Gray's Anatomy

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
20100203221304!5 wikipedia-2-550x550.jpg
NovoWikisplode.gif
Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Gray's Anatomy.

Gray's Anatomy, cujo nome completo é Henry Gray's Anatomy of the Human Body Based on Illustrations of Monkeys Thanks to Henry Vandyke Carter é um livro de medicina antigo, geralmente aceito como a Bíblia da anatomia, não por ser algo precioso e notável e sim porque o escritor tirou tudo da cabeça e um monte de gente ainda acredita no que está escrito.

Ainda que seja um grande amontoado de estudo empírico, há muitos estudantes de biologia e medicina que dão alguma importância a essa publicação, mesmo que seja apenas para calçar mesas, colocar sobre papéis para não voar ou trancar portas que insistem em abrir e ranger.

Não confunda esse livro com aquela série homossexual Grey's Anatomy, que não tem absolutamente nada a ver exceto ser também uma obra de ficção médica voltada para adolescentes.

Origem[editar]

Uma das ilustrações do livro, que servia como a Playboy da época. A imaginação era tudo.
Por vezes Carter tinha que ilustrar cada barbaridade que Gray escrevia...

O doutor Henry Gray, anatomista inglês, estava meio sem o que fazer e precisava escrever bobagens. Não existia a Desciclopédia para ele criar algo então ele se viu forçado a escrever um livro cômico. Ele era um estudioso da área médica-legal, e costumava fazer umas experiências com cadáveres indigentes largados pelos cemitérios da Inglaterra, algo que era mais comum naquela época, naquele tempo, naquele país.

De tanto abrir corpos putrefatos ele ganhou uma experiência avançada em anatomia cadavérica, e resolveu expôrralo nas costas num livro para que todos pudessem ler e se pá ganhar um prêmio de melhor deslivro do ano da imprensa britânica; ele acabou perdendo tal prêmio para Charles Pênis pelo livro Um Conto de Duas Cidades.

Henry Gray falou aos seus amigos estudiosos que tinha um desejo enorme de criar seu livro médico com intenção de trollar a humanidade, mas precisava de um parceiro para lançar essa droga. Conseguiu a ajuda de seu xará e colega de trabalho - ambos eram cientistas desempregados coçadores de saco na madrugada - Henry Vandyke Carter; esse negócio de parceria para lançar remela em forma de livro foi depois copiado por Karl Marx e Friedrich Engels no livro O Capital, mas isso é outro caso.

Criação[editar]

Cquote1.png Ô cara, segura um pouco a cabeça aí pra eu analisar essas artérias no seu pescoço Cquote2.png
Não é à toa que chamam a obra de "Bíblia da Anatomia"; é tão grossa e antiquada quanto

Henry Vandyke Carter aceitou a palhaçada de ajudar Henry Gray na sua obra e foi o responsável em desenhar os pedaços de cadáveres no livro, enquanto Gray ficava com a parte conceitual. Gray escrevia os textos e Carter precisava encher o cu de whisky e então começar a desenhar algo baseado nas besteiras escritas.

Henry Gray tinha tanto conhecimento de cadáver fedorento, que até sua própria publicação ficou podre. Gozadamente esse seu livro se transformou numa enciclopédia da anatomia por muito tempo, quando na época não existia uma medicina muito avançada e se confundia câncer no cu com virose.

O livro, ou publicação, ou sei lá que diabo de substantivo que possa ser dado a isso, foi concluído em 1858, mas só pôde ser publicado em 1859, por falta de gente com muito dinheiro e pouco amor próprio que pudesse imprimir isso e distribuir pelos cantos. Não obstante o livro ter sido escrito como uma sátira, acabou caindo nas graças dos estudiosos da época, que nem perceberam que era algo bem zoado de propósito, tipo os advogados da famosa Universidade do Domínio de Melchizedek ou o memorável Carlos Bandeirense Mirandópolis.

Hoje é possível dizer que Gray's Anatomy é um livro científico e perdurou por muito tempo como a obra-prima da anatomia, até que Charles Manson escreveu seu próprio livro, com descrições do corpo humano ainda mais críveis (e incríveis) que as dadas por Henry Gray.

A obra[editar]

Eis o doutor Henry Gray se aprofunda na anatomia pra poder dar veracidade à obra
Nem isso Gray deixou de fora

Nesse caso "obra" vem do verbo obrar, que significa defecar. E como fora dito, Henry Gray já tinha retalhado tantos corpos falecidos que não precisava nem anotar seu estudo em papel; o soar do sangue jorrando e dos ossos quebrando já lhe eram som a seus ouvidos, por isso os escritos são fidedignos de alguém com um grande conhecimento de cada pedaço do corpo humano, algo que só um gênio poderia conceber, ou talvez um serial killer que retalhe as vítimas.

Henry Vandyke Carter não ficava muito atrás na loucura perante Henry Gray e sabia desenhar os pedaços de corpo tão lindamente que até pareciam as obras de arte de Jack, o Estripador em croqui, e isso porque ele apenas se baseava nas descrições dadas por Gray, sem nunca ter visto um cadáver esfolado de verdade.

Entretanto, Vandyke Carter já tinha visto alguns macacos anatomicamente então ele meio que se baseava nos corpinhos dos macaquinhos para desenhar partes humanas, já que esses bichinhos são parentes distantes dos humanos, então alguma coisa deveria ser parecida.

Charles Darwin ficou boladão com essa ideia do Carter com os macacos e humanos, e talvez o seu livro A Origem das Espécies ter surgido uns meses após a publicação de Gray's Anatomy possa não ser apenas uma coincidência.

Capítulos[editar]

Essa é a versão que a Marinha fez do livro de Gray. Sério!. É justamente por isso o homem seminu na página
Henry Gray não é considerado um grande gênio popularmente, mas ele previu a caveira da Amy Winehouse em seu livro

O livro é dividido em vários capítulos, mas não são numerados. Cada capítulo descreve uma parte do corpo. Quando Henry Gray começou a organizar seu livro em partes, conforme ia arrancando um pedaço do cadáver ia também descrevendo tal parte, mas ele não seguia uma sequência lógica, da cabeça aos pés; em vez disso, a primeira coisa que ele sentia vontade de arrancar no cadáver dentre as partes que sobravam era o assunto escolhido da vez.

Obviamente não se tinha, naquela época, a ideia de que alguns órgãos possuem outras partes próprias, por isso o livro de Gray só chegou até onde o serrote ia. Alguns pedaços microscópicos não puderam ser incluídos no livro tal como a trompa de Eustáquio.

Alguns dos capítulos são mais importantes que outros no livro. Ninguém quer saber muito a respeito do hímen, por exemplo, afinal isso logo desaparece com o tempo, tipo uns quatorze ou quinze anos, então por isso ele reservou pouco espaço para esses pedaços menos importantes.

Para as partes mais importantes ou mais detalhadas, Henry Gray reservou bastante espaço e escrevia textão sobre elas. Até onde iria seu conhecimento sobre tal parte ele escrevia, às vezes até chutava alguma coisa sobre tal parte; ninguém iria saber que era mentira mesmo naquela época. Entretanto, como a dedução de Henry Gray era muito boa, em muitas coisas ele realmente acertou.

Seria preciso uns cinco bancos de dados canadenses da Desciclopédia para suportar tantos capítulos de tantas partes do corpo humano, por isso só as necessárias serão listadas. E o que define a importância dos capítulos apresentados? A vontade do cara que está escrevendo esse artigo. Se a imagem for engraçadinha ou interessante, virará subseção, ou então se a descrição dada também for legal.

Supostamente, esses pontos azuis são os linfonodos

Linfonodos do intestino grosso[editar]

Barba - em geral isso não tem mais utilidade hoje, apenas para os hipsters ainda há algum valor

O que são linfonodos do intestino grosso? Conforme a explicação do doutor Gray Cquote1.png na verdade eu nem sei o que são essas coisas e pra que servem esses negócios. Eu tive que aumentar no microscópio o tecido do intestino para ver se eu poderia arrancar algo novo, mas acabei achando essas bolinhas meio estranhas. O problema é que eu tenho tripofobia, e ver essas coisas pelo microscópio me deu uma angústia desgraçada Cquote2.png, ou seja, não sabemos o que são e para que servem os linfonodos.

Barba[editar]

A parte do livro reservada à barba está intrinsecamente ligada à descrição dada ao rosto. Nas palavras de Gray Cquote1.png esses *cabelos na face humana, normalmente nos rostos masculinos, mas também presente em rostos de velhas protestantes, são resquícios de uma época que o ser humano precisava de cabelos para não sentirem frio. Atualmente a barba não serve mais para nada a não ser pela vaidade, nada medicinalmente importante Cquote2.png.

  • No texto original Gray se referiu à barba como hair, que no idioma inglês serve tanto para cabelo quanto para pelo.

Axila[editar]

A parte mais inútil do corpo na visão de Gray

Conforme o próprio Dr. Gray, Cquote1.png a axila, popularmente conhecida como *suvaco ou sovaco, ou mesmo subaco em algumas regiões, é a ligação entre o braço e o tronco, porém nessa ligação há uma parte malcheirosa que é o que conhecemos por axila. Essa região não tem importância no corpo humano, servindo apenas para suar e feder. Entre os animais essa região é mais importante, por exemplo nos chimpanzés machos, que o odor fétido do subaco espanta as fêmeas mais feiosas. Nessa região do corpo também nascem pelos inúteis, o que torna o subaco a parte mais escrota do corpo humano. Não tenho mais nada para falar sobre o sovaco. Ainda bem que não existem feministas nessa época senão o suvaco ficaria ainda mais escroto. Cquote2.png.

  • No texto original Gray se referiu ao sovaco como armpit e bagpipe.

Ver também[editar]