Giuseppe Farina

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Cquote1.png Ma ôe! Aqui vai o Emerson Fittipaldi e passa Mario Andretti. Ma ôe! Jack Brabham vence o GP da África do Sul! E me faz lembrar, ma ôe do Farina do seu jeito de passar as pessoas. Pode isso, Arnaldo Barão? Cquote2.png
Silvio Santos dos anos 70 narrando uma corrida e lembrando do Farina

Giuseppe "Nino" Farina, considerado o homem mais próximo de Deus Juan Manuel Fangio, foi um famoso suicida italiano que concretizou seu sonho de alcançar uma morte trágica tornando-se piloto de Formula 1 numa época em que os carros eram meras latas de metal em formato de salsicha só esperando a chance de trucidar algum piloto displicente.

Carreira[editar]

Antes da Fórmula 1[editar]

Os grande prêmios antes de 1950 eram disputados individualmente, muito inspirado em Mario Kart, sem qualquer organização ou lógica, e muito menos segurança. Nesses tempos Farina já era um renomado piloto, vencendo corridas em tudo quanto é canto, até em lugares que ninguém nunca ouviu falar que tinha pista de corrida, como na Líbia.

Mundial inaugural de Formula 1[editar]

Após o fim da Segunda Guerra Mundial poucos anos antes, a Federação Internacional do Acidente Automobilístico (FIAA, atualmente só FIA) percebeu que havia na humanidade um certo sadismo reprimido, e decidiu criar um campeonato de matança denominado de "Mundial de Formula 1", onde seres humanos seriam colocados em máquinas automotivas desprovidas de qualquer segurança, e um grande público assistiria quem iria morrer naquela tarde de domingo. Giuseppe Farina, que era muito odiado, foi logo contratado pela Alfa Romeo para participar desse campeonato.

Nino Farina nunca morreu num Formula 1 porque seu estilo de dirigir, sempre lento e pouco audacioso sempre evitava sua morte em batidas trágicas, como também evitava quebras do carro, dois fatores que aconteciam direto com seus oponentes, e até por isso ele foi o primeiro campeão mundial em 1950. Por isso ganhou o apelido de "Nino", que significa "menino" em italiano, porque ele corria como se fosse um menino.

Ferrari[editar]

Nino Farina dirige seu salsicha-móvel com cuidado em Mônaco, pra não cair no mar igual seu rival Ascari.

Com prudência ganhamos um campeonato mundial de Formula 1, mas daí ganhar um vice ou um tri, aí fica mais difícil e improvável. Por isso Farina saiu da Alfa Romeo e foi para a Ferrari em 1952 onde passou a fazer uma grande coleção de derrotas, assistindo Fangio ser multi-campeão mundial enquanto Farina tornava-se recordista de segundas colocações. A quantidade massiva de segundas colocações obtidas foi tão grande que foi necessário esperar-se 60 anos para um tal de Rubinho Barrichello superar esse recorde de Farina. Ambos usando Ferraris. Fato é que ele já estava idoso e seu Mal de Parkhinson não ajudava nas corridas, e ele se aposentou com 79 anos de idade.

Morte[editar]

Faleceu em 30 de junho de 1966 num acidente automobilístico fora das pistas, uma zica mandada por Juan Manuel Fangio, que incorporou no Farina o espírito de Alberto Ascari no processo. Dirigindo bêbado, para variar.

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Pilotos da Fórmula 1