Ecolocalização

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Silvio e o bambu.jpg Este artigo é relacionado à biologia.

Não estranhe se o artigo mencionar coisas como mitocôndria, partenogênese ou triglicérides.

Ecolocalização ou biosonar é o nome dado para um superpoder exclusivo de alguns animais, que lhes permite ter uma maior capacidade de detecção de objetos aleatórios no espaço. Alguns pesquisadores e geneticistas famosos, dentre eles o renomado Dr. Charles Xavier, têm trabalhado em pesquisas pesadas com o intuito de implantar artificialmente o sistema de ecolocalização em determinados humanos, tais como cunhados e tios engraçadões, na expectativa de que, uma vez portadores dessa incrível habilidade especial, esses indivíduos tenham uma melhor percepção das coisas ao seu redor, e por conseguinte, uma maior noção do quão folgados os mesmos são, para que dessa maneira, assim que terem ciência de que existem mais pessoas no cômodo, tratem de levantar seus corpos gordos e espaçosos do acento e deem lugar para os demais habitantes da casa.

Descrição[editar]

De todos os superpoderes presentes na natureza, o dom da ecolocalização é o mais raro de todos, restringindo-se sobretudo a morcegos e golfinhos. Em virtude disso, inúmeros supervilões, tais como serpentes e gambás (no caso dos morcegos), e tubarões e orcas (no caso dos golfinhos), costumam iniciar investidas mortais contra tais criaturas a fim de devorá-las na janta, acreditando piamente que devorando esses animais, os mesmos passarão a ser também portadores desse dom. Além dos morcegos e golfinhos, alguns superherois secundários, como o pássaro-do-petróleo e alguns insetos desconhecidos pela grande massa, também tem o dom da ecolocalização. Entretanto, por serem menos evoluídos intelectualmente, são incapazes de utilizar corretamente esse poder, que acaba não sendo muito eficaz para esses pobres coitados.

Justiceiro se apropriando da milenar técnica para identificar um aperitivo vândalo.

Fisicamente falando, o superpoder da ecolocalização na verdade é uma consequência de uma habilidade muito mais poderosa: a sonocinese, que seria o poder de manipular o som. Acredita-se que morcegos e golfinhos que atuam como os maiores usuários da ecolocalização, apresentam um alto grau de evolução biológica. Isso pro sua vez, permite que os mesmos possam, após concentrar toda a energia de seu corpo, produzir ondas sonoras de alto nível, atuando na linha do ultrassom, acima da faixa de som audível. Essas ondas sonoras produzidas, entretanto, devem ser minuciosamente controlada por seus usuários, pois as mesmas se deslocarão pelo espaço até atingir um alvo aleatório, e se for utilizada uma energia muito forte, o poder das ondas será tão forte a ponto de matar pobres animais indefesos. Dessa forma, as ondas são enviadas de maneira a atingir algum alvo, e em seguida, retornam ao seu emissor, trazendo todas as informações necessárias sobre o mesmo (nome, sobrenome, ficha criminal, etc) que permita ao usuário, fazer seu julgamento sobre o indivíduo em questão. Isso faz dessa habilidade uma das mais úteis na natureza para identificar animais vagabundos, arruaceiros e criminosos.

Além de identificar o meliante em questão, a ecolocalização também fornece as informações necessárias para que seus usuários possam calcular a distância em que estão do alvo, e dessa maneira, elaborar uma emboscada eficaz sem que o malandro desconfie que está prestes a ser encurralado. Uma vez gerada lançada a onda sonora, os morcegos e golfinhos, em virtude de sua inteligência avantajada, se apropriam de todos os seus complexos instintos para contar os segundos que se passaram desde que eles lançaram o poder, até a hora que o mesmo retornou a eles com a informação. Após esboçar complexas equações físicas de cabeça, eles finalmente conseguem calcular de forma precisa o ponto em que seus arqui-inimigos estão, e a que distância deles eles se encontram. Como resultado disso, morcegos e golfinhos se configuram em indivíduos dos quais você não vai querer estar no caminho, estando entre os mais eficientes justiceiros do mundo animal.

Ecolocalização em morcegos[editar]

Os mais famosos dobradores de som usuários de ecolocalização são sem sombra de dúvidas os morcegos. Morcegos na verdade possuem dois superpoderes que os diferenciam dos demais mamíferos: além da sonocinese, eles também apresentam o dom do voo, o que lhes dá larga vantagem no reino animal, permitindo não apenas que os mesmos consigam capturar o almoço animais delinquentes que fugiram da prisão de bambus, mas que também consigam ter uma maneira efetiva de deixarem seus inimigos lerdos e molengas (cobras, gambás, etc) a ver navios. Alguns morcegos mais barra pesadas, entretanto, com plena confiança em seu poderes naturais, arriscam na sorte e travam batalhas sangrentas contra seus inimigos. Muitos vencem seus inimigos, sempre prevendo o próximo ataque e esquivando-se das investidas de seus atacantes, por terem noção o tempo todo da posição dos mesmos devido a ecolocalização, aproveitando cada deixa para golpeá-los com mordidas poderosas e matando seus adversários ao lhes passar o vírus da raiva. Entretanto, alguns lutam bravamente até a morte, quando acabam sendo acertados por garras voadoras ou por rajadas de veneno, e posteriormente, indo para a panela.

Um morcego prestes a usar a ecolocalização para detectar criminosos na noite.

Essa habilidade especial faz dos morcegos fortes aliados dos humanos na luta contra o crime no mundo animal. Por meio dela, morcegos insetívoros, por exemplo (os principais usuários), conseguem localizar qualquer movimentação estranha em seus arredores, o que lhes permite identificar insetos suspeitos. Se os morcegos julgarem o inseto como inocente, eles os deixam ir embora. Entretanto, se os mesmos considerarem o inseto culpado, bem provável que o dito cujo seja devorado em uma única abocanhada. Isso é muito útil para combater aqueles insetos infratores que atuam como verdadeiros vilões em nossa vida, nos trazendo todo o tipo de doença transmissível e empesteando nosso organismo com todo tipo de pragas e patologias.

Não se sabe ao certo qual o principal ponto de concentração de energia dos morcegos, mas renomados cientistas acreditam que todo o seu chakra poder encontra-se no nariz e na boca dos morcegos. Dessa maneira, as ondas produzidas por esses animais seriam na verdade o fruto de espirros ou assoprões ultrapoderosos dessas bem-feitoras criaturas.

Além do mais, os morcegos contam com uma outra importante arma no combate ao crime pelas noites escuras afora, que atuam como aprimoramento para seu sistema de ecolocalização: suas poderosas orelhonas do Dumbo. Assim como aquele seu priminho cabeçudo, esses animais apresentam orelhas maiores que a cabeça, que pra completar, são cheias de dobras deformadas complexidades, que lhe permitem direcionar mais precisamente o som captado, captando qualquer faixa de som. Dessa maneira, não há animal malandro o suficiente no universo que seja capaz de se movimentar sem que o morcego o perceba. Uma vez com um morcego em seu encalço, com certeza o alvo não terá escapatória, e já estará com um pé na cova, pois os morcegos tem a capacidade de controlar sua velocidade sobrehumana como ninguém quando estão caçando o almoço perseguindo algum malandro.

Além do mais, a fim de evitar possíveis confusões, que possam resultar em ataques surpresas acidentais contra outros de sua mesma espécie, a ecolocalização do morcego costuma estar embutido com um sistema de bipes e estalos, que permite que os morcegos identifiquem uns aos outros no meio de toda a agitação das noites movimentadas. Claro que, caso dois morcegos identifiquem um mesmo alvo, bem provável que ambos caiam na porrada entre si para ver quem encherá a pança abordará o meliante em questão.

Alguns morcegos, geralmente com mais experiência em level superior aos demais, apresentam um sistema de ecolocalização mais sofisticado, que servirá inclusive para detectar não apenas animais voadores arruaceiros, mas também peixes mafiosos sob a superfície da água. Claro que os peixes são uma refeição mais difícil inimigos mais poderosos, e em muitas ocasiões, alguns morcegos juntam-se em patrulhas noturnas para derrotar seus oponentes.

Ecolocalização em golfinhos[editar]

A ecolocalização em golfinhos, foi descoberta através dos conhecimentos da ecolocalização dos morcegos, quando dois CDF's teimaram que teimaram que seria impossível existir apenas um grupo de animais justiceiros capazes de se apropriar da ecolocalização. De tanto encherem o saco insistirem no assunto e ficarem batendo na mesma tecla, mandando os cientistas mais céticos que não acreditavam neles tomarem naquele lugar, eles acabaram comprovando suas teorias através da observação de golfinhos parentes do Luciano Huck.

Golfinho rindo da cara de um tubarão após fazê-lo de trouxa em uma fuga bem elaborada.

A descoberta ocorreu quando os pesquisadores em questão, já em estado de completa paranoia, decidiram que a única maneira de tirar essa história a limpo e esfregar as provas na cara dos cientistas mais velhos conservadores, era retirando os pobres animais da natureza a força e levando como cobaias de laboratório, submetendo-os aos mais hediondos testes. Porém, a verdade é que os cientistas jamais conseguiram capturar qualquer golfinho. Isso porque, em virtude de seu superpoder semelhante ao dos morcegos, os golfinhos eram capazes de prever a movimentação das redes no mar, esquivando-se através de movimentos rápidos e surpreendentes até demais para qualquer criatura marinha, deixando os dois trouxas boquiabertos. Claro que, ao presenciar aquele estranho fenômeno, eles desistiram da estúpida ideia de capturar os animais, por dois motivos óbvios: eles já tinham a prova que precisavam, e, por mais que tentassem, jamais conseguiriam capturar os animais mesmo.

A ecolocalização dos golfinhos na verdade atua, fisicamente falando, quase da mesma maneira que a ecolocalização dos morcegos, com umas poucas mudanças. É por isso que, mesmo que tubarões e orcas sejam os principais predadores desses animais, dificilmente se vê alguma notícia ou cenas de documentários do Animal Planet deles sendo capturados por tais criaturas. Provavelmente deve-se ao fato de que, por serem menores e mais rápidos, e ainda por cima terem a sua disposição um moderno sistema de detecção de qualquer corpo gordo e volumoso no espaço que esteja se aproximando a quilômetros, os golfinhos têm tempo de sobra para elaborar uma eficaz manobra de fuga.

Além desse, uma das outras principais utilidades desse fenomenal poder para os golfinhos, é a de identificar fontes de alimento criminosos aquáticos por todo o oceano, como por exemplo, polvos e lulas psicopatas, além de peixes ladrões pé-de-chinelo que ficam roubando a comida de outros peixes. Os seu sistema de ecolocalização atua através de vibrações no ar, e assim como muitos morcegos, sua fonte canalizadora de energia encontra-se em suas aberturas nasais. Após o som retornar, ele é levado direto para seu orifício respiratório, localizado embaixo de uma camada nojenta e asquerosa de gordura no organismo do animal. Acredita-se que o que faça dos golfinhos verdadeiros predadores patrulheiros dos sete mares, seja o fato de que o som recebido, é na verdade impresso traduzido em formato de uma imagem do futuro alimento suspeito gerada em seu cérebro.

Ver também[editar]