Eirunepé

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Eirunepé é a cidade mais perto do Acre cuja existência foi comprovada cientificamente, mais ainda assim ela é tão isolada que nenhuma base de operações e pesquisa pode ser implantada em seu território.

História[editar]

Povo eirunepeense trafegando por uma das ruas da cidade.

A colonização da região iniciou-se por volta do século XIX com a chegada de cearenses retirantes de uma grande seca no sertão nordestino, encontraram no fim do mundo um local pacato e agradável para coçar o saco tirar do leite do pau como sustento. A região foi amplamente povoada no início do século XX, especialmente pelos refugiados da Primeira Guerra Mundial, uma miscigenação que resultou num dos povos mais desprovidos de beleza física que se tem notícia, destruindo toda a beleza dos nativos índios.

Por muitos anos a região não passou de um grande seringal, e por mais que alguns historiadores gostem de afirmar que houve alguma era de ouro da borracha, esse tipo de exploração nunca trouxe qualquer avanço ou desenvolvimento, nem antigamente e muito menos atualmente.

Por ser a região mapeada mais próxima do Acre, ainda existem teorias que afirmam a inexistência de Eirunepé, mas os duendes e oompas-loompas que por lá habitam se ofendem com isso.

Geografia[editar]

A cidade localiza-se nas margens do rio Juruá, um dos afluentes do Rio Aqueronte que nos leva ao Acre. As suas águas turvas são repletas de espíritos advindos do Acre.

Economia[editar]

Local cheio de seringueiros, a economia dessa cidade é totalmente dependente de sua exportação de borracha e mandioca.

Transportes[editar]

Até há um aeroporto de pequeno porte, que ficou famoso por um acidente de 1982 quando uma avião teco-teco tentou chegar no Acre mas bateu e explodiu numa parede invisível (para entender mais, leia o livro ou assista o filme Sob a Redoma de Stephen King).

Turismo[editar]

Devido ao rio Juruá ser um dos mais sinuosos do mundo, afinal ele vai para o Acre e as leis da física tentam ao máximo impedir esse trajeto, o local acaba formando muitas ilhas igarapés e bancos de areia com barcos encalhados que as pessoas podem visitar e serem picados por todos mosquitos possíveis.