Diplomacia

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A diplomacia é a arte de convencer as pessoas de que elas estão erradas e você certo. Isso a faz análoga ao debate, mas a diplomacia é muito mais interessante pois envolve explosivos e milhares de vidas de pessoas inocentes.

A história da diplomacia remonta à séculos da antiguidade

Desde tempos remotos têm-se registro da atividade diplomática como meio para destruir um adversário através de uma só arma: as palavras. Palavras e, possivelmente, algumas pedras bem grandes. O uso de um intelecto superior e a barganha por altos ganhos sobre um posicionamento fraco são os principais princípios por trás da diplomacia. Quem não precisar se utilizar de seu intelecto superior é, claramente, mais esperto que seu oponente.

Boa diplomacia x Má diplomacia[editar]

Um bom diplomata nunca cede, é carrancudo e não se deixa levar por qualquer subterfúgio. Os melhores diplomatas podem mudar o rumo de qualquer discussão trazendo os argumentos para o seu lado, colocando o oponente sob o seu prisma, mesmo que tenha que usar a força para tanto. Um martelo é uma boa ferramenta diplomática, entretanto, a nível internacional, um arsenal nuclear é muito mais convincente. Um bom exemplo de como não usar seus "meios" diplomáticos foi a Guerra Fria. Durou o tempo que durou porque EUA e Rússia tinham muito medo de usar a real diplomacia proporcionada por seus aparatos.

Eis um belo exemplo de um estudante de diplomacia do Instituto Rio Branco em Brasília - DF

Já comprometer-se é um dos maiores erros da diplomacia, a não ser que você queira trocar alguns insultos por um soco a mais na cara do seu oponente. Nunca ceda às demandas, seus adversário cheiram fraqueza a quilômetros de distância e não hesitarão em agarrar com unhas e dentes essa vantagem. O seu país inteiro vai ter que redimir porque você não conseguiu se sustentar durante a discussão. Nunca seja fraco, mesmo que não tenha nada que te dê crédito. Seu exército inteiro foi dizimado? Claro que não, nossas forças não foram detectadas porque a USP desenvolveu soldados invisíveis. Não tem mais dinheiro? É óbvio que não, o que houve foi uma invasão comunista resultante na desmonetarização do país e posterior criação da maior Reversal Russa do planeta.

A má diplomacia baseia-se numa boa fundamentação, paciência, perseverança e belos tradutores. Ou você fala a língua deles ou vai falar com as paredes. Na verdade, a única coisa que um bom diplomata precisa é brandir seus punhos quando fizer acordos: paciência é só um sinal de preguiça; perseverança serve para aguentar os choramingos e manhas o tempo suficiente para extorquir a total rendição de seus oponentes.

Ouvir é outra maneira de se fazer a má diplomacia. Ouvindo você concorda que seu adversário tem ideias e opiniões que tem que ser levadas em consideração, o que não é verdade! Exceto, claro, se você o estiver enganando, conduzindo-o a uma falsa sensação de segurança, entretanto esse know-how é recomendado apenas aos diplomatas mais experimentados. O melhor a fazer é entupir o ouvido com algodão e falar até que suas cordas vocais, num frenesi impulsivo para se salvar, saiam de sua garganta por sua própria vontade.

Revisão[editar]

Bons diplomatas:
  • Fazem acordos
  • Brandem os punhos
  • Arremessam móveis
  • Fazem exigências irracionais
  • Gritam
  • Não mostram perdão
  • Portam armas
  • Tiram os sapatos e batem na mesa com eles
Maus diplomatas:
  • São racionais
  • Põe as coisas em perspectivas
  • Comprometem-se
  • Têm boas maneiras
  • Valoram a vida dos seres humanos
  • Consideram as consequências
  • Conduzem a conversa num terreno neutro
  • Agem como babacas

O Processo Diplomático[editar]

Qualquer mané pode entender os conceitos gerais da diplomacia, porém sem o conhecimento específico do processo diplomático a maioria desses manés provavelmente vai murchar frente ao olhar incisivo de seu oponente. Isso porque nunca deve passar pela sua cabeça que seu oponente também é um mané. Vigilância ou mesmo paranoia são partes indispensáveis de uma boa diplomacia.

Apresentação[editar]

Quando encontrar-se com outros diplomatas, certifique-se de ser brilhantemente ameaçador. Primeiras impressões abrem portas para diversos caminhos. Imagine-se esmigalhando o cérebro deles com o poder de sua mente, porque é assim que você quer que eles se sintam (mas lembre-se, não tente fazer isso se você for um Jedi ou detiver poderes psíquicos, as consequências seriam desastrosas para a diplomacia internacional em geral). Sinta-se livre para fazê-los borrarem as roupas de baixo, um bom diplomata lembra-se de sempre zombar seus oponentes para desencorajar qualquer brincadeirinha amigável que possa dar ensejo a uma estratégia suja para angariar sua confiança.

George W. Bush, exemplo da boa diplomacia internacional

Se insistirem em apertar sua mão, lembre-se de dar uma grande, gorda e embaraçosa pausa para estender seu braço e, estrategicamente, pegue os 4 primeiros dedos do punho de seu oponente e balance aquela mão desprotegida como se fosse um peixe morto. Sempre tenha seguranças, eles poderão encarar os outros diplomatas enquanto você os estuda um a um. Óculos de sol são uma boa, assim como sobretudos negros. Faça com que seus seguranças também usem sobretudo e se algum deles estiver com um soco inglês em mãos, não é nada mal. Lembre-se, não se entusiasme demais! Os debates ainda nem começaram, ou seja, você ainda não arrancou deles o que queria.

Coisas que acontecem após as apresentações[editar]

Todos os diplomatas respeitam quem possui uma aura de autoridade, então sente em uma cadeira que o faça mais autoritário, ou seja, pegue a maior cadeira da sala ou sente em cima de uma lista telefônica para ficar maior. Se a reunião for em uma mesão, tente sentar na ponta de modo que as janelas onde bata sol fique nas suas costas, note que essa luz faz com que a pessoa pareça-se com um vulto e não há nada mais intimidante que um vulto. No mais, lembre-se que estarão todos olhando para várias partes da sala e, quando você estiver falando, tenderão a concordar com o que diz justamente por terem diretamente o sol em seus olhos.

Um último lembrete sobre cadeiras: sempre que puder, coloque uma tachinha no acento de seu adversário. Talvez isso não traga muitas vantagens diplomáticas, mas é bem engraçado!

Tendo início a conversação, dispense as formalidades e vá direto ao ponto. Dê a todos uma lista das suas exigências e, se necessário, gratifique-os com uma apresentação do Power Point. Eles vão chiar e discordar, vão dizer que sua proposta é descabida. Não desanime! É aqui que entra em jogo sua raiva contida seguida da agressividade passiva escondida em suas entranhas. Se insistirem nessa teimosia infantil, não se mostra abatido, isso seria uma sinal de fraqueza que os encorajaria ainda mais a manter sua posição. Em vez disso, bata com seus punhos sobre a mesa, levantese com ódio em seus olhos e diga que só vai suportar isso até que sua fúria diplomática comece a bater em suas cabeças. É isso ou bater neles com o martelo.