Fiordes de Geiranger e Nærøy

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


O belo fiorde e seu espelho d'água, pena que fica longe e registra temperaturas mais baixas que as notas do seu boletim na época da escola.

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Google sobre Nærøy

Fiordes de Geiranger e Nærøy são mais uma daquelas formações naturais rochosas ocasionadas meramente do acaso e da forma indisciplinada com a qual o vento ia batendo e escavando as rochas e como as placas tectônicas iam se movimentando descoordenadamente. Esses fiordes não passam de morros com um visual bonito e coberto de gelo e neve assim como tudo quanto é coisa na longínqua terra de Nobel.

Fiordes[editar]

Esses dois fiordes são os que ficam na parte ocidental da espremida Noruega, país que funciona como cobertura da Suécia se você olhar o mapa com olhos de gastrônomo ou de dona-de-casa mesmo, visto que a diferença entre ambos é que a dona-de-casa é simplesmente mais polivalente e menos arrogante que o gastrônomo.

Os fiordes são formações rochosas compostas em sua maioria de rocha vulcânica expelida por vulcões islandeses da época em que tudo era a Pangea, gelo coisa tradicional da região e restos de presentes que o Papai Noel acabou jogando por lá por terem sido reprovados em seu seleto teste de qualidade para eliminar brinquedos mal feitos.

Os fiordes são um local muito bem frequentado pelas ajudantes do bom (e sortudo) velhinho.

Próximos aos fiordes ficam as cidades que lhe rendem os nomes, Geiranger e Nærøy, cidades no modo político da coisa, pois não passam de uns vilarejos semimedievais onde, provavelmente, os pais tem a ilusão de que podem conservar suas filhas castas e puras até casamento, mas convém lembrar que naquele frio, embaixo das cobertas ou no gelo ao ar livre do inverno mesmo, coisas podem acontecer.

A UNESCO sem ter nada melhor o que fazer decidiu dar uma olhada nos fiordes e viram que o local era superbonitinho, apesar do frio antártico, porque ártico seria eufemismo. Ali, observano as belas montanhas e como o sol brilhava no gelo eles decidiram sem mais nem menos nomear a região como patrimônio da humanidade.

Ver também[editar]