Final Fantasy XIII-2

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Virtualgame.jpg Final Fantasy XIII-2 é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, um n00b faz um teleport pra Falador.


Final da Fantasia 13,2
Final fantasy xiii 2 prada edition.jpg

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Quadrado-Eunuco
Publicador Quadrado-Eunuco
Ano 2011
Gênero JRPG, Ecchi, Incesto yuri
Plataformas Jogar-Estação 3; XCaixa 360
Avaliação 40%
Idade para jogar +18 (Sex,Drugs and Rock n' rollViolence

Final Fantasy XIII-2 é mais um jogo da prolífica franquia Final Fantasy desses que tem uma aberração matemática como subtítulo ("XIII-2") causado por produtores que não se decidem se vão utilizar números romanos ou arábicos. É só um caça-níqueis cretino para sugar o dinheiro dos fãs yuri da Lightning enquanto Final Fantasy XV não era lançado para agradar a fanbase yaoi. O jogo é uma sequência direta de Final Fantasy XIII que não é uma sequência de Final Fantasy XII, e o Final Fantasy XV não é uma sequência de Final Fantasy XIII-2. Embora no final das contas, numa análise fria, este jogo seja na verdade apenas um novo jogo onde alguns personagens e alguns locais possuem aleatoriamente os mesmos nomes. Felizmente, pelo menos, este jogo não está no nível de trituração mental que foi Final Fantasy X-As Panteras, mas por outro lado, Final Fantasy XIII-2 falha em quase todos os outros aspectos, exceto em um: sugue o dinheiro dos fãs anencéfalos da saga.

Enredo[editar]

Cquote1.png Essa turminha do barulho formada por Noel e Serah vão se envolver em altas aventuras da pesada e aprontar muita confusão numa eletrizante jornada para salvar o mundo! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde resumindo o bizarro enredo de Final Fantasy XIII-2

Primeiro pegue a intrincada trama de Final Fantasy XIII, examine todos os pequenos detalhes obtidos nesse jogo que pode ultrapassar as 100 horas de gameplay caso seja minuciosamente destrinchado. Você fez isso? Você tem certeza? Você está absolutamente com 100% de certeza? Bem, agora incinere tudo o que aprendeu no primeiro jogo porque essa sequência muda completamente toda a história do jogo.

O jogo começa 3 anos após o fim de Final Fantasy XIII, quando é possível ver que todo o trabalho que Lightning e seus amigos tiveram foi completamente em vão, já que todos estranhamente não recordam de nada do que houve, uma genial sacada dos roteiristas para não precisarem ler a história do jogo anterior. Lightning havia desaparecido numa bruma negra e teletransportada para as cutscenes do mundo de Kingdom Hearts. Nesse momento Serah decide casar-se com Snow, já que sua irmã empata-foda não estava mais ali para atrapalhar, mas é nesse momento que seu namorado mostra seu real caráter e desconversa sobre isso, sumindo e deixando Serah sozinha. É nesse momento que um interesse amoroso muito mais apropriado para Serah aparece, um Michael J. Fox japonês-bishounen surge do nada dizendo ser do futuro, embora no começo não acreditemos nele pois dizia que o Palmeiras tinha sido campeão mundial e PCO vencido as eleições presidenciais de 2026, e que ele precisava de ajkuda para solucionar tais anomalias chamadas no jogo de "paradoxo temporal", que consistem basicamente em fatos. Serah então se convence e decide embarcar nessa aventura sem pé nem cabeça, recebendo o seu arco multifuncional que pode se transformar espada, atirar flechas e, se necessário, servir de abridor de garrafas.

Tornamo-nos então guardiões do tempo, utilizando um negócio chamado Historia Crux para viajar a diferentes anos no tempo (que na verdade acaba sendo sempre apenas os anos 3, 10, 300, 500 e 700) solucionando anomalias que não deveriam ter ocorrido. Dessa forma visitamos Tokyo de 1999 para impedir que Marcos pegasse aquela bola cruzada que deu a vitória ao Manchester United, tentamos ao máximo sabotar a eleição de Trump e prever eclipses lunares. Como percebe, algumas coisas conseguimos mudar, já outras são fatos inalteráveis da realidade.

Após matar todos monstros anômalos de todas linhas temporais, incluindo s difíceis chefes Kléber Bambam e Léo Stronda chegamos ao confronto final onde Noel e Serah lutam contra o ímpio Caius, mais um maluco genérico que está ali só querendo destruir o mundo, e assim salvarmos a Lightning e o mundo, momento em que nos deparamos com a última característica maliciosa do jogo, a possibilidade de dúzias de finais múltiplos e alternativos que mais confundem do que respondem questões sobre o que diabos está acontecendo, desorientando a mente do jogador de forma a convencê-lo a comprar todos os DLCs.

O final normal é aquele em que, após matar Caius, Serah e Noel voltam para o passado para comemorar a vitória, talvez botar uns chifres no viadão do Snow que durante o jogo todo foi um namorado omisso, o típico marombado de academia que não sabe ser romântico. Porém Serah morre por uma intoxicação aleatória e cada objeto do mundo começa a emitir, sem causa aparente, os vapores negros salutares do Caos até o mundo ser engolido por um buraco negro rosa e Lightning no Valhalla tornar-se, também sem razão aparente, uma estátua de sal. Neste momento um sacana "to be continued" aparece na tela, levando o jogador a incinerar o console que contém o disco, blasfemar para todas as entidades divinas do multiverso e imediatamente descobrir na caixa de SPAM de seu e-mail que a Square tem vários DLC de 120 € (mangos) com mais detalhes da conclusão do jogo, além de todo um utro jogo chamado Lightning Returns: Final Fantasy XIII. Tudo isso enquanto Nomura e o resto da equipe de criadores estarão morrendo de rir com sua genial ideia de roubar dinheiro de nerds fracassados.

Jogabilidade[editar]

Na falta de um bom enredo para atrair o público, basta um pouco de fanservice.

A primeira vista Final Fantasy XIII-2 até parece um jogo inovador, repleto de possibilidades e estratégias de combate, um jogo que é fluído e teoricamente deveria requerer raciocínio rápido por parte do jogador, mas na prática é exatamente como no jogo anterior, você supera as fases e combates massacrando o mesmo botão sem parar, sendo que os inimigos difíceis na verdade só parecem ser difíceis, porque apenas possuem quantidades exageradas de HP, para fazer de conta que é difícil. A única novidade realmente nova trazida por esse jogo em relação ao primeiro é o mecanismo de capturar monstros como se fossem Pokémons para posteriormente lutarem por você nas batalhas seguintes, estas mecânicas foram claramente retiradas da ideia de algum funcionário de baixa influência da Square-Enix que desejava criar um jogo novo, mas que teve sua ideia incorporada num título com mais grife, no caso Final Fantasy XIII-2.

Como a dedicação à mera caça de monstros não serviria para nada e poderia cair no esquecimento do jogador, outras novidades oferecidas incluem dúzias de minigames o mais estúpidos imagináveis, momentos em que as vezes levam o jogador e esquecer que está jogando um Final Fantasy, e achar que talvez esteja num jogo indie de baixo orçamento. Esses minigames são encontrados todos numa espécie de Disneylandia japonesa que existe nesse mundo maluco onde lá encontramos coisas como corridas clandestinas de chocobo, jogos de strip-poker, máquinas caça-níqueis ilegais sem licença e gordos que ficam fazendo perguntas aleatoriamente embaraçosas, e pior ainda, os dois protagonistas são fascinados por tudo isso.

Quanto à exploração, a mesma coisa de sempre, mapas exageradamente lineares.

Personagens[editar]

  • Lightning - A ex-protagonista do primeiro jogo, agora relegada apenas à cutscenes, deseja curar a sua frigidez procurando o homem mais gato da história, viajando para o futuro, porém descobre que Caius é exageradamente metrossexual e os dois acabam não se dando bem. Lightning agora também está com um novo visual projetado pela Amani consistindo de uma armadura que revela as áreas certas do corpo, incluindo a sua impecável axila hidratada que é um dos seus grandes orgulhos estéticos. Porém como ela acabou ficando muito como coadjuvante, o público de lésbicas ficou frustrada, o que foi resolvido com uma DLC onde vmeos mais da Lightning e sua personalidade de machona caminhoneira.
  • Serah Farron - A irmã mais nova de Lightning, apenas uma guria retardada no primeiro jogo mas que agora cresceu e se tornou uma vagabunda. Depois que seu amado Snowflake a abandonou assim que ela propôs casamento, ela decidiu tornar-se uma viajante no tempo, passando longas quantidades de tempo com outro garoto. No final, felizmente, Serah tem a oportunidade de morrer um momento antes de o universo ser engolido por um buraco negro rosa, momento em que consegue receber visões improváveis e imprevisíveis, ficando aterrorizados ao descobrir o tamanho e o preço da DLC e do próximo jogo para obter o final final.
  • Noel Kreiss - Um desses personagens que aparecem do nada e que nos importamos nem um pouco. Como no futuro a única mulher existente era a Lightning, que além de frígida era lésbica, num ato de desespero ele decide voltar ao passado para ver se conseguia finalmente perder a virgindade com alguém, mas como acaba se interessando por Serah, que tem um namorado que não dá o mínimo valor para ela, Noel acaba ficando só na friendzone mesmo.
  • Chocolina - Passista de samba que se perdeu da Sapucaí, está ali só para fanservice mesmo e virar hentai. Completamente inútil, os únicos itens úteis vendidos por ela são comprados com dinheiro de verdade via DLCs, sempre para a alegria da carteira do jogador.
  • Paddra Nsu-Yeul - Pobre garotinha que é destinada a ser molestada continuamente pela eternidade, até que num momento de uma cena clássica de hentai em que um monstro tentáculo tenta envolvê-la, ela é resgatada por Noel e Serah a tempo, virando amiga deles.
  • Caius Ballad - O infame malfeitor e chefe final, guardião do tempo e personagem completamente reciclado: Voz de Caim de Final Fantasy IV, o papel de Artemísia de Final Fantasy VIII e sua espada é claramente o bife bem passado que o Nightmare usa em algum SoulCalibur. E mesmo com toda essa falta de originalidade, esse vilão genérico tem alguma relevância perversa, sendo o responsável por todas as cagadas que vemos no jogo.