Disintegration

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Desintegração
The Cure - Disintegration -1989-.jpg
Mais uma capa criada a partir de influências alucinógenas
Lançado em 1989
Gênero gótico gótico
Gravadora Fiction Records


Disintegration foi o primeiro último álbum do The Cure, ou seja, foi a primeira vez que Robert Smith ameaçou ser o último álbum e encerrar a carreira, mas todos sabem que isso infelizmente nunca aconteceu, já que ele é um vampiro imortal e não teria como passar o tédio se não fosse compondo músicas funestas.

Considerado o disco mais emblemático do The Cure é um resultado da união de drogas alucinógenas, com álcool, intrigas internas, angustias existenciais e depressão. O motivo de tanta amargura de Robert Smith era o fato de estar prestes a completar 30 anos de idade e até então era virgem, tanto que foi depois do lançamento do álbum que ele se casou.

Robert Smith quando demitiu Laurence Tolhurst e sua poker face.

Robert Smith trancou-se num banheiro de rodoviária e escreveu metade do disco, depois foi para uma favela na Indonésia e escreveu a outra metade das músicas, e por último ligou a televisão brasileira na programação de domingo. Todos fatos que contribuíram para que Disintegration fosse produzido com um resultado grandiosamente depressivo.

Quando Robert Smith juntou a banda para a gravação ele fez questão de sempre estar enchendo o saco de seus companheiros, tudo para criar propositadamente um clima ruim, para deixar a música ruim, seu objetivo. Enquanto o álbum era gravado, dois jovens cometeram suicídio na proximidade do estúdio, era o sinal que Smith estava no caminho certo.

Lançado em 1989, Disintegration tornou-se o disco mais vendido do The Cure, pois finalmente após a fase pop alegrinha de The Top, The Head on the Door e Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me o The Cure havia finalmente voltado a fazer música de emo, o estilo de seus fãs.

Foi nesta época que Laurence Tolhusrt estava de palhaçada, chegava atrasado para as gravações e era o primeiro a ir embora. Enquanto a banda estava ralando produzindo as músicas, Tolhusrt estava apenas assistindo Pica Pau na televisão. Robert Smith tentou mantê-lo o máximo possível na banda por amizade, até fez ele aparecer 3 segundos no clipe de "Just Like Heaven", mas não teve jeito, o empresário da banda Roberto Justus acabou demitindo o cara.

A capa do disco, seguindo o estilo de capas do The Cure, é algo completamente indeterminado, apenas uma mistura de tinta guache sobre a cara do Robert Smith. O nome "Disintegration" foi adotado porque teoricamente este era o último álbum do The Cure. Mais ainda posteriormente viriam novos 5 últimos álbuns.

Músicas[editar]

  1. "Plainsong" – 5:12, A abertura do disco é uma humilhação que Laurence Tolhusrt sofreu para Roger O'Donnel, uma vez que este fez uma música quase inteira com efeitos de teclado, enquanto Tolhusrt já não tinha mais capacidade nem de identificar o do-re-mi-fa-sol-la-si.
  2. "Pictures of You" – 7:24, Uma música bonitinha, romântica, cheia de efeitos fofos. Logo de cara você já duvida se esse álbum é gótico mesmo.
  3. "Closedown" – 4:16, Uma música que relembra o velho estilo das músicas do álbum Pornography, com uma bateria e um baixo batucando a mesma coisa fúnebre por mais de 4 minutos.
  4. "Lovesong" – 3:28, Uma música emblemática do álbum, foi uma declaração de amor de Robert Smith para sua esposa. A música nem é lá essas coisas, mas os fãs gostam porque acharam a música bem BuNITxinha.
  5. "Last Dance" – 4:42, Uma música que você facilmente confunde com qualquer outra do The Cure.
  6. "Lullaby" – 4:08, Considerada a música de maior sucesso do álbum, mescla um clime de claustrofobia com certa vontade de suicídio e dramaticidade exercida pelo vocal introspectivo. Na verdade só ficou boa porque tem violinos.
  7. "Fascination Street" – 5:16, Outra interessante música com ar sinistro, que integrou harmoniosamente mais de 8000 instrumentos diferentes, você escuta som de tudo.
  8. "Prayers for Rain" – 6:04, Não passa de uma introdução da música seguinte.
  9. "The Same Deep Water as You" – 9:18, Esta música de 10 minutos é muito raro encontrar alguém que consiga escutar até o fim. Devido ao som da chuva que tem em seu fundo, ou a pessoa dorme, ou fica com vontade de ir no banheiro.
  10. "Disintegration" – 8:18 - A música que dá nome ao disco, é mais ou menos a união de tudo visto no disco numa batida apressada.
  11. "Homesick" – 7:06, Mais uma música que Roger O'Donnel fez para humilhar Laurence Tolhusrt em técnica de teclado.
  12. "Untitled" – 6:30, Esta música feita com um acordeão ficou tão esquisita que Robert Smith ficou até com vergonha de dar um nome para ela.

Disintegration: Deluxe Edition[editar]

Em 2010, como Robert Smith estava sem grana para comprar sua cachaça, ele decide lançar o Disintegration: Deluxe Edition para os fãs gastem mais dinheiro para ter a discografia completa da banda.