Greyfriar Firk Grave

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Night creature.JPG Greyfriar Firk Grave surgiu das trevas!!

E adora assustar criancinhas!

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Scotland-wallace.jpg Thws artekille ys Scotch!

Este artigo é escocês! Ele usa Kilt, bebe whisky e Irn-Bru, arremessa troncos de árvores e martelos, toca gaita-de-foles, é fã do David Coulthard e é primo do Duncan MacLeod!

Se você traiu William Wallace, caia fora daqui!

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A amistosa e pacífica atmosfera de Greyfriar Firk Grave.

Greyfriar Firk Grave é um agradável e atraente cemitério, localizado na Escócia, mais precisamente em Edimburgo. Greyfriar Firk Grave destaca-se dos outros cemitérios escoceses porque possui uma história louvável, visto que nele foram enterradas pessoas que morreram das mais diversas formas, tendo em comum apenas uma coisa: Todas foram extremamente torturadas, sendo que algumas foram até mesmo obrigadas à ficar ouvindo a Banda Calypso por 24 horas seguidas. Por conta de todo o sofrimento das pessoas quando estavam vivas, dizem as boas e más línguas que Greyfriar Firk Grave sempre recebe a visita de fantasminhas camaradas, que, de noite, cumprimentam todos os moradores locais com singelos e alegres gritos de dor, que podem ser escutados até na Inglaterra, de tão altos. A única coisa ruim é que esses fantasminhas camaradas não tomam banho, pois, de acordo com os moradores de Edimburgo, o cemitério sempre está fedendo à carniça.

História[editar]

Bidu, o cachorro do Cebolinha Franjinha, é um dos guardiões mais dedicados do Greyfriar Firk Grave.

Durante a Idade Média, todas as igrejas possuiam um cemitério em suas proximidades, pois os familiares dos defuntos sempre gostavam que os padres dessem a benção ao mais novo morador do inferno. Na Escócia não era diferente, e todas as pessoas seguiam esse ritual de maneira constante. Como a quantidade de mortos era muito grande, obviamente, em pouco tempo, os cemitérios já estavam completamente lotados. Um desses cemitérios era o da Catedral de Saint Giles, que era considerado o cemitério mais pop da Escócia, pois, como estava localizado próximo de uma colina, os mortos poderiam ter uma bela vista quando voltassem como espíritos (?) . Por conta da super-lotação no cemitério, os padres escoceses até queriam criar uma lei, que impediria as pessoas de morrerem. Porém, como eles sabiam que existiam muitos hereges, que morreriam mesmo após essa lei dada pela Igreja Católica, eles decidiram simplesmente fundar um novo cemitério, em uma área aberta e bem grande, que permitiria que muitos corpos fossem enterrados, o que acabaria com todos os problemas de espaço por, pelo menos, 200 anos. Esee novo cemitério foi batizado como Greyfriar Firk Grave.

De fato, a ideia dos padres funcionou, e todos os problemas com a falta de espaço foram resolvidos. Certo dia, um sujeito muito rico, chamado George Mackenzie, que era um dotor adevogado, acabou morrendo após ter um infarto, por conta de uma discussão acalorada com os usuários da Desciclopédia, que estavam escrevendo verdades mentiras sobre o seu cliente. Assim como manda o costume, ele foi enterrado em Greyfriar Firk Grave, que era considerado o melhor cemitério para se enterrar. Porém, mesmo após ter morrido, George ainda queria terminar a sua discussão com os usuários da Desciclopédia, e resolveu voltar para puxar o pé de todo mundo. Porém, por algum motivo, George não conseguia sair de Greyfriar Firk Grave, talvez porque o seu corpo mortal ainda estava lá. Então, não podendo conseguir a sua vingança, e tendo que ficar meio-morto e meio-vivo por toda a eternidade em um lugar mofado como Greyfriar Firk Grave, em pouco tempo, George acabou ficando mais louco do que já era, e resolveu assombrar todo mundo, inclusive chamando alguns miguxinhos fantasminhas camaradas para ajudatr à assutar os outros. E isso ele faz até hoje, e não tem expectativa de se aposentar.

Construção[editar]

Na verdade, não se tem nada de interessante em Greyfriar Firk Grave, pois todas as construções estão caindo aos pedaços, até porque a população local tem medo de ir até o cemitério para dar um jeito nas tumbas.

Ver também[editar]

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v d e h
Lendas Urbanas