Enésima Guerra Mundial

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Você sabia que...
  • ...Chuck Norris não se intrometeu na Enésima Guerra Mundial porque estava de férias na Antártica?
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Você sabia que...
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Você sabia que...
Enésima Guerra Mundial
Data: de 27 de dezembro de 2008
a 24 de dezembro de 2009
Localização: Planeta Terra
Status: em andamento
Resultado: Fim da Crise Econômica Mundial
Facções
ALIANÇA DO BEM
Good.jpg
EIXO DO MAL
EvilAxis.jpg
Ideologia Político-Econômica
- Democracia
- Secularismo
- Capitalismo
- Liberalismo
- Liberdade
- Bondade
- Teocracia
- Fundamentalismo
- Socialismo
- Nacionalismo
- Ditadura
- Maldade
Principais Estados Beligerantes
Israel
Canadá
Estados Unidos
Império Asteca
Colômbia
Brasil
Chile
Polônia
Ucrânia
Turquia
Irã
Paquistão
Índia
Tibete
Tailândia
Indonésia
Austronésia
Taiwan
Coréia do Sul
Manchúria
Mongólia
Arábia
Cuba
Venezuela
Império Inca
Bolívia
Paraguai
Argentina
Rússia
Grécia
Curdistão
Turquestão
Terroristão
Dravídia
Birmânia
Vietnã
Malásia
Cingapura
Filipinas
Japão
Coréia do Norte
China
Principais Líderes Políticos
Barack Osama
Chapolim Colorado
Bruxa do 71
Seu Madruga
Chiquinha
Adolfo Hitlera
Jorge Bornhausen
Mula
Mhaka Akko
Mehndi Igu
Al-Gaddafi
Al-Otario
Al-Oprarah
Khagarmehei
Rhoubash Mashfash
Dhalsim
Dalai Lama
Siddhartha Gautama
Pekke Nobi Lao
Bangbang
Kangaroo Dundee
Bruce Lee
Shao Khan
Papai Noel
Lenin
Stalin
Raúl Castro
Chaves
Nhonho
Seu Barriga
Quico
Professor Girafales
Dona Florinda
Didi Mocó
Simba
Tahba Kuddu
Bendho Thado
Orangho Othango
Babhu Ihno
Fawel Addo
Ahlib Abakha
Habib
Borat
Obama bin Laden
Velhu Prakaranbha
Minib Lao
No Jentao
Zhang Ado
Tara Ado
King Kong
Vladimir Putinho
Vlad Tepes
Principais Líderes Militares
Super Sam
Chico Bizarro
Hernán Descortés
Dom Quixote
Yehoshua Messiah
Darth Singh
John Rambo
Sagat
M. Bison
Genghis Khan
Shang Tsung
Montezuma
Che Quevara
Che Bagual
El Cid
Nietzsche
Leonidas
Smirnoff
Kasparov
Viadov
Ma Chao
Godzilla
Efetivos Militares
64.430.000 soldados
152.000 tanques
33.850 helicópteros
33.050 caças
8.570 bombardeiros
516.390 mísseis
3.230 navios
42.100.000 soldados
193.000 tanques
8.200 helicópteros
32.950 caças
2.100 bombardeiros
214.560 mísseis
1.160 navios
Mortes
Militares mortos: 32.763.443
(25% humanos e 75% macacos)
Civis mortos: 122.423.899
(2% humanos e 98% macacos)
Militares mortos: 20.997.484
(45% humanos e 55% macacos)
Civis mortos: 31.031.656
(75% humanos e 25% macacos)

Cquote1.png Eu não sei com que armas será lutada a N-ésima Guerra Mundial,
mas a (N+1)-ésima Guerra Mundial será lutada com paus e pedras.
Cquote2.png
Albert Einstein sobre a N-ésima Guerra Mundial
Cquote1.png Ao tarado e ao retardado se seguirá um negão,
Não tardará até que a esperança dê lugar ao medo,
Sob o comando do cavaleiro da escuridão
O grande império conspirará em segredo.
Cquote2.png
Nostradamus sobre a N-ésima Guerra Mundial

Introdução[editar]

A N-ésima Guerra Mundial (ou Enésima Guerra Mundial para os mais íntimos) ficou assim conhecida porque, quando teve início, algum idiota já havia escrito um artigo sobre a Terceira Guerra Mundial. O valor de n é incerto, mas como esta guerra mundial ocorreu entre a segunda e a terceira guerras mundiais, sabe-se que o valor de n é um número não inteiro compreendido no intervalo aberto entre 2 e 3, como já foi matematicamente demonstrado pelo famoso Teorema de Heurekha. O Instituto Clay está oferecendo um prêmio de US$1.000.000,00 para quem descobrir o valor exato de n. Até agora o candidato mais forte para n é o número de Euler , que vale cerca de 2,71828182845905. Na maior casa de apostas de Londres também estão bem cotados o quadrado da proporção áurea (2,61803398874989), o produto da proporção áurea por (2,28824561127074), a razão entre e (2,22144146907918) e dois terços de (2,09439510239320).

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Momento exato da quebra do banco Lemon Brothers.
Galera correndo pra sacar suas economias antes que os bancos quebrem.
Amostra não enviesada da equipe de Barack Osama.
Barack Osama avacalhando com o único homem branco cristão heterossexual de sua equipe.

Pouca gente sabe, mas, assim como a Crise de 1929 e a Grande Depressão resultaram na ascensão de regimes totalitários na Europa, na Segunda Guerra Mundial, no Holocausto judeu e num monte de outras cagadas, também foi a N-ésima Guerra Mundial uma consequência da Crise de 2008. Tudo começou em 15 de setembro de 2008, com a quebra do centenário banco americano Lemon Brothers. Os americanos se borraram com a possibilidade de perder suas economias e correram pra sacar tudo que tinham investido nos bancos, que acabaram falindo também. O pânico se espalhou por Wall Street, a bolsa despencou e as Big Three de Detroit (General Motors, Ford e Chrysler) também ameaçaram fechar as portas se não ganhassem uma boquinha. Foi aí que o futuro presidente crioulo Barack Osama se deu conta do pepino que Bush estava deixando pra ele. Mas Barack Osama, que não é trouxa, não ia deixar que a crise e a recessão respingassem na popularidade dele. Chamou então sua equipe politicamente correta composta por 3 hispânicos, 3 índios, 4 mulatas, 144 pretos, 1 branco, 2 cinzas, 1 verde, 1 azul, 1 rosa, 24 viados,79 cachorros 18 lésbicas, 72 mulheres, 6 prostitutas, 1 traveco, 1 pedófilo, 1 aidético, 2 aleijados, 1 surdo-mudo, 3 cegos, 4 autistas, 36 retardados, 1 golfinho, 6 chimpanzés, 1 duende, 1 hobbit, 1 saci-pererê, 3 caipiras, 18 mendigos, 1 macumbeiro, 9 budistas, 30 muçulmanos, 2 mórmons, 6 judeus e 1 ateu. Eles se reuniram e bolaram um maquiavélico plano para afastar as atenções da crise e unir o povo americano em torno de um ideal comum: dominar o mundo! É claro que eles tinham que arranjar um pretexto e nenhum é melhor do que combater o terrorismo e disseminar a democracia.

Guerrilheiros radicais do HAMAS disparando contra Israel um míssil armado com napalm.
Imagem de satélite americano revelando o que parece ser uma instalação de enriquecimento de urânio em Meca.
Silos de ICBMs (mísseis balísticos intercontinentais, em inglês) armados com ogivas nucleares disfarçados como minaretes de uma mesquita em Medina.
Quartel-General da organização terrorista Sfiha Duhabib.

Em 27 de dezembro de 2008, aproveitando o feriado de Chanucá, conforme combinado com Barack Osama e o FATAH (PSDB, em árabe), Israel deu início às operações militares, atacando Gaza, que estava sob o governo do HAMAS (PT, em árabe), partido palestino arqui-rival do FATAH. Só pra variar, os israelenses deram uma surra nos seus rivais pentelhos, cujas armas mais temidas são os balões de São João que disparam em direção ao território israelense. A invasão foi excessivamente violenta, exatamente pra deixar os países árabes muito putos e fazê-los declarar guerra a Israel. Como os árabes são um bando de otários comedores de quibe, caíram direitinho na armadilha. Aproveitando que não tinham nada pra fazer após o Fórum Econômico Mundial, todos os membros da Liga Árabe se reuniram em um suntuoso palácio e fizeram uma declaração de guerra conjunta contra Israel.

Em resposta, o então já empossado presidente Barack Osama declarou guerra a toda a Liga Árabe e enviou esquadras para o Mar Mediterrâneo, o Golfo Pérsico e o Mar Vermelho. E fez mais. Baixou um decreto exigindo que, a partir de 2010, 50% de todos os automóveis fabricados no país e 150% de todos os automóveis importados teriam que funcionar à base de álcool de milho. Com isso ele pretendia atingir 3 objetivos. O primeiro e mais importante era retribuir a gentileza aos fazendeiros milhonários (é, com h mesmo, de milho) que financiaram a campanha presidencial mais cara da história: a dele, é claro. Os outros dois objetivos decorreriam da futura redução no consumo de gasolina e na consequente queda no preço do petróleo. Com isso, ele não apenas minaria a economia dos membros da OPEP (Organização da Prática de Extorsão de Petrodólares), como também livraria a cara das montadoras americanas, que só sabem fazer banheiras beberronas. É como acertar 3 bunkers com um tomahawk só!

Só que o crioulo e seus assessores puxa-sacos subestimaram o tamanho do cagaço que os árabes iam levar com a notícia. Com as perspectivas de não terem pra quem vender seu petróleo a partir de 2010, os adoradores de Maomé correram pra extrair o máximo de petróleo de seus poços enquanto a lei não entra em vigor e os preços não despencam. Só que, com todo mundo fazendo isso, a produção disparou e o preço do barril desabou imediatamente. Israel colocou em prática a doutrina de ataques preventivos e bombardeou Meca, Medina e outros pontos militares estratégicos que abrigavam armas de destruição em massa. Sem dinheiro para financiar uma guerra, nenhum dos países árabes esboçou qualquer reação aos ataques israelenses. Por todo o mundo árabe a população indignada foi às ruas exigir a destruição de Israel. Mas os governos árabes, preocupados com a séria possibilidade de ir à bancarrota se lançassem uma ofensiva, permaneceram inertes. Violentos protestos irromperam na península arábica, causando mais estragos que os bombardeios israelenses.

Foi então que a facção rebelde Sfiha Duhabib (Arábia para os Árabes, em árabe), aproveitando-se do momento de fragilidade por que passava o governo saudita, deu um golpe de Estado. Invadiram simultaneamente diversos órgãos do governo e palácios da família Saud, atirando indiscriminadamente. Habib, o líder da rebelião, apareceu então em rede nacional, executando pessoalmente todos os membros da família real que haviam sido capturados vivos. As execuções se destacaram pela criatividade e variedade, começando com um apedrejamento, prosseguindo com um pisoteamento, um degolamento, dois desmembramentos, três esfolamentos, dois evisceramentos, dois empalamentos, uma crucificação e, finalmente, três imolações simultâneas. Terminado o show, Habib declarou-se Supremo Ditador Perpétuo da renomeada Arábia Habibita e prometeu paz, prosperidade, justiça e liberdade, tão logo todos os países árabes estivessem unificados sob seu comando e Israel estivesse destruído. Com a ampla aceitação popular do golpe, Habib, o Misericordioso (esse é o epíteto que ele escolheu pra si mesmo, e ai de quem discordar), ordenou que as filiais do Sfiha Duhabib dessem prosseguimento ao seu plano. Em uma semana caíram os governos de Yêmen, Omã, E.A.U., Qatar, Bahrein, Kuwait, Iraque e Jordânia. Quando as esquadras americanas finalmente chegaram aos seus destinos, encontraram um Oriente Médio muito mais hostil do que aquele que existia quando haviam partido.

Episódio I: A Ameaça Fantasma[editar]

A ameaça de um novo holocausto sempre pairou sobre a Europa. Desde o início da Crise de 2008 o anti-semitismo e a xenofobia vinham se alastrando pelo continente a um ritmo assustador. As pessoas já não tinham mais medo de manifestar publicamente suas ideias preconceituosas. Sempre que as coisas não estão indo bem, alguém tem que servir de bode expiatório. Desta vez não foi diferente. Como já era de esperar, os escolhidos foram novamente os judeus. O golpe bilionário de Bernard Lawrence Madoff e os ataques israelenses em Gaza só pioraram a situação. Em janeiro e fevereiro de 2009, manifestações neonazistas na Alemanha, na França e na Espanha responsabilizaram os judeus pela crise e pela guerra. No primeiro trimestre de 2009, milhões de judeus, temendo uma repetição do holocausto, fugiram para os Estados Unidos.

Europa após decretado estado de sítio.

A repressão apática às manifestações de anti-semitismo e o sucesso dos grupos neonazistas em “expulsar” os judeus da Europa estimulou-os a organizar manifestações de ódio contra outros grupos étnicos minoritários. Em março e abril de 2009, hispânicos, africanos, árabes, turcos, ciganos e até bascos foram vítimas da xenofobia em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, Romênia, Bulgária e Macedônia. A crise econômica se intensificou e, com ela, a violência dos confrontos com as etnias minoritárias da Europa. Em maio os alvos do ultranacionalismo já não se restringiam às etnias não-europeias. Movimentos separatistas se disseminaram por Espanha, Itália, França, Bélgica, Holanda, Grã-Bretanha, Alemanha, Rep. Tcheca, Polônia, Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia e Rússia. A Romênia estava virtualmente em guerra civil, com o governo de Moldova dando apoio velado aos rebeldes separatistas. Com medo de que os violentos protestos ultranacionalistas em seus países, assim como ocorreu na Romênia, evoluíssem para verdadeiros conflitos armados, os governos europeus aumentaram a repressão às manifestações mais radicais. O Parlamento Europeu decretou Estado de Sítio em toda a União Europeia e ordenou o retorno das tropas que haviam sido enviadas ao Oriente Médio para auxiliar os americanos, deixando-os na mão mais uma vez.

Episódio II: O Ataque dos Clones[editar]

Presidente chinês No Jentao em passeio oficial pelo Deserto de Gobi: “ Meu calalho enolme só tá assim polque faz muito flio pol aqui. Nolmalmente fica até quatlo vezes mais glande.
Presidente sul-coreano Bruce Lee treinando para enfrentar o ditador norte-coreano King Kong II.

Em março de 2009, o presidente da China, No Jentao, aproveitando que as tropas americanas estavam muito ocupadas “libertando” o mundo árabe, exigiu que a “província rebelde” de Taiwan se submetesse à autoridade chinesa e permitisse a entrada de suas tropas. Ma Ying-jeou, presidente de Taiwan, respondeu à exigência dizendo que o pênis de No Jentao mede menos de uma polegada, para, em seguida, proclamar oficialmente a independência do país. O embaixador chinês, antes de deixar Taiwan, deixou uma nota de protesto, acusando Ma Ying-jeou formalmente de ser mentiroso e lembrando que para ingressar no PCC (Partido Comunista Chinês) é exigido ser dotado de um pênis com ao menos 3 centímetros de comprimento. Sob protestos do Ocidente, a marinha chinesa deu início ao bombardeio de Taiwan, preparando o terreno para a invasão da ilha. Os presidentes da Rússia, Coreia do Norte, Laos, Vietnã e Malásia declararam publicamente seu apoio à China. Barack Osama evitou declarar guerra contra a China, mas condenou duramente a agressão chinesa e enviou quatro frotas do Oceano Pacífico para o Mar da China. Os embaixadores americanos receberam ordens confidenciais de iniciar negociações secretas com os governos de Coreia do Sul, Tailândia, Camboja e Indonésia, com o intuito de inviabilizar qualquer ajuda militar de Coreia do Norte, Laos, Vietnã ou Malásia à China. No entanto, No Jentao já havia antecipado parte da estratégia americana. Antes mesmo das tropas chinesas desembarcarem em Taiwan, o exército norte-coreano, apoiado financeira e logisticamente pela China, cruzou a fronteira com a Coreia do Sul. O presidente sul-coreano, Bruce Lee Myung-babak, prometeu que, se fosse necessário, ele lutaria pessoalmente contra as forças do ditador norte-coreano King Kong II. Pressionados pelos americanos, os presidentes da Tailândia, Bhumibol Adulyadej, e da Indonésia, Susilo Bangbang Yudhoyono, anteciparam os planos de invadir a Malásia. O exército tailandês entrou pelo norte, enquanto os fuzileiros navais indonésios desembarcaram pelo oeste. A região insular da Malásia foi invadida pelo exército indonésio em 3 pontos distintos. Bangbang pegou seus aliados de surpresa ao aproveitar o momento para tomar de assalto o Timor-Leste, reintegrando-o imediatamente à Indonésia. Em resposta aos ataques, China, Coreia do Norte, Singapura e Brunei declararam guerra à Tailândia e à Indonésia.

Desembarque do exército de clones em Taiwan.
Imperador Moskihito enxendo a cara de saquê pra tomar coragem.
Moskihito e No Jentao depois de assinarem o acordo.

Após 2 semanas de intensos bombardeios e conflitos navais entre China e Taiwan, 300 mil clones chineses aprimorados geneticamente desembarcaram por todo o perímetro da ilha. O desembarque foi caótico. Os soldados chineses foram recepcionados pelo exército de Taiwan, que, aparentemente, também era composto por clones. O pior é que parece que ambos os países adquiriram embriões de soldados da mesma marca e modelo, pois era impossível diferenciar combatentes chineses de taiwaneses. O “fogo amigo” rolou solto e ambos os exércitos sofreram pesadas baixas. Na maior parte da ilha o avanço chinês foi muito lento e sempre a um custo muito elevado. Antes que Taiwan fosse subjugada, chegou na região a primeira das 4 frotas americanas enviadas para o Mar da China. Antes que houvesse algum confronto entre as marinhas chinesa e americana, foi declarado um cessar-fogo temporário, interrompendo os combates em Taiwan e dando início à negociação de um armistício. Sob ordens do assassino da KGB e presidente de facto Vladimir Putinho, divisões inteiras do exército russo desembarcaram em Sacalina e nas Ilhas Curilas, deixando os japoneses de prontidão em Hokkaido. No Jentao prometeu ao primeiro-ministro japonês, Tara Ado, que Rússia e China não atacariam o Japão, caso este se comprometesse a não fornecer qualquer auxílio aos EUA, incluindo autorização a embarcações americanas para navegar em águas territoriais japonesas. Diante da ameaça de invasão iminente, o imperador Moskihito tomou um porre de saquê e assinou com No Jentao o pacto de colaboração sino-japonesa.

Enquanto isso, na Coreia e na Malásia os conflitos armados se intensificaram. Em terra, o exército indonésio estava próximo de controlar toda a ilha de Bornéu. Em alto-mar, por outro lado, Singapura impôs uma humilhante derrota à armada indonésia. Em abril de 2009, o Pekke Nobi Lao (Laos Livre e Democrático, em lao), uma milícia clandestina financiada e armada pelo governo tailândes, concordou em agir. O Pekke Nobi Lao assassinou o ditador Minib Lao e derrubou o partido comunista do poder no Laos. O governo comunista do Vietnã acusou o governo tailandês de estar por trás do golpe de Estado no Laos e enviou tropas para restaurar o governo comunista. A Tailândia, para manter o Pekke Nobi Lao no poder, também invadiu o Laos. O Camboja, em apoio à Tailândia, entrou em guerra com o Vietnã e atacou o sul do país.

No Estreito de Málaca ocorreu o que viria a ser conhecida como a Batalha Naval dos Malacos, na qual as frotas da Malásia e de Singapura foram aniquiladas pelas marinhas da Tailândia e da Indonésia. Após esta vitória, a frota tailandesa deu início ao bloqueio naval de Singapura e a Indonésia rumou para o norte de Bornéu. Finalizada a conquista de Brunei, Sabah e Sarawak, Bangbang decidiu pôr em prática seu plano de unificar a ilha de Nova Guiné. A invasão do território papua deixou evidente a política expansionista de Bangbang, o que provocou a entrada das Filipinas, de Palau e das Ilhas Salomão na guerra. Os demais países da Oceania expressaram a Barack Osama sua preocupação com as agressões indonésias. O presidente americano deixou claro que as guerras contra China e Arábia eram prioritárias e, em caso de um ataque indonésio à Oceania, não poderia fazer nada. Sugeriu então às nações da Micronésia, da Melanésia e da Polinésia que abrissem mão de sua soberania e se tornassem protetorados australianos.

Com a chegada da quarta frota do pacífico nos arredores de Taiwan, Barack Osama deu um ultimato a No Jentao. Ele tinha 96 horas para ordenar a retirada das tropas de Taiwan. Caso contrário, China e EUA entrariam em guerra. Em vez de retirar as tropas da ilha, No Jentao deu ordens para o Almirante Ma Chao deslocar a frota chinesa para o Estreito da Coreia. Simultaneamente, seguindo ordens de Vladimir Putinho, o Almirante Sergei Viadov moveu para o Estreito da Coreia a frota russa do Pacífico, que se encontrava estacionada ao norte de Hokkaido. Eles pretendiam assim intimidar o Japão ao mesmo tempo que bloqueariam o acesso americano aos portos sul-coreanos. Dando-se conta de que No Jentao não pretendia atender as exigências americanas, Barack Osama instruiu seus diplomatas para instigar o separatismo nas províncias chinesas, prometendo-lhes assistência militar, logística e financeira. Os governadores das regiões autônomas de Guangxi Zhuang e de Xinjiang prometeram assistir os americanos. O líder exilado Dalai Lama declarou a independência das províncias do Tibet, de Qinghai, de Sichuan e de Yunnan. Conflitos violentos entre monges tibetanos e a polícia chinesa eclodiram nas cidades de Lhasa e Xining, obrigando o governo chinês a enviar o exército para reprimir a rebelião.

Almirante Gojira afundando com seu navio.

Expirado o prazo de 96 horas, rodovias e ferrovias que conectam as regiões e províncias rebeldes ao resto da China foram alvo de intenso bombardeio aéreo americano, impedindo que tropas leais a No Jentao retomassem o controle de todo o território chinês. As frotas americanas deixaram Taiwan à própria sorte e rumaram para o Japão. Ao entrarem em águas territoriais japonesas, foram interceptados pela esquadra do Almirante Gojira e advertidos de que o Japão estava oficialmente neutro e não poderia permitir a presença de forças beligerantes em seu território. Pega de surpresa pela inesperada hostilidade japonesa, a esquadra americana teve que retroceder enquanto aguardava novas ordens de Barack Osama. Ao ficar ciente da neutralidade japonesa, o negão tomou uma decisão difícil. Mandou avisar o imperador Moskihito que ele teria que tomar partido de um dos lados do conflito. Se em 1 hora as forças armadas americanas não recebessem autorização para transitar livremente por todo o território japonês, EUA e Japão entrariam em guerra. Moskihito sabia que estava fudido de qualquer forma. Se recusasse o pedido do crioulo, a marinha americana aniquilaria a japonesa e poderia bombardear todo a nação. Se aceitasse, violaria o tratado assinado com No Jentao, o exército russo invadiria Hokkaido e a frota sino-russa bombardearia Kyushu. O imperador japonês apostou todas as suas fichas na esperança de que o negão estivesse blefando. Ele não estava. A esquadra americana rumou para o Estreito da Coreia, cruzando águas japonesas. Desta vez os avisos do Almirante Gojira foram ignorados. Quando ele abriu fogo contra os navios americanos, teve início a Batalha Naval de Gojira. Vinte minutos depois teve fim a Batalha Naval de Gojira. Apesar de seu grande talento como estrategista, o Almirante Gojira nunca teve qualquer chance de vitória contra as 4 frotas americanas combinadas.

Os almirantes Ma Chao e Sergei Viadov aguardavam ansiosamente a aproximação da esquadra americana. Mas os almirantes americanos sabiam que numa batalha no Estreito da Coreia a vantagem numérica americana não seria bem aproveitada. Por isso 3 frotas escoltaram os navios anfíbios direto para o Mar Amarelo enquanto a frota restante ancorou a sudoeste de Kyushu. Ao se dar conta de que não conseguiram atrair os americanos para a armadilha, Ma Chao e Sergei Viadov seguiram os americanos a fim de impedir o desembarque das tropas anfíbias no continente. Entretanto, as 3 frotas americanas voltaram-se contra a esquadra sino-russa, que ainda foi surpreendida na retaguarda pela quarta frota americana. A Batalha Naval de Ma Chao Sergei, como ficou conhecida, foi certamente a maior e mais importante da Enésima Guerra Mundial. A retumbante derrota sino-russa consolidou a hegemonia americana no Oceano Pacífico. À batalha seguiu-se o bloqueio naval do Mar de Bohai e o desembarque de 80 mil fuzileiros navais na península coreana, forçando o recuo do exército norte-coreano. No Jentao enviou 400 mil clones para deter os americanos antes que chegassem à fronteira chinesa.

Evolução da guerra no Leste da Ásia. Eixo do Mal em magenta, Aliança do Bem em ciano e Países Neutros em branco. Movimentação das tropas e frotas em vermelho (Eixo do Mal) e azul (Aliança do Bem).
Generais Temüjin e Shang Tsung recebendo do imperador Shao Khan um recado para invadirem a China.
John Rambo, líder dos rebeldes birmaneses.

Com a marinha chinesa destruída, o exército chinês no exterior e as regiões autônomas isoladas, os governadores de Guangxi Zhuang e de Xinjiang finalmente se sentiram mais seguros para declarar a independência de suas províncias, ao mesmo tempo que a Mongólia Interior era invadida pela horda mongol dos Generais Temüjin e Shang Tsung. A insatisfação com No Jentao estava crescendo mesmo entre os oficiais de etnia Han. Os governadores das províncias do nordeste da China já estudavam seriamente a proposta americana de recriar um Estado Manchu caso eles colaborassem com o exército americano. Sem a perspectiva de receber qualquer auxílio chinês, Singapura, Malásia, Brunei e Timor-Leste renderam-se incondicionalmente. Os birmaneses de etnia tailandesa aproveitaram a situação favorável para, sob a liderança de John Rambo, rebelar-se contra a sanguinária ditadura militar que governava a Birmânia. Logo a Tailândia estava apoiando abertamente os rebeldes. A partir daí, a Tailândia pôde concentrar suas tropas terrestres na Birmânia e no Laos, enquanto que a marinha assediava o litoral das Filipinas, cujas ilhas foram palco de algumas das batalhas mais sangrentas da Enésima Guerra Mundial. Os filipinos, católicos fanáticos, resistiam até a morte contra os invasores indonésios, que professam o islamismo.

No final de maio de 2009, No Jentao deu ordens aos governadores das províncias de Heilongjiang, Jilin e Liaoning para enviar à Coreia reforços de 40 mil clones cada um. Cientes de que isso só serviria para atrasar o avanço americano e de que ficariam muito vulneráveis quando estes chegassem à China, eles resolveram, em reunião secreta com o governador de Hebei, aderir à proposta americana. As tropas foram enviadas. Só que para atacar a retaguarda chinesa. Ao mesmo tempo as tropas leais ao governador de Hebei sitiaram Beijing. A partir deste momento a China estava definitivamente em guerra civil. O fato de os soldados chineses serem todos idênticos, impedindo a distinção entre aliados e inimigos, só contribuiu para aumentar a carnificina.

Episódio III: A Vingança dos Sikh[editar]

Presidente paquistanês Rouhbash Mashfash.

Há anos que a política externa nitidamente pró-americana do General Pervert Mushroom vinha desgastando sua imagem junto à população paquistanesa, o que o forçou a abdicar da presidência em agosto de 2008. Rouhbash Mashfash foi eleito para sucedê-lo e logo que assumiu se viu envolvido em um escândalo de corrupção que só não o derrubou porque ele subornou os congressistas para que encerrassem as investigações da CPI por falta de provas. Desiludido com o novo governo, a população começou a exigir maior autonomia para as províncias, o que Rouhbash Mashfash comprometeu-se a fazer. Entretanto, em março de 2009, preocupado que as rebeliões no mundo árabe se alastrassem até o Paquistão, Rouhbash Mashfash centralizou ainda mais o poder em si. Pressionado por Barack Osama, ele foi à TV pronunciar-se publicamente contra a Sfiha Duhabib e a favor de uma intervenção americana. Isso foi a gota d’água. Nem o Estado de Sítio decretado por Rouhbash Mashfash intimidou os paquistaneses, que foram às ruas acusar o presidente de corrupto, tirano, mentiroso e traidor. Os governadores das províncias de Sindh e Balochistan já não podiam sequer contar com o apoio das forças policiais, que se recusavam a reprimir as manifestações populares. Eles foram forçados a abdicar do poder e foram substituídos por governos de facto que declararam a independência de ambas as províncias. Rouhbash Mashfash sabia que se enviasse tropas demais para o sul, ficaria muito vulnerável a um golpe de Estado. Em vez disso solicitou aos governos do Irã e do Afeganistão que enviassem tropas para auxiliá-lo a reprimir a revolta antes que ela se espalhasse entre as minorias balochis de seus países. Os 3 países formalizaram uma aliança militar e planejaram um ataque simultâneo em 3 frentes distintas.

No começo de abril de 2009 as tropas leais a Rouhbash Mashfash ocuparam a província separatista de Sindh, enquanto os exércitos do Afeganistão e do Irã avançaram pelo Balochistão. A campanha militar estava prevista para durar apenas 2 semanas e inicialmente tudo indicava que os prognósticos da aliança estavam corretos. Então na segunda semana os 3 aliados foram pegos de surpresa. Eles não eram os únicos que haviam planejado um ataque simultâneo. Ao saber do deslocamento de tropas de Irã e Afeganistão para o Paquistão, os governos do Turcomenistão, do Uzbequistão e do Tajiquistão, apoiados por Quirguistão e Cazaquistão, resolveram tirar proveito do momento para fazer antigas reivindicações territoriais. Eles coordenaram seus ataques com os Talibans e a Arábia Habibita, que já vinha negociando em separado com Azerbaijão, Armênia e os separatistas curdos, sikhs, punjabis, balochis e sindhis. A ofensiva teve início com ataques-surpresa contra a marinha iraniana. A frota do Golfo Pérsico foi alvo da marinha árabe e a frota do Mar Cáspio foi surpreendida pela frota combinada de navios azeris, cazaques e turcomenos. Ao mesmo tempo, os exércitos tajique e uzbeque penetraram pela fronteira norte do Afeganistão com a conivência das autoridades tribais locais, enquanto a força aérea árabe bombardeou tropas iranianas, afegãs e paquistanesas estacionadas ao longo de toda a fronteira ocidental do Irã e no sul do Paquistão. Aos bombardeios seguiram-se a contra-ofensiva dos separatistas paquistaneses e as ofensivas terrestres árabe, armênia, azeri e curda. Os árabes, que depuseram o governo iraquiano, haviam proposto a independência aos curdos se estes colaborassem com suas ações militares. Os azeris haviam oferecido a província de Nagorny-Karabakh aos armênios se estes os auxiliassem na invasão do Irã. Os punjabis haviam prometido apoiar militar e diplomaticamente o movimento de independência dos sikhs se estes os assistissem na deposição de Rouhbash Mashfash.

Em questão de poucas horas a situação dos governos do Irã, do Afeganistão e do Paquistão se tornou extremamente delicada, obrigando-os a evacuar as tropas das províncias separatistas de Sindh e do Balochistan. Durante toda a retirada o exército iraniano foi perseguido pelas tropas balochis, sendo hostilizado mesmo após cruzar a fronteira. O exército afegão, cuja retirada do Paquistão foi mais tranquila, acabou dizimado por seguidas emboscadas talibãs dentro do Afeganistão. As últimas tropas leais a Rouhbash Mashfash tiveram que enfrentar uma insurreição punjabi apoiada por sindhis e sikhs. Diante do cenário que se desenrolava as alianças mais improváveis aconteceram. O Aiatolá Khagarmehei pediu ajuda para seu arqui-inimigo, o Grande Satã. Para conter o avanço dos fundamentalistas sunitas e seus aliados, Barack Osama aceitou o pedido e enviou a frota do Mar Vermelho para o Golfo Pérsico. Os americanos costuraram uma ampla aliança na região, que incluía Sri Lanka, Índia, Paquistão, Afeganistão, Irã, Turquia, Geórgia e até Ucrânia. Em resposta à aliança pró-americana, Vladimir Putinho e No Jentão formalizaram um pacto militar com Grécia, Chipre, Azerbaijão, Armênia, Arábia, Curdistão, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Uzbequistão, Turcomenistão e até com os Talibans, que reconheceram como o legítimo governo do Afeganistão. O primeiro-ministro sírio Muhammad Al-Otario, que sobrevivera a tentativa de assassinato pela Sfiha Duhabib, procurou manter seu país neutro no conflito. Mas, quando a minoria curda se insurgiu e foi reprimida pelo governo sírio, Habib ordenou a ocupação da Síria e captura de Al-Otario vivo ou morto.

Em maio de 2009, temendo que o separatismo curdo se espalhasse pelo território turco, o presidente Aboiollah Gül ordenou um ataque preventivo ao Curdistão. Os russos invadiram a Geórgia, sob o pretexto de que o governo do país estava secretamente apoiando os movimentos separatistas no Daguestão, na Chechênia, na Inguchétia e na Circássia. Os georgianos não tinham como resistir sozinhos ao avanço russo, o que forçou Aboiollah Gül a ordenar a retirada das tropas do Curdistão e seu envio para a Geórgia. Com a negativa da Ucrânia em ceder definitivamente a Crimeia à Rússia, os russos invadiram o país também, desta vez com auxílio de Moldova, que já estava em guerra com a Romênia. Barack Osama reagiu ordenando o deslocamento da frota do Mediterrâneo para o Mar Negro. Ao mesmo tempo se aproximava de Chipre a esquadra grega que daria suporte naval à tentativa do governo cipriota de libertar da ocupação turca o norte da ilha. Aos embates em Chipre seguiram-se confrontos na fronteira da Bulgária e da Grécia com a Turquia, cujas tropas tiveram apoio naval da esquadra que aguardava a chegada da frota americana ao Estreito de Bósforo. A recusa dos turcos em se retirar de Chipre e o apoio à resistência na Geórgia levaram os russos a retaliar com pesados bombardeios aéreos e navais contra a Turquia.

A rebelião no Punjab teve sucesso em depor Rouhbash Mashfash, que fugiu para Nova Déli. O General Darth Singh pediu aos rebeldes sindhis e punjabis que se dirijissem ao Punjab indiano, mas ambos insistiram que seria precipitado fazê-lo naquele momento. Os sindhis retornaram à Sindh, aguardando um ataque indo-americano. Os punjabis seguiram para a Caxemira, onde esperavam obter a adesão da maioria muçulmana. Sentido-se traído por seus aliados, Darth Singh marchou com os rebeldes sikhs em direção à Índia, determinado a enfrentar o exército indiano mesmo sozinho. Foi uma péssima ideia. A tentativa de controlar a província não apenas fracassou, como reduziu dramaticamente o contingente militar dos sikhs, forçando-os a negociar a rendição. Humilhado pela derrota, que atribuía à traição de sindhis e punjabis, Darth Singh jurou se vingar de seus ex-aliados. Ele se rendeu à Índia, com a condição de que lhe fosse cedido o comando do contingente indiano que combateria no Paquistão.

Com as tropas turcas concentradas no leste do país, que sofria o assédio simultâneo de curdos, armênios e russos, o exército turco no Chipre, isolado e desmoralizado, capitulou no início de junho de 2009. Desde que a esquadra turca partiu do Estreito de Bósforo para o Mar Negro, o exército grego sob comando do General Leônidas vinha avançando rapidamente em direção à Istambul. Na Batalha Naval do Mar Negro o Almirante Kasparov impôs pesadas baixas às marinhas turca e americana, mas acabou sendo derrotado. À essa altura, entretanto, a capital turca já estava sitiada por Leônidas e 300 peças de artilharia grega conhecidas como Spartans.

Velhu Prakaranbha, o líder dos Tigres Tâmeis.
Darth Singh liderando o ataque indiano contra seus ex-aliados paquistaneses.

No Sri Lanka o líder terrorista Velhu Prakaranbha declarou a independência do nordeste do país, a qual foi seguida por atentados suicidas e confrontos entre os rebeldes tâmeis e as forças armadas cingalesas. Os presidentes das Maldivas e da Índia condenaram os tigres tâmeis e expressaram apoio ao governo de Sri Lanka, o que gerou insatisfação entre os tâmeis indianos. Pressionado pela população local, o governador do estado indiano de Tamil Nadu se solidarizou com a causa tâmil e acusou o governo federal de discriminar as minorias étnicas. O presidente da Índia ameaçou enviar o exército para Tamil Nadu se o governador tornasse a se meter na política externa indiana. A reação do governo federal só acirrou os ânimos, levando os governadores de Andhra Pradesh, Karnataka, Kerala e Puducherry a manifestar apoio aos tâmeis e declarar que não permitiriam que se repetisse no sul da Índia o que ocorreu com os sikhs. Quando tropas federais estavam cruzando Andhra Pradesh à caminho de Tamil Nadu, os governadores rebeldes proclamaram a secessão da Índia e criação da República de Dravídia. Eles declararam apoio aos tigres tâmeis e reconheceram a soberania da Indonésia sobre as ilhas Andaman e Nicobar em troca do suporte naval e aéreo no conflito contra Índia, Sri Lanka e Maldivas. A declaração de guerra de Bangbang contra seus aliados na guerra contra o terror deixou Barack Osama furioso. O negão advertiu Bangbang a manter sua marinha distante do litoral indiano e avisou que, se ele fizesse mais uma merda dessas, a aliança seria rompida e ele deposto. Mas o maior constrangimento para os americanos viria logo no dia seguinte. E justamente de seus aliados indianos. Darth Singh cumpriu a promessa que fizera a si mesmo. As esquadrilhas e divisões de artilharia sob seu comando bombardearam indiscriminadamente o Paquistão durante as horas que precederam a invasão terrestre. E quando esta ocorreu, graças a lideranças sikhs sedentas por vingança, não foi menos sanguinária. Milhões de militares e civis paquistaneses morreram no episódio que ficaria conhecido como a Vingança dos Sikh.

Evolução da guerra no Oriente Médio e arredores. Eixo do Mal em magenta, Aliança do Bem em ciano e Países Neutros em branco. Movimentação das tropas e frotas em vermelho (Eixo do Mal) e azul (Aliança do Bem).

Episódio IV: Uma Nova Esperança[editar]

Ahlib Abakha, na entrada do esconderijo dos Kwaren Tahlad Hoimz, dizendo a senha ultrasecreta: “open file:\\c:\doors\sésamo.cav

O mesmo que Habib fez na Arábia, Ahlib Abakha, líder do grupo terrorista islâmico Kwaren Tahlad Hoimz, sonhava em fazer no Sahara. O sucesso da Sfiha Duhabib convenceu-o de que era hora de agir. No começo de fevereiro de 2009, os Kwaren Tahlad Hoimz saíram de seus esconderijos no deserto e atacaram simultaneamente em 3 frentes. Com o apoio dos janjaweed de Darfur, tomaram o poder no Sudão, cujo presidente conseguiu fugir e se refugiar na Etiópia. O ditador líbio Muammar Al-Gaddafi tentou resistir ao golpe em seu país, mas acabou sendo deposto e morto. Embora na Argélia a tentativa de golpe tenha fracassado, os Kwaren Tahlad Hoimz conseguiram efetivamente manter o controle sobre o sudeste do país. Estabelecido o controle de Líbia e Sudão, os terroristas islâmicos rumaram para Egito e Tunísia, enfrentando muito mais resistência. A ameaça terrorista levou Tunísia, Argélia e Marrocos a assinarem um tratado de cooperação militar.

Babhu Ihno, autoproclamado imperador Songhai.
Mhaka Akko, presidente nigeriano e comandante-em-chefe da OTNS.

Com o apoio dos Kwaren Tahlad Hoimz, dos sahrawi e dos governos da Mauritânia, do Senegal e de Gâmbia, o líder nacionalista Babhu Ihno depôs o presidente do Mali e assumiu seu posto. Ele assinou então com os presidentes do Sahara, da Mauritânia, do Senegal, de Gâmbia, da Guiné-Bissau, da Guiné e de Burkina Faso, todos países majoritariamente muçulmanos, um pacto político-militar sugestivamente chamado Império Songhai. As nações de Serra Leoa, Libéria, Costa do Marfim, Gana, Togo, Benin e Nigéria, todas majoritariamente cristãs, reagiram formando a Organização do Tratado do Níger Sul, sob a liderança do presidente nigeriano Mhaka Akko. Semanas depois sofreram uma maciça invasão do Império Songhai ao longo de toda a fronteira. Para atingirem a Nigéria, tiveram que invadir ainda o Níger, que, embora islâmico, se recusara a se unir ao Império Songhai. A invasão foi facilitada pela ajuda do Chade, que invadiu o país simultaneamente pelo leste. O Chade fizera concessões territoriais aos Kwaren Tahlad Hoimz em troca de um pacto de não-agressão. Ao chegar ao norte da Nigéria, as tropas songhais obtiveram o apoio dos chefes tribais locais, que se insurgiram contra o governo de Mhaka Akko.

Mehndi Igu Sentetu, presidente etíope, sendo vítima de um atentado contra sua vida.
General Fawel Addo, bebemorando o acordo com as cortes islâmicas.

Em março de 2009 o presidente da Etiópia, Mehndi Igu Sentetu, sofreu um atentado, mas escapou ileso. Ninguém reivindicou a autoria do atentado, que foi atribuído pelo governo etíope ao governo da Eritréia. Mehndi Igu Sentetu defendeu que Etiópia e Eritréia deveriam tornar a ser uma só nação e declarou guerra ao país vizinho. O General Fawel Addo conseguiu unificar Djibuti e o norte da Somália sob seu comando. Ele fez a paz com as cortes islâmicos que controlavam a região sul e ambos comprometeram-se a “libertar” os muçulmanos das nações vizinhas. Na semana seguinte as tropas somalis leais a Fawel Addo lançaram ataques contra a Etiópia e as cortes islâmicas invadiram o leste do Quênia. Os demais países da Comunidade Africana Oriental (Tanzânia, Uganda, Ruanda e Burundi) foram então ao socorro do Quênia e declararam guerra à Somália.

Orangho Othango, ditador de um daqueles dois países africanos chamados “Congo”.

Com o mundo, e agora também a África, mergulhado no caos e na desordem, Orangho Othango, o sanguinário ditador do Congo, decidiu que era hora de tirar do fundo do baú uma antiga reivindicação de seu país. Ele acusou o vizinho Congo de plágio e exigiu que mudassem de nome para Songo ou Mongo. Como não teve suas reivindicações atendidas, mesmo após aguardar pacientemente por 22 minutos e 30 segundos, Orangho Othango declarou que os Songo-Mongos estavam em guerra. Apesar do ato-falho, todo mundo entendeu o que ele quis dizer e as tropas congolesas adentraram o território congolês ao longo de toda a fronteira congolesa. O ataque congolês pegou os congoleses de surpresa e o Congo se rendeu ao Congo após apenas 3 semanas congolesas de intensos combates congoleses. Entusiasmado pela vitória fulminante, Orangho Othango trouxe de volta à tona a doutrina warista.

O tabuleiro do jogo War serviu de pretexto para as reivindicações territoriais do ditador congolês Orangho Othango.

O warismo (riskism, em inglês) é uma doutrina pedagógica que defende a aproximação entre ensino escolar e entretenimento infantil. A corrente utópica pregava que o entretenimento fosse moldado na realidade para facilitar a aprendizagem. Essa corrente foi muito criticada por ameaçar a liberdade de expressão e a propriedade intelectual. O episódio mais famoso, e que acabou por batizar a doutrina, foi a tentativa mal-sucedida de forçar a Hasbro a alterar o tabuleiro do jogo War para que representasse fielmente o mapa político do mundo atual. O fracasso da corrente utópica levou ao surgimento da corrente pragmática. Essa prega que a própria realidade deve ser alterada para se assemelhar às obras de ficção e à cultura pop. Usando como pretexto a melhoria do ensino, Orangho Othango defendeu que as nações vizinhas deveriam ser anexadas ao Congo para adequar as fronteiras do país àquelas presentes no tabuleiro de War. Também já haviam adotado o warismo como política institucional a Argélia, a Nigéria, o Sudão e a África do Sul, os quais, coincidentemente, tinham todos um território mais vasto naquele jogo do que na realidade.

Gabão e Zâmbia, em resposta à adoção do warismo por Orangho Othango, declararam guerra ao Congo. A Guiné Equatorial, cujo território era parcialmente reivindicado pelo Gabão, declarou seu apoio ao Congo. Camarões, que também tinha questões pendentes na fronteira com a Guiné, aliou-se ao Gabão e conseguiu o apoio da República Central Africana, que invadiu o Congo. Gabão e Camarões lançaram um ataque conjunto à Guiné Equatorial e ocuparam o país. A FLEC (Frente de Libertação do Estado de Cabinda) proclamou a independência de Cabinda e aliou-se ao Congo. Com isso, trouxe a Angola pra guerra, contra o Congo. A Zâmbia conseguiu o apoio de Malawi e Zimbábue, que, contudo, diante da recusa de Moçambique em aliar-se a eles, hesitaram em enviar suas tropas ao Congo. Temendo que Moçambique tivesse assinado uma aliança secreta com o Congo e fosse atacá-los pela retaguarda, os governos de Malawi e Zimbábue convenceram o presidente da Zâmbia a fazer um ataque preventivo contra Moçambique. Em abril de 2009 exércitos dos 3 países invadiram a província de Tete. Naquele momento, Moçambique só havia assinado um pacto de defesa mútua com Madagascar. Devido ao ataque, acabou por aliar-se ao Congo uma semana depois.

A eleição em fevereiro de 2009 de Tahba Kuddu na Namíbia e de Bendho Thado em Botsuana, ambos da etnia Khoisan, acentuou o fervor nacionalista em ambos os países. Em março os dois presidentes se encontraram e assinaram um acordo que previa a união de todos os Khoisan sob uma só nação, sem especificar uma data. O anúncio repercutiu internacionalmente e foi duramente criticado pelos governos de Angola, Zâmbia e África do Sul, que temiam que a presença de minorias Khoisan em seus territórios serviria de pretexto para futuras reivindicações territoriais por parte da Namíbia e de Botsuana. De fato, em abril de 2009, Tahba Kuddu e Bendho Thado assinaram secretamente acordos de cooperação militar com Congo, Moçambique e Madagascar. Em maio, Namíbia e Botsuana fizeram as primeiras incursões militares nas regiões de Angola, Zâmbia e África do Sul que eram habitadas majoritariamente por membros da etnia Khoisan. Na África do Sul isso desencadeou uma onda de violência contra civis de etnias minoritárias que há tempo vinham reivindicando mais autonomia. Como era de se esperar, as minorias reagiram às agressões com mais violência e, em pouco mais de uma semana, o país já estava mergulhado em uma sangrenta guerra civil, arrastando junto Lesoto e Suazilândia.

Evolução da guerra na África. Eixo do Mal em magenta, Aliança do Bem em ciano e Países Neutros em branco. Movimentação das tropas e frotas em vermelho (Eixo do Mal) e azul (Aliança do Bem).

Não se sabe ao certo como a guerra prosseguiu na África, pois, com o mundo todo em guerra, é claro que ninguém ligava para o que estava acontecendo no berço da humanidade, vulgo “continente de merda”.

Episódio V: O Império Inca Contra-Ataca[editar]

Logo os efeitos da crise econômica mundial, da derrocada no preço internacional do petróleo e da Revolução Árabe atingiram a América do Sul. Os países mais afetados foram Chile e Peru, pela dependência do mercado americano, e Venezuela e Equador, pela dependência da exportação de petróleo. Hugo Chaves, presidente da Venezuela, aproveitou a antecipação da eleição presidencial no Peru e Equador para criar factóides e desviar a atenção dos problemas internos. Ele apoiou os candidatos de origem indígena Seu Barriga Pachacuti, no Peru, e Nhonho Pachacuti, no Equador. Prometendo um ano de aluguel grátis no cortiço pra todo mundo que votar nele, Seu Barriga se elege presidente do Peru com 101% dos votos válidos, numa eleição marcada por suspeitas de compra de votos e fraude na contagem dos votos. Com discurso não menos demagógico e populista, seu filho, Nhonho, é eleito presidente do Equador.

Foto oficial da Cúpula das Américas com alguns dos principais Chefes de Estado da América Latrina.
O ministro da Defesa americano e o presidente mexicano ensaiando seus discursos na Cúpula das Américas.
Chefes de Estado surpresos com o anúncio da formação do Império Inca.

Em abril de 2009, durante a Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, Super Sam, o ministro da Defesa americano, prometeu aos povos caribenhos que, se eles se unissem sob um só governo, seriam convidados à ingressar nos Estados Unidos. E em seguida propôs aos países da América Central que tornassem a ser estados mexicanos, para que possam usufruir das mesma vantagens que o México usufrui por integrar o NAFTA. As ofertas do negão só não foram bem recebidas pelos governos de Cuba, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Venezuela, Equador e Peru, que, só pra variar um pouquinho, o acusaram de mono imperialista. Nhonho e Seu Barriga fizeram discursos inflamados conclamando os povos indígenas a seguir o exemplo árabe. Ao final eles surpreenderam todos com um anúncio bombástico: Equador e Peru estavam se unindo sob o pomposo nome de Império Inca, cuja capital seria estabelecida em Machu Picchu.

Na mesma semana diversas manifestações indígenas em apoio à ideia ocorreram pela América do Sul. Nas cidades acreanas de La Paz, Cochabamba, Sucre e Potosí a situação saiu do controle e tropas do governo reagiram com violência. Seu Barriga condenou publicamente a repressão brasileira aos indígenas acreanos. Foi seguido por Chaves e pelo presidente guarani do Paraguai, Professor Lugo Girafales, que se solidarizaram com os separatistas indígenas. No dia seguinte o líder cocalero Evo Quico Morales declarou a independência da Bolívia, região do Acre que já fora independente no passado. A violência explodiu na região. O governo brasileiro solicitou à Michelle Chiquinha Bachelet a assistência chilena na fronteira e enviou tropas federais para conter a revolta indígena. Ao ser avisado da aproximação dos exércitos de ambos os países, Quico proclamou a Bolívia território integrante do Império Inca. Ao ser informado da notícia, Seu Barriga declarou guerra ao Brasil e ao Chile. Na semana seguinte, o Paraguai lançou um ataque surpresa sobre a retaguarda das tropas brasileiras estacionadas em Santa Cruz, Sucre, Potosí e Tarija. Simultaneamente, a Argentina tomou de assalto a porção oriental da Terra do Fogo. Brasil e Chile tiveram então que lutar em duas frentes de combate cada um.

Adolfo Hitlera declarando a independência dos estados argentinos da Mesopotâmia.

Diferentemente do que ocorria nos demais países da aliança, o apoio do governo populista de Dona Florinda Kirchner aos nacionalistas indígenas não tinha a simpatia da população argentina. A insatisfação com o governo nacional, que já estava elevada devido à crise econômica, atingiu seu ápice com o ingresso do país na guerra. O líder separatista Adolfo Hitlera aproveitou o momento para declarar a independência dos estados argentinos da Mesopotâmia, amparado pelos seus respectivos governadores. Os Estados Unidos do Sul, que tinham interesse na região, imediatamente reconheceram a independência da Mesopotâmia. Foi seguido pela Cisplatina, que desde 2008 vinha negociando seu ingresso nos Estados Unidos do Brasil.

Tropas anfíbias (ou suínas) desembarcando na Baía dos Porcos Ianques.
Bizarro desembainhando sua espada para decapitar Che Quevara.
Che Bagual implorando a Bizarro para não ter o mesmo destino que Che Quevara.
Che Bagual oferecendo-se para ser escravo sexual de Bizarro.

A negativa de Raúl Castro em se unir aos demais países caribenhos, levou-os a conspirar com a comunidade cubana exilada em Miami. Eles planejaram a invasão da ilha e deposição do ditador por uma força multinacional sob a coordenação do General Chico Bizarro. A milícia de exilados cubanos desembarcaria na Baía dos Porcos Ianques ao mesmo tempo que fuzileiros de várias nações caribenhas lançariam ataques anfíbios por todo o perímetro da ilha. No mesmo dia em que a invasão teve início, os governos de Guatemala, Honduras, Nicarágua, Venezuela e Império Inca rotularam-na como um ato de “imperialismo ianque”, seja lá o que isso signifique, e prometeram assistência militar à Castro. O Marechal Che Quevara e seu admirador secreto, o General Che Bagual, foram encarregados da defesa de Cuba.

O presidente mexicano Chapolim Colorado tirando dúvidas com o General Hernán Descortés.

Os presidentes de México, Belize, El Salvador, Costa Rica e Panamá reuniram-se na Cidade do México, onde firmaram secretamente a Alianza Azteca, um compromisso de assistência militar mútua independentemente do resultados dos plebiscitos que se realizariam para decidir pela recomendação americana de unir-se novamente ao México. O presidente mexicano Chapolim Calderón Colorado solicitou ao General Hernán Descortés que planejasse invasão da Guatemala com o apoio de forças de Belize e El Salvador. Assim que tiveram notícia dos bombardeios aéreos mexicanos e dos ataques terrestres em 3 frentes distintas, Honduras e Nicarágua declararam guerra contra Belize, El Salvador e México. Honduras enviou tropas para a fronteira com El Salvador e sua marinha bloqueou portos de Belize e El Salvador com ajuda de navios guatemaltecos e nicaraguenses, respectivamente. Os presidentes de Guatemala, Honduras e Nicarágua reuniram-se em Tegucigalpa, onde formalizaram a Alianza Maya, que unificava as forças armadas dos 3 países sob o comando do Marechal Motecuhzoma Xocoyotzin. Costa Rica e Panamá entraram em guerra com os países da Alianza Maya logo após a divulgação do resultado dos plebiscitos, que confirmaram a união com o México.

Presidente das Guianas ao saber da declaração de guerra venezuelana.

Seguindo-se à declaração de independência da Guiana Francesa em fevereiro de 2009, fora implementado o plano de fusão com a Guiana e o Suriname num único país, que recebeu o criativo nome de Guianas. Em maio Chaves assinou secretamente um pacto de cooperação militar com Seu Barriga, mas não queria se envolver diretamente em um conflito armado com o Brasil. Ele sabia, entretanto, que desde março a presidente das Guianas, Bruxa do 71, estava em negociações com o presidente do Brasil para transformar as Guianas na vigésima-sexta unidade da federação. Valendo-se de antigas reivindicações territoriais na fronteira com a Guiana, Chaves declarou guerra às Guianas e no mesmo dia lançou uma ofensiva por terra, mar e ar. Já dividido entre duas frentes de batalha e com sua esquadra rumando para a bacia do Prata, o Brasil não tinha como assistir as Guianas. Entrou em negociações diplomáticas com a Colômbia, cujo presidente, Seu Madruga Uribe, já preocupado com as intenções de Seu Barriga em anexar seu país, concordou em ajudar. Após algumas semanas de planejamento, Seu Madruga declarou guerra à Venezuela e ao Império Inca e as tropas colombianas invadiram o noroeste da Venezuela. Em menos de dois meses toda a América Latina estava em guerra.

Evolução da guerra na América do Sul. Eixo do Mal em magenta, Aliança do Bem em ciano e Países Neutros em branco. Movimentação das tropas e frotas em vermelho (Eixo do Mal) e azul (Aliança do Bem).
Congresso brasileiro, o alvo preferido da força aérea inca.
Líder cocalero na mira do Capitão Nascimento.
Guerrilheiros das Malvinas marchando de volta para casa após derrotar o Corpo de Fuzileiros Navais da Argentina.
Presidente colombiano pensando o que fazer com o presidente venezuelano.
Presidentes de Argentina Paraguai incentivando o imperador inca a partir pra cima do presidente colombiano.
Presidente colombiano executando pessoalmente o presidente venezuelano na base da porrada mesmo.
Presidente paraguaio logo após ingerir cianureto em seu bunker.
Imperador inca e presidente colombiano resolvendo suas divergências no mano-a-mano.

Na tentativa de conquistar a simpatia da população brasileira, Seu Barriga submeteu Brasília a intensos bombardeios aéreos. Inicialmente o Brasil reagiu apenas com bombardeios incessantes a Machu Picchu. Mas logo Mula precisou convocar seus aliados para uma reunião de emergência em São Paulo. Ele explicou que, após os bombardeios a Brasília, a popularidade de Seu Barriga entre o povo brasileiro havia crescido de 1% para 99%, segundo pesquisas de opinião com margem de erro de 1% e intervalo de confiança de 99%. Em outras palavras, ou eles punham um fim a guerra rapidamente, ou as tropas incas seriam recebidas de braços abertos no Brasil. Ficou decidido que os inimigos mais fracos precisavam ser aniquilados imediatamente, para que depois todas as forças da aliança pudessem ser concentradas apenas na Argentina e no Império Inca. Colômbia e Guianas acelerariam o avanço sobre território venezuelano. Chile e Brasil poriam primeiro um fim à rebelião boliviana para em seguida lançar uma megaoperação militar sobre o Paraguai.

Uma sucessão de erros sem querer querendo estratégicos de Chaves levou à sua captura pelo exército colombiano antes do que se previra. Com ajuda de avançadas técnicas de rastreamento popularmente conhecidas como “saco” e “vassoura”, Quico foi rapidamente localizado e capturado pelas tropas brasileiras. Os habitantes locais das Malvinas, mesmo sem contar com auxílio britânico, repeliram com facilidade os invasores argentinos. Esses três reveses em menos de uma semana forçaram Seu Barriga a convocar uma reunião urgente em Lima. A captura de Chaves e sua iminente execução convenceram Seu Barriga a invadir a Colômbia e libertar seu aliado enquanto isso ainda era possível. Mas, como isso fragilizaria tremendamente suas defesas no sul do país, Dona Florinda e Professor Girafales teriam que manter chilenos e brasileiros mais ocupados. As forças incas encontraram menos resistência do que esperavam e um imenso contingente sob o comando de Seu Barriga avançou rapidamente sobre a Colômbia em direção à Venezuela. Seu Madruga decidiu executar Chaves antes do derradeiro embate com Seu Barriga.

A Argentina manteve a pressão sobre o sul do Chile a fim de manter as forças armadas chilenas afastadas da fronteira com o Império Inca. O Paraguai foi tomado de assalto por tropas chilenas e brasileiras antes que pudesse organizar efetivamente suas defesas. Quando se deu conta de que seus aliados não poderiam ajudá-lo a tempo, Professor Girafales, temendo o mesmo destino de Chaves, bebeu cianureto made in Paraguay em seu bunker. Após agonizar por 18 horas, finalmente morreu. Ao tomar conhecimento do suicídio de seu amante latino, Dona Florinda também se matou. Agora o Eixo do Mal só contava com Seu Barriga na América do Sul.

Episódio VI: O Retorno do Judas[editar]

Cartaz Promocional do Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, retratando Vodskiy Smirnoff, então capitão, e seu melhor soldado, Judas Strogonoff.
Em cima, maleta contendo a bomba nuclear detonada em Jerusalém. No meio, mala de chumbo que continha a maleta acima. Embaixo, contâiner de material radiológico, no interior do qual foi transportada a mala acima.
Jerusalém sendo conquistada pelos romanos.
Jerusalém sendo varrida do mapa por uma explosão nuclear.

Durante a campanha em Gaza, o General Judas Strogonoff se recusou a cumprir ordens diretas do Marechal Yehoshua Messiah para bombardear uma maternidade palestina suspeita de esconder armas de destruição em massa. De volta à Israel ele alegou que o bombardeio poderia resultar em um número desnecessariamente elevado de baixas entre os civis. Devido às circunstâncias atenuantes, Judas Strogonoff foi punido pela insubordinação apenas com afastamento de suas atividades por tempo indeterminado. O conflito em Gaza marcou-o profundamente. Ele perdera completamente a esperança de que árabes e israelenses poderiam um dia conviver em paz e harmonia. Naquele momento só lhe restava uma coisa a fazer. Dar um telefonema para um velho amigo russo, o Marechal da reserva Vodskiy Smirnoff. Apenas 3 meses depois Judas Strogonoff já estava recebendo sua encomenda: uma bela maleta, que poria um fim definitivo a todas as disputas pela Terra Santa.

No final de junho de 2009, os árabes já controlavam o território sírio quase em sua totalidade e começaram a avançar sobre o Líbano. O comando militar israelense acreditava que Habib pretendia atacar Israel a partir do sul do Líbano e decidiu concentrar as tropas terrestres na fronteira com o país. Com a maioria dos generais sendo realocados no norte de Israel, Judas Strogonoff foi chamado de volta à ativa para ficar responsável pela defesa de Jerusalém. Era a oportunidade perfeita para dar prosseguimento a seus planos. Agora só faltava escolher uma data. Pelo simbolismo, dia 9 de julho, que correspondia ao dia 17 de Tamuz no calendário hebraico, foi escolhido.

No dia 17 de Tamuz de 70 d.C. os legionários romanos penetraram pelas muralhas de Jerusalém. Naquele mesmo dia o General Apostolus queimou um exemplar da Torá e colocou um ídolo pagão no Templo de Salomão. No dia 17 de Tamuz de 2009 d.C. o General Judas Strogonoff detonou um artefato nuclear de 25 quilotons em Jerusalém e nunca mais alguém idolatraria qualquer divindade naquela cidade. Nunca mais alguém morreria ou mataria para conquistar aquela região.

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Reação das pessoas e criaturas afins ao tomar conhecimento da explosão nuclear em Jerusalém.
Machu Picchu, antes e depois da guerra.
Estampa de Seu Madruga, o principal produto de exportação da Colômbia.
Mapa Político da América após o armistício.
Vlad Tepes, o Conde da nova nação da Transilvânia.
Svalbard, Aleutas, Curilas, Malvinas, Ilha de Páscoa e Ilha de Natal: candidatos à nova terra prometida do povo judeu.
Nietzsche, que depôs o Aiatolá do Irã, autodeclarou-se Xá da Pérsia e restabeleceu o Zoroastrismo como religião oficial do país.
Bison, o novo Rei do Sião.
Sagat, o novo Primeiro-Ministro do Sião.
Moskihito, ex-imperador, preparando-se para o tradicional ritual nipônico de suicído.
King Kong II, ex-ditador cinéfilo e atual cineasta ditadorial, lendo roteiro e dirigindo futuro blockbuster de Hollywood.
Estátua erguida em Seul em homenagem a Bruce Lee, o mártir da unificação coreana.
Siddhartha Gautama, o novo Dalai Lama do Tibete, acenando para a multidão durante sua cerimônia de coroação.
Shao Khan fazendo força no trono após ficar se segurando por toda sua cerimônia de coroação.
Mapa Político da Ásia após o armistício.
Os plebiscitos foram realizados exatamente 8 anos após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, os quais não têm nada a ver com a Enésima Guerra Mundial.
Destruição das urnas eletrônicas fabricadas por Microsoft, Google e Wikipedia.
Estátua de “Seu Madruga, o Redentor”, erigida no topo do Corcovado em homenagem ao mártir colombiano.
Estátua de “Chico Bizarro, el Conquistador”, erigida em Havana em homenagem ao general que depôs Castro.
Estátua de “Ricardão Coração-de-Leão”, conquistador da Cornualha.
William Henry Gates III comemorando sua eleição como Führer da recém-criada Nerdlândia.
Charles I, o Príncipe Corno.
Lapões comemorando a independência.
Simba, o rei Leão.
Joulupukki sentado no trono enquanto aguarda sua coroação.
Nadal, o Príncipe de Astúria, certificando-se de que sua coroa não é de latão.
Alonso Quijano, o Dom Quixote de Castélia, acenando para seus súditos.
Didi Mocó, o Rei Nato de Aragão.
Al-Sayyid, o Califa da Catalunha, caindo do cavalo após sofrer um infarto durante sua coroação em Valência.
Roberto Dinamite, o Presidente Basco.
Mapa Político da Europa após o armistício.
Presidente caucasiano na adolescência com seus amiguinhos da gang Bolshevik: Lenin Dicaprio e Mikhail Dedushka.
Borat, presidente do Turquestão, em seu discurso de posse, vestindo roupas que lhe renderam acusações de ser excessivamente pró-americano.
Obama bin Laden, líder terrorista do Terroristão, posando com sua roupa favorita.
Bollywood, capital do Indostão.
Ex-quartel-general da organização terrorista Al-Qaeda e atual sede de governo do Terroristão vista por dentro e por fora.
Dhalsim, primeiro-ministro do Indostão.
Kangaroo Dundee, presidente austronésio.
Zhang Ado, presidente da União Asiática, em seu discurso de posse.
Imperador Songhai reclamando que terminaram a brincadeira logo quando ele estava quase atingindo seu objetivo de conquistar 24 territórios e mais um continente a sua escolha.
Mapa Político da África após o armistício.
João Tissão, sobrevivente de genocídio e homem mais rico da África.
Foto do documento de identidade da esposa de João Tissão.
Vala comum com quibundas vítimas de limpeza étnica em Angola.
Rascunho da primeira edição em alemão do livro-texto da doutrina barackista. Percebe-se a forte influência nacionalista pelo desenho de uma águia, tradicional símbolo americano.

Em julho de 2009 a guerra já tinha se espalhado por quase todo o mundo. A intensidade dos conflitos estava crescendo e ninguém conseguia vislumbrar quando, como e porque ela iria terminar. A inesperada explosão nuclear em Jerusalém deixou quase o mundo inteiro em estado de choque e convenceu alguns líderes mundiais de que não havia mais do que duas alternativas para essas perguntas. Ou davam início a negociações de paz imediatamente ou o conflito iria terminar com a destruição de todos os seres humanos, fossem eles cristãos ou muçulmanos, ricos ou pobres, homens ou mulheres, brancos ou pretos, destros ou canhotos, bonitos ou feios, machos ou boiolas, tucanos ou petistas, corintianos ou flamenguistas. Estados Unidos, Rússia, China e Arábia concordaram em suspender as hostilidades por tempo indeterminado e convencer seus aliados a fazer o mesmo. Logo se percebeu que, para o Tratado de Paz ser aceito pelas nações beligerantes e efetivamente posto em prática, ele teria que refletir, em linhas gerais, o cenário militar corrente. O Eixo do Mal teria que fazer amplas concessões territoriais na maior parte do mundo, enquanto no Oriente Médio a Aliança do Bem é que abdicaria de mais territórios. O tratado previa ainda a realização em 11 de setembro de 2009 de inúmeros plebiscitos ao redor do mundo para resolver questões onde não se conseguiu chegar a um consenso. Ele foi assinado no dia 30 de julho de 2009, em Açores, por representantes da maioria das nações beligerantes.

A população das Ilhas Sanduíche, Malvinas e Galápagos decidiriam sobre sua independência em plebiscito. A fronteira entre Argentina e Chile foi redesenhada. Um novo presidente argentino seria escolhido em pleito nacional. A Cisplatina e a Mesopotâmia tiveram reconhecida a independência, respectivamente, do Brasil e da Argentina. Um plebiscito definiria a adesão aos Estados Unidos do Sul. O Paraguai foi anexado ao Brasil. O sudoeste da Bolívia foi cedido pelo Brasil ao Chile em retribuição ao auxílio durante a guerra. Devido ao estado irrecuperável em que Machu Picchu se encontrava após os massivos bombardeios brasileiros, suas ruínas foram tombadas como patrimônio histórico da humanidade e a capital inca foi transferida permanentemente para Cusco. O Peru cedeu a porção oriental de seu território ao Brasil, que dividiu a Venezuela com a Colômbia, que, por sua vez, anexou Trinidad e Tobago, Aruba, Bonaire e Curaçao. Brasil e Colômbia concordaram ainda em redemarcar suas fronteiras. A morte de Seu Madruga dias antes do fim da guerra tranformou-o em ídolo pop. Camisetas, bonés, chaveiros e outras bugigangas com sua face estampada ultrapassaram a cocaína como principal produto de exportação colombiano. As Guianas confirmaram sua unificação. Um plebiscito determinaria se elas aceitariam a proposta brasileira de juntar-se à federação em troca do território tomado da Venezuela. Outro plebiscito, a ser realizado no Chile, no Peru e na Colômbia por pressão de grupos autóctones, daria à população desses 3 países a oportunidade de decidir se gostariam de unir-se sob o nome de Império Inca. Belize, El Salvador, Costa Rica e Panamá tornar-se-iam estados do México, conforme já havia sido decidido e plebiscitos nacionais. Guatemala, Honduras e Nicarágua, cujos governos haviam se recusado a apresentar a proposta à população, agora teriam que fazê-lo. Os países caribenhos, de maneira similar, haviam concordado quase todos em se fundir no que viria a ser um estado americano. Exceção à Cuba, onde um plebiscito ainda teria que ser apresentado à população. Islândia, Groenlândia e os estados canadenses também decidiriam sobre seu ingresso no futuramente rebatizado Estados Unidos da América do Norte.

Apesar da maior parte da Europa não ter se envolvido diretamente na guerra, houve praticamente tantas mortes lá quanto em outros continentes. Milhares de indivíduos de etnias minoritárias foram assassinados por radicais xenófobos e outras centenas morreram em enfrentamentos com forças policiais. Um número muito superior morreu vítima de bombardeios russos, gregos e romenos. A Rússia foi condenada a conceder a independência à Lapônia, à Carélia e à Prússia, mas pôde incorporar a Crimeia e a porção oriental de Bielorrússia. A porção ocidental foi devolvida à Polônia, que a perdera na Segunda Guerra Mundial. A Ucrânia ainda teve que ceder os Cárpatos à Eslováquia e seu território ao sul do rio Dniester à Moldova, que também anexou parte da Romênia, criando a nação da Moldávia. O território romeno a leste do Danúbio foi incorporado à Bulgária. O restante foi dividido entre o Ducado da Valáquia, governado pelo Duque Nicolae Ceausescu e o Condado da Transilvânia, governado pelo Conde Vlad Tepes. A Romênia deixou de existir como nação. A Sérvia perdeu Kosovo para Albânia e Voivodina para Hungria, mas anexou parte da Bósnia. O que restou desta uniu-se à Croácia, a qual cedeu a Ístria à Eslovênia. A porção europeia da Turquia foi entregue à Grécia, inclusive Istambul, que voltou a se chamar Bizâncio. A Turquia teve ainda que abandonar a ilha de Chipre, que passou a ser controlada integralmente pelos cipriotas, que estudavam unir-se ao que restou do Líbano. Em 15 outros países haveria plebiscitos envolvendo a independência de territórios habitados por minorias étnicas.

A detonação da bomba nuclear em Jerusalém provocou a formação de uma nuvem radioativa que se espalhou pela maior parte dos territórios israelense e palestino, tornando inabitáveis os dois países e a Península do Sinai. A Arábia ficou responsável por evacuar os palestinos, que foram realocados em seu próprio território. Estados Unidos e União Européia evacuaram e abrigaram temporariamente os judeus. A eles foram oferecidas em plebiscito 6 ilhas ou arquipélagos de baixa densidade demográfica para escolher onde fundar uma nova nação judaica: Aleutas, Curilas, Malvinas, Svalbard, Ilha de Páscoa ou Ilha de Natal.

Com a repentina morte de Habib por Esfirrose Aguda, a Arábia Habibita, que agora compreendia Iêmen, Omã, E.A.U., Bahrein, Qatar, Kuwait, Jordânia e partes de Líbano, Turquia, Síria e Iraque, passou para o controle do Sultão Al-Oprarah e perdeu o sufixo Habibita. Por meio de um plebiscito nacional seria escolhido o novo nome oficial da nação árabe. À partir de áreas da Turquia, Irã, Iraque e Síria, foi formado o Curdistão, cuja população decidiria se iria unir-se a Irã ou Àrábia. O que restou da Turquia foi rebatizado como Otomânia. A Armênia recebeu o território prometido pelo Azerbaijão, que incorporou partes do Irã e do Daguestão e foi rebatizado Azéria. Em troca de parte do território cazaque, os russos concordaram em libertar Geórgia, Circássia, Ossétia, Inguchétia, Chechênia e Daguestão. Um plebiscito seria feito nesses países para decidir se formariam uma confederação. Os árabes xiitas do Iraque e do Irã formaram a nação da Babilônia e coroaram o Mulá Gilgamesh Marduk como rei. O Aiatolá Khagarmehei foi deposto no Irã pelo General Nietzsche, que estabeleceu o Zoroastrismo como religião oficial e rebatizou o que sobrou do país como Farsistão. O Cazaquistão, que perdeu território para a Rússia, ganhou território do Uzbequistão, que ganhou do Afeganistão, que também perdeu território para o Balochistão, o Daristão, o Tajiquistão e o Turcomenistão. O que restou do Afeganistão, assim como boa parte do Paquistão, caiu nas mãos do Mulá Oboiollah Akhund, que rebatizou toda a área sob seu domínio como Talibanistão. O restante do Paquistão foi dividido em Sindhudesh, Caxemíria e Balochistão, que incluia ainda parte do antigo Irã. Em todos esses istões haveriam plebiscitos para decidir se manteriam-se como nações independentes ou se uniriam-se com outros istões para formar federações e confederações.

O Sri Lanka, agora rebatizado Cingalésia, derrotou os tigres tâmeis e preservou sua integridade territorial, mas a Índia teve que conceder a independência à Dravídia. Entretanto, lá, e também na Maldívia, na Cingalésia, no Punjab, em Sindhudesh, em Bangladesh e na Assâmia, a população decidiria em plebiscito se desejaria ou não unir-se à Índia no Indostão. Na Caxemíria, no Himalaia, nas províncias tibetanas da China e no que restou da Birmânia seria votada a união sob a forma de uma nação tibeto-birmanesa. A Tailândia, que anexou parte da Birmânia e da China, uniu-se ao Laos para reconstituir o Reino do Sião. O General Bison foi aclamado rei e nomeou o Coronel Sagat como seu primeiro-ministro. Com a morte do rei Norodom Sihamoni, o General Ro Bot assumiu o controle de Cambodja e Vietnã, agora unidos sob o nome de Império Khmer, com sede em Angkor Wat. A Malásia conservou o território continental, mas perdeu as províncias insulares de Sarawak e Sabah para a Indonésia. Singapura foi incorporada à Malásia como sua nova capital. A Bangbang foi permitido manter todos os territórios conquistados, incluindo as ilhas de Natal, Cocos, Andamã e Nicobar, com a condição de que a Indonésia fosse transformada em uma confederação de estados autônomos cujos membros seriam: Sumátria, Jávia, Borneú, Filipínia, Celebésia e Melanésia. Na Austrália, em Fiji, na Nova Caledônia, na Nova Zelândia, em Vanuatu e nas nações da Micronésia e da Polinésia a população decidiria sobre a dissolução, reformulação ou manutenção da Confederação Austronésia.

Por ter-se aliado à China, o Japão foi punido com a deposição do Imperador Moskihito e a fragmentação da nação em 8 países distintos: Hokkaraio, com capital em Otariu; Toloku, com capital em Miyojo; Tanso, com capital em Bicha; Urubu, com capital em Sifu; Bonsai, com capital em Opanaka; Sudoku, com capital em Tamagotchi; Shishikoku, com capital em Kagawa; Shushu, com capital em Idioita. Humilhado por ter que viver como plebeu, Moskihito cometeu Harakiri. Na península coreana, o cinéfilo esquisitão e ditador aloprado King Kong II concordou em renunciar desde que os americanos o anistiassem de todos os seus crimes hediondos, lhe concedessem asilo político e cidadania americana e garantissem a ele participação como vilão em pelo menos 3% da produção cinematográfica de Hollywood. Apesar da morte em combate de Bruce Lee Myung-babak, a Coreia foi unificada e a seu território ainda foi adicionado parte da antiga China. O impopular No Jentao foi deposto da presidência da China, que, assim como o Japão, foi dissolvida em estados menores. Tibet, Qinghai e partes de Gansu, Sichuan e Yunnan constituíram o Dalailamado Budista do Tibete, governado pelo Dalai Lama Siddhartha Gautama. As repúblicas russas de Calmúquia, Altaia, Cacássia, Tuvínia e Buriácia votariam pela independência. A região autônoma chinesa da Mongólia Interior foi anexada à Mongólia, formando o Caganato da Mongólia. Shao Khan foi proclamado Ojedi Cagão (Corajoso Rei dos Reis Guerreiros do Bem, em mongol). Pequenas porções de Xinjiang foram cedidos à Cazaquistão, Quirguistão e Tajiquistão. O restante transformou-se no Mijanato da Uigúria, enquanto que o krai russo de Primorsky e as províncias do nordeste da China compuseram o Peidanato da Manchúria, com capital em Beijing. Shanagai e as outras 20 províncias chinesas tornaram-se países independentes, presididos por aqueles que eram previamente seus governadores.

Os incontáveis resultados esdrúxulos dos plebiscitos de 11 de setembro surpreenderam muita gente, incluindo a maioria dos estrategistas, consultores e analistas geopolíticos. Apesar das fortes suspeitas de fraude generalizada, não houve recontagem de votos em lugar nenhum. Após a conclusão da apuração informatizada, as urnas eletrônicas foram todas destruídas. E o mapa-múndi foi radicalmente alterado.

Maradona foi eleito presidente da República Argentina. A Cisplatina e a Mesopotâmia optaram por aderir aos agora denominados Estados Unidos da América do Sul. As Guianas aceitaram juntar-se ao Brasil de Mula, que estudava uma reestruturação interna de seu território, a exemplo de outros países. As populações de Chile, Peru e Colômbia estranhamente decidiram integrar o Império Inca de Seu Barriga. Em todos os países da América Central foi aprovada a união com o México para constituir o Império Asteca. Os habitantes da Península da Califórnia aprovaram a transferência da região para os Estados Unidos da América do Norte, que concordou em ceder ao Império Asteca o sul do Arizona e do Novo México. Cuba, Islândia, Groenlândia e todos os estados canadenses confirmaram seu ingresso nos Estados Unidos da América do Norte.

As ilhas britânicas fragmentaram-se em Ulstéria, Irlândia, Ânglia, Escócia, Galésia e Cornuália. Nesta última assumiu como chefe de Estado o Príncipe Charles, tornando-se o primeiro príncipe corno desde que a região foi dominada pelo Rei Ricardo Coração de Leão, vulgo Ricardão. A Bélgica foi dividida em duas, numa tentativa de conter a onda de violência entre torcidas organizadas no país. O norte, majoritariamente flamenguista, constitui a Flamênguia. O sul foi denominado Valônia. Os Países Baixos também fracionaram-se em dois: Frísia, ao norte, e Nerdlândia, ao sul. Noruéguia, Suécia e Finlândia cederam suas terras ao norte do paralelo 66º para o povo Sami fundar a Lapônia. A capital dos lapões foi estabelecida em Rovaniemi e Joulupukki eleito o líder da nação.

A Polônia, que recuperou algumas terras perdidas na Segunda Guerra Mundial, cedeu partes de seu território para as recém-criadas nações da Prússia, Silésia e Pomerânia. Esta última anexou ainda parte da Alemanha, a qual também deu origem à Saxônia (incluindo Bremen), Héssia, Turíngia, Baviera, Suábia (incluindo Liechtenstein), Renânia e Vestefália, a maioria das quais incorporou porções dos países vizinhos. O que sobrou da Alemanha ao norte do rio Elba passou a ser conhecido como Búrguia, exceto por Schleswig, que retornou à Dinamárquia. Para a tristeza dos humoristas, a República Chota foi anexada pela República Checa, que passou a se chmar Chéquia. Espera-se que essa perda seja compensada pela independência da Carélia. O oeste da Áustria desmembrou-se na República da Tirólia, que incluiu ainda parte da Itália. Esta, por sua vez, concedeu a independência à Sardênia, Sicília (incluindo Malta), Calábria, Apúlia, Emília-România (incluindo San Marino), Venétia, Lombárdia, Ligúria e Piemôntia. A Itália ficou restrita à sua porção central e manteve a capital em Roma. A Suíça foi dissolvida, sendo a região teutófona anexada pela Suábia e a italófona anexada pela Lombárdia. A área francófona deu origem à Romândia. Da França surgiram Alsácia, Borgônia, Arpitânia, Provência (incluindo Mônaco), Occitânia, Gascônia, Bretânia e Normândia. O que restou da França passou a ser denominado Frância, exceto por um pequeno território cedido à Renânia. A península ibérica fragmentou-se em Portugália, Galícia, Leônia, Astúria, Vascônia, Aragônia, Catalúnia, Andalúcia e Castélia. Simba recebeu o título de Rei Leão, Rafael Nadal o de Príncipe de Astúria, Roberto Dinamite o de Presidente Basco, Didi Mocó o de Rei Nato de Aragão, Al-Sayyid o de Califa da Catalunha e Alonso Quijano o de Dom Quixote de Castélia.

Na eleição para nova terra prometida, os judeus podiam optar entre votar a favor da opção que mais desejavam e contra a opção que mais rejeitavam. Como só alguém muito patético desejaria aquelas ilhas ridículas chamadas Malvinas, 99,9999% dos judeus votaram contra esta opção. Ninguém manifestou-se a favor ou contra Aleutas, Curilas, Ilha de Páscoa ou Ilha de Natal. Todos os outros 0,0001% votaram a favor de Svalbard, que foi rebatizada como Judéia e tornou-se o mais novo país-membro da União Européia.

Chipre e Líbano uniram-se para formar a Fenícia. O Sultão Al-Oprarah passou a governar o Sultanato do Arabestão, nome escolhido em plebiscito popular para substituir a Arábia Habibita. No Curdistão a população decidiu unir-se ao Farsistão para formar a Pérsia. Armênia, Azéria, Geórgia, Circássia, Ossétia, Inguchétia, Chechênia e Daguestão confirmaram a fundação da Confederação da Caucásia, sob a presidência de Ioseb Besarionis dze Jughashvili, popularmente conhecido como o “Homem de Aço”. Cazaquistão, Turcomenistão, Uzbequistão, Quirguistão e o renomeado Uiguristão compuseram a Federação do Turquestão, presidida pelo cineasta cazaque Borat Sagdiyev. Balochistão, Daristão, Tajiquistão e Talibanistão compuseram o Terroristão, a ser governado pelo terrorista Obama Bin Laden, que estabeleceu a sede de governo em uma caverna de Cabum, antiga capital do extinto Afeganistão.

As populações de Maldívia, Cingalésia, Dravídia, Índia, Sindhudesh, Bangladesh e Assâmia confirmaram a formação do Rajado do Indostão. O Rajá Mahatma Brahman estabeleceu a capital em Bollywood e nomeou Dhalsim Kama Sutra seu primeiro-ministro. A reformulação da Confederação Austronésia foi aprovada em plebiscito. A capital foi transferida para a Tasmânia e o resto do país foi dividido em 6 estados: Outback, Queensland, New Wales, Victoria, New Zealand e Polynesia. Kangaroo Dundee assumiu como presidente e Russel Taz Crowe como primeiro-ministro.

Ainda em 11 de setembro, os líderes da Coreia, das 8 nações japonesas e de 22 nações chinesas reuniram-se em Hong Kong para discutir a criação de uma zona de livre comércio e entidade supranacional nos moldes da União Européia. Nasceu assim a União Asiática, com sede em Shanaghai e presidida pelo humorista japonês de ascendência chinesa Zhang Ado.

Três meses depois, com a proximidade do Natal e do Ano-Novo, cresceu a procura por diamantes e outras pedras preciosas no mundo civilizado. A escassez de oferta fez o preço disparar. Quando os especialistas foram buscar uma explicação para o fenômeno, lembraram de um pequeno detalhe que havia sido deixado para trás: a África, principal exportadora de pedras preciosas, tinha ficado de fora das negociações de paz e continuava em guerra! Os líderes mundiais, preocupados com a catástrofe humanitária que a escassez de diamantes poderia causar, exigiram dos beligerantes o cessar-fogo imediato. Ninguém sabia ao certo como a guerra evoluíra na África, e ninguém queria saber mesmo, então as fronteiras permaneceram do jeito que estavam no momento em que cessaram as hostilidades. Restaram apenas 15 países no continente africano: Atlásia, Saaristão, Egitostão, Songaistão, Chadestão, Abissínia, Nigeristão, Somália, Congostão, Victória, Coisanistão, Zimbabuestão, Moçambiquestão, Madagascária e Bantustão. O Tratado de Paz foi assinado na véspera do Natal, em 24 de dezembro de 2009.

Mais de 160 milhões pereceram na África durante a guerra, elevando em quase um quarto a renda per capita do continente. No transcorrer de apenas um ano o padrão de vida africano cresceu mais do que durante todo o século anterior. O caso mais emblemático é de João Tissão e sua esposa, únicos remanescentes da etnia quibunda. De acordo com a sábia tradição quibunda, a mulher é apenas um instrumento de lazer, sendo desprovida de quaisquer direitos. Portanto, João Tissão figurava como único herdeiro legítimo de todas as posses quibundas. Assim, ele tornou-se o homem mais rico do continente, com um patrimônio avaliado em cerca de cem mil dólares. Barack Osama virou herói em toda a África por ter trazido tanta prosperidade ao continente em tão pouco tempo. Esse novo modelo de desenvolvimento econômico, fundamentado em armas de destruição em massa, limpezas étnicas, genocídios e latrocínios em escala industrial, ficou conhecido como barackismo e influenciaria o pensamento intelectual africano por décadas.

Graças à drástica redução no número de países por todo o mundo, o mapa-múndi ficou bastante simplificado, permitindo que as pessoas já não tivessem mais que perder tanto tempo decorando o nome de todos eles. Assim puderam se dedicar desde cedo a atividades mais úteis, aumentando a produtividade e finalmente tirando a economia da recessão. Não foi bem assim que Barack Osama e sua equipe de baba-ovos retardados haviam previsto, mas mesmo assim acabou dando tudo certo pro crioulo. Ninquém saiu da guerra mais fortalecido do que ele. E os Estados Unidos da América do Norte emergiram da crise mais fortes do que nunca. Ô negão sortudo pra cacete!


v d e h
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