

É claro que a empregada irá se defender de todas as acusações, mas Paola tem uma carta na manga (como sempre teve) para colocar tal criatura atrás das grades: A empregada é Argentina. Por sí só, essa afirmação já a condena não somente pelo assassinato de Paola, mas como também de todas as desgraças do mundo.


Fontes[editar]