Esus

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Esus.
Esus derrubando algumas arvores afim de dar uma de machão.

Cquote1.png Experimente também: Mitra (mitologia) Cquote2.png
Sugestão do Google para Esus
Cquote1.png Fuuuu...são!Há! Cquote2.png
Krishna sobre virar Esus Krishna
Cquote1.png Gostei desse deus! Vou acrescentar ele no panteão romano. Cquote2.png
Constantino Magno sobre Esus
Cquote1.png Eu ainda prefiro o deus Tutatis Cquote2.png
Asterix sobre Esus

Esus ou Hesus é um deus da guerra da mitologia celta adorado pelos gauleses, que tem um machadão na mão afim de competir com o Thor nórdico.

Características[editar]

Pouca coisa sabe sobre ele. Um tal de Lucario Lucano fala sobre as oferendas sacrificiais sangrentas proferidas à uma tríade dos celtas: Teutates, Taranis e Ele mesmo! Esses três deuses eram plagiados da seguinte forma. Teutates por Mercúrio e Esus com Marte. De acordo com as linguas, vítimas humanas foram dedicadas ao sacrifício para Esus por estarem amarradas a uma árvore e malhadas.

Fim do Mundo Antigo e a chegada do Monoteísmo[editar]

Os tais elmos que parecia cristas de galo.

Depois que os celtas foram conquistados ele passou a ser adorado pelo Império Romano, mas de uma outra forma. Foi ai então que ocorreu o Concílio de Niceia, onde tava lá o imperador Constantino, o Grande chamando uma porrada de bispos. Nisso ele ordenou que cada um trouxesse as escrituras do VT e do NT. Onde ele iria criar um novo deus e colocar uma nova religião para o império (que mais tarde é oficializada pelo Teodósio), já que o Mitraísmo já tava um pouquinho fora de moda. Então Constantino disse pra juntar o nome deus druida Esus com o deus salvador do oriente, Krishna. Ai Esus Krishna virou o deus supremo do império, que obviamente mais tarde acrescentaram uma letra no seu nome que não existia no alfabeto romano ficando Jesus. Depois trocaram o Khrisna afim de fazer homenagem ao elmo dos centuriões romanos que pareciam cristas de galo, que hoje é o Jesus Cristo da Igreja Católica Romana, cuja sigla JC é também homenagem ao Julio César, que é "o homem de todas as mulheres, e a mulher de todos os homens."