Guerra Japão-Irã

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Jaspion metaltex.jpg

Made in Japan
Este é um artigo com tecnologia do sol nascente né.
E pode pedir para você fazer 6 horas de zangyô.

Madruga1.jpg Pastel de flango, né?

Este altigo foi fablicado na China e pode queblar a qualquer momento. O autor plovavelmente luta Kung Fu e tem uma pastelalia. Não estlague este altigo, pois Jackie Chan está de olho.

Somebody set up us the bomb!!!

Esta página contém elementos bélicos, químicos, atômicos ou bombásticos,
podendo causar um grande estrago no computador (e na mente) do leitor.
Bombanuclear4.gif

Guerra Japão-Irã

Cquote1.png Me caguei todo, PORRA! Cquote2.png
Primeiro Ministro Chines sobre Guerra Japão-Irã
Cquote1.png Foi muinto fein o que aconteceu, foi sim, muito fein! Cquote2.png
Monge Tibetano sobre Guerra Japão-Irã
Cquote1.png O maior conflito que o mundo jamais teria visto, ou vido, ou então... foda-se, não aconteceu mesmo Cquote2.png
Mohamed Reza Pahlevi sobre Guerra Japão-Irã
Cquote1.png Não participei de forma alguma! JURO! Cquote2.png
Bush sobre Guerra Japão-Irã
Cquote1.png O Japão contava com um exército muito avançado: Super Sayadins, Godzilla, Jaspion, Ultra Men, Kamem Raider, e outras coisas com luzinhas que piscam. Já os Iranianos tinham areia, muita areia… Cquote2.png
Analista de porra nenhuma sobre Guerra Japão-Irã
Cquote1.png Essa turminha de japoneses da pesada vai dar muito trabalho pra esses velhos encrenqueiros numa louca e eletrizante aventura que é pura confusão! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre Guerra Japão-Irã
Países envolvidos: Irã, Japão, Nepal, Somália, Sri Lanka, Usbequistão, Camboja, Peru, Áustria, África do Sul, Coreia do Norte, Cuba, Nicarágua, Japão, Austrália, China, Tailândia, Congo, Serra Leoa, Singapura, Galápagos, Turcomenistão

Patrulha aérea japonesa sobre o deserto desértico do Irã.

Cronologia[editar]

1971[editar]

  • 17 de março — Durante conferência da ONU, o Xá do Irã, Mohamed Reza Pahlevi, faz comentários jocosos acerca do possível tamanho do órgão genital masculino dos japoneses. Ao tomarem conhecimento da piada de mau gosto, os representantes japoneses se retiram do evento no meio do recreio.
  • 19 de março — O governo japonês cancela as importações de tapetes persas, principal produto de exportação iraniano.
  • 25 de março — Irã cancela a venda de petróleo para o Japão.
  • 15 de abril — Japoneses não têm mais pneus.
  • 16 de abril — Governo japonês decreta o “Dia da Queima do Tapete Persa Caro”. Milhares de tapetes são incinerados vivos em todo o país.
  • 22 de abril — Japoneses não têm mais gomas de mascar. A relação entre os dois países se torna tensa.
  • 24 de abril — A população japonesa culpa o governo pela falta de gomas de mascar e pela escassez de batons nas lojas de produtos de beleza. Governo sofre pressão para iniciar a guerra.
  • 26 de abril — Estopim da guerra: ministro iraniano chama o Japão de “arquipélago asiático situado no hemisfério norte”, em entrevista a um jornal. Japão declara guerra ao Irã.
  • 27 de abril — Formam-se dois grupos: Nepal, Somália e Sri Lanka apoiam o Japão. Usbequistão e Camboja apoiam o Irã. Irã não declara guerra a ninguém.
  • 28 a 30 de abril — Reação em cadeia: Usbequistão invade o Sri Lanka; Camboja invade o Nepal. Somália fica na dúvida entre invadir o Usbequistão ou o Irã e não invade ninguém. Japão invade o Irã pelo Golfo Pérsico. Irã fica chateado e resolve resistir.
  • 5 de maio — Usbequistão não tem Marinha e percebe que o Sri Lanka é uma ilha. Usbequistão sai da guerra.
  • 20 de maio — Morrem todos os 234 soldados do Nepal. Sem terem mais o que fazer e cansados do ar rarefeito do país montanhoso, os soldados do Camboja se retiram.
  • 5 de julho — A guerra no Irã já dura vários meses, e os soldados japoneses sofrem por terem que lutar descalços (não havia mais petróleo para produzir solas de borracha). Os iranianos se aproveitam deste fato e revestem campos inteiros de batalha com tachas afiadas. Não conseguindo progresso algum, o exército japonês começa a recuar.
  • 1 de agosto — Exército japonês confinado numa pequena praia com 25m de extensão por 7m de largura, perto da cidade de Jask, no sul do Irã.
  • 6 de agosto — Os 15.456 soldados japoneses confinados na praia resolvem, após esperarem vários dias pelo resgate, voltar nadando para o Japão. Na despedida fazem uma festa nudista, sob os olhares estarrecidos dos iranianos. Fim da Guerra Irã-Japão…

…OU…[editar]

1966[editar]

  • 11 de fevereiro — Japão e Irã se unem na construção de um duto petrolífero submarino entre os dois países.

1971[editar]

  • 21 de janeiro — Termina a construção do duto. Irã faz pressão para construção de um duto de produtos digitais de alta tecnologia.
  • 22 de janeiro — Japão nega possuir produtos digitais de alta tecnologia em seu território.
  • 30 de janeiro — Comissão da ONU enviada ao Japão para investigar possível existência de produtos digitais de alta tecnologia no país.
  • 12 de fevereiro — Comissão de investigadores da ONU alega em relatório não ter encontrado vestígios convincentes de tais produtos no país. “Foi encontrada apenas uma calculadora, e mesmo assim de procedência chinesa.”
  • 28 de março — Japão lança satélite em órbita, alegando ter descoberto a tecnologia para tal no dia anterior à noite.
  • 29 de março — Xá do Irã puto da vida.
  • 5 de abril — Irã substitui conteúdo do oleoduto submarino por esgoto sanitário.
  • 7 de abril — O mau-cheiro cobre as grandes cidades japonesas. Presidente declara estado de emergência.
  • 10 de abril — Japão cria lei proibindo a proliferação de esgoto sanitário. População sofre com prisão de ventre generalizada.
  • 15 de abril — Japoneses limpam o país gastando milhões de dólares. O duto submarino é fechado.
  • 18 de abril — A pedido dos japoneses, comissão da ONU é enviada ao Irã para inspecionar emissão ilegal de esgoto sanitário para o Japão.
  • 23 de abril — Relatório da ONU nega existência de esgoto sanitário no Irã.
  • 24 de abril — Xiitas iranianos pregam que japoneses desrespeitaram o Islã ao alegarem não possuírem tecnologia(?!), e além disso são ocidentais(?!?!), por isso devem queimar no mármore do inferno.
  • 25 de abril — Estopim: homem-bomba iraniano se explode sem querer próximo a uma máquina de refrigerantes, em Tóquio, quando procurava dinheiro no bolso da jaqueta para uma Coca-Cola Light Lemon. Uma pessoa morre no ataque. Mundo prepara-se para o conflito.
  • 26 de abril — Peru invade a Áustria; África do Sul invade a Coreia do Norte; Cuba invade os EUA; Nicarágua invade Japão, Austrália, China e Tailândia; Congo invade Serra Leoa, Singapura e Galápagos; Turcomenistão invade o Turcomenistão. Japão e Irã não se atacam e não entendem o que está acontecendo.
  • 27 de abril — Após milhares de soldados desertarem para o lado dos turcomenistaneses (por motivos desconhecidos), o Turcomenistão retira suas tropas do Turcomenistão.
  • 30 de abril — Suriname ordena o fim de todos os conflitos. Fim da Guerra Irã-Japão…

…OU ATÉ…[editar]

1971[editar]

  • 11 de março — Durante visita do xá Pahlevi ao Japão, imperador japonês convida, de maneira brincalhona e inocente, a esposa do governante iraniano para um karaokê, uma invenção de seu povo. O Xá fica curioso e pergunta ao seu tradutor o que significa tal convite. O tradutor, bêbado, se confunde e diz que se trata de um convite para uma orgia sexual. Iranianos deixam o palácio, enfurecidos. Japoneses não entendem o preconceito contra o karaokê, e ficam profundamente magoados.
  • 15 de março — Xá iraniano emite comunicado oficial ao governo japonês oferecendo uma cabra pela esposa do presidente. Presidente japonês responde, tentando esclarecer a situação, que havia convidado a esposa do xá para uma “atividade tipicamente japonesa, que diverte e ao mesmo tempo une as pessoas”, e convida o xá para um karaokê de reconciliação. Xá do Irã absolutamente chocado.
  • 16 de março — Xá emite outro comunicado ao governo japonês, alegando sentir grande pesar em seu coração por todos os japoneses, que “caso realmente façam este tipo de coisa como o Sr. Presidente mesmo diz, irão todos queimar no inferno”. Japoneses desistem de entender algo.
  • 13 de abril — Rede de TV Al-Jazeera faz reportagem explosiva sobre o convite do presidente japonês “à mulher, à mãe e a todas as filhas do xá”, e diz que “o presidente do Japão encontrava-se pelado e visivelmente excitado durante todo o encontro.”
  • 14 de abril — Mundo árabe revoltado. Al-Qaeda, Hezbollah e Al-Fatah oferecem apoio incondicional à “causa iraniana”. Japoneses estarrecidos com seu presidente, que nega tudo.
  • 15 de abril — Tabloide inglês anuncia: “Mulheres da família real do Irã grávidas do insaciável presidente do Japão”. Governo japonês profundamente irritado.
  • 20 de abril — CNN anuncia, ao vivo, suposto parto do filho do presidente japonês com a esposa do líder da URSS(?!).
  • 23 de abril — Presidente japonês vira símbolo sexual no Ocidente, participando de filmes pornôs falsos e dando entrevistas falsas em várias publicações gays.
  • 25 de abril — Japão dá ultimato ao Irã para retirar as acusações, mas continua sem entender nada.
  • 26 de abril — Estopim: Shihiro Matsumoto, famoso fotógrafo japonês, resolve fotografar modelo israelense em nus artísticos, em frente a uma mesquita em Teerã (capital do Irã), ao meio-dia. Irã declara guerra ao Japão. Japão declara guerra ao Irã.
  • 27 de abril — Japão invade o Irã, mas esquece o Exército em casa; Irã leva o Exército, mas esquece de invadir o Japão.
  • 30 de abril — Rivalidade entre organizações terroristas acaba em curiosa batalha de homens-bomba na capital iraniana. Em poucos minutos não resta mais nenhum terrorista no país, assim como faixas com a inscrição “Alá é Grande”.
  • 1 de maio — Japão, sem Exército, se retira do Irã.
  • 2 de maio — Exército iraniano se retira das proximidades do Japão, enquanto tenta se lembrar por que estava lá. Fim da Guerra Irã-Japão.
  • 10 de novembro — Irã termina o trabalho de limpeza dos pedaços de terroristas na cidade de Teerã.

…OU TALVEZ…[editar]

1970[editar]

  • 11 de junho — Sistema de correios iraniano inativo
  • 12 de junho- Sistema de correios iraniano ativo.

1971[editar]

  • 12 de fevereiro — Japão manda uma carta para o presidente do Irã propondo um encontro para melhorar a amizade entre os dois países. Irã não recebe a carta.
  • 21 de fevereiro — Japão manda outra carta perguntando o porquê de não ter tido resposta.
  • 27 de fevereiro — Irã manda uma carta para o Japão propondo um encontro pra discutir rotas de comércio e exportação e importação de produtos entre os dois países.
  • 5 de março — Japão manda outra carta para o irã, dizendo que seria muito bom um encontro como esse.
  • 10 de março — Presidente do Irã em entrevista à CNN chama Japão de “esnobe”.
  • 11 de março — Presidente japonês, furioso, dá entrevista e diz que presidente do Irã e todo o Islã são um bando de fanáticos, antisociais e loucos.
  • 12 de março — Líder do Islã diz que isso foi uma afronta a Deus e que todos os chineses queimariam no mármore do inferno.
  • 15 de março — Governo chinês fica furioso com a confusão do líder do Islã e diz que o Islã só tem velhos gagás.
  • 16 de março — Governo dos Estados Unidos diz que “Em caso de guerra dará apoio total ao Sri Lanka”. Essa foi a última gota. É o começo da guerra!
  • 17 de março — Irã invade a Coreia do Sul achando que era o Japão, China invade a Tailândia, Japão invade Cuba, Áustria invade Nicarágua, Somália invade o Congo, África do Sul invade o Peru, Cuba invade Serra Leoa, Austrália invade o Nepal. Turcomenistão invade uma ilha deserta no Pacifico.

Ver também[editar]

v d e h
Guerra Japão-Irã quer dizer GUERRA!!!
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