Edward Kenway

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Ele pertence a uma insignificante porção de terra do Reino Unido, usa nomes complicados para suas cidades, adora dragões e provavelmente possui uma conta na Celwyddoniadur.

Ist2 1399874 graffiti heart skull.jpg Este artigo é coisa de piratas! YAHR!!

Se você vandalizar, Edward Kenway vai mandar você
andar na prancha!


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Google sobre Edward Kenway

Edward Kenway foi um pirata e assassino galês-inglês que protagoniza o jogo Assassin's Creed IV: Black Flag, sendo avô do também assassino Connor Kenway, e pai do templário Haytham Kenway (definitivamente, uma família complicada). Como qualquer caipira nascido em algum buraco miserável, ele passou a vida toda em busca de glória, fama e fortuna, e seu sonho de consumo era levar uma vidinha materialista e superficial, onde poderia gastar seu dinheiro com bebidas, prostitutas, TV por assinatura e internet de qualidade. Teria inciado sua carreira como corsário, servindo de pau-mandado para a Marinha Real Britânica. Entretanto, como os ingleses eram uns velhacos que sempre atrasavam o pagamento, decidiu optar pela pirataria, o caminho mais rápido e fácil. Porém, ao longo de sua vida teria entrado em contato com a Ordem dos Assassinos e a Ordem dos Templários, e ao ver que quase todos os seus amigos tinham ido pro saco, se deu conta de que não adiantava ter fama e riqueza sem ninguém vivo para invejar suas posses pessoais. Temendo virar um velho solitário rodeado de gatos e se lamentando pela sua vidinha inútil, ele decide fazer algo de bom pelo mundo: une-se aos assassinos para encher os Templários de sopapos. Edward possivelmente foi influenciado por Calico Jack, já que assim como ele, tomava banho, penteava o cabelo, escovava os dentes e sempre usava roupas de gente civilizada, diferentemente dos demais piratas, cuja boca servia como recinto de férias para cáries e que nunca tinham visto um chuveiro na vida. Edward também tentou a vida em Hollywood, onde interpretou Thor nos filmes podres da Marvel.

Primeiros anos

Apesar da bebedeira e do passado problemático, Edward abdicou-se de suas metas mundanas para lutar por um bem maior, tornando-se o maior exterminador de pilantras templários dos Sete Mares.

Edward Kenway nasceu em Swansea, no País de Gales. Como aquele buraco era um fim de mundo, os entregadores da Sedex nunca conseguiam achar o endereço na hora de fazer a entrega de algum produto adquirido no Submarino ou no Mercado Livre, então, sua família decidiu se mudar para uma região menos inóspita e mais civilizada, e acabaram se instalando em Bristol. Edward não fez muitos amigos naquela região, já que os mauricinhos esnobes não se juntavam com a gentalha gente da roça. Sem amigos, Edward costumava se divertir sozinho, tentando pronunciar corretamente o nome da cidade Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch ou se aventurando no meio do mato. Entretanto, a vida não deixava de ser solitária, e Edward prometeu a si mesmo que um dia se mandaria dali, ficaria rico e voltaria para esfregar suas posses na cara dos playboys da região.

O tempo passou, Edward cresceu, mas ainda assim continuava sendo um caipira pobre. A cada dia que passava, Edward ficava mais puto com aquela vida, e na adolescência se tornou um moleque revoltado e problemático, quebrando o vidro dos vizinhos, jogando rojões no banheiro feminino, se envolvendo em brigas de rua com outros pirralhos, colocando almofadas de pum na cadeira dos professores, enfim, um verdadeiro demônio. Aos 17 anos, Edward já era um assíduo frequentador de tavernas, e vivia pra lá de Bagdá. Certa noite, um pinguço local o teria chamado de "filho de uma égua". Como com mãe não se mexe, Edward o esperou na saída. Entretanto, na hora do acerto de contas, o pinguço trouxe outros 2 bêbados com ele. Mesmo em desvantagem, Edward partiu pra porrada. Nesse momento surge da multidão a jovem Caroline Scott, que era faixa preta em Karatê e o ajuda a dar uma surra nos demais bebuns.

Edward e Caroline no dia do casamento, chegando no celeiro de seus pais para uma longa e luxuosa noite de núpcias, em meio ao feno, estrume e na companhia de todas as vacas e cavalos da fazenda. Definitivamente, uma noite de rei.

Um ano mais tarde, Caroline e Edward se casam, como verdadeiros tolos apaixonados. Como pai de Caroline via Edward como um vagabundo sem salvação, ele nunca aprovou a união, e Caroline decide fugir com ele para a fazenda dos seus pais. Como não tinha lugar para mais uma pessoa na casa, eles acabam fazendo do celeiro a sua casa. Entretanto, a vida de fazendeiros não tinha agradado em nada Caroline, que tinha sido criada como uma típica patricinha. Infeliz em não poder dar a sua esposa uma vida digna, Edward recorria frequentemente as tavernas, onde enchia a cara para abafar a tristeza.

Certo dia, o pai de Caroline, que também era chegado numa manguaça, encontra Edward lá, e lhe oferece uma quantia em dinheiro para que ele enviasse sua filha novamente para casa. Edward não dá uma resposta no momento, pois acaba entrando em coma alcoólico. No dia seguinte, após se lembrar do ocorrido, Edward procura pelo sogro só para jogar na cara dele que nunca abrirá mão de sua amada, e ainda o dedura para sua esposa, dizendo que o encontrou tomando todas no boteco da esquina na noite anterior.

Posteriormente, Edward decide tentar a vida como corsário a serviço dos ingleses, mas seu traiçoeiro sogro, querendo vingança por ter levado uma surra de frigideira de sua mulher e ainda por cima ter dormido no sofá, envia um grupo de vigaristas para colocar fogo na fazenda dos coroas enquanto eles dormiam. Edward fica sabendo por meio de uma fofoqueira local do plano, e consegue voltar a tempo de salvar seus pais. Entretanto, seu pai lhe agradece deserdando-o e o expulsando de casa, alegando que ele não passava de um estorvo que só trazia desgraça para a família, a verdadeira máxima da ingratidão. Puto da cara, Edward pega uma enxada e vai atrás dos filhos da puta responsáveis por aquilo, mas mesmo tendo conseguido mandar um deles pra vala, acaba levando uma surra e sendo jogado num barco para morrer de escorbuto em alto mar.

Vida de corsário

Assim que acorda, Edward se dá conta de que estava em um barco a caminho para só Deus sabe onde. Em geral, clandestinos costumavam ser jogados aos tubarões para não fazer peso. Porém, como ser pirata ou ser governador de algum fim de mundo no Caribe andava dando mais lucro, bons corsários estavam em falta, e o capitão, movido pelo desespero, decidiu aceitar Edward, sem qualquer experiência no ramo. Embora aquela embarcação fosse uma das mais pobres que ele já tinha visto, era melhor que nada, e Edward finalmente poderia partir em busca de dinheiro e parar de morar em celeiros.

Como a vida de corsário era um tédio, nas horas vagas Edward dedicava o seu tempo a tocar banjo, voltando às suas raízes na roça.

Como Edward era novato na área, naturalmente não demorou muito para que os valentões começassem a pegar no seu pé. Era submetido a constantes trotes e humilhações, e sempre que alguém fazia alguma merda no convés, eles tratavam de incriminar Edward, que era punido ficando sem direito a sobremesa ou ao rum. Aquela vida era definitivamente desgraçada. Certo dia, vendo que o emprego de corsário andava dando menos lucro do que catador de lixo nas ruas da Inglaterra, o capitão decide que estava na hora de mudar, e convida seus homens a aderirem a pirataria. Quem aceitasse o serviço, seria bem-vindo a tripulação, e quem não quisesse, poderia voltar pra casa... Nadando.

Como o sentimento de miséria era mútuo, todos concordaram. Entretanto, alegria de pobre dura pouco, e bem no momento em que pretendiam dar meia volta para se tornarem oficialmente piratas, são abordados por uma gangue de vigaristas. Esses vigaristas nada mais eram do cães da coroa britânica, e entre eles estava o infame Barba Negra. Vendo que a coisa ia ficar preta, um dos valentões a bordo do mesmo navio que Edward, decide realizar um motim e entregar a cabeça de seus companheiros para livrar seu rabo. Entretanto, Edward não estava disposto a deixar barato, e decide dar uns sopapos no cretino.

Barba Negra, que desde pequeno adorava jogos de azar e rinhas de galo, viu naquela situação uma ótima oportunidade para ganhar uma grana fácil. Assim, ele organiza uma rodada de apostas com os seus colegas enquanto os dois caem na porrada. Tudo indicava que Edward ia sair vitorioso, já que estava aplicando vários hits consecutivos no valentão. Porém, Barba Negra fica puto da cara quando o infeliz do valentão, vendo que não ia dar conta do recado decide trapacear, tirando uma peixeira para dar cabo de Edward na maior covardia. Caso permitisse aquilo, ele ia perder uma nota, já que tinha apostado tudo em Edward. Sem nem perder tempo, Barba Negra mete chumbo no miserável, garantindo assim sua bolada. Por fim, ele convida Edward a se juntar a seu grupo, já que levava jeito pra coisa. Com o ofício indo de mal à pior, posteriormente todos que um dia foram corsários, incluindo Edward, acabam se convertendo para a pirataria, do contrário, não teriam dinheiro nem mesmo para comprar um pão francês na padaria.

Carreira na pirataria

Obcecado com glória e riqueza, Edward se entregou de corpo e alma para uma vida de desonestidade e pecados. Para a sua sorte, não há arrependimento ou falta de dignidade no mundo que não possam ser curados com uma boa garrafa de rum.

Após a profissão de corsário falir, Edward acaba abraçando a pirataria. Como a expectativa de vida de um pirata era menor que a de um escritor de literatura clássica, Edward teve vários capitães ao longo de sua vida. Porém, adquiriu um pouco de conhecimento do ofício com cada um, aprendendo a pilhar, matar espanhóis, fugir de britânicos, trapacear em jogos de azar, capturar navios de inocentes, roubar, encher a cara de rum, aterrorizar a papulação e jogar o dinheiro fora em prostíbulos caribenhos. Certo dia, o último capitão de Edward havia enchido a cara de rum no convés, e teria inventado de atacar impulsivamente um navio altamente equipado durante uma tempestade. Além dos inimigos terem a sua disposição bombas de água com cal e armamento muito superior, um dos tripulantes era um membro da Ordem dos Assassinos, que teria assassinado facilmente o capitão bêbado de Edward.

Sem capitão ou qualquer um com carteira para dirigir um navio pirata, a embarcação de Edward acaba naufragando. O navio dos inimigos também acaba naufragando, já que a empregada tinha se esquecido de limpar os canhões antes da partida. Por ironia do destino (conhecida em jogos de videogames simplesmente como "protagonismo"), Edward é o único sobrevivente de sua tripulação, e acaba indo parar em uma ilhazinha de fim de mundo no meio do nada. Além dele, o único outro sobrevivente restante é o assassino. O assassino ameaça Edward com uma arma de plástico e sai correndo. Assim que percebe que foi tapeado, Edward persegue o infeliz. Não se sabe como, mas o pirata, que veio da roça e nunca tinha tido uma única aula de Le Parkour, consegue acompanhar o assassino e dar um couro nele.

Após ter matado o assassina de meia tigela, Edward rouba o celular do mesmo, e tem acesso a um torpedo enviado por um velho traficante espanhol, Laureano de Torres y Ayala confirmando o local de entrega da mercadoria encomendada. Como o velho nunca tinha visto a cara do assassino, Edward simplesmente decide roubar a roupa do defunto e se passar por ele para pegar o pagamento, que seria feito em Havana, perto de uma loja de charutos cubanos. O grande problema seria achar uma forma de chegar até lá, já que sua embarcação tinha ido pro brejo. Enquanto pensava numa solução, Edward se depara com um gordo em apuros, que estava tendo seu almoço roubado por um grupo de funkeiros. Após ele matar os funkeiros, o gordo, que se apresentou como Stede Bonnet, oferece uma carona para Edward como agradecimento, já que também tinha negócios clandestinos a tratar em Cuba.

Primeiro contato com os Templários

Edward tendo uma crise de abstinência, após ficar dois dias sem molhar a garganta.

Assim que chegam em Havana, Bonnet começa a tagarelar sobre inutilidades corriqueiras. Quando Edward estava prestes a cortar o pescoço do miserável com um cutelo de açougueiro, ele consegue se conter, e sobe no teto de uma igreja abandonada para desfrutar de um baseado e acalmar os nervos. Entretanto, Edward não consegue relaxar nem 5 minutos e acaba sendo incomodado pelos berros exagerados de Bonnet, que havia sido roubado por um desses ladrõezinhos pés-de-chinelo. Como os choramingos histéricos do gordo ecoavam por todo aquele lado da cidade, Edward decide perseguir o ladrão para fazer o filho de uma égua parar com o drama.

Depois de terminar o serviço e ajudar o infeliz, Edward decide acompanhar o gordo até uma taverna a pedido dele, que estava se cagando de medo da vizinhança barra-pesada. Como Edward era um ímã para altas confusões, não demora muito para que ele se irrite e decida descer o tapa num bando de pinguços que estavam enchendo a cara por lá. Após distribuir tapas, pontapés e ganchos do Scorpion em todo mundo, Edward acaba chamando a atenção dos seguranças do boteco, e se vê obrigado a fugir dali e deixar o gordo para trás. Aquela situação tinha vindo muito bem a calhar, pois assim, Edward tinha uma desculpa para se livrar de uma vez por todas do imbecil.

O grande problema é que ele acaba se esquecendo da sua carteira de identidade falsificada com o Bonnet, e se vê obrigado a voltar e pegar de volta. Quando encontra o miserável, Edward se depara com o mesmo de olho roxo (e lamenta o fato de ele não ter sido o responsável por fazer aquilo). Como era de se esperar, o o desgraçado mais um vez precisou fazer jus a sua inutilidade, e não apenas apanhou, mas também perdeu os documentos. O pior de tudo é que o peso-morto inventou de atrapalhar ajudar Edward a perseguir os responsáveis, e como era de se esperar, quase colocou tudo a perder. Edward finalmente dá um jeito de despachar aquele atraso de vida, ao dizer que estavam distribuindo comida grátis no outro lado da cidade.

Edward finalmente consegue invadir o bordel onde os seguranças estavam guardando a mercadoria confiscada. Com a documentação ilegal em mãos, Edward consegue comprar drogas vagabundas numa boca-de-fumo ali perto, e finalmente parte em direção ao velho traficante, que dominava o tráfico no morro da região. Quando finalmente chega lá, ele é bem recepcionado por uns drogados que ficavam de guarda e é conduzido até a presença do velho. No caminho ele conhece outros dois traficantes que faziam parte da gangue, um um mauricinho inglês esnobe e um francês vagabundo com voz de taquara rachada.

Edward em meio a uma de suas habituais brigas de bar.

Após algumas trocas de conversa fiada, Edward finalmente conhece Laureano, o líder dos traficantes de quem teria lido a mensagem. O velho nem bem se apresenta e já vai pedindo a mercadoria, provavelmente apressado para dar aquele tapa na pantera. Antes de receber o pagamento, Edward é obrigado a participar de uma reunião entediante sobre o Observatório, que nada mais era do que um grande esquema de narcotráfico mundial, que fazia parte de uma operação para estabelecer o maior cartel do mundo na região do Caribe. Para tal, eles precisavam achar uma ilha que os templários ancestrais, todos descendentes de uma fina linhagem de traficantes colombianos, teriam usado no passado como base secreta. Eles interrogam um presidiário membro de uma facção rival, Bartholomew Roberts, sobre a localização do lugar, mas o mesmo tinha feito um voto de silêncio para Nossa Senhora Aparecida e na ocasião não falou nada.

Após o presidiário fugir e ser capturado de novo por Edward, o velho finalmente lhe paga pelos seus serviços. Entretanto, o pagamento não dava nem mesmo para um dia de bebedeira livre nas Bahamas, e Edward acaba ficando puto com aquele velho muquirana, prometendo a si mesmo que nunca mais iria fazer negócio com os templários em sua vida. Para sua infelicidade, com a ajuda de seus instintos aguçados para reconhecer drogas, o velho, que esperava uma pedrinha pura, acaba descobrindo que Edward tinha lhe dado um bagulho barato, e manda capturá-lo. Edward acaba sendo enviado para um navio com péssimas condições sanitárias, que o levaria para o alto mar e o jogaria para servir de isca de tubarão.

Tornando-se capitão

Edward coletando os ingredientes para um grande churrasco em comemoração ao início de sua carreira como capitão.

Assim que é levado ao navio espanhol, Edward é jogado no porão feito o lixo de domingo, junto de alguns piratas, escravos, vagabundos, ratos, baratas e outras criaturas quem em geral ninguém da época gostava. Como era um galês em navio espanhol, ele só não recebia tratamento pior do que os africanos, já que o histórico de xenofobia dos espanhóis remete aos primórdios da humanidade. Após se aliar com os outros rejeitados pela sociedade, Edward dá um jeito de tomar todo o navio espanhol desarmado, já que embora armados, os espanhóis eram mais burros que uma porta. Após chacinar uma frota inteira de espanhóis, Edward e um bando de coitados que ele havia libertado, roubam um dos navios e partem para as Bahamas. Lá ele agradece a Adéwalé, o único na história toda que faz alguma coisa de útil além de Edward, e faz dele seu braço direito. Por ser negão afrodescendente, ninguém o aceitaria como capitão do navio, afinal de contas, racismo era muito comum mesmo entre a escória do período. Entretanto, com o tempo Adéwalé passou a ser respeitado, já que em batalha ele era o Diabo, e poucos foram os que sobreviveram pra contar história depois de uma briga com ele.

Assim que Edward chega a Nassau, ele se encontra com seus dois companheiros de crime, Benjamin Hornigold e Barba Negra. Após alguns cumprimentos entre piratas, repletos de palavrões e xingamentos de mãe, como não tinha nada para fazer, Edward decide matar o tempo salvando escravos de espanhóis nazistas pela ilha. Depois de ficar entediado, ele decide fazer o que faz de melhor: madrugar no bar. No dia seguinte, depois de se encher de café e aspirina para contornar a ressaca, ele se depara com Hornigold pondo seu olho gordo em seu navio. Para fugir da conversa, Hornigold decide ensinar Edward a praticar o esporte favorito dos piratas ingleses: saque ao espanhol. Após um dia inteiro de trabalho desonesto duro, massacrando tripulações inimigas e pilhando propriedades alheias, Edward volta feliz para Nassau, pois mais alguns saques e poderia finalmente voltar para os braços de Caroline e provar a ela e para seu sogro filho da puta sovina que ele não era um vagabundo sem salvação. Como o sangue de assassino estava em suas veias, mesmo sem saber, Edward naturalmente era honrado, e nunca traiu sua esposa com qualquer prostituta de beco que lhe oferecera serviços de luxo.

Edward roubando um barril cheio de Rum.

Edward também aproveita para saquear uma plantação de maconha mantida por um líder de cartel nas redondezas, e fatura uma boa grana vendendo a mercadoria para gente interessada. Mais tarde, em uma reunião com Barba Negra, os piratas decidem fazer o que fazem de melhor: tramar contra espanhóis. Como ambição era sua marca registrada, eles decidem pilhar um dos maiores navios sob o comando de Laureano, e o seguem até uma ilhazinha de fim de mundo nas Bahamas. Como sempre, Edward teve de fazer todo o trabalho sujo sozinho, e acabou ficando com a função de invadir a ilha, matar os templários e dominar o navio, ao passo que coube a Barba Negra e o resto da tripulação a função de ficarem no navio tirando um ronco. Chegando lá, Edward se depara com ninguém menos do que Julien du Casse, o francês com voz de taquara rachada. Edward fica feliz, pois finalmente poderia acabar de uma vez por todas com aquele sotaque irritante de vigarista de desenho animado.

Apresentação aos Assassinos

Edward feliz da vida por poder passar o calote em Torres.

Após ter dado cabo do infeliz, James Kidd, um amigo aleatório de Edward que se dizia ser filho de William Kidd, convida Edward para tomar um cappuccino com nachos em Yucatán. Seu amigo fez tanta propaganda dessa iguaria, que Edward acabou aceitando o convite para experimentar. Quando Edward finalmente chega lá, ele encontra James parado com cara de tonto. Eis então que James o leva até seu mestre, Seu Madruga (também conhecido por Ah Tabai na irmandade), o mentor dos assassinos mexicanos no período. Mestre "Ah Tabai" Madruga estava puto da cara, pois além de Edward ter matado outros assassinos em Havana, ele tinha feito tanto escândalo que acabou de alguma forma revelando o esconderijo dos assassinos para os templários, para os britânicos e para os cobradores de aluguel.

Após Edward ficar sem seu cappuccino com nachos, ter que resolver um enigma criado pelos ancestrais do Charada e ficar olhando para estátua fajuta e bigoduda do Tio Chico da Família Addams, ele tenta se redimir por seus atos salvando uns assassinos inúteis das garras de uns arruaceiros. Após ter passado trabalho para salvar todo mundo, Edward é retribuído com um agradecimento... Seguido por um xingamento e por uma expulsão da base secreta dos assassinos. Como Edward já estava acostumado com a falta de gratidão, ele decide se mandar dali antes de sair na porrada com todo mundo.

Mesmo tendo conhecimento dos Assassinos e dos Templários, Edward estava pouco se lixando, pois seu objetivo era claro: enriquecer o quanto antes. E para tal, seu meio mais rápido e prático seria o de capturar Bartholomew Roberts e partir rumo ao Observatório, onde pretendia iniciar seu próprio cartel antes dos templários. Assim, ele arromba o cafofo de Laureano e exige que ele diga onde está o sábio, do contrário, ia juntar todo mundo no sarrafo. Laureano, que não queria morrer ainda, sobretudo agora que já era o maior traficante do Caribe, então afirma que o sábio tinha sido capturado por Laurens Prins, um velho maconheiro holandês. Edward então parte em busca do velhote, que se encontraria com Torres em uma favela jamaicana. A ideia era simples: tirar o sábio das mãos do velho, pegar a bolada de Torres... E depois passar a perna nele, fugindo com o sábio para bem longe e o deixando a ver navios com sua cara de bocó.

Entretanto, assim que chega lá, ele se depara com seu amigo, James Kidd. Como nenhum dos dois contava com o outro para atrapalhar seu caminho, os dois acabam se atrapalhando e chamam tanta atenção que são percebidos até mesmo por Prins, que além de surdo já estava com um pé na cova. Após matarem uns guardas e quase se matarem, James Kidd revela sua verdadeira identidade: Mary Read, uma típica mané-macho que levava a vida como caminhoneira antes de trabalhar na pirataria. No dia seguinte porém, Edward finalmente alcança Prins e o manda para o colo do Capeta, mas Mary, que já tinha bebido umas duas antes da missão, acaba sendo presa por Roberts. E mais uma vez, o miserável consegue passar a perna em Edward, e dá um jeito de escapar.

Em busca de remédios

Apesar da necessidade, Edward tinha plena ciência de que nunca deve-se confiar em camelôs e vendedores de rua para comprar remédios ou outros produtos medicinais.

Após o fracasso absoluto que foi sua tentativa de capturar Roberts, Edward volta para a República dos Piratas. Após encher mais a cara que dono de alambique, Edward acaba sendo induzido a um coma alcoólico, acordando um mês. Assim que acorda, ainda desnorteado devido a ressaca, ele se depara com Barba Negra e Benjamin Hornigold em meio a uma batalha de xingamentos de mães. Edward então descobre que durante o tempo em que estava desmaiado, a ilha foi assolada por um surto de gripe aviária, que aso poucos estava mandando todo mundo pra vala.

Para evitar que Barba Negra e Hornigold saiam no tapa, Edward se oferece para ir até a farmácia e trazer uma remessa de Tamiflu e Vick 44 para distribuir entre a população miserável da ilha. Entretanto, como a farmácia mais próxima ficava onde Judas perdeu as botas e os médicos das redondezas tinha todos sido presos por charlatanismo, Edward decide catar remédios vencidos em naufrágios e navios fantasmas dos arredores. Infelizmente, boa parte desses remédios tinha perdido suas propriedades químicas originais e se convertido em veneno pelas ações da natureza, e Edward acaba voltando de mãos abanando.

Vendo que Edward não ajudou em porra nenhuma e mediante a possibilidade de seu paraíso anarquista ser enviado pelo ralo, Barba Negra acaba tendo um surto psicótico e sai pelos sete mares afundando navios britânicos e se metendo em altas confusões. Vendo que Barba Negra tinha pirado na batatinha de vez, Edward vai em busca dele e lhe aplica um sonífero de cavalo para deixá-lo mais calmo. Após tomarem um barril de rum e Barba Negra voltar a si, os dois decidem saquear um man-o'-war que passava pelo lugar para desestressar. Para sua surpresa, o navio em questão era comandado por traficantes ingleses, que tinha em seu porão, além de heroína e maconha, um estoque de remédios dentro do prazo da validade.

Tornando-se assassino

Após a morte de Barba Negra em uma emboscada enquanto ia tirar umas férias em Acapulco, Edward Kenway acabou ficando desnorteado, já que Barba Negra era o traficante do melhor rum de todo Caribe.

Sem família, amigos e sem o álcool, Edward decide se vingar dos templários, e após inúmeros feitos que envolviam assassinato a sangue frio de templários, ele acaba mais tarde se juntando aos assassinos britânicos, rapidamente subindo ao posto de grão-mestre, tanto devido ao seu currículo como devido ao fato de não ter mais nada pra fazer. Após ter se casado e ter tido um filho, Edward acaba sendo violentamente apunhalado pelas costas após trapacear em um jogo de truco.

Ver também

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