Frederica Sawyer

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Cquote1.png Louvem-me, aceitem o Goticismo!!! Cquote2.png


Sawyer
ソーヤー

Black Lagoon mulher doida.png

Sawyer a emo psicótica

Nome completo Frederica Sawyer
Idade 20
Opção sexual link={{{3}}} Feminino
Máfia a que pertence Tríade??
Cargo Garota da limpeza
Arma preferida Motosserra
Hobbies Limpar a sujeira da máfia
Nacionalidade
Objetivo Deixar de ser problemática
Frase Favorita Fala pouco e não consegue falar sem um "hipervoice"
Hitler curtindo um som do Fresno. Frederica Sawyer é emo.

Se você não respeitá-lo(a), um deles chamará o Adolfinho para lhe transformar em purpurina.


Frederica Sawyer ou Sawyer the Cleaner é mais uma personagem mentalmente perturbada do anime/mangá de fundo criminoso Black Lagoon. A garota emo é a responsável por qualquer espécie de limpeza da tríade, uma das máfias de Roanapur. Frederica é conhecida por variar de estilo, ou está de avental de legista ou com um visual emo/gótico.

Imaginando a infância[editar]

Eu sei que a Shenhua chama a atenção, mas se você reparar a Sawyer está lá atrás, escondendo a própria calcinha.

Como Sawyer é uma personagem totalmente secundária, sem importância alguma para a trama, apenas quebra-galho para que os quadrinhos não fiquem tão vazios ninguém sabe sobre a infância dela, seus pais, sabe-se porra nenhuma sobre ela, na verdade, não sabe-se nem quem descobriu o primeiro nome da criatura, já que nenhum dos leitores lembra de ter visto o nome "Frederica" no mangá.

Como a jovem menina é uma completa emo deduz-se que teve uma infância ruim, mas ela não era pobre, pois pobre geralmente não tem tempo para virar emo, tornando-se mais comumente funkeiro, como é uma menina seria uma piriguete. Mas ela foi parar em Roanapur, traduzindo, a vida dela em algum momento tornou-se uma merda total.

Sim. Existem idiotas que fazem cosplay de personagens irrelevantes feito a Sawyer.

Com tais fatos é possível traçar um passado para a personagem, ela era filha de algum empresário que era um pai ausente e sua mãe era uma daquelas peruas que não saem de um spa, a garota cresceu deprimida até que seu pai fez merda com a máfia e foi morto, a garota deve ter tido a garganta rasgada, já que ela precisa de um aparelho para falar (um hipervoice, aquela coisa que deixa a voz distorcida) e acabou indo parar nas mãos de um mafioso de Roanapur que a incumbia de trabalhar no necrotério ou matando pessoas, tudo isso culminou numa derrocada emo que compõe a Sawyer atual.

A outra teoria é menos complexa e envolve 2 lésbicas, um copo, três limões, um escapamento de carro e um cooler. O resto fica por conta da sua imaginação e esses fatos explicariam o comportamento da guria. Mas o que importa são os fins já dizia o Princípe e o que sabe-se é que ela está em Roanapur ganhando a vida de forma não muito honesta.

Trabalho[editar]

Sawyer é a legista papa-corpos de Roanapur. Quem a tríade mata vai para ela dar o devido fim , isso não significa que ela dê uma extrema unção ou os mande para os familiares, ela dá fim no corpo, como? Morra na cidade e veja, porque o autor ainda não fez questão de mostrar a moçoila trabalhando no necrotério. Por lá todos a conhecem como Sawyer the Cleaner, ela usa uma roupa toda branca e máscara de médico, tanto que poucos sabem que ela é uma garota. Além de fazer a limpeza, às vezes ela também pega alguns trabalhos de caça e assassinato então ela dá uma de Leatherface e protagoniza a versão anime de "O massacre da serra elétrica". A arma dela é uma motosserra gigantesca, está bem, nem tanto, ela que é pequena para o trambolho e ela sai retalhando feito uma doida, até ter um ataque depressivo e cair no chão em posição fetal.

Aparição na História[editar]

Sawyer é apresentada no caso da Greenback Jane, uma nerd que tinha umas fôrmas de fazer dinheiro, atrás dessa daí vários mercenários foram contratados, desde alguns já conhecidos como a Shenhua até novos personagens como o Lotton e a própria Sawyer. A guria surge na história no momento da caça à Jane, a participação dela é completaente irrelevante, ele surge falando no hipervoice nada que valesse a pena e encarna o carinha de "O Massacre da Serra Elétrica" um clássico dos anos 80 (ou 70) baseado numa história de piscopatas reais. Voltando ao assunto a Sawyer parte para cima da Greenback jane com sua motosserra mas é impedida pela Revy e pela Eda que estavam trabalhando para a nerd. Ao fim de tudo, a Sawyer perde seu hipervoice e cai em posição fetal onde fica lá, parada no meio da luta, algo bizonho, aí acaba a primeira participação dela.

Sawyer plagiando o Leatherface.


A segunda vez que a garota aparece é na missão de resgate/contenção da Roberta que estava doidona à base dos mais fortes e pouco recomendados remédios veterinários, ela é contratada pelo herdeiro dos Lovelace para ir para o fight e salvar a Roberta e consequentemente o mundo a cidade. Ela é recrutada junto com a Shenhua e o Lotton, seus companheiros de apartamento. No início da missão as coisas vão caminhando, mas na hora de parar a Roberta o bicho engrossa, mas depois de uitas balas e quadrinhos tão movimentados que não dá para saber o quê está acontecendo no mangá a coisa termina bem, ou pelo menos razoavelmente bem.

Hábitos da mulher[editar]

Sawyer é estranha. Fato. Ninguém até agora compreendeu como ela foi acabar morando com a Shenhua, provavelmente a chinesa, com saudades do seu companheiro doidão, o irlandês Leigharch, ficou se sentindo sozinha e precisava de uma pessoa louca para direcionar seus xingamentos e como ela não encontra todo dia com a Revy ela decidiu adotar dois idiotas, o Lotton, um mercenário muito canastrão e a Sawyer a guria emo-depressiva-sádica-colorida do enredo.

Sawyer e Lotton em um dia normal na frente do videogame.

Sabe-se que Sawyer além de corpos putrefados e do Leatherface também gosta de jogar preisteichon com o Lotton, pela cara de emo dela e o jeito de cantor de churrascaria mal-sucedido do Lotton eles devem jogar algo como Guitar Hero ou o clássico Vuvuzela Hero.

A moça é conhecida por seu comportamento introvertido, mas ela aparece uma vez sorrindo no mangá, no momento em que o Rock toca num colchão suspeito e ela diz que essa coisa ficou 14 dias com um corpo e absorveu os fluidos do morto, ela fala sorrindo com uma naturalidade de como ela estivesse contando sobre o dia em que ela confundiu um endereço. Óbvio que todos do recinto vomitaram sobre a história do colchão.

Ver também[editar]