Equação

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Merry = X-mas.jpg Este artigo é relacionado à matemática.

Se você não sabe o que significa , então clique aqui.

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Compadre Washington sobre equação diferencial com uma só variável independente

Equação é um procedimento matemático em que se passa elementos para um lado e indivíduos para outro. Os culpados acabam se revelando no finzinho, desde que se resolva cada etapa adequadamente.

DAFUQ?![editar]

É, nem eu entendi essa introdução. Bem, uma equação é uma entidade demoníaca matemática que usa aquele belo e moral monte de conta xarope conhecido como aritmética para descobrir se ela própria (a equação) é real, verdadeira, companheira, linda e cheirosa. Quem mais auxiliou nisso foi um cidadão índio indiano conhecido nos dias atuais como Bhaskara, mas houve outros nerds importantes que contribuíram para facilitar a matemática das equações.

Composição[editar]

Kakashi usando o sharingan para resolver uma equação.

Uma equação é formada por dois conjuntos de técnicas de fornicação entre números, divididos por um casal homossexual de linhas paralelas traficantes de órgãos conhecido como "sinal de igual". Cada conjunto pode possuir ou não uma letra que representa os interesses do povo um número de inexistente conhecimento geral da nação, geralmente a letra . Essa letra se chama Orlando incógnita ou variável, pois não se tem conhecimento de sua identidade sexual, e pra piorar, ela varia de acordo com as condições impostas pela Anvisa própria equação. Para decifrar a mensagem sem confundi-la com tentativas de rebater bolas ou pedir comida, a Academia Brasileira de Letras, a Universidade da Califórnia em Berkeley, o Supremo Senhor Kaioh, o bom senso e o Zoboomafoo recomendam que se considere que cada conjunto possui um resultado que é o outro conjunto.

Resumindo essa caralha, uma equação é composta de:

  • Uma variável, que pode ser qualquer letra, mesmo que o tenha ganho destaque por parecer um cu cruzamento de duas vias, talvez para mostrar que são dois lados a ser usados. Algumas vezes aparecem duas letras, mas é a mesma merda, até porque elas ficam juntas...
  • Uns elementos, que são os números a serem calculados, entre eles a variável . Um elemento numérico que não é a variável é chamado de Madruguinha coeficiente.

Tipos[editar]

Equação de primeiro grau[editar]

A equação de primeiro grau, cujo nome recomendado, não só por aquela galera da pesada citada na seção anterior, mas também por qualquer um, é equação linear, é uma equação com uma variável de primeiro grau, o que explica seu pejorativo e desnecessariamente longo nome.

Tá, e daí? Bom, as equações do fundamental, digo, do primeiro grau têm apenas uma dimensão na variável . Mas como caralhinhos voadores um número tem DIMENSÃO?! Senta que lá vem o pato, pato aqui, pato acolá história.

História[editar]

Há milhares de anos, em uma galáxia muito distante, entre o Restaurante no fim do Universo e Eternia, fadas cantavam e bichinhos de pelúcia tocavam instrumentos, enquanto você, seu bunda-mole, esperava links para Star Wars, O Guia do Mochileiro das Galáxias, He-Man, Inferno e Um Pistoleiro Chamado Papaco...

Seção pra voltar ao assunto enquanto o autor está numa clínica de reabilitação se tratando dos males da maconha[editar]

Variável X de número de nova strikes grau infinito.

Puta que o pariu... Enfim, a dimensão de uma variável é o exponente que nele habita e o número que está no expoente é a quantidade de dimensões que a equação abriga em seu cafofo. A equação linear é chamada de primeiro grau porque tem um 1 no expoente, e como o número 1 é muito tímido para aparecer numa potência, ele se esconde. Logo, a bagaça tem só uma dimensão, feito... uma linha.

As equações do primeiro grau têm tudo para serem acertadas em uma prova apenas unindo tudo o que se aprendeu antes: "extremos pelos meios", propriedade distributiva, elemento neutro e todas aquelas paradas decoradas às pressas dez minutos antes das provas.

Vamos a uma demonstração prática de equação bostinha do primeiro grau:

Com isso temos:

  • Uma variável , pra variar.
  • Um elemento de soma com a nota que a Beija-Flor não ganha desde que decidiu homenagear gente ruim, ou seja, 10.
  • Outro elemento, dessa vez um 0,9 % satânico, ou seja, 6.
  • E um resultado igualmente satânico.

Usando o Poder Realmente Supremo e o jeitinho brasileiro, pode-se alterar a equação de modo que o elemento carnavalesco seja absorvido pelo resultado, sobrando um conjunto com variável e outro sem. O elemento de multiplicação, que chamaremos de constante porque é legal e bonito, também pode ser agregado ao resultado, sobrando apenas uma porra lá, que deve ser... beeeeem...

...diabólico.

Nenhum grande esforço cerebral é necessário para entender o que vem depois.

Equação de segundo grau[editar]

Na equação do segundo grau, do Ensino Médio ou equação quadrática temos algo mais decente: primeiramente, aquele numerosinho infeliz acima à direita perde a timidez e finalmente aparece. O nome quadrática, assim como linear vem de linha Direta, vem de quadra de tênis quadrado, que como o leitor já deve saber, tem duas dimensões: comprimento, a dimensão da linha, e a largura, impoRtada de Ribeirão Preto. "Base e altura" é o caralho!

Essas em geral são fáceis e não pedem maiores cálculos, apenas um golpe de vista, como as do primeiro grau, porém...

O relacionamento com o plano cartesiano[editar]

Coeficiente Madruginha e a dona rindo da cara de quem não entende este artigo.

Depois que o filósofo feioso que existe porque pensa cometeu feminicídio com um transmissor de doenças tropicais numa janela, não havia nada melhor para um matemático fazer que aplicar todo o seu conhecimento no novo e lindão plano cartesiano. No caso da álgebra, que é o departamento matemático que cuida das equações, apareceram riscos conhecidos como reta e curva. Não obstante, devido à ausência de sexo e televisão, descobriu-se um padrão de equações, baseado nos valores que podem ser obtidos conforme a posição do risco no plano cartesiano e feito com muito amor.

No caso da equação linear, tinha-se um padrão , entretanto, as funções estavam na moda, surgindo um padrão similar . Caso uma reta fosse desenhada, teria-se que verificar se o zé ruela desenhou em algum dos eixos do plano. Caso um ato de coragem como esse fosse feito, as seguintes medidas foram tomadas:

O coeficiente indicava o lado político do desenhista caso ele use sua reta para escorregar no quiabo: se o desenhista fosse um maconheiro pedófilo, a reta seria ascendente em escorpião e o sentido do deslize apontaria pra esquerda, mas se fosse um caçador de animais preconceituoso, seria descendente de alemães apontando para a direita. O coeficiente é um mero nivelador e não será discutido, foda-se.

O bagulho começa a ficar quente com a equação da curva. Aumentando o número do grau, aumenta-se o número de dimensões e a vontade de transar, sendo necessário mais parceiros sexuais para as variáveis, ou seja, o padrão digivolveu para .

Seção pra midar de assunto[editar]

Demonstração bostinha de equação do segundo grau:

Usufruindo do conhecimento de elementos usado na demonstração bostinha da equação linear, sabe-se quais são os coeficientes, as variáveis, o resultado e o caralho a quatro, só não se sabe o valor de e é aí que as coisas complicam, pois a incógnita de uma equação quadrática tem aids pode ter mais de um resultado. Acuma? Como assim, carai? DOIS RESULTADOS?! Éééé...

Mas como é que essa desgraça foi acontecer? Bem, isso é influência do desenho daquele viadinho. No caso da reta, dependendo do valor agregado de , a reta pode penetrar o eixo x, o que gera o valor de , mas isso não vem ao caso. No caso da curva, pode ocorrer uma dupla penetração, o que gera duas filhinhas dois valores de : Irídio e Irineu e .

Depois de anos e anos de estudos e dedicação, uma criatura sem vergonha chamada Bhaskara notou que as filhinhas, digo, os valores poderiam ser calculados graças à uma fórmula desenvolvida por ele em um dia que não tinha mais nada melhor para fazer. Assim nasceu a fórmula de Bhaskara, que é o título da seção abaixo.

Fórmula de Bháskara[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Fórmula de Bhaskara

X jump.jpg = Bunda3.jpg + ou - Raizes.jpg Delta g.JPG

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2 Boca de sapo cantando.png


Como se pode ver, se é que dá pra entender alguma coisa, a variável X [1] é igual a uma bunda mais ou menos a raiz de um triângulo dividido por 2 sapos. Traduzindo isso fica:

A bunda era o , algo que nem o Capitão América entendeu, a raiz era uma raiz quadrada e o triângulo era um delta, supondo que você saiba que aquele triangulinho é uma letra. Aquele delta é nada mais nada menos que o opressor discriminante, uma constante igual a que discrimina os valores de de acordo com o valor do próprio discriminante. De acordo com Bhaskara:

O que satanases isso quer dizer? Quer dizer que um discriminante positivo gera dois resultados para , pois é otimista e faz mais esforço pra isso. Um discriminante nulo gera apenas um resultado, pois é suíço, ou seja, é neutro e se acha demais pra fazer algo a mais pra humanidade além de fondue [2]. Um discriminante negativo não gera resultado algum, pois o vetor de sinal negativo aponta para a esquerda, o que desconstrói ideologicamente o princípio do discriminante. Isso explica também o conforto meritocrático do discriminante positivo.

Mas como isso foi acontecer? Quando o discriminante é positivo, ocorre a já citada dupla penetração, quando neutro, uma simples, e quando negativo, a linha está deprimida demais e não penetra no eixo.

Marotagem [editar]

Felizmente, a fórmula só é usada em casos complicados demais para formas de vida baseadas em iPhone como o Homo sapiens do século XXI. Antes que seja necessário tal método, usa-se o método da soma e do produto, nomeado de porque a comunidade acadêmica pressionou o autor deste artigo em Guantanamo. Enfim, o método consiste em uma série de manipulações com o modelo quadrático que chegou a conclusão de que:

Usando os métodos naquela equação que nem eu me lembrava, temos essa merda aí:


Equações de graus maiores[editar]

As equações cúbicas, ou seja, de terceiro grau, seguem o mesmo raciocínio. Isso vai evoluindo ao infinito e além, o que introduziria aos polinómios, mas nem fodendo que isso vai ser aprofundado neste artigo, então fiquem o modelo de "três dimensões" e pronto:

Pra que servem[editar]

Pra nada As utilidades das equações são múltiplas, uma vez que sem elas, não se poderia com precisão calcular distâncias por exemplo... com elas até mesmo o ar pode ser medido... e equações aliadas a Geometria são as ferramentas de que qualquer pedreiro engenheiro deve dispor para ter ideia do que irá fazer... Essas e muitas outras aplicações se servem de equações junto a outros cálculos. E com elas também foi possível saber que TUDO na face da mãe Terra pode ser calculado e até mesmo fora dela. Isso mesmo amigão, as coisas que se menos sabe podem ser calculadas, inclusive a fórmula da espiral de caramujo pode ser calculada, a conhecida sequência fibonacci também é um cálculo e nela há várias equações embutidas, cheias de variáveis, e quanto mais se sabe sobre equações mais se descobre sobre a nossa vidinha nesse bundão mundão de deus.

Nota[editar]

  1. Aos fãs, isso foi genuinamente espontâneo, eu sei que vocês entenderam a referência.
  2. E do ex-melhor chocolate do mundo.
Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Equação no Mundo do Contra:

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