Franz Joseph Haydn

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Cquote1.png Tentei, mas não consegui abafar sua fama Cquote2.png
Mozart sobre Haydn, se referindo ao seu irmão

Cquote1.png Nove Sinfonias... Foi o máximo que consegui plagiar dele! Cquote2.png
Beethoven sobre 104 Sinfonias de Haydn

Cquote1.png Na União Soviética, o quarteto de cordas inventa VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Haydn

Cquote1.png Isto non ecziste! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre "A Criação"

Cquote1.png Isto é problema das empreiteiras com as seguradoras Cquote2.png
José Serra sobre "AS Estações"


Haydn pensando em que merda compor!

Franz Joseph Haydn (Rio Branco, 31 de Março ou 1º de Abril de 1732 - Viena, 31 de Maio de 1808) foi uma grande figura da Música Erudita na Inglaterra, e uma pequena figurinha no seu país de origem, nos arredores do Acre(?). Foi o pai da Sinfonia Clássica, tio do Quarteto de cordas, avô do Romantismo e irmão de Johann Michael, do qual falaremos adiante. Haydn, caipira como Taubaté, se tornou semi-famoso a ponto de que das mais de 100 sinfonias que escreveu, umas 5 se tornaram meio populares e são regravadas até hoje, mostrando seu fracasso como orquestrador, e logo depois ter sido esquecido devido à Nona Sinfonia de Beethoven. Já perante os quartetos, o músico talvez tenha feito algo realmente útil, compondo-os aos milhares, já que ninguém hoje tem paciência para escrever músicas para isto... Em outras palavras, Haydn se tornou "imortal" no mundo erudito devido à quantidade, e não a qualidade.

Vida[editar]

Haydn era filho de uma cozinheira falida de nome Anna Maria Koller. Por ter concebido a façanha de queimar o vinho do conde Harrach, senhor a quem trabalhava, ela foi despedida e por pouco decapitada, mas foi poupada graças as suas plantações de nabo que sustentavam a vila. Seu marido era Mathias Haydn, carreteiro filiado a UPS que distribuía diversos produtos pelo povoado adentro, sempre antes das 10h. Só atrasava eventualmente para gerar filhos com sua mulher, que teve nada menos que 12, passando assim o seu gene B4CH, que foi bem herdado por Haydn e seu irmão Johann Michael, um músico desconhecido que caiu na gandaia junto com Mozart no final da vida, se tornando alcoólatra e confundido muitas vezes com o Músico de Salzburgo. Isso o que o fez entrar em depressão profunda e se tornar compositor de Emocore.

Infância[editar]

Haydn junto com o seu irmão Michael foram admitidos em 1740 como "Meninos" Cantores na Basílica de São Pedro Estêvão, graças a voz aguda dos dois. Lá aprenderam música, diversos instrumentos e até aprenderam a tocar Tambor Tímpano! Devido a voz de Hentai, Haydn foi promovido a Aluno da Basílica e saiu de lá em 1749 quando aprendeu a ser macho e sua voz começou a mudar (pra melhor, diga-se de passagem...). Pode-se dizer que Haydn aprendeu a cantar muito bem, interpretando sucessos regionais como Quero ver outra vez seus olhinhos de noite serena, Se você é jovem ainda e Faroeste Cabloco. Como seu pai sabia "tocar" um pouco de harpa e sua mãe sabia "cantar" levemente, os três fizeram um trio (dãh) que fez muito sucesso ao lado dos Músicos de Bremem, Seu Jorge entre outros menos importantes. Dessas e outras aventuras, Haydn adquiriu uma extensa cultura CAIPIRA e RURAL, de onde ele tira suas "sementes" de inspiração para compor.

Adultecência[editar]

Haydn também era descolado e mente aberta

Não se sabe exatamente o que Haydn fez entre os 18 até os 25 anos. Diz a lenda que participou de várias brincadeiras com as camponesas da região e sendo frequentador assíduo de orgias nos clubes locais, curtindo sua adultecência, além de dar algumas aulas de música e tocar órgão e violino nas horas vagas, como seu ganha pão. Foi nessa época que conheceu um vagabundo chamado Metastásio que o tirou de sua vida boêmia e o colocou como estagiário do maestro Porpora, coisa que não mudou absolutamente nada em sua carreira. Mesmo assim, largou de vez as baladas que frequentava (inclusive as de Chopin, suas preferidas) e procurou ideais próprios. Estudou feito o Cão, lendo inclusive besteiras em Latim e analisando obras de um dos filhos de Bach, Carl Philip Emanuel, roubando inspiração quando suas sementes ficavam secas.

Músico de Corte e Costura[editar]

Em 1758 terminou finalmente seu estágio com o maestro Porpora e foi trabalhar como trainee do conde de Morzin, no seu castelo alugado perto da Boêmia. Assim, Haydn conseguia manter sua dignidade e segurança, evitando tocar nas ruas e ser molestado devido as pensões que estava devendo a muitas camponesas (que de ingênuas não tinham nada) dos seus tempos de faculdade. Aproveitando a deixa, começou a compor algumas musiquinhas menos importantes, algumas sinfonias e outros "divertimentos" para instrumentos de sopro (principalmente para flauta, que alguns a usam para improvisar alguns outros divertimentos...). Mas o Conde de Monte Cristo, senhor no qual estava o nome do castelo alugado, resolveu cobrar algumas dívidas do conde de Morzin, muito fanfarrão. Nisso, ele consultou seus profissionais de RH e "descobriu" que (pra variar) os funcionários do castelo eram quem estavam dando gastos. Haydn foi parar no olho da rua. Anunciou em diversos jornais como o Expresso Popular e o Classificados Folha, até que, devido ao seu excelente curriculum, foi contratado pelo príncipe Anton Esterhazy para ficar a serviço de sua família. Foi nomeado segundo Mestre de Capela, pois o cargo de primeiro já estava ocupado por então Gregor Joseph Werner. Não tardou muito para Haydn bolar um plano para se livrar do velho, e assim o fez usando a também velha receita de vinho queimado de sua mãe. Já envenenado, Werner não durou muito até ter uma infecção intestinal e morrer, deixando espaço para Haydn assumiu o posto de Kappelmeister (ou mestre de capela, para os n00b) dos Esterhazy. Ficou nisso até sua morte, em 1809, já que era bem pago e tinha a liberdade de tirar licenças para viajar por 5 anos sem descontar o holerite. Mesmo assim, por via das dúvidas, caiu nas graças de fazer lavagem de dinheiro do príncipe, para sustentar todas as pensões de suas "amadas" da roça.

Férias e Viagens[editar]

Haydn estava feito na vida. Não precisava de mais nada em sua vida. Só que, como sempre aparece uma desgraça nostálgica, ele sentia saudades do seu país, da sua roça e de suas "vacas". Sua inspiração estava bem esgotada. Ele precisava, além de mais [[|Semente dos Deuses|Sementes dos Deuses]], de um pouco mais de liberdade: estava ficando sedentário e com pressão alta, logo, precisava sair da mansão e viajar. Foi para Viena e Londres. Apresentou concertos, ganhou uns trocados e, com a saúde já debilitada, comprou uma casa em Viena em 1793. Ficou por lá até sua morte. Como Haydn era um moço certo e direito, pagava sempre que podia o INSS e assim, ganhou uma "decente" aposentadoria no final da vida, que o permitia pagar a conta do aquecedor à lenha e comprar umas velas aromáticas sabor Lavanda, para lembrar seus "Anos Dourados" nos campos.

Outros Detalhes Menores[editar]

A vida de Haydn foi dedicada ao trabalho. Não tinha nada melhor para fazer e passou grande parte do tempo transformando música em notas, coisa que lhe rentava o ganha pão. Casou-se em 1760 com uma puta de luxo chamada Maria Anna Aloysia Apollonia Seller, que o "traiu" pintando com o pincel de uma pintor de nome Ludwig Guttembrunn. Em 1785 entrou para a Maçonaria, e participou de várias orgias com o seu conhecido amigo Mozart (nessa fase já não fazia diferença com quem trepava...). Depois de um tempo, voltou a molestar os músicos de sua orquestra e fez a mulher de um deles sua amante (coisa normal na época, já que eram todas putas mesmo...). Em 1790 apareceu um novo príncipe dos Esterhazy que diminuiu as verbas da Música. Como Haydn não poderia mais fazer seu esquema de lavagem de dinheiro, resolveu abandoná-los e foi para Viena com sua aposentadoria como sustento. Viajou para Londres no ano seguinte a apresentou sua Sinfonia nº 92, além de outros concertos que prometeu. Lá, conheceu Rebeca Schroeter e, diz a lenda, apenas mantiveram relações íntimas. Já se pode perceber que nessa época Haydn já estava velho e não queria saber mais de nada... Em 1792 voltou para Viena e começou a dar aulas. Beethoven e outras figurinhas foram uns de seus primeiros alunos. Foi para Londres de novo e voltou novamente a Viena para ouvir seu pupilo apresentar suas "obras". Aproveitou a ocasião para aparecer e colocou algumas obras suas junto com as apresentações de Beethoven. Em 1800 foi visitar a esposa que acabou falecendo no dia seguinte, deixando toda a sua herança a Haydn que a manipulou propositalmente para isso (estava duro e desesperado). Ganhou prêmios em 1802, tais como o Vibrador de Ouro e em 1803 trabalhou no seu último quarteto, gastando suas últimas inspirações, e regeu uma música religiosa para agradar a Deus. Fora sua última.

Falecimento[editar]

Em 1808 assinou seu testamento dando 6000 florins (pouco mais de R$ 17,90) ao seu "fiel" copeiro copista, que haveria de matá-lo com o seu próprio veneno de vinho queimado para dar-lhe menos trabalho de cuidar do compositor. Em 31 de Maio de 1809 faleceu em sua casa, tranquilo, ao aroma de Lavanda, e com uma suposta dor no baço. Nenhum Kapellmeister fora assistir seus funerais, deixando Joseph Haydn cair no esquecimento durante um bom tempo...

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