Dificuldade para peidar

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Uma menina com tal doença.

A dificuldade para peidar é uma condição clínica, também denominada Flatus tardios, ou Síndrome do Peido Assustado (SPA), em que o sujeito acometido fica impedido, seja por uma condição anatóide, hormolástica, psicostática, ou ambas as três, de realizar um dos direitos garantidos pela Comissão de Direitos Humanos da ONU, sendo este direito nada menos que o de emitir o peido, também conhecido como flatus, em suas diversas formas conhecidas (gasosa, líquida ou pastosa). Tal condição clínica induz a grandes danos psicofisioplásticos no paciente, pois causa sensível diminuição no padrão de vida do emissor, que passa a sentir dores abdominais, cansaços naso e nauseabundos, fadiga retal, e sensação de vazio existencial.

História[editar]

O assunto veio à tona quando, em 1962, o direito ao peido foi suprimido pelo governo da União Sovietnamita (antiga Diarreia do Norte), como forma de repressão à religião dos sovietcongs, cultuadores do Deus Flatos, que foram obrigados a consumir diariamente fibras colantes derivadas da cultura da variedade sovietnamita do Tatu-bola, o que suscitou fervorosos protestos de grupos de direitos suínos. O episódio teve fim quando, em 1968, houve uma grande revolta artística liderada por Féculus Sidharta, atual premiê sovietnamita, de congnome Ghandi Terceiro.

Libertação através da arte[editar]

Segue poema criado pelo grande literato e prêmio Nobel sovietnamita, Féculus Sidharta, que jura ter-se libertado da dificuldade para peidar através da arte. Certo dia, enquanto estava sentado embaixo de uma arvore em seu exílio na Coreia do Meio, o autor diz ter encontrado o Nirvana, durante o qual compôs esta pérola, que lhe garantiu o prêmio Nobel da Paz Celestial, e que é hoje amplamente utilizado por psicólogos e patólogos no tratamento da Síndrome do Peido Assustado.


Canção do Ventre[editar]

Peido, peido assustado
Escondido por entre pregas
Por que da existência te negas
A mostrar teu fluido estado?

Peido, eu o convoco
Submerso estás no submundo
Regressa deste porão imundo
Não é muito o que lhe rogo

Peido, por que insiste desta lida?
Não vês que morrer quero
Não mais sofrer espero
Concedei-me alívio ainda em vida

Peido, o erro incorrido reconheci
Zombei dos flutuantes aparatos
Mal sabia que o Deus Flatos
Em castigo pôs-me e agora ri

Peido, do poeta a musa permiti
Se libertar-me não puderes tu
Infringir este meu tabu (cu)
Consolar-me ao menos consenti

Peido, uma coisa te prometo
Que o dia que retornares
E feliz varando os ares
Das trevas desfazer teu gueto

Peido, milagres vereis na Terra
Animais não mais pular
Flores do mal murchar
Vencida declarada a guerra