Elena (Claymore)

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250px-Wario WWare.gif Este artigo é sobre um personagem secundário!

Quase ninguém sabe da existência deste zé ruela que só serve pra encher linguiça na trama e provavelmente está morto. Se bobear, nem no Google tá!

Clique aqui para ver gente que só fãs alienados conhecem.

ReaperlogoDare.gif Elena (Claymore) já morreu!

E fizeram festa no velório!

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Orianna Clare e Elena quando fizeram bico de garçonete em um restaurante da Organização especializado em frutos do mar.

Cquote1.png Você quis dizer: Defunta Cquote2.png
Google sobre Elena (Claymore)
Cquote1.png Quem? Cquote2.png
Qualquer um sobre Elena
Cquote1.png Foi minha única amiga. Cquote2.png
Clare sobre Elena

Elena é mais uma das loiras suecas que integram o elenco de personagens do anime/mangá Claymore. De todos os personagens que já fizeram alguma aparição na história, Elena, típica personagem de um único capítulo/único episódio, é sem sombras de dúvidas a mais inútil, irrelevante e insignificante possível. Basicamente, o único objetivo de sua aparição-relâmpago é para que Clare tivesse uma brecha para falar sobre a carta negra que as Claymore carregam em suas espadas. Ou seja, foi só o pontapé inicial para dois balões de encheção de linguiça explicação. Sua participação também serviu para mostrar que Clare teve um passado ao invés de ser um mero robô criado pelas indústrias ACME (como se pensava até então). Elena é o típico personagem secundário que de tão secundário, chega a ser terciário, tendo basicamente, menos importância que um personagem de flashback, e nem se sabe ao certo qual a sua posição no ranking da organização (há quem diga que seja #20).

Infância[editar]

Elena provavelmente nasceu numa das aldeias mais remotas dessas que aparecem em Claymore, uma que é tão remota que nem se sabe ao certo onde se localiza. Seus pais não lhe davam atenção e ela nunca teve amigos quando criança. Muito pelo contrário: Elena era rejeitada de todas as panelinhas que os fedelhos de sua idade costumavam montar, pois por possuir uma testa gigantesca (muito maior que a da Sakura Haruno), os pivetes maldosos faziam dela um verdadeiro alvo de chacotas, apelidando-a de todas as maneiras possíveis.

Elena exibindo sua reluzente testa.

Sem amigos e sem a atenção dos pais, Elena acabou se criando como uma criança triste, solitária e sem expressão, como todas as Claymore, aliás. O pior de tudo é que Elena não tinha esperanças sequer de fazer amizade com qualquer estrangeiro ou turista aleatório que por ventura viesse a passar por sua aldeia, já que a mesma situava-se onde Judas perdeu as botas, provavelmente, encravada num terreno árido, montanhoso e de difícil acesso, tornando impossível qualquer tipo de visita. O único viajante que volta e meia passava pelo lugar era o carteiro, mas o mesmo não passava de um velho perturbado, não era o tipo de pessoa que uma criança fosse querer como amiga.

Como aquele fim de mundo não tinha nada de interessante a oferecer, sendo que nem mesmo a TV tinha chegado até lá, Elena teve que arranjar outras formas de passar o tempo, para fugir de sua realidade de rejeição e exclusão e fingir para si mesma que poderia ser uma criança feliz. Elena, tentou criar um amigo imaginário, mas era tão criativa para inventar coisas fictícias quanto Latino é para escrever músicas, e em certa ocasião simplesmente desistiu de tudo, convencida que se existisse faculdade na época, sem dúvidas ela não faria de Artes. Elena então acabou optando por fazer o que toda criança excluída acaba por fazer: explorar o mundo a sua própria maneira.

Uma pessoa como Elena provavelmente faria isso, segundo os estereótipos mais batidos da atualidade, se tornando uma nerd cheia de sardas na bochecha, com maria-chiquinha e óculos fundo de garrafa, se afundando em livros de Física avançada. Mas no universo de Claymore, algo quase que medieval, isso estava completamente fora do alcance. Assim, Elena acaba por fazer isso fugindo de casa e se aventurando nas regiões montanhosas situadas nos arredores de sua aldeia, lugares totalmente inexplorados pelos habitantes do lugar, que como todo caipira de interior, eram muito supersticiosos, acreditando piamente que as cavernas próximas eram habitadas por demônios, monstros, chupa-cabras e todo tipo de anomalias da natureza.

Entretanto, embora aquilo pudesse representar um verdadeiro Inferno na fértil imaginação dos residentes locais, para Elena acabou por se tornar um verdadeiro paraíso. Durante suas visitas pelas cavernas, Elena acabou por fazer amizade com morcegos, centopeias e aracnídeos dos mais variados, e finalmente teve amigos. Embora eles fossem peculiares, Elena não estava em condição de ser crítica ou fazer qualquer exigência, afinal, aquilo era tudo que ela poderia ter a sua disposição no momento, e o que viesse além daquilo seria lucro.

Ingresso na organização[editar]

Elena e Clare chorando uma nos ombros da outra após terem levado um corretivo de um dos diretores por terem se comportado mal.

Certo dia, enquanto fugia pela janela de sua casa para visitar seus amigos nas cavernas, o líder da gangue de pirralhos que viviam a caçoar de Elena em virtude de sua testa monstruosa, acaba por vê-la no momento de sua saída. Curioso sobre aquilo, o pivete reúne os demais catarrentos e todos seguem sorrateiramente Elena, a fim de descobrir o que ela tanto fazia fora dos limites da vila. Ao adentrarem na mesma caverna que Elena havia entrado, eles então a vistam conversando com os artrópodes e mamíferos do lugar. Assim eles se revelam para Elena, e passam a rir da cara dela e novamente, alegando que além de testuda, ela era uma doida varrida.

Para Elena aquilo tinha sido a gota da água. Não estaria mais disposta a aturar aquelas crianças detestáveis fazendo pouco caso dela e se divertindo as suas custas. Dessa forma, ela cata um pedaço de galho que havia no lugar, e utilizando-o como se fosse uma espada, passou a espancar todos os moleques com consecutivos golpes. Assim que terminou, as crianças fugiram de Elena, chorando e chamando pelos seus pais. Daquele dia em diante, eles a deixaram em paz, já que não queriam levar outra sova épica da garota. Entretanto, se ela já não tinha amigos, aquilo reduziu ainda mais as suas chances, e Elena passava cada vez mais tempo em seu refúgio de loucura, conversando com todas as formas de vida que habitavam a caverna.

Entretanto, toda a barulheira que Elena fez no dia anterior chamou a atenção de um Youma que vagabundeava pelas redondezas em busca de carne humana, que acaba ficando ciente da existência de alguma aldeia com possíveis vítimas dando sopa. Até o momento, a aldeia de Elena nunca tinha sofrido com os ataques de algum desses demônios, afinal de contas, o lugar era tão afastado da civilização que nem mesmo essas criaturas conseguiam chegar lá. Certo dia, Elena chega em casa, e o resto é o mesmo de sempre: ela encontra seus pais completamente estraçalhados no chão e mergulhados numa poça de sangue, provavelmente é quase devorada por um Youma, mas acaba sendo salva por uma Claymore boazinha e fofinha, é expulsa ou abandonada pelos demais habitantes por ser um possível monstro, acaba sendo acolhida pela mesma Claymore que a salvou e no final das contas se torna também uma Claymore.

Morte[editar]

Momento em que Elena parte dessa para uma melhor (ou pior, nunca se sabe).

Não se sabe ao certo quando e como Elena se tornou uma Claymore. Só o que se sabe é que ela entrou na mesma época que Clare. O treinamento de todas as Claymore era duro: além de serem obrigadas a ter longas e enfadonhas aulas de teatro para aprenderem a imitar desde a mais gentil das damas até a mais vulgar das meretrizes, as garotas também tinham que aprender na marra a controlar as suas aberrações internas. Foi no intervalo de um desses treinamentos de rotina que Elena teria conhecido Clare. Assim que deram uma pausa, Elena se dirigiu até o refeitório da organização, onde era servida uma asquerosa gororoba que ela não tinha escolha há não ser comer.

Porém, após sair da fila e se dirigir para uma mesa aleatória, uma Claymore travessa qualquer, colocou seu pé na frente, e Elena, que estava distraída pensando como diabos ela tinha ido parar ali, acaba tropeçando e caindo com a cara naquela mistureba de aspecto repugnante (que era muito mais ruim do que parecia). Puta da cara com tamanha sacanagem, Elena decide retribuir na mesma moeda, e pega parte da comida e arremessa na cara daquela garota sacana. Assim, uma grande guerra de comida entre as Claymore teria se iniciado na cantina, até que a coisa ficou tão feia que os diretores da Organização tiveram que intervir e acabar com aquela baderna. Assim que eles aparecem, eles exigem saber quem foi a engraçadinha que começara toda aquela bagunça, para que a mesma seja castigada por promover tamanho desperdício de comida (que devido a inflação, estava cada dia mais cara).

Como é muito difícil achar imagens relevantes de figurantes pela Internet, aqui vai mais uma imagem de Elena indo pro saco, de um outro ângulo.

Antes que alguma X9 dedurasse Elena, Clare, que estava querendo arranjar um pretexto para fugir das maçantes aulas de teatro, assume a culpa, e acaba sendo castigada no lugar de Elena, sendo obrigada a se ajoelhar no milho em um canto. Assim que Clare é liberada de seu castigo (e possivelmente com os joelhos sangrando), Elena se dirige até ela, agradecendo por aquilo. Desse dia em diante, elas formam uma grande amizade, se confortando (não dá maneira como você está pensando, seu pervertido!) nos momentos mais desgraçados de seu treinamento. Dessa forma, pela primeira vez na vida, Elena tem uma amiga de verdade, e humana, finalmente.

Entretanto, nem tudo é um mar de rosas. Em dado momento, cada uma foi obrigada a seguir para um canto diferente, já que os Youmas estavam se reproduzindo feito coelhos pelos quatro cantos do mundo, e as duas acabam por se separar. Anos mais tarde, de tanto usar e abusar de seus poderes satânicos, Elena se dá conta de não tinha mais jeito: ou ela morria como humana o quanto antes, ou se tornaria uma das crias do tinhoso que estava tão acostumada a enfrentar. Assim, ela entrega sua carta negra para um filhote de Freddy Krueger passar para sua amiga Clare, para que a mesma viesse o quanto antes e a mandasse para a vala de uma vez por todas.

Assim que recebe a carta negra, Clare explica para o moleque insuportável que a ficava seguindo que Claymores muitas vezes podem ser tomadas pelo seu lado negro e acabar se tornando aberrações do Inferno, algo muito semelhante com O Médico e o Monstro. Quando uma pobre coitada dessas se dá conta de que está nas últimas enquanto humana, ela envia a dita cuja carta para quem elas querem que as mate, para assim poder serem mortas de forma digna, ao invés da maneira medíocre como todos os Youmas costumam ser assassinados. Clare se encontra com Elena na Cordilheira dos Andes, onde implora para que a mesma a mate de uma vez. Como era de se esperar, o inútil daquele fedelho fica ali atrapalhando, tentando impedir Clare de fazer a coisa certa. Clare simplesmente ignora o peso-morto, e mete uma espadada em Elena, mandando-a para o descanso eterno em paz.

Vale ressaltar que Raki quase ferrou com o desejo de Elena ao ficar lá chorando feito um retardado e falando abobrinhas. Bem provável que o último pensamento de Elena tenha sido um xingamento bem cabeludo referente aquele pirralho chato que quase mandou tudo pelos ares.

Ver também[editar]