Eddie Irvine

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Eddie Irvine foi um grande fanfarrão, playboy, bon vivant e boca suja que por acaso também foi piloto de Fórmula 1. Nunca se importou realmente em correr, só estava ali pelo dinheiro mesmo, embora gostasse de se vestir e se portar como mendigo (porque assim economizava dinheiro), a sua única diversão mesmo era ganhar dinheiro, por isso entrou para a história como sendo um piloto nada memorável. Mas também, o que esperar de alguém que veio da Irlanda do Norte? O que tem na Irlanda do Norte?

Formula 1[editar]

Jordan[editar]

Estreou na penúltima corrida de 1993 no GP do Japão, usando uma confusa Jordan que naquele ano estava já no seu décimo sexto piloto, demonstrando que Irvine ter caído na Formula 1 foi uma mera questão de ausência de pilotos bons o suficiente. Acabou efetivado pela Jordan porque além de marcar 1 ponto em sua estreia, ainda tomou um sopapo do Ayrton Senna porque mesmo de retardatário ficava atrapalhando o brasileiro, e nem ligou para isso. Com essa personalidade de "to pouco me fodendo" logo ganhou o apelido de “terrorista do IRA” e vaga na Jordan onde gostava de usar a F-3000 japonesa pra ficar subornando os executivos da Jordan para ficarem aumentando o seu salário.

O seu comportamento era o de um salafrário e vagabundo, nunca testava os carros e só ficava se preocupando com bolsa de valores, enquanto seu companheiro Rubinho Barrichello praticamente montava todos carros da Jordan (pro Irvine se sair sempre melhor que ele na hora das corridas). Ninguém gostava do Irvine, vestia-se como um indigente com as calças bem abaixo da cintura, camiseta para fora, tênis sujos e desamarrados e não penteava os cabelos, até os mecânicos eram mais limpos e arrumados que ele. Tomava sorvete, bebia cerveja e comia chocolate à vontade, sem grandes preocupações com dieta, rindo dos outros pilotos que se fodiam em dietas regradíssimas. É claro que nunca foi grandes coisas em seus anos na Jordan, mas acabou marcado como piloto porra-loka.

Ferrari[editar]

Irvine fazia tudo pelo dinheiro. Tudo mesmo.

Em 1995, Jean Todt conhecendo a mente salafrária de Eddie Irvine, o contrata como prostituta para a Ferrari. O problema é que a equipe estava sem pilotos, então ele acabou precisando ser escalado para ser o companheiro de Michael Schumacher. Irvine aceitou a oferta, mas sempre deixou claro que não tinha apreço nenhum por aqueles carros, e que se alguém lhe pagasse melhor para que corresse de patinetes na Chechênia, ele iria.

Era um vagabundo que não ajudava em nada, em seus anos na Ferrari ficou ali só pra atravancar os outros e "tentar" fazer o Schumacher ser campeão. Nunca estava nos treinos e muito menos nos testes, especializou-se em ficar só em terceiro e em ser o segundo piloto Michael Schumacher, tornando-se o piloto que mais obedeceu ordens da equipe em deixar o companheiro passar ou em ir travar outros adversários.

Estava tudo bema té 1999, quando algo inesperado aconteceu: Michael Schumacher bateu e quebrou o cu (cóccix, na linguagem científica) e ficou de fora quase o campeonato inteiro. Eddie Irvine de súbito virou o inesperado protagonista, e não soube lidar com isso, terminou o campeonato só em segundo lugar. Após a frustração, saiu Ferrari dando lugar a Rubinho, um segundo piloto muito melhor em defender os interesses do Schumacher.

Jaguar[editar]

Passou 3 anos na Jaguar Racing fazendo porra nenhuma, só pra ter um fim de carreira bem merda e melancólico, só as vezes beliscando uns pontinhos mas nada de mais. Acabou demitido por incompetência e depois nenhuma outra equipe o quis mais.

Agora velho e aposentado, virou Youtuber, e a única coisa que faz em relação à Formula 1 é ficar falando mal da atual temporada, dos atuais pilotos, dos atuais carros e dos atuais circuitos.

v d e h
Pilotos da Fórmula 1