Desnotícias:Turismo gay: a chave para a crise

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Foram essas favelas paisagens que atraíram o público feliz para o Rio de Janeiro

LONDRES, Inglaterra - Para solucionar os momentos de crise econômica que o governo passa, vale de tudo (já que não se há muitas opções e escolhas adequadas para essa triste situação), até mesmo apelar para o grupo social mais excluído alegre e feliz do mundo, o público Gay (agora eles acabaram servindo pra alguma coisa), que acabou se tornando uma mina de ouro aos olhos dos grandes empresários.

Segundo (nem tão) grandes estudiosos, no Reino DesUnido "somente" 3 milhões de gays, lésbicas, enrustidos e travestis movimentam mais de 80 milhão de euros em barras de ouro que valem mais do que o real, mostrando que esse grupo movimenta muita grana.

O público GLBTTNLBO (gays, lésbicas, bissexuais, travestis, trangêneros, nerds, loiras suecas ninfomaníacas bissexuais, botanófilos e onanistas) é um público que curte muito uma viagem, contanto que tal lugar ofereça segurança e uma cama redonda com um espelho no teto. Por esse motivo que muitas cidades agora que se tocaram e começaram a eleger as "Cidades mais gays do mundo para se conhecer", sendo que o Rio de Janeiro ganhou esse ano em primeiro lugar (ui!).

O marketing boca-a-boca é o principal meio de transmissão desses lugares entre o "público colorido". O que a cidade deve fazer é proporcionar ao visitante o máximo de prazer e satisfação, para que ele indique o local aos seus companheiros e, no próximo ano, eles façam uma suruba retornem com mais pessoas à localidade.

O povo todo desse meio tem um tempo livre maior por serem vagabundos, mais dinheiro e uma maior CUriosidade de conhecer outras localidades e CUlturas, investindo assim uma maior grana ao redor do mundo do que o turismo heterossexual (que já ficou demodê).

Fontes[editar]