Edifício Altino Arantes

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Va-a-merda-porra-(Luiz-Carlos-Alborghetti).gif Este artigo pretende ser ofensivo!

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E se se sentiu ofendido, VÁ A MERDA, PORRA!!!
Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Eaew, jhow! Este artigo é paulista: não gosta de gaúcho nem de carioca e se acha um puta trabalhador, né, meu! E não tá completo, pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!
Este artigo é relacionado à história.

E vive a American Way of Life

Tempos-modernos01.jpg


Ctrl C + Ctrl V, mas o deles é sempre maior...

Cquote1.svg Você quis dizer: Cópia do Empire State Cquote2.svg
Google sobre Edifício Altino Arantes
Cquote1.svg Puta prédio do cacete, meu!! Cquote2.svg
Paulistano sobre Prédio do Banespa
Cquote1.svg It's fake! Cquote2.svg
Americano sobre Prédio do Banespa
Cquote1.svg Mais arto que a Igreja Matriz de Pirapora... Cquote2.svg
Caipira sobre Prédio do Banespa
Cquote1.svg No Rio não tem um prédio desses. Cquote2.svg
Paulistano, praticando seu passatempo predileto, espezinhar cariocas
Cquote1.svg Lá tem coisas mais bonitas... Cquote2.svg
Carioca, desdenhando o Prédio do Banespa
Cquote1.svg Em Minas não tem isso... Cquote2.svg
Paulistano, escolhendo outra vítima
Cquote1.svg Enfia no cu! Cquote2.svg
Mineiro, respondendo bem no seu jeitim
Cquote1.svg Aaaaiii! Di-li-ça! Cquote2.svg
sãopaulino, gostando da ideia do mineiro
Cquote1.svg É aonde, em Minas? Cquote2.svg
Carla Perez sobre Prédio do Banespa
Cquote1.svg Já pulei desse aí, e tô inteirinha Cquote2.svg
Claire Bennet sobre Prédio do Banespa

O prédio do Banespa, vulgo Edifício Altino Arantes, é fruto da dor-de-cotovelo dos paulistanos, causada pela construção do Cristo Redentor no Rio de Janeiro.

Vendo aquela versão raquítica e carola da Estátua da Liberdade que os cariocas haviam construído durante o governo de Getúlio Vargas, o moinho dos Dom Quixotes paulistas, Ademar de Barros, ladino como ele só, resolveu fazer algo parecido.

Arco-íris: o original americano faz uma homenagem ao Tri-Mundial como maior parada gay do mundo.

Inicialmente cogitou-se construir uma Estátua da Liberdade, que ficaria plantada no topo do Pico do Jaraguá, mas diante dos protestos furimbundos dos franceses, irritados diante da ideia de uma imitação terceiro-mundista de seu presente para os americanos ser construída na deselegante e pouco afeita à liberdade São Paulo e da ameaça do bombardeio de queijos fedorentos, a ideia foi abortada.

Como o símbolo paulista era o Bandeirante, mais feio que encoxar a mãe reumática no tanque e mais ruim que uísque de puteiro alagoano, Ademar resolveu copiar outra coisa de Nova Iorque: o Empire State Building, prédio horroroso projetado pelos arquitetos da Bruce Wayne Engineering Corp. de Gotham City e símbolo máximo dos Estados Unidos naquela época.

O simbolismo fálico e americanista do edifício deixou os paulistanos empolgados, sobretudo os sãopaulinos, pois além do fetiche homoerótico do formato do prédio, ele remetia a aquilo que todo paulistano gostaria de ser: novaiorquino.

História[editar]

Como já foi dito, tudo começa com o Cristo Redentor, traste plantado no alto de um morro no Rio de Janeiro que foi idealizado em 1859, só começaram a construir em 1926 e inaugurado em 1931, mediante um tremendo fracasso. A mirabolante cerimônia de inauguração previa que a iluminação do Cristo seria acionada à distância, a partir da cidade de Nápoles, pelo maluco cientista Marconi através de ondas de rádio, coisa que foi devidamente evitada pelo embaixador divino São Pedro, que mandou um tempo horrível para acabar com a petulância de se enfiar a ciência no Cristo.

Mesmo vendo que aquela ideia de jerico dos cariocas já dera merda logo na inauguração, os paulistanos não se deixaram abater. Ademar de Barros, conhecido pelo lema "rouba, mas faz" vislumbrou na obra uma excelente oportunidade de roubar deixar a sua marca em São Paulo, começou a construir o prédio em 1939, levando oito longos anos para concluir aquele traste marco paulistano.

Projetado pelos alunos e professores da Unibambi, quando foi inaugurado em 1947, era o edifício mais alto de São Paulo com seus 160 metros de altura, o que não era lá grande merda a nível internacional, mas que encheu de orgulho os paulistanos durante quase vinte anos, além de ser considerada por muito tempo a maior estrutura de concreto armado do mundo, já que ninguém mais usava esse método tosco. Durante muito tempo era facilmente identificável por causa de seu letreiro luminoso vermelho que brilhava em seu topo, dando a impressão que o edifício abrigava um mega-puteiro.

Para completar o mau-gosto da obra, em 1988 botaram um lustre de três metros de altura e uma tonelada e meia no hall de entrada com trocentas lâmpadas e uma caralhada de enfeitinhos bregas de cristal, traste este que consume praticamente a mesma quantidade de eletricidade que a cidade de Teodoro Sampaio, transformando o seu hall de entrada na maior penteadeira de puta da face da terra.


O prédio do Banespa hoje[editar]

Leve o Banespa para brincar em casa!

Atualmente, o prédio do Banespa não se passa de um edifício velho e feio que fica no centro de São Paulo como a construção mais inútil da Terra, pois ninguém trabalha lá. E quem vem das outras regiões para comprar produtos piratas passear, é cegado pela luz que reflete no prédio, que é totalmente encardido branco. E quando melhoram, não lembram o caminho de casa, se tornando assim um dos 598.106 mendigos do centro.

Dados[editar]

Na construção do prédio foram gastos bilhões, como em toda obra feita com dinheiro público, sobretudo pelo Ademar de Barros, "o que rouba, mas faz". Usou-se concreto suficiente para resolver o problema da moradia de metade dos paulistanos que se amontoavam em cortiços na época e que futuramente iriam virar favelados, mas o importante é que os paulistanos ficaram felizes com aquele monumental edifício duro, ereto e plantado no meio de São Paulo.

Também morreram alguns milhares de operários nordestinos, que desacostumados a trabalhar naquela altura, sentiam vertigem e despencavam de lá de cima, flutuando no céu como se fossem pássaros, se acabando no chão como se fossem um pacote flácido, agonizando no meio do passeio público, morrendo na contramão atrapalhando o trânsito... (a música de fundo para abruptamente, entra a voz de um paulistano:) "-Malditos nordestinos, já eram um problema desde aquela época!".

Privatização[editar]

Tremei, bandidos! O cavalheiro das trevas chegou!

No ano 2000, o banco Santander recebeu de presente de grego o Prédio do Banespa, vulgo Edifício Altino Arantes como uma espécie de Cavalo de Tróia e desde então tem evitado fazer alterações daninhas em sua fachada, como tentar embelezá-la, o que ofenderia profundamente aos paulistanos avessos à estética e à beleza e também porque seria necessário uma fortuna para arrumar aquela feiura toda.

Embelezar o estilo do edifício também colocaria por terra as esperanças dos paulistanos de que um dia a cidade vire cenário de um filme do Batman.

Torre do Banespa[editar]

A bandeira, feita de material extremamente resistente para aguentar o tranco

Como os paulistanos não se conformam só em ter um prédio feio, construíram também uma torre no alto dela fixada em uma espécie de cripta, construída na esperança de que aquilo ali um dia viesse abrigar um corcunda como o de Notre Dame.

Do alto do 34º andar do Edifício Banespa e base da torre, é possível se ter uma vista privilegiada da cidade de São Paulo, oferecendo a oportunidade de se vislumbrar toda a feiura da cidade em toda sua plenitude, como os edifícios Itália, Hilton (vulgo lata de Red Bull) e toda a poluição da cidade.

Bandeira[editar]

Feio como é, não poderia ser um lugar melhor para se colocar a bandeira paulista, aquela cópia de pobre da bandeira norte-americana que tremula altiva no topo do prédio, balançando mais do que bunda de sãopaulino e invariavelmente sendo chamuscada pelos raios e raramente é visível por causa da inversão térmica, causada pela poluição que também a encarde.

Para resistir a todas essas intérperies e adversidades, a bandeira é confeccionada com couro do ânus dos sãopaulinos e costurada usando fios de cabelo do Chuck Norris.

Museu Banespa[editar]

O prédio também abriga o Museu Banespa, dando ao edifício a aparência de uma loja de velharias ou de móveis usados, com móveis do tempo do onça, tapetes orientais cheios de traça e outras quinquilharias empoeiradas.

Se encontram também neste museu o primeiro nóia do centro de São Paulo, assim como o primeiro trombadinha, o primeiro camelô, a primeira prostituta e o primeiro travesti, todos devidamente empalhados em nome da preservação histórica.

Em construção[editar]

UnderConstrution.gif

Esse artigo é podre porque como São Paulo, está sempre em construção. O autor pedreiro é provavelmente um baiano. Enquanto você espera pacientemente para que ele resolva se levantar da rede e voltar a terminar o serviço, vá fazer algo que preste. Ou então algo que não preste.