Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República

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Gabinete de Segurança Institucional
Palácio do Planalto - anexo II - sala 202 A - Ala "B", Brasília, Distrito Federal, Brasil
Site do GOLF GSi GSI
Criado em 1 de novembro de 19302 de outubro de 2016
12 de maio de 2016atual.
Anterior Estado-Maior do Governo Provisório
Estado-Maior do Governo
Gabinete Militar
Casa Militar
Gabinete de Segurança Institucional
Secretaria de Governo
Extinto em 12 de maio de 2016
Orçamento AumentouR$ 8 reais/dia (apenas o vale transporte 2019)
Ministro-chefe Sérgio Etchegoyen
Subordinado Agência Brasileira de Burrices
® Desciclopédia

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), antigo Gabinete Milicar ou Casa Militar, é um órgão militar brasileiro criado para oferecer suporte governamental aos militares, caso estes venham a precisar dele um dia, quando resolverem repetir o golpe de 1964. O ministério também deveria ser o responsável pela segurança física e lógica virtual do Presidente da República brasileiro, prevenindo o chefe de estado de quaisquer espionagem americana ou de possíveis adversários ou concorrentes mundo afora, mas não é bem isso o que acontece.

Logo Gov Brazil 2014.PNG

O ministério possui vários funcionários que se gabam pelo fato do governo federal gastar milhões em compra de equipamentos de última geração que eles mesmos não sabem usar ou quando sabem, configuram tudo muito mal, vide a qualidade dos sites governamentais, sites que qualquer criança de 8 anos que acabou de sair de um curso de informática do Pronatec consegue invadir.

História[editar]

O ministério originalmente surgiu lá pros anos 30, quando o então presidente Gentalha Vargas queria se sentir melhor protegido durante a crise da segunda guerra (onde até os déspotas podiam sofrer com coisas do nosso cotidiano, como assassinatos, roubo saques a mão armada, kamikazes). Foi então que o presidente eleito pela vontade soberana dele mesmo decidiu criar um departamento para cuidar apenas dele, como limpar o presidente quando cagado, dá-lo de comer, trocar o vestuário dele e não permitir que estranhos chegassem perto dele.

Com o advento da informatização o ministério passou a ficar responsável também pela censura dos sites que o presidente não pudesse ver, como XVideos e Tube8, por causa dos vírus que o Windows XP SP3 pirateado no computador oficial da presidência poderia pegar. Os tais censores passaram a ficar concentrados no Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC), enquanto os bloqueadores de todos os sites que não fossem os .gov.br atenderiam no Centro de Tratamento de Incidentes de Segurança de Redes de Computadores (CTIR).

Quando o Harry Potter da CIA resolveu abrir a boca, junto com o Juliano Assando e os escândalos do Wikileaks, o a presidência passou a não entender qual a função desse ministério. A então presidanta Dilma Rousseff entendeu que o único propósito do ministério era empregar alguns sobrinhos de militares que achavam que comprar um switch mais moderno da Cisco os deixariam completamente seguros. Foi aí que ela resolveu dar fim a esse dispendioso ministério que não servia pra porra nenhuma desde o fim do regime militar, em 1985, com apenas uma canetada.

O substituto dela, o presidente Michel Temer, resolveu restaurar o cabide ao mesmo status de antes, sob a tranquilidade de alguém que não tem o menor risco de ser grampeado pela CIA, KGB e o diabo a quatro. E caso grampeassem, o presidente faria questão que fizessem uma visitinha pessoal a casa dos pais.

Incompetências[editar]

Funcionário do CTIR

Atualmente o ministério é encubado incumbido de prestar assistência imediata ao presidente, servindo como se fosse a junção de uma governanta com um cão de guarda, funcionando inclusive no mesmo recinto que o presidenciável, no Palácio do Planalto, mas em uma sala a parte, para não assustar aos demais que estão sempre visitando o local.

O órgão presta suporte na segurança de eventos de pequeno porte, como as festividades do dia 7 de setembro, posse presidenciais e outros eventos que ninguém se interessa ou lembra que existe. Nesses eventos, o exército brasileiro usa todo o seu contingente e também o que há de pior melhor em aparato tecnológico para resguardar a segurança de indivíduos que (quase) todo mundo odeia, como é o caso do presidente da república e também chefes ministeriais.

Por fim e não menos importante, o ministério é deveria ser responsável pela "Defesa Nacional", ou seja, proibir ou pelo menos dificultar a invasão de estrangeiros aos dados de brasileiros, bem como também garantir a segurança das informações de governo, garantindo a segurança contra hackers em geral. Mas com um órgão formado pelos maiores bundões do Brasil, óbvio que isso não seria bem

Ministros-chefe[editar]

Normalmente, estes cargos costumam ser exercidos por militares, exceto no regime militar, onde o cargo foi assumido por vários civis (paradoxal, não?). Os mais conhecidos foram Ernesto Geisel (quando ainda era um estagiário do exército), Newton Cavalcanti, João Figueiredo, Fernando Henrique Cardoso (o general, não aquele embuste) e por fim Jorge Tramando Feliz.

Ver também[editar]