Grand-Place

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Este artigo é belga e contém altas doses de lavagem cerebral e teorias da conspiração que farão com que você acredite que Grand-Place existe!

Cuidado: a qualquer momento um agente da NWO pode sequestrá-lo!

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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pessoas com cultura.

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Ricardão sobre Grand-Place de Bruxelas

O Grand-Place de Bruxelas (ou grande pleice de Bruxelas) é uma praça na cidade de Couve de Bruxelas que fica no meio da capital. É a praça na qual se concentra o maior número de camelôs e prédios em ruínas em Bruxelas, sendo uma das principais atrações turísticas da cidade (devida à falta de outras atrações melhores). Tudo começou quando um padeiro qualquer fez uma padaria no atual Grand-Place para ganhar um dinheirinho e sustentar a família.

História[editar]

A praça, com a torre à esquerda servindo de para-raios.

O problema é que o padeiro era o amante da mulher do rei, sendo o príncipe filho do padeiro. Quando o rei descobriu que foi feito um chifre na cabeça dele, ele planejou uma vingança contra o padeiro, acabando com sua padaria. Ele projetou uma praça grandiosa no local onde ficava a padaria; isso era apenas um motivo válido para desocupar a padaria. O projeto demorou anos para ficar pronto.

A primeira construção foi a prefeitura de Bruxelas. Para servir de para-raios e torre de observação, a prefeitura foi construída com uma torre gigante no seu formato preferido. Ou seja, era algo grande demais para abrigar um prefeito (e mais outras pessoas desconhecidas). O príncipe, em homenagem ao pai, reconstruiu sua padaria. Mas o rei, puto com isso, mandou a Guarda Real tomar a padaria e fez dela seu palácio real, como forma de impedir novas ocupações.

Obviamente, uma padaria não se compara a um palácio real, mas pelo menos tem muita comida. A transferência da casa real para a padaria durou pouco, porque o rei se cansou de lá e voltou ao palácio. O Grand-Place sofreu reformas para parecer maior, e nessa época o local foi ocupado por camelôs e lojinhas de R$1,99. A praça se tornou o centro do comércio de Bruxelas, graças às lojinhas e barracas de camelôs que vendiam produtos piratas.

Nos anos seguintes, embates contra policiais (que tinham ordens de desocupar a praça contra o comércio ilegal) e camelôs foram comuns. A parte mais dura desse conflito foi quando os policiais bombardearam a praça para atingir os camelôs. As bombas, mísseis e tiros foram contínuos por uma semana. Mas os policiais designados para essa tarefa eram muito ruins de pontaria: as vendas continuavam em alta, mesmo com toda a praça praticamente destruída.

Tudo virou poeira... menos o local em que se concentravam os camelôs. A reconstrução dos prédios e da praça demoraram anos, até refazerem tudo novamente. A praça é mais conhecida pelo tapete no chão dela. Ninguém sabe o motivo do tapete gigante ficar no chão da praça, mas os residentes próximos a ela garantem que ele serve para que o chão não fique sujo. Grande diferença, já que o tapete nunca é retirado, ainda mais que deu um trabalhão para colocá-lo por lá. E pra tirar então...