Final Fantasy III

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Virtualgame.jpg Final Fantasy III é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, o Shadow Man faz um ritual de magia negra.


Cvania-nes phantombat fly.gif
Final Fantasy III é da época da Velha Guarda dos Games

e só é conhecido por gamer raiz


Cquote1.png colocarao o cloud como chefe final so p. vender essa merda Cquote2.png
fanboy de FFVII sobre FFIII

Cquote1.png se todos derem as maos quem vai segurar o controle? Cquote2.png
Bob Marly sobre FFIII

Cquote1.png wtf? o kefka nao era o chefe final?? Cquote2.png
americano sobre FFIII

Cquote1.png prefiro dragon qust VIII onde o prontagonista è filho de um dragao! Cquote2.png
nerd FDP sobre dando spoler de dragon quest VIII

Cquote1.png se tivesse sido feito por mim eu teria posto umas roupas de couro e alguns zipers ali Cquote2.png
Nomura sobre FFIII

Final Fantasy III foi criado num perído no qual somente saíram jogos fáceis. Os quais os japas podiam terminar em questão de segundos. Tendo percebido isso, Sakaguchi teve um piti, rodou a baiana, convocou todos os capetas do bestiário japonês no tenebroso intuito de criar o jogo mais difícil de todos os tempos. Ou seja Sakaguchi fez o Inferno na Terra!

Descrição[editar]

Esse jogo possui sistema complexo o suficiente para os japoneses gostarem, além de uma dificuldade obscena. Isso que evitou que o jogo fosse publicado nos Estados Unidos, já que a dificuldade dele fazia a cabeça dos americanos explodir.

Dificuldades do jogo[editar]

Para criar o jogo mais infernalmente difícil do mundo, Sakagushi criou uma lista de coisas que o jogo deveria ter pra ser impossível, entre elas:

  • Batalhas aleatórias a cada 3 passos;
  • Armas com no máximo 3 de força não importado se você usa um pedaço de pau ou a espada do He-Man;
  • Batalhas frequentes com criaturas que petrificam, matam na hora ou zumbificam e se multiplicam se não forem mortas com um ataque;
  • Chefes que derrubam 3 dos 4 personagens em um ataque;
  • Chefe final imortal, a não ser que você derrote 4 chefes quase imortais;
  • Novíssimo sistema de Desrregulagem em Tempo Real (DTR) que aumenta o nível das criaturas inimigas cada vez que você liga ou desliga o jogo. Obs: Na versão de NES, tal desrregulagem era controlada pela bateria do cartucho, o que causava uma radiação nos seus personagens diminuindo o nível deles;
  • Passarinhos que atiram lasers no joystick do jogador, fazendo pegar fogo;
  • Raios piscantes que causam epilepsia;
  • Maldição Chinesa presa no cartucho que mata o jogador (não o personagem, o jogador mesmo) em 7 dias a partir do momento que ele começa a jogar;

Sakagushi pretendia colocar Chuck Norris como inimigo no jogo, mas o NES não tinha capacidade para rodar ele em tempo real.

Trilha Sonora[editar]

As Músicas do jogo, provindas de um momento inspiração satânica-obecessiva-compulsiva-suicida do Grande compositor Nobuo Uematsu, em parceria com o artista brasileiro Zeca Pagodinho estão em sua maioria repletas de mensagens subliminares que homenageim Kurt Cobain. Reza a lenda que, depois de 9999 batalhas seguidas em menos de 3 passos, é possível ouvir um sussurro na música de batalha que diz, no ritmo da música:

- Taaaaaan tan taaaan tan tan tan tan tan tantan

- Moooorre, Sui-ciiida, a - ca - ba com a sua vi- da...

Entre outras composições de grande inspiração que mantém os jogadores acordados por sempre terem um canal de som que repete dó-ré-mi em alta velocidade e que vai aumentando com o dercorrer da música.

Versão de Nintendo DS[editar]

Versão de Final Fantasy III em toda sua graça gráfica e poética...

Contudo, devido à extrema dificuldade deste jogo, ele ficou relegado ao mundo japa-nerd onde somente criaturas de olhos puxados conseguiam terminá-lo. Quem quisesse se aventurar nesta porcaria feita pra NES teria que se contentar com as traduções porcas feitas por fãns(A.K.A nerds à toa). Foi então que, Square, pegando carona do sucesso do Nintendo DS resolveu relançar o jogo, com direito à gráficos melhorados e até a uma CGI(coisa grudenta imagética)no começo - embora ela não tenha nada a ver com o jogo em si.

Basicamente o jogo é o mesmo. Contudo sua dificuldade foi ajustada para o nível americano, o que significa quase abaixo de zero, apesar do mercado americano também alegar ser o mais difícil da série. Aqui foi possível notar toda a evolução do incrível sistema DTR que tornou o chefe Garuda, um dos primeiros chefes, a criatura mais forte do jogo, fazendo com que a vitória aconteça apenas quando você tiver com um cartucho original japonês de Panel Pon no slot de gba e forem 3:33 da manhã no relógio interno do seu DS. Se você ainda não o venceu aproveite essa madrugada !!!!Outro ponto modificado foram uma série de personagens secundários que também não têm nada à ver com a trama, mas que estão lá pra dizer que existe um enredo tão profundo, mas tão profundo que nem os personagens sabem direito o que está acontecendo. Um bom exemplo disso é o menino que foi para o topo da montanha ao lado da terceira vila do jogo(quem se importa com nomes?) onde faz ninho justamente Bahamut. O que ele foi fazer lá é um mistério, apenas se sabe que o cara é lesado e mal lembra o nome. No final de sua sub-trama ele é acometido de uma súbita volta de suas memórias. O que o faz jogar-se numa fornalha no alto de uma torre. Enfim, nada com que tenham com que se preocupar. Há também as princesas chorosas, os príncipes nobres mas eles também não tem importância.

Última batalha de FF3.

Logo, vamos ao que interessa, os personagens principais que só foram existir depois que inventar personagens estavam fora de moda (ou não)

Luneth: Um cara ai, que tem cabelo branco e odeia corta-lo , que estava explorando uma caverna (Criatividade pra que?) com uma faca quando cai no buraco da Alice no Pais das Maravilhas cai num buraco e dá inicio a tudo.

Arc: Amiguinho de Luneth. É covardão e tem sérias tendências homossexuais. Parece querer dar para um príncipe lá pelo meio do jogo. No que falha miseravelmente.

Refia: A gostosa do grupo. Sem mais.

Ingus: Cavaleiro metido a fodão cuja princesa do seu reino é doida pra meter com ele. Mas o trouxa prefere seguir com os outros aí de cima em sua jornada para a luz! Na batalha costuma ser o doidim do critical hit, basta chamar ele de viado no microfone do DS qdo ele for atacar.

Por fim, apesar de a dificuldade ridícula desse jogo propiciadas pelo inovador DTR USA version, o ajuste do DTR original foi de um nível de imprecisão exemplar, o que torna as últimas batalhas ridiculamente difíceis em relação às outras. Principalmente a última batalha(foto ao lado)