Fenomenologia

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Cometinha.jpg Este é mais um artigo com pretensão pseudo-científica, portanto, seu autor é um desocupado mentiroso que não diz coisa com coisa.
NewBouncywikilogo.gif
Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Fenomenologia.

Cquote1.png Você quis dizer: Fenomeno's Orgia? Cquote2.png
Google sobre Fenomenologia
Cquote1.png Olha, estão me estudando Cquote2.png
Gordo sobre fenomenologia
Cquote1.png Ué mas não existe um artigo sobre o Ronaldo ? Cquote2.png
Carla Perez sobre fenomenologia
Cquote1.png Fenomenologia é relacionado às teorias da filosofia Cquote2.png
Nerd sobre fenomenologia

Fenomenologia é uma disciplina criada pelo nerd estudioso Edmund Husserl, é uma área onde se estuda as partes psiquicas. Em geral, se trata de uma investigação criminal da consciencia, comum a todos os sujeitos cognitivos plenos (se é que você sabe o que é isso), independentemente das idiossincrasias psicológicas de cada um (?). Enfim, os estudos da fenomenologia foram inspirados pela sociofilosofia, agora imagina, se a filosofia em si já não serve para nada e é a coisa mais atoa existente no mundo, o que a sociofilosofia faz então, nada ao quadrado? (O resultado é nada mesmo, né?)!

Etmologia[editar]

Cquote1.png Um dia você aprende Cquote2.png
Shakespeare sobre Etmologia

Tomada em sentido etimológico, que é aquele sentido que todo mundo ouve falar mas que ninguém conhece de verdade, o termo fenomenologia provém de duas palavras gregas, phainomenon e logos (não tem nada a ver com Logarítmo. Assim, seu sentido primeiro é ciência ou estudo dos fenômenos (não é o Ronaldo. A amplitude deste sentido permite identificar a fenomenologia com a própria investigação filosófica, ou seja, elça tenta dar sentido a algo que não tem, não consegue, mas mesmo assim faz de conta que está tudo dando certo.

O termo fenomenologia foi empregado em várias acepções, por vários pseudo pensadores, ao longo da história da filosofia, isso porque esses filósofos nunca sabem o que falar então ficam inventando palavras complicadas para fazer de conta que estão falando de algo muito complexo. Assim, no século XVIII, Lambert denomina fenomenologia a investigação que visa distinguir entre verdade e aparência, seu teorema principal dita que tudo que não tem nada a ver com fenomenologia é verdade! Isso para livrar as pessoas sãs de pensamentos loucos com esse tipo de coisa inútil.

Para Kant, fenomenologia é o nome da ciência que estuda a matéria enquanto objeto possível da experiência. Este filósofo postula, ainda, a necessidade de uma phenomenologia generalis, ou seja, para ele é necessário a criação de algo além da fenomenologia, mas se ainda nem sabem direito o que a fenomenologia estuda, como criar algo além? Hegel denomina fenomenologia do espírito a ciência do movimento da consciência (só espero que ele não seja nenhum fanático religioso). Para ele o estágio máximo da fenomenologia é o saber absoluto, mas no final das contas ele discordou de sua própria concepção ao perceber que essa baboseira toda tem mais a ver com enrolar quem não sabe do que saber em si.

Procedência[editar]

Quem foi o idiota gênio que criou essa coisa super interessante ?

A fenomenologia foi criada por um carinha que não sabia mais o qu fazer da vida chamado Edmund Husserl. Ele já nasceu traumatizado pois era filho de um físico, quando jovem ficou louco e tornou se um matemático, mas pouco tempo depois ele saiu dessa vida de loucuras e passou a ser um desocupado filósofo, ou melhor, sociofilósofo, tem um nome mais requintado, mas no final das contas é tão atoa, ou mais, que os filósofos comuns. Ao longo de sua vida, sempre elaborou teorias muito inúteis sobre a mente humana e em suas recaídas mais sérias ele tentava de qualquer forma ligar nossos atos insanos pensamentos à estudos matemáticos (pirou). Já no auge de sua loucura começou a fazer coisas (ainda mais) absurdas e elaborar teorias (ainda mais) sem nexo, uma delas foi a fenomenologia.

Mas de onde surgiu a ideia de criar essa porcaria porcaria ?

Na verdade não se sabe e nem se deseja saber de onde Husserl tirou essa porcaria a fenomenologia, afinal de contas o homem era doido, vai saber o que se passa pela cabeça dele, mas uma das hipóteses mais aceitáveis é que ela (a fenomenologia) foi criada em protesto à exclusão da Metafísica por parte dos anti-sociais intelectuais. Penso que até mesmo o próprio Husserl estava ciente que a metafísica era uma parte da física que não servia para absolutamente nada (e ainda não serve), mas esse acontecimento pareceu deixar o tio Husserl revoltadinho a ponto de ele resolver reviver parte desse estudo abstrato.

Infelizmente esse estudo não pareceu fazer muito sucesso, já que todos já sabiam da loucura de seu criador e também por um mal entendimento do realmente é a fenomenologia; para muitos, Husserl desejava fazer um estudo concreto do que não podia ser dado como verdadeiramente concreto (mas não era isso mesmo?), sendo que não era bem isso o verdadeiro significado do estudo (tá, qual era?) não sei.... De qualquer forma, Husserl nunca conseguiu deixar totalmente claro o que ele queria com esse estudo (O RLY?), tanto que ainda hoje muitos se esforçam para entender suas verdadeiras intenções (quem?).

Me explique direito[editar]

A fenomenologia se engloba entre três fenômenos de grandes grandezas (ou pequenas, tanto faz), observe:

Quer mais explicações ?...É, acho que sim

Como eu estou adivinhando que você não entendeu porcaria nenhuma e está achando que essa pirâmide está aí para testar se você é daltônico, vou esclarecer melhor, agora deixa de ser burro e vê se presta atenção para entender direitinho.

Epoché[editar]

É a segunda palavra para fazer a macumba do galo preto Epoché é uma palavra em grego que não significa macumba significa "paragem", "interrupção" ou "suspensão de juízo" ou como você preferir. Segundo o jogador de futebol estudioso filósofo Edmund Husserl, epoché significa a suspensão do mundo. O “Epoché” de Husserl que suspende o mundo no tempo e no espaço, permite a quem medita se conhecer-se a si próprio e tomar consciência da sua própria essência, e a autoconsciência adquirida desta forma é o “eu donzelo puro” de Husserl (ou o “eu transcendental”). Existe na essência do “Epoché” de Husserl uma ideia de desprendimento espiritual em relação às coisas mundanas, porque através do Epoché, “nos tornamos observadores desinteressados do mundo”. Husserl dividiu o epoché em duas etapas.

Redução Psicológica[editar]

É a recusa, como filósofo, em aceitar a evidência empírica, de uma atitude natural, como sendo suficiente para a fundação de um verdadeiro desconhecimento. Resumidamente: a primeira etapa da Epoché estará realizada quando tudo que em nós forexterior, mesmo as outras pessoas, estiver colocado “entre parênteses” (para ter uma ideia tão genial assim, só mesmo um gênio como Husserl)

Redução Fenomenológica ou Transcendental[editar]

O tal criador da Fenomenologia

Para Husserl, a característica da "atitude natural" não se limita a forma pela qual nos relacionamos com o mundo exterior, mas também com os atos da consciência e o "eu" podem ser tratados como o mundo externo. Husserl propõe então que coloquemos também "entre parênteses", a própria consciência, o "eu" e os seus atos. É preciso refletir sobre o refletido. É preciso pensar o pensado (reflexão transcendental). Passamos, assim, do ego cogito cartesiano para o ego cogito cogitatum da fenomenologia Husserliana (?).