Destiny 2

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Virtualgame.jpg Destiny 2 é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, alguém pressionou F para demonstrar respeito


DLC de Destiny 1
Destiny 2 cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Bungie
Publicador Activision Bungie
Ano 2017
Gênero Destiny 1
Plataformas PlayStation 4, Xbox ONE
Avaliação 4/10
Idade para jogar Livre pra quem for idiota de comprar isso

Cquote1.svg Quando a gente falou que Destiny 1 teria uma longevidade de 10 anos de DLCs e renovações, por "renovação" a gente quis dizer que poderíamos lançar Destiny 2 Cquote2.svg
CEO da Bungie sobre Destiny 2

Destiny 2 é um clone de Destiny 1 que ao invés de ser só uma fase ou DLC novo do jogo Destiny 1 acabou sendo um jogo separado. Tal qual seu jogo antecessor, justamente por ser uma cópia fiel deste, Destiny 2 também não se decide se quer ser um MMO ou um FPS, não sendo nem um e nem outro, trazendo apenas as coisas ruins do MMO que são as repetições de missões e as coisas ruins do FPS que são enredos genéricos e sem graça.

E para finalizar esse pacote, a Bungie ainda descaradamente desenvolveu um jogo já pensando em DLCs futuras, entregando várias coisas i completas de propósito para serem compradas futuramente. Como gamer é tudo retardado, compraram o jogo mesmo assim.

Jogabilidade[editar]

Destiny 2 sendo um bom Destiny 1.

A jogabilidade de Destiny 2 é exatamente igual à jogabilidade de Destiny 1, porque obviamente se trata de um DLC não declarado deste. O jogo traz os mesmos inimigos, os mesmos cenários, as mesmas três classes, as mesmas armas, as mesmas opções de criação de face e corpo de personagem os mesmos lags, o mesmo tudo. A única diferença é que ao invés de ter a safezone na Torre, agora essa safezone fica numa chácara, mas lá haverá os mesmos vendedores e as mesmas coisas para se fazer do que fazia na Torre de Destiny 1. Para manter o jogo bem fiel e copiado de Destiny 1, o grande foco no grind não foi removido, forçando os jogadores a jogar repetidamente as mesmas fases de novo e de novo, enfrentando hordas de inimigos idênticos aos inimigos de Destiny 1 cuja inteligência artificial ainda está ligada no modo "kill kill kill" e eles só vem pra cima igual uns loucos tentando te vencer pela vantagem numérica.

Para não acusarem a Bungie de ter feito um jogo idêntico ao que já tinham feito anteriormente, algumas novidades foram inseridas, como o fato de que agora o jogador é forçado a andar a pé pelos cenários para poder "contemplar mais o cenário", e em algumas fases específicas, contemplar o abismo infinito, já que os bonecos andam escorregando e quando tem aqueles pulos de plataforma nas beiradas dos precipícios você sempre vai cair pelo menos uma vez. Outra novidade é a possibilidade de ir para mais planetas, como Titã, Io e Planeta X, embora esses três planetas sejam estranhamente idênticos à Terra.

O modo online, portanto, continua sendo o destaque, especialmente porque o lobby mal feito do jogo vai permitir a criação de partidas completamente desbalanceadas onde jogadores novatos com umas arminhas chulé precisarão enfrentar jogadores veteranos ridiculamente bem armados, ou mesmo será possível acontecer rodadas aleatórias de equipes de 6 contra 1. Esses duelos online ficam ainda mais emocionantes quando há a possibilidade constante e real de você morrer e fazer respawns imediatamente em frente da pessoa que acabou de te matar, pra te matar de novo, ou mesmo fazer respawn no meio do especial de algum adversário e já nascer morrendo.

Enredo[editar]

Somos apresentados a três personagens que simbolizam os três estereótipos básicos de todo jogador de MMO. Conhecemos um robô chamado Keith, da classe caçador, representando os zueiros que infernizam a vida dos outros jogadores com piadas sem graça, ofensas gratuitas e comportamento tóxico. Depois conhecemos Ikora, da classe arcano, representando as mulheres que te tanto receberem xaveco ficaram com cara de limão azedo e mal humoradas, e por último temos o Zavala, da classe marombado, representando os nerds chatos pra caralho que gostam de ficar ali cagando regra sobre como os outros devem se comportar dentro de um MMO. E para que conhecemos esses três personagens? Para porra nenhuma, porque eles logo somem e tudo passa a circular apenas em torno do protagonista, que é um personagem genérico mudo de FPS.

O jogo então ocorre durante uma invasão alienígena liderada por Lord Ghaul, um marombado que tem o sonho de conhecer o maior testículo do universo, que no caso é aquele ovo imenso flutuando na Terra. Os motivos dele querer conhecer esse ovo gigante em nenhum momento são aprofundados, cabendo ao jogador interpretar de onde vem tanta viadagem.

Como controlamos um protagonista mudo, o enredo é sempre uma incógnita, embora ele tenha adquirido o computador do Stephen Hawkings para conseguir falar através de um Digimon voador. Depois de Lord Ghaul ter conquistado a torre, o protagonista passa a viver com Suraya, uma marrenta chata pra cacete que está sempre te menosprezando, e com razão, já que você é um esquisitão que fala porra nenhuma, mas é ela que cuida da Chácara que passa a ser a nova bse de operações para reconquistar a Torre dos aliens.

E como termina a história? Com gamer otário comprando DLC.