Felipe Nasr

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Cquote1.png Se a gente inverter Nasr, fica Senna. Cquote2.png
Fernanda Gentil sobre Felipe Nasr
Cquote1.png Sou mais rápido do que ele. Cquote2.png
Marcus Ericsson sobre Felipe Nasr
Cquote1.png Esse moleque vai dar muito trabalho. Cquote2.png
Fiscais de prova sobre Felipe Nasr
Cquote1.png Rosberg larga em primeiro, Hamilton em segundo, Vettel em terceiro, Ricciardo em quarto, Massa em décimo, e Felipe Nasr em décimo quarto Cquote2.png
William Bonner dando a notícia de mais um treino classificatória da temporada de 2016 da Formula 1, tendo que pular o grid inteiro para citar o Nasr

Felipe Nasr é um piloto pagante que arrumou um bico na Sauber na temporada de 2015 da Fórmula 1 quando passou a ser um piloto mais ou menos conhecido. Considerado um novo Felipe Massa, pois não apenas tem um nome praticamente idêntico, mas a ruindade e a aparência de playboy é a mesma, nunca ganhou porra nenhuma, a não ser algumas corridas da GP2 (Série B da Fórmula 1) e outras categorias amadoras. Felipe Nasr é um ser humano que sofre de uma rara doença psicológica conhecida como "torcer para o Botafogo".

Carreira[editar]

Fórmula BMW[editar]

Por ser um playboyzinho inspirado no Ayrton Senna, desde cedo Felipe Nasr já competia no kart nas pistas foleiras de Brasília onde nasceu e foi criado como um bom playboy. Embora nunca tivesse talento para ser um grande piloto, sempre teve a grana. Foi contratado para disputar a Fórmula BMW de 2009 após excelentes bons resultados em testes em 2008 contra sul-americanos em carros inferiores. Para se ter ideia, o maior rival neste campeonato era um cara chamado Daniel Juncadella (já ouviu falar dele? Não? Nem eu. Por isso até o Felipe Nasr conseguiu o derrotar facilmente), e assim Felipe Nasr garantiu o primeiro título semi-amador de sua carreira.

Fórmula 3 Inglesa[editar]

Graças ao seu bom desempenho, correu na Fórmula 3 Inglesa de 2010, mas como todo bom playboy, não respeitava regras, batia em todos, ultrapassava em bandeiras amarelas, e fazia essas merdas, assim ficando longe do título. Mais disciplinado, todavia, conseguiu ser campeão em 2011, conquistando assim seu segundo campeonatinho semi-amador.

GP2[editar]

Em 2012 Felipe Nasr começou a servir de mecanismo para lavagem de dinheiro ser patrocinado pelo Banco do Brasil e OGX, e passou a competir na GP2 Series pela equipe DAMS. Como a utilidade do piloto era apenas trazer rios de dinheiro ilícito, foi uma porcaria no campeonato que foi dominado pelo companheiro de equipe Davide Valsecchi que foi campeão (enquanto Nasr ficou apenas em décimo).

Em 2013 passou a correr pela melhor equipe do grid, a Carlin Motorsport, mas como não é um piloto talentoso, ficou longe de ser campeão e mais uma vez viu um companheiro de equipe se sair melhor que ele.

Embora tivesse a grana, não conseguiu a vaga na Fprmula 1 de 2014, então continuou na GP2, quando dessa vez assistiu Jolyon Palmer ser facilmente campeão.

Formula 1[editar]

Nasr estragando a corrida do próprio companheiro.

Não foi por méritos ou habilidade, mas Felipe Nasr conseguiu sua estreia na Formula 1 na temporada de 2015 pela Sauber, uma equipe falida que ao invés de pagar salários para pilotos, são os pilotos que pagam salário para ela, o que explica como Felié Nasr alcançou a Formula 1, com os dinheiros de origem suspeita do Banco do Brasil que lava dinheiro o patrocina. Passou o ano inteiro arrastando seu carro azul, e quando marcava um pontinho ou outro era um grande motivo de comemoração. Destacou-se no primeiro GP da Austrália, quando um monte de novatos fez cagada e ele conseguiu terminar em quinto, sendo a melhor estreia de um brasileiro na Formula 1. Mas depois nunca mais conseguiu sequer chegar perto da quinta colocação, o que demonstra que foi pura sorte mesmo.

Apesar de seu desempenho pífio em 2015, o piloto renovou contrato para 2016, e conseguiu estar ainda pior, ficando toda hora atrás do companheiro Marcus Ericsson. Nas raras vezes que ficou a frente do companheiro, estava lento e travando o companheiro, mas indisciplinado como qualquer playboy, sempre desobedecia as ordens de deixar Ericsson ultrapassar, o que gerou um memorável acidente entre companheiros de equipe no GP de Mônaco de 2016 onde Nasr estava tão lento que foi não pode evitar ter a traseira batida por Ericsson. Mesmo assim, o piloto mostrou ter alguma competência ao conseguir marcar 2 míseros pontos no GP do Brasil que deram uma premiação pra salvar a Sauber da falência. Isso garantiria o jovem Nasr por mais um ano na F1, mas aí o Banco do Brasil acabou com a mesada da equipe e todos nós sabemos que qualquer um pode correr na F1, desde que tenha os bolsos gordos (vide Lance Stroll). Assim, Nasr foi gentilmente convidado a dirigir-se ao famoso olho da rua, onde está até hoje.

v d e h
Pilotos da Fórmula 1