Guarantã do Norte

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Guarantã do Norte é uma das cidades mais isoladas de Mato Grosso. Se você achou Colíder longe de tudo e todos, é porque não se atreveu a tentar chegar em Guarantã do Norte...

História[editar]

Motivo pelo qual ninguém consegue sair dessa cidade (quem encararia mil quilômetros disso?).

Curral fundado oficialmente em 1980, quando a Cooperativa Tritícula de Erechim Ltda, Incra e Testículos trouxe um bando de gaúchos de Erechim num ambicioso plano do governo de descentralizar a viadagem no Brasil. O plano não deu muito certo porque Mato Grosso fica lá na casa do caralho, e ninguém se importa.

Em 1986 já era considerado um município, isolado lá no norte do estado, nem precisava assinar coisa alguma nem nada, apenas colocar na entrada da porteira uma placa com o nome Guarantã do Norte e pronto. Nome este que significa do tupi-guarani "Guaraná do Norte", uma referência à grande quantidade de guaraná plantado na região, uma substância psicotrópica muito apreciada pelos nativos.

Economia[editar]

Nada além da pecuária, como 99,999999% da economia do Mato Grosso.

População[editar]

Cidade de mais de 30.000 habitantes. Acredite, esse punhado de habitantes é uma das maiores cidades do Mato Grosso. O motivo disso é bem evidente, Guarantã do Norte, por estar no meio do nada, não tem absolutamente para onde fugir, nasceu ali, morreu ali, a cidade naturalmente cresceu em população acima da média do estado, mas nada de mais.

Transportes[editar]

Guarantã do Norte está localizada em algum lugar na mítica estrada que liga ao Acre, a BR-163. Ao andar nessa perigosa estrada cheia de anacondas, atoleiros e índios, fique atento e procure por uma placa com uma caveira de boi, é ali!

Os meios de transporte mais usados pelos índios Guarantensianos são: