Guerra Mineiro-Fluminense

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Este artigo é relacionado à história.

Não estranhe se o artigo mencionar coisas como calvinismo, flogisto ou VHS.

Abraham Lincoln a cores.png

Antecedentes da guerra[editar]

1545[editar]

Tiradentes I, sobrinho de Itamar Franco I se rebelou contra autoridades antifarofantes da antiga capital Rio de Janeiro. Conseguiu ajuda de populares da cidade de Juiz de Fora, dando uma ideia de revolução. Mas essa revolução foi logo abafada por Renato Gaúcho, já que a população total de Juiz de Fora era de 163 habitantes. Tropas comandadas por Renato Gaúcho enforcam Tiradentes.

1618 - Batalha da Farofa[editar]

Momentos horripilantes da guerra marcaram a vida de muitos soldados.

A insurgência "mineira" ocorreu após a morte de Tiradentes, e só poderia ser feita por táticas de guerrilha, atacando por trás das linha inimigas. Juizforanos alugaram vários ônibus para atacar a aldeia de Cabo Frio e provocam intenso derramamento de farofa na praia, fazendo a areia ficar esbranquiçada de tanta farinha.

Os mineiros então conseguiram tomar a o local, que até hoje é dominado por mineiros.

1845[editar]

Cariocas (os fluminenses da capital) comandados por Beira Mar e Rouberto Jefferson roubam todo o ouro das Minas, esfacelando a economia mineira, que agora passa viver exclusivamente da exportação de pão-de-queijo.

Já os fluminenses pegaram, injustamente, a fama de ladrões e vagabundos, antes somente dos cariocas.

O Conflicto[editar]

A final do Campeonato Brasileiro de 1974 entre Vasco e Cruzeiro que deveria ter ocorrido no Mineirão mas que foi transferido para o Maracanã por Armando Marques, fato que causou muito rancor entre os maiores de Minas, conhecidos como Cruzeirenses. Era o começo dos roubos espetaculares dos Juízes de Fora (vulgos carioquenses in vitro) contra os legítimos mineiros. Foi um dos roubos mais escabrosos da história mineira! Com o apoio da torcida, o Vasco da Gama venceu por 2x1 (mesmo com gol cruzeirense anulado aos 42 minutos do segundo tempo com alegação de impedimento a partir de um cruzamento da linha de fundo) e sagrou-se campeão. Fato semelhante voltaria a acontecer em terras cariocas e goianas.

As Invasões[editar]

Os fluminenses intentaram uma invasão ao território juizforano em 1901, com o auxílio de cantores de samba decadentes e com grupos armados de havaianas (grupos que deram origem ao BOPE), mas a maioria dos soldados-marra morreram devido à fadiga na Serra de Petrópolis, antes de as estradas serem de mão dupla.

Outra invasão famosa ocorreu em 1934, no episódio conhecido como a "Busca ao pão de quejo". O objetivo das forças fluminenses era achar a receita da guloseima mineira, que se encontrava na verdadeira capital do estado, Juiz de Fora. Tal objetivo quase foi contretizado, mas as tropas playbísticas foram obrigadas a recuar pela forte nevasca que caía na Manchester mineira.

1975[editar]

Imagem aérea do cenário da guerra.

Num lance de grande esperteza e sacanagem, o general-presidente Ernesto Geisel declara que cariocas e fluminenses devem voltar a conviver em harmonia, dando, sem querer, impulso para a formação de uma das maiores economias do mundo baseadas no tráfico de drogas, perdendo somente para Colômbia e para o estado de Santa Cruz de la Sierra (anteriormente Bolívia).

Os historiadores afirmam que a real intenção de nosso generalíssimo era, na verdade, formar um exército forte o suficiente acabar com a produção de pães-de-queijo mineiro, que lhe causavam gases.

O resultado todos podem ver diariamente no Jornal Nacional.

1978[editar]

A resistência juizforana já estava gasta, quando a capital mineira tem que dividir suas tropas para combater o Estado do Triângulo, que declara a guerra xhosa-minerês comandada por semi-baianos de Patiminas. Os paturebas foram a esperança dos juizforanos, mas perderam feio antes de chegar em Brumadinho, pois além da infantaria só levaram lanchas e jet-skis para combate em lagoas. A esperança parecia ter acabado, e a situação piorou quando o milho dos paturebas acabou e descobriram que a população de Juiz de Fora era composta de 5% de homens, 45% de mulheres e 50% de coluna do meio.

1980[editar]

O Esquadrão Alvinegro, vulgo Gaylo, Ops, Galo Doido invade o Rio de Janeiro querendo vingança, mas os fluminenses contavam então com o apoio de Aragator que com varias inversões de faltas deu o título ao Flamengo, os ilustres mineiros nem com a ajuda do Reinaldo Cheirador (Deus supremo do Futebol e da xinxa) puderam com os espertos viadinhos cariocas. Dizem que Cheirador foi comprado por 100 e uma cocada de crack. Hoje todos os timinhos do Rio pagam caro por estes pecado, Deus Negão afundou o futebol carioca que não conquista nada, a não ser a Copa Brasil (já o Galinho nem isso), que não vale nada, já que vejam só, alguns timinhos andaram sendo campeões em cima de equipes cariocas (também não é o caso do Galinho que foi passear na segundona), e alguns chegaram perto (perto de que?) como o Ipatinga (rebaixado no campeonato mineiro), aquele mesmo que o Flamengo desclassificou.

1981 - Batalha de Serra Dourada[editar]

Atleticanos invadem Goiás afim de conquistar a América, mas o conde José Roberto Rato se encarregou de matar toda a delegação, só sobrando 6 homens, que infelizmente não puderam terminar a luta, já que fora decretado o WO. E o Flamingo, juntamente com o Conde saíram vergonhosamente vitoriosos. Dessa vez Deus Negão apelou e jogou uma praga nos dois lugares: no Rio Deus Negão fez explodir a violência e a Dengue e em Goiânia ele foi mais complacente e apenas fez uns GO-norantes se ferrarem no Césio-137

Agora vejam só o que Deus Negão fez com o infeliz J. Roberto Rato:

Colocou-o para trabalhar ao lado do Gavião Bueno. Quer coisa pior?! Mas eles se merecem!

Mais tarde tal conde foi chamado para ser comentarista de arbitragem da globo... É como se chamassem Fernandinho Beira-Mar para comentar a parte policial no jornal nacional...

A propósito, o conde além de não dominar o "vernáculo português" tropeça na língua quando o comentário exige um mínimo de esforço mental, dependendo aínda da repetição do lance várias vezes seguidas para iniciar o seu comentário, que, aliás, faz com total desconhecimento, parecendo até estar vendo um outro jogo.

Rio de Janeiro, J. R. Rato, dengue, caverões e fernandinhos... É, se merecem!

1990[editar]

Polícia Militar de Minas Gerais tenta invadir morros cariocas e prender integrantes do [Comando Vermelho]]. Na Guerra do Pó, como ficou conhecido o conflito, a PM de Minas acusou as forças armadas fluminenses de traficar cocaína dentro de sacos de polvilho, principal matéria-prima do pão de queijo. O Governo Federal foi chamado para arbitrar a peleia, e reconheceu o direito dos mineiros de defender seu maior símbolo: o pão de queijo.

No acordo de paz, os mineiros iniciaram as negociações para a cessão de Juiz de Fora em troca de Cabo Frio.

O Tratado de Tortilhas (Pacto do pozinho branco)[editar]

Em 2006, num acordo para pôr fim ao confito, o imperador cheirador turista governador Aécio Never e o garoto-problema governador Anthony Garotinho assinaram o Tratado de Tordesilhas, onde Juiz de Fora foi cedida aos fluminenses em troca da província de Cabo Frio.

A mineirada também conseguiu passe livre para frequentar Copacabana, que antes era frequentada somente por ricos e gente boa de vida e agora também contará com mineirinhos, tentando decidir de que lado ficam. Em troca, liberaram a receita do pão de queijo.

Aproveitando o embalo, os fluminenses colocaram também no pacote a cidade de Guarapari(o grande marco foi a inauguração do EPA) que numa bobeada dos capixabas também foi parar em mãos mineiras, em troca de uma parcela da população feminina daquele estado.

Assim como o senhor Nerso da Capetinga, o minerin, falou "Cedo ou tarde o rio já era uai!!" (depois foi passar o feriado em Copacabana)

No final Minas Gerais acabou com uma grande porcentagem do pozinho branco (que foi usado inteiramente pelo governador Aécio Never)

A verdade que Chuck Norris dize para Rio e Minas parasse de fazer esta guerra de viado criança ou ele mandaria os seus Mafagafos até o Capitão Nascimento se cagou. Ai eles contam essa história de Pacto do pozinho branco para não admitir que até Deus tem medo de Chuck Norris


v d e h
Guerra Mineiro-Fluminense quer dizer GUERRA!!!
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