Dias Toffoli

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Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Salve, mano! Este artigo é paulista: não gosta de gaúcho nem de carioca e se acha um puta trabalhador, né, meu! E não tá completo, pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!


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Dias Toffoli é mafioso, capiche?!

Isso quer dizer que ele(a) é da máfia ou de gangue e pode fazer o que quiser com você, sua mãe e seu pai, principalmente se você tiver dívidas com ele. Não o desrespeite ou Luca Brasi correrá atrás de você, questo esquifoso!


Dias Toffoli
Dias toffolli e amigos pt1.jpg
Dias Toffoli e suas afiliações
Presidente do STF do Bandeira do Brasil Brasil
Período 23 de outubro de 2009 até hoje
Partido PT
Nível de honestidade Baixo, ruim, pobre... ♥ aquela propina
Perfil
Nascimento
Marília, link={{{3}}} São PauloBandeira do Brasil Brasil
Partido PT
Profissional
Profissão Estagiário (até 1993)
Cabo eleitoral (até 2009)
Juiz (2009–)
Dados Pessoais
Sexo link={{{3}}} Masculino

José Antonio Dias de Toffoli (Marília, 15 de novembro de 1967), mais conhecido pelo nome de guerra Dias Toffoli é um carteirador e desacatador brasileiro. Atualmente é presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Injustiça, tendo sido nomeado através do programa “Meu Primeiro Emprego” lançado no governo Lula em 2008, e que buscava a inclusão de jovens recém-formados no mercado de trabalho. Dias Toffoli também possui larga carreira jurídico-criminal, adquiridos enquanto estagiou no programa de jovens advogados da máfia, e depois de formado, se especializando em propina Direito Sindical, prestando consultoria à Camarilha Única dos anti-Trabalhadores, assim como na atividade de quase 30 anos como cabo eleitoral e boca-de-urna do Partido dos Trabalhadores.

Biografia[editar]

Filho de um corno com uma raimunda (pelo menos o nome era... Sebastiana...), Dias Toffoli foi parido nas entranhas da Dona Marília no outono de 1967.

Diferentemente de seus colegas contemporâneos que atuaram naquele porão inóspito, Dias Toffoli não tem porra nenhuma do que se orgulhar. O jovem, depois de formado — graças ao ProUni™ — foi tentar a sorte nessa vida como advogado e achando que já era gente, ele tentou se candidatar a uma mamatinha como quarto árbitro (reserva) no Tribunal de Justiça do estado de São Paulo. Reprovou.

Destemido, aquele jovem foi tentar de novo. Porra, dessa vez o cara já tinha a prova na ponta da língua, afinal ele já tinha feito antes. E não é que o cara conseguiu reprovar e de novo... Na época, seu pai se revoltou com a qualidade de seu esperma quando viu a colocação de seu filho, 987.564º colocado entre 987.563 candidatos:

Cquote1.png Puta que pariu! Moleque do burro do caraí, filho duma puta!! Cquote2.png
Luiz Toffoli sobre seu filho

Primeiros contatos com o PT[editar]

Revoltz, Dias Toffoli saiu de casa e foi morar no final da rua onde morava, em uma república cheio de homens com transtornos mentais. Foi lá onde teve seus primeiros contatos com o mundo do crime do colarinho branco, onde conheceu a UNE e depois a CUT.

Na CUT, Dias começou fazendo panfletagem nos comícios promovidos pela entidade pilantrópica. Em um desses comícios, Dias Toffoli conheceu o presidente da CUT, um cara cheio da grana que ajudou a custear uma passagem até Brasília, onde ele poderia ensinar alguns analfabetos funcionais da UniCEUB, uma uniesquina privada local. Lá ele reencontrou um velho picareta conhecido de longa data e que lhe devia alguns honorários ganhos de um processo ganho lá atrás quando o então presidenciável tinha entrado contra o ex-presidenciável Collor.

Dias Toffoli mendigou tanto um carguinho de confiança no governo, sempre lembrando dos honorários atrasados, que finalmente conseguiu a sua tão sonhada mamada federal. Ele começou na Casa Civil, mas logo foi demitido e por ninguém menos que Dona Mandioca. Primeiro porque não soube fazer seu serviço direito com os Mensaleiros e depois porque ele era parceiro de quarto de José Dirceu, ou seja, se livraram do pulha antes que ele viesse a estragar todo o plano com esse relacionamento estranho que ele mantinha (e mantém até hoje) com o Zé Dirceu.

Mensalão do DEM e indicação para o STF[editar]

Apesar de petista doente, Dias Toffoli era bem democrático no que se referia a corrupção. Esse advogado nunca fez distinção de raça partidária quando o assunto é participação em esquemas, negociatas ou qualquer outra coisa que seja do meio político-brasileiro.

Amigo pessoal do delegado Demóstenes Torres, Dias fez questão que participar da oração, culto, ceia e todo o ritual de celebração da propina de nosso Senhor. Dias fez a oração final e tocou o baixo no momento do louvor da propina, na casa do ex-deputado distrital Júnior Brunelli.

A pró-atividade do rapaz em casos de repercussão nacional chamou a atenção de seu cliente-presidente que achou por bem chamar o rapaz para integrar pessoalmente o programa “Meu Primeiro Emprego” (extinto no final de 2015) que oferecia vaga à jovens e adolescentes (fisicamente ou mentalmente, como era o caso de Dias Toffoli) de trabalho em órgãos estatais. Ele foi chamado sem passar pela fila de espera, deixando outros 5 milhões de jovens chupando dedo. Assim, Dias Toffoli pôde tomar posse como embusteiro no STF.

No Supremo Tribunal Federal[editar]

Na Suprema Corte, o ministro inaugurou uma forma mais dinâmica de se fazer injustiça no Brasil. O advogado e ao mesmo tempo juiz dos acusados (sempre ele, José Dirceu e João Paulo Cunha) julgava seus clientes sempre os inocentando, sem precisar fazer todo aquele jogo de cena já que o juiz conhece e trabalha pros réus. Por essa nova técnica, Dias Toffoli foi laureado com o prêmio de Picareta do Ano em 2012, segundo a revista TIME.

Desde que assumiu naquele assento, o ministro já tomou mais tentativas de impeachment do que qualquer presidente ruim já eleito no país, chegando a igualar seu colega de índole igualmente duvidosa, o ministro Gilmar Mendes. Como um bom descendente de italianos, Dias Tóffoli contribuiu diretamente para o STF passar muito tempo sendo uma pizzaria

Veja também[editar]

Precedido por
Cármen Lúcia
Presidente do Supremo Tribunal Federal
13 de setembro de 2018 – atualmente
Sucedido por
-
Precedido por
Casalbé de Mano Menezes
Ministro do Supremo Tribunal Federal
2009 – atualidade
Sucedido por
continua embostando lá