Front National

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13043294 1737024776556582 5184858152390766203 n.jpg Este artigo é coisa de conservador!

Ele(a) é a favor da Ditadura Militar, dos direitos dos cristãos e da família tradicional de 1920.
Provavelmente deve ser algum(a) cidadã(o) de bem defensor(a) da moral e dos bons costumes.
Bandido bom é bandido morto! A menos é claro, que seja um dos nossos...

Francia d.JPG ALLONS EN₣ANTS DE LA PUTARIE!!

Este artigo è ₣rancês! Ele não toma banho, come camembert e faz biquinho. O autor já mendigou na Avenue Champs-Elysèes e è xenofòbico.

Cuidado! A qualquer momento um alemão pode invadi-lo!


Frente Nacional
Logo Front National.png
Não é querendo falar nada, mas o Front National é o único partido que supostamente não é nazista que usa tal logotipo
Líder Madonna
Fundador Um buldogue francês chamado Jean
Fundação Todo partido extremista da Europa foi fundado
após o fim do regime militar do Brasil!
Coincidência?
Ideologia Direita
Espectro
político
Olavista
Membros notáveis Madonna
O tal buldogue velho
Afiliação Porque se aliariam internacionalmente
se eles odeiam quem vem de fora da
querida terra de pessoas fedorentas?
Site http://www.fn.com

A Frente Nacional é uma associação francesa de gastrónomos criada em 1973 que tornou-se um partido político destinado a defender a cozinha tradicional francesa, ameaçada pelo desenvolvimento de restaurantes fast-food e barraquinhas de cuscuz. Seu presidente para a vida e para além dela, é o guru universal Jean-Marie Le Pen (ou Marine Le Pen, quando mudou de sexo).

Histórico[editar]

Marine Le Pen, líder do partido
  • 1972 - Fundação do Front National por Jean-Marie Le Pen, um padeiro de La Trinité-sur-Mer e presidente do escritório de turismo da pastelaria do Beiçola. A FN nasce tendo como objetivo defender as pastelarias francesas do desenvolvimento de padarias árabes e produtoras de chifres de gazela com pingos de açúcar.
  • 1973 - É seguida uma divisão entre partidários da pastelaria tradicional e seguidores do pudim inglês, a FN se encontra profundamente dividida.
  • 1977 - Com a entrada de partidários do coq au vin (vulgo cocô van), da carne de porco e da carne bourguignon, o FN é rebatizado comidas da Frente Nacional, agora tendo como objetivo defender a gastronomia francesa como um todo. Novo slogan: "Viva a boa comida, fora cuscuz fascista!"
  • 1978 - François Duprat, vice-presidente da Associação Nacional de Filhos e Filhas de Criminosos de Guerra, chamado de "Ouch Hitler" por seus amigos, tornou-se o líder do movimento juvenil da Frente Nacional. Mas alguns meses depois, ele morreu de uma enorme crise de fígado durante o almoço semanal dos líderes da FN no restaurante A coragem de Gargantua entre o sétimo prato, a terceira garrafa de Borgonha, e o segundo digestivo. Jean-Marie Le Pen denuncia este "ataque covarde por um chef que nem francês é, que conseguiu ganhar aceitação entre o pessoal no nosso restaurante favorito, a fim de envenenar a comida!"
  • 1984 - Voltando às suas reivindicações originais da defesa da padaria francesa, Jean-Marie Le Pen desenvolve seu argumento: os estranhos são ruins, e roubam o pão dos franceses. É por isso que a FN propõe o estabelecimento de uma armadilha de uma de dúzia lobos em cada padaria francesa. A FN também desenvolve o seu discurso econômico, através de uma teoria de que 5% dos estrangeiros na França, incluindo crianças, são responsáveis ​​por 10% das paradas na França, devido à sua dupla nacionalidade. Com estas análises realistas e medidas, apesar da excelência da política econômica de François Mitterrand, o FN finalmente chega ao sucesso eleitoral. Jean-Marie Le Pen é eleito deputado no Parlamento Europeu, assegurando que o programa será totalmente implementado.
  • 1986 - O FN desenvolve o seu programa de desenvolvimento. Na política da saúde, é dada especial atenção aos não-brancos: Os não-brancos são geralmente pretos ou verdes, que dirigem bêbados e acabam por matar milhares de bons franceses a cada ano, e por isso não podem ser tolerados. E aqueles que não são negros são amarelos ou azuis, e, portanto, devem tratar a sua icterícia antes de entrar no território francês. O aborto é proibido novamente, fazendo um favor ás clínicas de aborto ilegal e fabricantes de agulhas de tricô, dignos representantes do artesanato tradicional francês. Jean-Claude Martinez, professor de economia ligado ao Hospital Sainte-Anne, desenvolve o posicionamento fiscal do FN: é preciso eliminar os impostos, que são parte da conspiração da esquerda festiva para dar dinheiro aos pobres, que são ignorantes antipatriotas.
  • 1998 - Uma nova divisão no FN é causada por Bruno Megret, um greco-francês estranhamente bronzeado e casado com uma judia.
  • 2002 - O FN consegue chegar no segundo turno das eleições presidenciais, Jean-Marie Le Pen comemora o fato de seu partido "ter resistido á todas as tramas dos inimigos da França".
  • 2007 - Reduzido para 10% dos votos na eleição presidencial, Jean-Marie Le Pen se queixa contra Nicolas Sarkozy por "eleitores voadores". Sua queixa parece ter sido arquivada e não possui mais ênfase no então eleito Presidente da República. Le Pen anunciou sua intenção de levar o caso ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.
  • 2011 - Decidido em tomar qualquer posição para atrair novos eleitores, Jean-Marie Le Pen corta o bilau e se torna Marine Le Pen, uma jovem loirinha sexy, combinando nacionalismo, energia e apelo sexual. Um grande sucesso para a cirurgia francesa!
  • 2012 - Apesar da trama judaico-árabe-islamo-comuno-maçônica para que o FN não tenha as suas 500 assinaturas, Marine Le Pen consegue 17,9% dos votos, mas perde para o seu pior inimigo: um socialista.

Os manda-chuvas[editar]

Jean Marie Le Pen

Marion Marechal Le Pen, a menina prodígio do Front National. Punheteiros, corram para o banheiro!
Jean Marie Le Pen descansando depois de um árduo dia de trabalho

Um acrobata francês e autor de revistas em quadrinhos que todo mundo odeia (exceto ele e sua filha), porque suas piadas são todas clichês, datadas, nacionalistas e cafonas. Apesar disso, o chefe do Front Nacional quase chegou a ser presidente da França em 2002, mas foi interrogado por Jacques Chirac, que para comemorar, decidiu não fazer nada. Ele talvez tivesse sido presidente se não continuasse votando branco em todas as eleições.

Jean-Marie Le Pen lançou petições em uma base regular, mas às vezes vale a pena recolher mais de 500 assinaturas (os franceses são uns egoístas que não têm nenhum conceito de humanismo). Jean-Marie é mais conhecido em organizações humanitárias. Na verdade, é um ícone vivo que ensinou muita coisa com suas declarações sobre a tolerância, a fraternidade, o pluralismo cultural e defesa a igualdade de forma incansável dos povos e grupos étnicos. Sim, este homem é um santo trabalhando incansavelmente para ajudar as pessoas mais desfavorecidas!

Nascido em 1928 por iniciativa dos jesuítas, Le Pen tornou-se rapidamente conhecido por seu talento como um cão comediante e imitador. Após estudos de curta duração em uma universidade sem cotas, ele adquiriu um certo conhecimento sobre a reprodução de animais aquáticos e marinhos. Em 1984, ele fundou a SOS Racismo, uma organização que defende os ideais racistas. Mas cuidado, Jean-Marie Le Pen não é racista. Além disso, é ainda amigo de seu guarda pardo e de seu gato preto. Ele também gosta da estátua de Joana d'Arc.

Marine Le Pen sorrindo em direção á Alemanha

Nós não sabemos muito sobre ele, exceto que ele não gosta de judeus (e árabes, na verdade qualquer um que não seja um branco rico francês, e negros só aqueles que jogam futebol). Jean Marie também é cego. Parece que ele perdeu o olho em um concurso de arremesso de machado, ou algo parecido. Também se pode ver Jean-Marie Le Pen como Dr. Strangelove (personagem do filme Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb, interpretado por Peter Sellers), com um problema de motor que afeta a mão direita. O desejo de Jean-Marie seria alcançado, mas por alguma razão desconhecida, ele conseguiu se esconder, talvez, convertendo este gesto displicente e às vezes complicado em um discurso de política uma simplicidade impressionante.

Marine Le Pen

Em 1968, 05 de agosto, ela nasceu nas barricadas da CRS Neuilly-sur-Seine, do lado militar do evento. Filha de Jean-Marie Le Pen e Pierrette Lalanne, modelo portuguesa da revista Playboy. Por ter nascido em solo francês, ela ganhou a nacionalidade francesa em 1984 em seu aniversário de 18 anos, bem como o acesso ao emprego, à habitação e cartão de segurança social francês e um cérebro francês (embora nesse último os cientistas ainda não estejam totalmente unânimes). Uma criança prodígio, ela estudou advocacia em Neuilly-sur-Seine, pensando como todos os seus colegas na pior das hipóteses: ela começar a ter que seguir seu pai.

O pior acontece e ela acaba tendo que seguir seu pai: Pai & Filha Le Pen mostram uma filantropia humanista (para franceses brancos e geneticamente gauleses), montando empresa financeiramente lucrativa e próspera. Abrangendo os muitos pensamentos, bate de frente com seu pai sobre a direita, o aborto, os árabes, os muçulmanos, os judeus, os nazistas, os fascistas, os racistas, a liberdade religiosa e os direitos dos homossexuais, etc. Assim eles criam o Front National, que trata de todas essas questôes com muita cautela: fazendo protestos babacas e quebrando tudo.

Ver também[editar]