Draw the Line

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Ozmaeleozelito.jpg Este artigo se trata de um álbum

E provavelmente tem só duas músicas que prestam.

Conheça o resto da playlist clicando aqui.

Draw the Line foi o quinto álbum da banda velha pra caralho Aerosmith. Esse álbum deve ter sido a gota da água para o empresário da banda, para Deus, para os fabricantes de naftalina e para os fãs que foram esperançosos para as lojas conseguir um disco com uma capa bonita e encontraram um vinil com desenhos feios na frente em que a banda parecia mais uma matilha de Yorkshires ou Komondors.

Produção[editar]

Desenho psicografado desenhado por Tom Hamilton em contato com seus ancestrais.

O álbum foi produzido pela columbia records, a mesma que produziu os outros álbuns, e fez a mesma coisa que fazia com o Aerosmith quando gravavam um álbum: faziam ele com desleixo. Se já era o cúmulo a banda ter que gravar no mato e compor músicas com uma guitarra que acharam no lixão esse aqui só pode ter sido... Algo pior que o cúmulo.

Como o Aerosmith era a típica banda "fuck all this" ou "cachorro pobre" para a banda não fazia diferença gravar em um estúdio com ar condicionado e comes e bebes ou em um Puteiro, e isso de fato essa teria sido a segunda opção se eles não tivessem escolhido um convento abandonado e mal-assombrado.

Sim, eles foram fazer isso em um convento abandonado. Mas o problema não é por ter sido feito no convento mas sim o que era feito no convento.

Gravação (que é a mesma coisa que produção... Foda-se)[editar]

Foi talvez a mais cagada de todo o Aerosmith, não que a banda estava com medo mas sim que a banda fez tudo "cagado" as músicas. Talvez pela alta quantidade de naftalina que ingeriam todo o dia lá, culpa de Steven Tyler que disse que a naftalina era "o Mentos da sabedoria".

Durante a gravação das músicas os integrantes ingeriam drogas e todo mundo da produção "entrava na deles" (o mais certinho de toda equipe andava com um cachimbo de Maconha para um lado e para o outro), eles também dormiam lá (mas ninguém alegou ver fantasmas, só "pessoas que atravessavam paredes"), comiam Ruffles, disparavam armas de fogo - foi ideia de Joey Krammer que estava muito doidão, ele disse que tinha comprado uma carabina nova e que testar, foi para um bosque e trouxe dois veados para fazer de janta, fez um urro de Viking e guardou a pele dos veados para o estofado de suas Ferraris - e dirigiam bêbados em seus carros esportes, foi assim que JOey bateu sua primeira ferrari.

Após uma semana e meia de gravação o álbum estava feito com uma história pior do que todo o repertório do Slash, e como não havia tempo para fazerem uma capa que prestasse, chamaram o Tom Hamilton para fazer caricaturas deles em um papel. Ele amassou um pouco para poder enrolar um "palheiro" de Marijuana, desenrolou e então deu a nova capa do álbum.

Chamaram de Draw the Line pois tinha sido ideia da columbia devido ao pouco tempo e ao nome da primeira música.

Músicas[editar]

O álbum Draw the Line pode ser comparado ao nexo dessa imagem com esse artigo. Você só pode dizer: "Por quê?" ou "Esse cara fumou algo..."

Álbum do Aerosmith é como Raimundos, uma ou duas todo mundo gosta e vai para a billboard, mas o resto é lixo. A diferença é que no álbum dos Raimundos eles faziam um álbum cagado inteiro, todas as músicas iam para o lixo para dois álbuns depois fazer uma música "top das paradas". Com Draw the Line não foi diferente, a destaque que saiu foi Kings and Queens.

  • Vaca azul de leite, leite de vaca azul, azul leite de vaca.
  • Perdendo a linha do trem
  • Get it up! (uma mulher gritava isso quando entrou no banheiro com Joe Perry)
  • Kings and Dragqueens
  • Quem não tem colírio, usa óculos escuros
  • Eu quero saber por que!

O álbum rendeu um platina duplo para o Aerosmith mas foi criticado pois a voz de Steven Tyler parecia que ele tinha consumido muita maconha e tinha dado uma "bad trip".